quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Agricultor constrói réplica de 'Boeing 737' em fazenda na China

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O agricultor chinês Wang Lanqun construiu uma répliica de um Boeing 737 em sua fazenda na Comarca de Neihuang, na província de Henan, na China. Lanqun levou um ano para construir a "aeronave caseira" de 35 metros de comprimento. O agricultor afirmou que pretende mais tarde transformar a réplica em um restaurante.

Wang Lanqun construiu réplica de Boeing 737 em sua casa na Comarca de Neihuang (Foto: Reuters)Wang Lanqun construiu réplica de Boeing 737 em sua casa na Comarca de Neihuang (Foto: Reuters)
Lanqun levou um ano para construir avião (Foto: Reuters)Lanqun levou um ano para construir avião (Foto: Reuters)
 
Agricultor afirmou que pretende mais tarde transformar o Boeing em restaurante (Foto: Reuters)Agricultor afirmou que pretende mais tarde transformar o 'Boeing' em restaurante (Foto: Reuters)


Fonte: G1 Noticias
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China anuncia construção de segundo porta-aviões

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A China está construindo o seu segundo porta-aviões, anunciou nesta quinta-feira (31) o ministério da Defesa, num momento em que Pequim desenvolve as capacidades de sua marinha em um contexto de disputas marítimas com vários dos seus vizinhos.
Este navio, de concepção inteiramente chinesa, está em construção na cidade de Dalian, no nordeste do país, segundo Yang Yujun, porta-voz do ministério da Defesa, em uma coletiva de imprensa.
Esta confirmação ocorre após meses de especulações sobre esta construção.
O exército chinês, que tem aumentado consideravelmente seu poderio, é considerado a segunda força militar mundial atrás dos Estados Unidos.
A China, que quer competir com a poderosa US Navy no Pacífico, trabalha na construção de grupos aeronavais em torno de vários porta-aviões, um programa pioneiro de centenas de bilhões de euros.
O primeiro porta-aviões da China, Liaoning, é um navio construído há mais de um quarto de século na União Soviética, inacabado por causa do colapso da União Soviética e, finalmente, comprado pela China.
Tendo entrado em serviço em setembro de 2012, depois de anos de reformas e melhorias, tornou-se o símbolo das ambições marítimas do exército chinês.
Visitado pelo ex-secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, em 2014, serve atualmente como base para treinamento de militares chineses.
Yang indicou que o novo navio será de propulsão convencional, e não nuclear, e que transportará os Shenyang J-15, um avião de combate da aeronáutica chinesa.
"O projeto e a construção do segundo porta-aviões assimilou as experiências úteis do Liaoning em matéria de pesquisa e treinamento", informou Yang.
"Isso permitiu avanços e melhorias em muitos domínios", acrescentou.
"Uma marinha necessita de quatro (porta-aviões) para estar segura de que pelo menos um estará pronto para combate", observa Steve Tsang, especialista em política chinesa na Universidade de Nottingham, em uma declaração à AFP.
Muitas disputas opõem a China a seus vizinhos regionais, incluindo Filipinas e Japão sobre a soberania do Mar da China Meridional e Mar da China Oriental.
As autoridades chinesas reivindicam direito de soberania sobre quase todo o Mar da China Meridional, baseando-se em documentos históricos e mapas antigos - uma fonte de disputas territoriais, em particular com as Filipinas e Vietnã.
Essa zona tornou-se palco de uma verdadeira disputa entre chineses e americanos: Washington provocou Pequim nos últimos meses com o envio de um destróier e de um bombardeiro B-52 nas proximidades das ilhas artificiais que Pequim tem construído em recifes do arquipélago Spratly, chamado de "Nansha" em chinês.
Washington acredita que essas instalações militares são uma ameaça à liberdade de navegação na área.
A China também tem relações tensas com o Japão sobre questões de soberania no Mar da China Oriental.
Pequim e Tóquio disputam o controle das ilhas Senkaku, administradas pelo Japão, mas reivindicadas pela China sob o nome de Diaoyu.

Fonte: AFP
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Turquia visa desacreditar Rússia por revelar verdade sobre comércio com Daesh

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O Ministério das Relações Exteriores russo considera as alegações da Turquia sobre que a aviação russa na Síria alveja infraestruturas civis como uma tentativa de desacreditar Moscou depois de ter revelado informações sobre o envolvimento da Rússia na venda ilegal do petróleo, afirmou a chancelaria russa na quinta-feira (31).

“Nos dias recentes, as autoridades turcas têm divulgado informações falsas sobre alegados ataques aéreos da Força Aeroespacial russa contra alvos civis e os civis na Síria. No contexto da sua propaganda negra Ancara declarou que há um número de vítimas”, diz-se no comunicado.


“Consideramos a aspiração de Ancara de realizar uma campanha antirrussa como uma reação óbvia ao fato de que a nossa parte revelou o envolvimento turco nas atividades ilegais no norte da Síria inclusive na contrabanda de petróleo das jazidas que estão sob o controle do Daesh”, destaca-se no comunicado

A chancelaria russa também afirmou que a política turca de opressão dos curdos levará a um grande número de vítimas entre os civis inclusive mulheres e crianças.

Na opinião da parte russa, antes de inventar histórias sobre ataques russos contra os civis na Síria a Turquia tem de resolver os seus problemas internos e lidar com o assunto de respeito de direitos humanos e liberdade de expressão.

A Rússia lamenta que os aliados ocidentais da Turquia prefiram ficar quietos sobre informações falsas que divulga a Turquia.

“Praticamente ninguém acreditará em insinuações de Ancara inclusive os seus aliados que infelizmente prefiram ficar silencioso por causa da solidariedade da aliança”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores russo.

Desde 30 de setembro após o pedido do presidente sírio Bashar Assad começou a realizar ataques aéreos localizados contra as instalações do Daesh e Frente al-Nusra (ambos os grupos terroristas são proibidos na Rússia). Durante o tempo percorrido a Força Aeroespacial russa com a participação dos navios da Frota do mar Cáspio e um submarino da Forta do mar Negro Rostov-na-Donu eliminaram algumas centenas de militantes e milhares de instalações dos terroristas.

Ao mesmo tempo a coalizão realiza ataques contra o Daesh na Síria, sob a liderança dos EUA, que não têm autorização do governo sírio. A Rússia troca informações sobre missões com a coalizão mas a cooperação mais estreita ainda está em desenvolvimento. O Ocidente acusa a Rússia de bombardear não somente instalações dos terroristas mas também posições da chamada oposição moderada. O Ministério da Defesa russo chama estas declarações infundadas.

Após o incidente do bombardeiro russo Su-24 que foi abatido pelo caça turco F-16 na fronteira entre a Síria e a Turquia (Moscou afirma que o incidente teve lugar em território sírio e Ancara diz o contrário), a Rússia deslocou para a Síria sistemas mais novos S-400 e o cruzador Moskvá e o submarino Rostov-na-Donu atingiram o litoral da República Árabe da Síria.


Fonte: Sputnik News 
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Marinha dos EUA admite que capacidade defensiva russa cresce devido a mísseis Kalibr

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Os novos mísseis Kalibr da Marinha russa levam aos novos patamares a capacidade de Moscou de deter e destruir os alvos dos adversários, dizem analistas estadunidenses.

O último relatório da inteligência da Marinha dos EUA revela que os mísseis de cruzeiro Kalibr fornecem capacidades defensivas expandidas à marinha russa.

“A nova marinha russa tecnologicamente avançada, crescentemente armada com a família de armas Kalibr, será capaz de defender mais habilmente as aproximações marítimas da Federação da Rússia e esperar por influência significante em mares adjacentes”, diz o relatório, publicado em dezembro.

O relatório alegou um oficial de alta escalão da indústria defensiva russa que supostamente disse em 2011 que a família de Kalibr “fornece até às plataformas modestas, como as corvetas, capacidade ofensiva significante”.

Na semana passada vice-ministro da Defesa Yury Borisov revelou os planos de equipar duas corvetas da próxima geração com os novos sistemas Kalibr. Os navios de mísseis Uragan e Taifun devem ser entregues a marinha russa em 2017-2018.


Os especialistas avaliam que o Kalibr pode ser usado junto com outros mísseis de cruzeiro para efetuar missões semelhantes ao programa de Ataque Global Imediato (Prompt Global Strike, em inglês) desenhado para efetuar ataques precisos em qualquer lugar do mundo dentro de uma hora.

O sistema Kalibr que inclui mísseis de cruzeiro anti-navio, anti-submarino e contra alvos terrestres com alcance operacional mais de 2.000 quilômetros foi recentemente usado contra alvos terroristas na Síria no início de dezembro.

A Rússia está realizando um programa de rearmamento US$ 325 bilhões para a modernização de 70% de sua força militar em 2020.


Fonte: Sputnik News 
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ex-chefe do Pentágono alerta para perigo de terrorismo nuclear

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O ex-secretário de Defesa dos EUA William Perry afirmou que um ataque terrorista usando uma bomba nuclear ou um aparato nuclear improvisado pode acontecer "a qualquer momento - no ano que vem ou no próximo."


Antes de servir no Pentágono sob o governo Clinton, de 1994 a 1997, Perry executou um papel vital no desenvolvimento e na modernização de forças nucleares durante a Guerra Fria. Hoje, o ex-secretário tem como missão alertar para o "perigo real e crescente" das armas que ele ajudou a desenvolver.

Durante a Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962, Perry foi intimado secretamente a Washington para analisar dados de inteligência sobre as armas soviéticas em Cuba.

"Em cada dia que foi ao centro de análise, pensei que seria meu último dia na Terra", escreveu Perry em um livro de memórias publicado recentemente chamado "Minha Jornada no Limite Nuclear." O ex-secretário disse acreditar na época que o mundo evitou um holocausto nuclear por boa administração, mas também por muita sorte.

Em uma entrevista no início de dezembro, Perry relembrou um incidente em novembro de 1979, quando era oficial sênior do Pentágono e foi despertado às 3h da manhã com um telefonema de um centro de comando subterrâneo responsável por um alerta de ataque com mísseis. O oficial de plantão disse a Perry que seus computadores mostravam 200 mísseis nucleares armados na União Soviética e apontados para os EUA.


"Foi, claro, um alarme falso", disse Perry, mas uma das muitas experiências vividas durante e depois da Guerra Fria. Segundo o ex-secretário, esses momentos lhe deram "um ponto de vista único e assustador para concluir que armas nucleares não fornecem mais segurança — mas colocam o mundo em risco."

Perry acredita que as forças nucleares dos EUA não precisa mais de mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) e podem confiar nas outras duas pernas do tripé: aviões bombardeiros e mísseis em submarinos. Segundo ele, os ICBMs deveriam ser deixados de lado. "Não acho que vá acontecer, mas acho que deveria. Eles não são necessários" para impedir uma agressão nuclear.

Perry também é contra o plano do governo de construir um míssil de cruzeiro com capacidade nuclear. Para ele, a modernização nuclear da Rússia e os planos americanos de gastar centenas de bilhões para atualizar seu arsenal nuclear são uma competição nuclear irracional.

"Vejo como imperativo parar essa maldita corrida nuclear antes que ela comece outra vez, não só pelos gastos mas pelo perigo em que ele coloca todos nós."


Fonte: Sputnik News 
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EUA e aliados planejam outra invasão na Líbia

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Os Estados Unidos e três aliados europeus - Grã-Bretanha, França e Itália - estão planejando mais uma intervenção na Líbia - desta vez, para derrotar a expansão do Daesh (Estado Islâmico) no norte da África, relata o jornal suíço Le Temps.


Os três países europeus e seu líder do outro lado do Atlântico acreditam que é um bom momento para esmagar o Daesh na Líbia, enquanto o grupo terrorista anda consideravelmente enfraquecido no Iraque e na Síria devido aos ataques aéreos russos e ao avanço terrestre do Exército da Síria.

Após Iraque e Síria, a Líbia tornou-se o país seguinte na lista dos militantes do Deash. Atualmente, cerca de cinco mil integrantes do grupo terrorista circulam na Líbia, segundo o ministro do Interior do país. A maioria deles é composta por estrangeiros de outras nações do norte da África.

França e Itália estão especialmente preocupadas com a expansão do Daesh. No caso de Roma, os terroristas estão a menos de 350 quilômetros da costa da italiana. Anteriormente, também neste ano, o governo italiano anunciou estar pronto para enviar tropas terrestres para derrotar o Daesh, informou o Le Temps.


Paris também acredita que uma intervenção na Líbia seria uma boa ideia, e atualmente a França tem todas as condições para formar uma força militar adequada. A presença do porta-aviões Charles de Gaulle no Mar Mediterrâneo possibilita ataques aéreos na Líbia, tanto quanto no Iraque e na Síria.

"Se o presidente François Hollande decidir tomar esse caminho (da intervenção na Líbia), trará de volta os fantasmas de uma intervenção anterior na Líbia, iniciada em 2011 por seu antecessor Nicolas Sarkozy", escreve o Le Temps.

Os problemas da Líbia começaram em 2011, quando rebeldes apoiados pela OTAN derrubaram o governo de Muammar Gaddafi. O país não conseguiu formar um governo estável, e a Líbia tornou-se um caos. O Daesh aproveitou-se da situação, aumentando sua influência no país e tomando controle de jazidas de petróleo.

Considerando que os problemas atuais da Líbia começaram por causa de políticas negligentes de países do Ocidente, espera-se que os EUA e seus aliados europeus tenham aprendido com seus erros do passado e encarem o novo problema na Líbia com uma postura mais adequada.


Fonte: Sputnik News 
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Helicópteros russos ‘Terminator’ serão invulneráveis a mísseis e radares

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Os helicópteros Mi-8AMTSh "Terminator" implantados no Distrito Militar do Leste do exército russo começaram a ser equipados com sistemas individuais de guerra eletrônica, o que possibilitará torná-los invulneráveis a mísseis, disse a jornalistas nesta segunda-feira (28) o chefe do serviço de imprensa do Distrito, Aleksandr Gordeev.


“O complexo aéreo Vitebsk foi desenvolvido na base dos princípios da guerra eletrônica e é destinado a [garantir] a proteção individual do helicóptero contra mísseis antiaéreos e radares. A proteção é feita através de criação de interferências óticas e eletrônicas. Além disso, ele é capaz de se proteger de mísseis com a ajuda de uma ogiva autoguiada por censor térmico. O sistema cria em torno do helicóptero uma ‘cúpula eletrônica’ e encandeia os mísseis com um projetor de laser, disse.”

O militar sublinhou que já está sendo realizado o equipamento dos helicópteros com os novos sistemas, na base aérea na região de Transbaikal. Em 2016 os helicópteros de uma série de esquadrilhas em todo Distrito Militar do Leste devem ser equipados com este sistema.

Os helicópteros Mi-8AMTSh são destinados a destruir alvos terrestres, móveis e imóveis, material blindado, helicópteros, soldados do inimigo convencional, desembarque de efetivos e carga, bem como realização de operações de busca e resgate.


Fonte: Sputnik News
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Premiê iraquiano promete libertar país do EI em 2016

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Ao felicitar o Exército do Iraque pela retomada de Ramadi, Haider al-Abadi garante que "Estado Islâmico" será expulso do país no próximo ano: a libertação de Mossul será o golpe final contra o grupo extremista.

O Iraque estará livre dos extremistas do "Estado Islâmico" (EI) em 2016, declarou o primeiro-ministro Haider al-Abadi, após ter comunicado que as forças de segurança iraquianas haviam retomado o controle sobre a cidade de Ramadi , nesta segunda-feira (28/12). Esta foi a primeira vitória militar do Iraque desde a derrocada frente aos combatentes jihadistas há 18 meses.
"Se 2015 foi um ano de libertação, 2016 será o ano de grandes vitórias, acabando com a presença do Daesh [acrônimo de EI em árabe] no Iraque e na Mesopotâmia [denominação antiga para o planalto localizado entre os rios Tigres e Eufrates, que atualmente engloba o norte da Síria e boa parte do Iraque]", disse o premiê, em discurso televisionado à nação. "Estamos chegando para libertar Mossul, que será o golpe fatal ao Daesh."
O premiê iraquiano não deixou claro, no entanto, se a cidade de Mossul será a próxima batalha ou se as forças iraquianas tentaria recuperar outras localidades primeiro. Mossul, a principal cidade no norte do Iraque, é de longe o maior centro populacional dentro da área do autoproclamado "Califado" do EI no Iraque e na Síria.

Abadi felicitou o Exército iraquiano pela recaptura de Ramadi, nas mãos do EI desde maio, após um ataque jihadista devastador. Ele disse que a cidade poderia ter sido libertada "muito mais cedo", mas as forças iraquianas avançaram com cautela para restringir as baixas civis.
O governador da província de Anbar, Sohaib Alrawi, afirmou que 80% de Ramadi, localizada cerca de 70 quilômetros a oeste de Bagdá, está livre dos jihadistas. Imagens de televisão mostraram veículos militares nas ruas devastadas da cidade. A coalizão anti-EI liderada pelos EUA divulgou imagens de drones que mostram a bandeira do Iraque sendo hasteada num complexo governamental no centro de Ramadi.
O especialista em militar iraquiano, Safaa al-Obeidi, disse à agência de notícias DPA que a recaptura de Ramadi abre o caminho às forças do governo para retomar outras áreas da província de Anbar, possivelmente começando com a cidade de Fallujah, a oeste de Bagdá.

Fonte: Deutsche Welle
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Relatório do Pentágono mostra preocupação com Marinha russa

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Em sua luta contra o Daesh na Síria, a Rússia demonstrou seu moderno poderio naval. Segundo um recente relatório do Pentágono, a eficiência comprovada da flotilha do Kremlin vem preocupando Washington.


Em outubro, as forças armadas russas dispararam 18 mísseis Kalibr-M de navios de guerra posicionados no Mar Cáspio. Os projéteis viajaram mais de 2.400 quilômetros até atingirem alvos na Síria, destruindo componentes-chave do Daesh, grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico.

Embora a ação tivesse como objetivo mandar uma clara mensagem a grupos terroristas na Síria, a demonstração causou impacto também no Pentágono. Em um novo relatório de inteligência da Marinha americana, as forças armadas dos EUA expressam preocupação com uma Marinha russa "recém-despertada".

"A Rússia começou e na próxima década dará largos passos para formar uma Marinha do Século XXI capaz e parte de uma Defesa nacional confiável e impressionante, mas com presença limitada em áreas de interesse global mais distantes…" diz o relatório chamado "A Marinha russa: uma transição histórica".

O relatório é assinado por George Fedoroff, principal especialista sobre Rússia do Escritório dos EUA para Inteligência Naval, e baseado na crescente flotilha de navios e submarinos do Kremlin, que atualmente possui 186 embarcações. Fedoroff também levou em consideração o arsenal moderno da Marinha russa, assim como a determinação de seus marinheiros.

Segundo Fedoroff, os EUA subestimaram a capacidade das forças armadas da Rússia desde o fim da Guerra Fria. Agora, pela primeira vez em 24 anos, o Pentágono está começando a prestar atenção.

"Desde 2000, quando a ordem governamental e a economia russa se estabilizaram, houve um esforço concentrado para revitalizar as forças armadas russas — inclusive a Marinha", diz o relatório. "Programas de construção suspensos agora estão em andamento e novos programas de construção estão começando a dar à Marinha russa plataformas de superfície e de submarinos do Século XXI."

Fedoroff também citou os mísseis de cruzeiro Kalibr russos como indício da crescente força naval da Rússia.

"O Kalibr fornece até a plataformas modestas, como corvetas, poderio ofensivo significativo e, com o uso de mísseis de ataque terrestre, todas plataformas têm capacidade significativa de atingir alvos distantes usando ogivas convencionais", diz o relatório.

Com seu domínio naval correndo risco, Washington deve gastar US$ 80-92 bilhões em dinheiro de contribuintes para incrementar sua flotilha de submarinos.Anteriormente, também neste mês de dezembro, a Marinha americana passou por um momento constrangedor quando seu navio mais novo, o USS Milwaukee, quebrou após menos de um mês de uso. A embarcação foi rebocada para uma base na Virginia para reparos.

Outro grande investimento do Pentágono, o USS Zumwalt, com custo de US$ 3 bilhões, já encara críticas por estar desatualizado — e inseguro. Em sua viagem inaugural neste mês, o destróier furtivo mostrou aparência futurista, mas pouca navegabilidade.

Fonte: Sputnik News
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Forças iraquianas hasteiam bandeira em complexo do governo em Ramadi

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O Iraque hasteou sua bandeira no principal complexo do governo na cidade de Ramadi nesta segunda-feira, marcando a primeira grande vitória militar do governo sobre o Estado Islâmico desde que o Exército foi atingido pelo avanço dos militantes, há 18 meses.
Imagens transmitidas pela TV estatal mostraram diversos soldados se aproximando do prédio e então subindo no telhado para hastear uma pequena bandeira.
"Sim, a cidade de Ramadi foi libertada. As forças de contraterrorismo iraquianas hastearam a bandeira nacional sobre o complexo do governo", afirmou o brigadeiro-general Yahya Rasool, porta-voz de operações conjuntas, em um comunicado transmitido pela televisão estatal.
Caso o governo mantenha o controle em Ramadi, tomada por militantes do Estado Islâmico, seria a primeira cidade retomada pelo Exército do Iraque, treinado pelos Estados Unidos, desde junho de 2014.
Ramadi, capital da província de Anbar de maioria sunita e localizada a oeste de Bagdá, havia sido a maior conquista do Estado Islâmico este ano.
As forças iraquianas lançaram um ataque contra a cidade na semana passada e realizaram uma ofensiva final para ocupar o complexo administrativo central no domingo. Seu progresso foi dificultado pelos explosivos plantados nas ruas e nos edifícios.

Autoridades de segurança declararam que as forças ainda precisam liberar alguns focos de insurgentes na cidade e em seus arredores.

Fonte:Reuters

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França realiza 20% dos ataques da coalizão contra o EI

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A França é responsável pela quinta parte de todos os ataques contra os terroristas na Síria e no Iraque, disse o almirante francês Rene-Jean Crignola.

A Força Aérea da França realiza até 20% dos ataques da coalizão internacional contra o Daesh, disse o almirante do porta-aviões francês Charles de Gaulle, Rene-Jean Crignola.

“Estamos envolvidos em cerca de 20% dos ataques da coalizão com o apoio das forças no terreno, e na batalha em Ramadi”, disse Crignola em entrevista ao canal televisivo BFMTV.


Segundo o almirante, além de ataques aéreos quotidianos, a Força Aérea francesa também está completando tarefa de “recolher dados de reconhecimento no Iraque, bem como na Síria, a fim de intensificar os ataques contra o Daesh nestes países”.

A coalizão internacional liderada pelos EUA, que inclui a França, tem realizado ataques aéreos contra instalações do Daesh desde agosto de 2014 e um pouco depois expandiu os seus ataques para alvos do Daesh na Síria. A França tomou a decisão de intensificar a sua operação contra terroristas após os atentados em Paris de 13 de novembro, que resultaram na morte de 130 pessoas.


Fonte: Sputnik News 
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Brasil deixa posto em Conselho de Direitos Humanos da ONU

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A partir de 1º de janeiro, o Brasil ficará, pela primeira vez desde a criação do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em 2006, voluntariamente de fora do grupo de 47 países que deliberam sobre o tema nas Nações Unidas.
O Brasil poderia ter se candidatado a um segundo mandato consecutivo em setembro passado, mas não o fez.
 Para os três lugares que estarão vagos para a América Latina e o Caribe após o dia 31, foram eleitos em outubro Panamá, Equador e Venezuela –os dois últimos países com preocupante histórico de violações de direitos humanos.
A Venezuela também tem seu mandato expirado na próxima quinta (31), mas se candidatou e foi reeleita para mais três anos.
Cada país pode permanecer como membro por seis anos consecutivos –incluindo uma reeleição. Depois disso, deve ficar um ano de fora antes de concorrer de novo.
O Brasil estaria então adiantando de 2019 para 2016 seu ano fora do conselho –já que, segundo o Itamaraty, o país já é candidato para o período entre 2017 e 2019.
"A decisão está em linha com compromisso informal dos Estados de evitar a reeleição imediata, estimulando, assim, maior rotação dentro dos cinco grupos regionais que formam o conselho", justificou, em nota, o Itamaraty.
ANO COMPLEXO
O problema, para ativistas, é o Brasil ter abdicado de seu assento no órgão num período de crises humanitárias sérias, como a grave situação dos refugiados, os conflitos na Síria, no Iraque e no Iêmen, e a repressão a opositores na Venezuela, entre outras.
"Dar espaço para os outros não é uma decisão do Brasil, é uma regra. Esta foi uma decisão política", diz Camila Asano, coordenadora de Política Externa da ONG Conectas.
"Num ano tão complexo, com questões que envolvem desde disputas entre direitos humanos e combate ao terrorismo à questão da migração, o Brasil precisaria ter a voz comprometida com os direitos humanos que diz ter.
"Para Fernanda Lapa, coordenadora-executiva do Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos, a decisão do Brasil foi uma "decepção".
"Parece-nos que foi mais para sair desse papel de protagonista, de ser cobrado pelas suas posições", diz, lembrando as críticas que o governo recebeu neste ano por se abster em resoluções sobre violações de direitos humanos no Irã e na Síria.
Em 2016, ocorrerá a revisão periódica da Venezuela no conselho –o que poderia colocar o governo, que quase sempre evita declarações mais duras contra Caracas, numa saia-justa em Genebra.
ATIVO
O Itamaraty argumenta que o Brasil "se manterá ativo no foro por meio de pronunciamentos e manifestações, concertação de posições com os países-membros, o apoio e copatrocínio de resoluções", entre outros.
Outra razão apontada pelo ministério para não se candidatar foi o "elevado número de cargos/posições nos sistemas internacional e regional" preenchidos hoje pelo Brasil.
"[Isso] exige do governo brasileiro, como dos demais, planejamento estratégico e gestão do conjunto de candidaturas apresentadas em todos os foros", diz a pasta.
Brasileiros estão à frente da OMC (Organização Mundial de Comércio), da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) e da Corte Interamericana de Direitos Humanos.
O Brasil foi membro do conselho de 2006 a 2011 e de 2013 a 2015. Em 2017, será sua vez de passar pela revisão periódica.

Fonte: Folha
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Impasse diplomático: Brasil continua sem aceitar embaixador de Israel

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Desde agosto, o Governo de Israel aguarda que o Ministério das Relações Exteriores e a Presidenta Dilma Rousseff anunciem a acreditação e recebam as credenciais de Dani Dayan como novo embaixador de Israel no Brasil. Enquanto isso, persiste o impasse diplomático.


“O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu designou Dayan para representar o Governo de Israel no Brasil por considerá-lo pessoa de sua inteira confiança política e pessoal”, diz a jornalista Daniela Kresch à Sputnik Brasil. Correspondente em Israel da TV Globo News e do jornal Folha de São Paulo, Daniela Kresch informa que Netanyahu utilizou a cota a que tem direito para preencher as chefias de missões diplomáticas no exterior.


Dani Dayan, criticado por vários setores por ser apontado como favorável à política de assentamentos na Cisjordânia, foi designado para substituir Reda Mansour, diplomata israelense de origem drusa. No início deste ano, Mansour pediu permissão ao Governo israelense para deixar o cargo, alegando a necessidade de resolver questões pessoais em Israel.

Para Daniela Kresch, o grande erro cometido pelo Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu foi a forma escolhida para anunciar o nome do novo embaixador para o Brasil:

“Ao invés de fazer o comunicado pelos canais competentes, um ofício formal ao Ministério das Relações Exteriores, Netanyahu utilizou a sua conta pessoal no Twitter para fazer este anúncio. Logicamente, este procedimento deixou muito irritadas as autoridades brasileiras, independentemente de qualquer conotação ideológica com a qual Dani Dayan possa estar envolvido.”


Além de todas as críticas que recebeu por ter designado Dayan como sucessor de Reda Mansour, Netanyahu ainda teve de enfrentar diversos descontentamentos internos como, por exemplo, de um dos seus mais recentes inimigos, o ex-Ministro do Exterior Avigdor Liebermann, destituído do cargo pelo próprio Netanyahu, como conta a jornalista Daniela Kresche:

“Desde a sua exoneração e a substituição no cargo pelo próprio primeiro-ministro, Avigdor Liebermann não poupa críticas a Benjamin Netanyahu. Uma delas diz respeito a este episódio em que Liebermann criticou o primeiro-ministro por não ter sondado previamente o Governo brasileiro sobre a sua intenção de indicar Dani Dayan como próximo embaixador para o Brasil. Nas palavras de Liebermann, Dayan seria aceito em vários países, mas nunca no Brasil governado por Dilma Rousseff.”

Ainda de acordo com Daniela Kresch, outra forte carga que Netanyahu enfrentou foi a de opositores internos, como a de três ex-embaixadores israelenses que procuraram o Embaixador Henrique Sardinha, chefe da missão diplomática do Brasil em Israel, para que ele recomendasse ao seu Governo o não recebimento das credenciais de Dani Dayan ou mesmo vetasse a sua indicação:


“Estes três embaixadores, muito respeitados em Israel e hoje afinados com setores da oposição, não aceitam o papel de Dani Dayan em Israel, apesar de ele dizer a todo momento que não é um criminoso e que apenas expõe seus pontos de vista para defender a segurança e a população do país. Mas o fato é que a situação neste momento vai permanecer como está. Inclusive, a vice-ministra do Exterior de Israel, Tzipi Hotovely, disse que logo após as comemorações da passagem de ano convocará o Embaixador Henrique Sardinha para lhe dizer que Israel não designará um substituto para Dani Dayan e que, por enquanto, o diplomata Lior Ben Dor (um segundo homem na Embaixada em Brasília) responderá pela representação israelense junto ao Governo brasileiro.”

Fonte: Sputnik News 
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Comunicado aos leitores

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Bom dia prezados leitores,

Venho através deste comunicado lhes pedir desculpas pela ausência de atualizações no período compreendido entre 24/12 e 29/12, devido a problemas com nosso provedor de internet não pudemos realizar a devida atualização.

Desde já agradeço sua compreensão.

Atenciosamente,

Angelo D. Nicolaci

Editor/Fundador do GBN
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Rússia está desenvolvendo novo sistema de artilharia antiaérea

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A Rússia está desenvolvendo um novo sistema de artilharia antiaérea com uma arma de 57 milímetros, disse o comandante das tropas de Defesa da Rússia, o Tenente-General Alexander Leonov.


"Um sistema de artilharia antiaérea com uma arma 57 milímetros está em desenvolvimento para substituir nossos complexos Tunguska e Shilka", disse Leonov em uma transmissão ao vivo d do canal televisivo Rossiya-24.

O Shilka é um sistema de fabricação soviética antiaérea automotora armado com arma de 23 milímetros quadruple projetado para fornecer cobertura para as forças terrestres, destruir alvos aéreos em intervalos de até 2.500 metros e altitudes de até 1.500 metros que voam a uma velocidade de 450 metros por segundo. 

O sistema de mísseis e armas Tunguska é projetado para detectar, identificar, rastrear e destruir vários tipos de alvos aéreos (helicópteros, aviões táticos da aviação, mísseis de cruzeiro e drones) e também para destruir alvos de superfície e subterrâneas.


Fonte: Sputnik News 
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Após vencer no Brasil, SAAB aposta em grande contrato com a Índia

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Primeiro foi o Brasil. Agora Saab acaba de lançar uma grande campanha para tentar vender o caça Gripen NG para a Índia. É um negócio extremamente atraente. Mas também é um negócio que pode representar um impacto muito grande complexo e de longo prazo, tanto no projeto do Gripen NG como na Saab.


Em Junho, o ministro da Defesa Peter Hultqvist visitou a Índia para vender o projeto do Gripen NG da Saab.

A interferência política é correta e óbvia. Do ponto de vista da Índia, é uma decisão política de segurança a origem dos aviões que vai comprar.

Da mesma forma, o Governo sueco tem se envolvido nas apostas da Saab pra o Gripen NG. Cada avião vendido significa que o governo sueco volta a receber parte do dinheiro gasto no desenvolvimento do Gripen e o desenvolvimento contínuo da plataforma do Gripen pode ser distribuído por mais compradores.

Neste caso não se trata de qualquer pequena empresa. Enquanto o Estado sueco compra 60 novos Gripen E, o Brasil decidiu adquirir 36 aeronaves Gripen, a República Tcheca possui 14 aeronaves Gripen e agora os suecos estão mirando na Índia, que provavelmente pode adquirir cerca de 200 aeronaves.

Observe a palavra "provavelmente". A maior parte é um negócio potencial e que também não possui um calendário claro e definido.

A SAAB produz o Gripen que é concorrente do francês Dassault Rafale e em 2011 a Saab recebeu uma resposta dos índianos que disseram não ao Gripen e partiram para as negociações com a Dassault. A empresa francesa poderia eventualmente fornecer 126 Rafale atendendo a necessidade indiana.

Mas o processo de finalização do contrato foi lento. A Dassault e o governo indiano não concordaram com os termos, e tudo terminou com a Índia efetivando a compra de apenas 36 Rafale diretamente do governo francês, não da Dassault.

O programa indiano agora está longe de ser suficiente. A Força Aérea da Índia vai precisar de muito mais e, portanto, o processo iniciado agora visa comprar mais de 200 aeronaves adicionais, e o Gripem iria se encaixar bem no requerimento indiano.

A Saab não é de nenhuma maneira a única empresa atraída pela possibilidade deste contrato. Outros fabricantes de peso vão disputar este importante contrato, e a Saab irá novamente competir contra empresas como a Lockheed Martin, Boeing, Dassault e o consórcio Eurofighter.

Para levar este tipo de negócio não é suficiente ter uma boa aeronave e planejamento. Em geral, ele também requer parcerias com empresas locais e a Índia também tem a sua própria empresa, que visa obter parcerias com empresas estrangeiras para produção no país.

A Saab está agora procurando parceiros e tenta equalizar um arranjo que lembra muito o que foi realizado em termos de cooperação com o Brasil. A Saab promete transferir tecnologia e colocar a produção no país.

No caso do Brasil, isso poderia ter um grande impacto no longo prazo. A poucas centenas de engenheiros brasileiros que já estão em Linköping para o desenvolvimento da versão de dois lugares do novo Gripen, o Gripen, F, que deve ser feito no Brasil.

Neste momento, a economia do Brasil apresenta condições ruins, mas a liderança do país deixou claro que o país eventualmente, terá cerca de 100 aeronaves Gripen. Fato que faria o Brasil se tornar um dos principais operadores do Gripen após a Força Aérea Sueca e vai em grande parte controlar o desenvolvimento futuro do caça e ainda mais o que virá depois do Gripen.

Seria um bom negócio, mesmo com a Índia, esta tendência será reforçada ainda mais. A Índia pode querer ter o dobro de aviões como o Brasil e vai exigir as suas próprias soluções.

Para Saab, isso significaria um enorme impulso nas vendas, mas também a empresa perde uma parte do controle no desenvolvimento futuro do Gripen. Seria um Gripen diferente e uma diferente Saab, onde grande parte do desenvolvimento é controlado a partir do Brasil e da Índia.

Embora não haja qualquer definição, e a Índia esta longe ainda de fechar o contrato. Ele vai exigir anos de trabalho e negociações antes de um acordo com a Índia, isso se ele ainda acontecer.

Embora o negocio indiano seja muito mais importante do que acontece nos países menores, porém mais vizinhos da Suécia estão em processo de aquisição de novos aviões de combate, como a Bélgica e a Finlândia. Sendo potenciais clientes para o caça da SAAB.


Fonte: GBN com agências de notícias
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