sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Governo russo se diz pronto para trabalhar com Coreia do Norte e resolver crise de mísseis

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O governo russo está preparado para trabalhar com Pyongyang para tentar encontrar uma solução pacífica para a crise de mísseis da Coreia do Norte, informou o Ministério de Relações Exteriores da Rússia, nesta sexta-feira.
Os comentários vieram em comunicado divulgado pelo ministério, após encontro entre o embaixador itinerante russo, Oleg Burmistrov, e Choe Son-hui, diretor-geral do departamento norte-americano do Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Norte.
Son-hui também reuniu-se com o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia, Igor Morgulov, afirmou o ministério.
“O lado russo confirmou sua prontidão para combinar esforços no interesse de encontrar maneiras de resolver o problema na região através de meios pacíficos, políticos e diplomáticos”, disse.
Fonte: Reuters
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Iraque cria zona de exclusão aérea no norte do país sobre o Curdistão iraquiano

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A partir de hoje (29), o governo iraquiano fechou o espaço aéreo na região norte do Curdistão para vôos internacionais.
De acordo com a declaração divulgada pelo governo iraquiano, a zona de exclusão aérea está em vigor em uma área oficialmente controlada pelo governo regional do Curdistão, incluindo Sulaymaniyah, Erbil e Dohuk.
A Força Aérea iraquiana tem o direito de derrubar qualquer aeronave que esteja voando sobre esta região sem permissão.
O Iraque ameaçou implementar uma zona de exclusão aérea no espaço aéreo do Curdistão iraquiano após o referendo de independência, que ocorreu no dia 25 de setembro.
Bagdá considera o referendo inconstitucional e já emitiu uma ordem de entrega do controle sobre os aeroportos de Erbil e Sulaymaniyah para Bagdá.

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com agências
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"Osprey" cai na Síria e deixa soldados americanos feridos

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Dois soldados norte-americanos ficaram feridos quando uma aeronave V-22 "Osprey" caiu na Síria, informaram autoridades dos Estados Unidos, nesta sexta-feira (29).
Em comunicado, as Forças Armadas disseram que dois militares foram transferidos para um centro médico e liberados após ser determinado que as lesões causadas pela “aterrissagem difícil” não eram graves.
“Os outros passageiros e a tripulação da aeronave não ficaram feridos, e nenhum outro acidente foi relatado no solo”, disse o comunicado.
Uma autoridade norte-americana, falando sob condição de anonimato, disse que o acidente aconteceu na Síria e envolveu uma aeronave V-22 "Osprey".
Não está claro se o V-22 foi associado ao US Marine Corps ou à US Air Force. No entanto, a aeronave estava operando em apoio às operações da coalizão liderada pelos EUA na Síria e no Iraque.


Apesar das palavras "aterrissagem difícil" usadas pela declaração, a mídia dos EUA relata que a aeronave foi totalmente destruída no acidente.
Fonte: GBN News com Reuters
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"Caracal" completa 10 mil horas de voo no Brasil

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A Força Aérea Brasileira completou 10 mil horas de voo com suas novas aeronaves H-36 "Caracal", sendo um importante marco da Helibras/Airbus Helicopters.

Após seis anos de sua entrada em operação com a Força Aérea Brasileira, o H225M "Caracal", completou a importante marca das 10 mil horas de voo com a força brasileira.

O "Caracal" é resultado do programa H-XBR, que em 2008 segundo a determinação do Ministério de Defesa fechou o contrato para a aquisição de 50 aeronaves do tipo para dotar as Forças Armadas Brasileiras. Dentre as três forças, a Força Aérea Brasileira recebeu 20 aeronaves do tipo, sendo que destas 2 foram destinadas a equipar o Grupo de Transporte Especial (GTE).

A marca de 10 mil horas voadas pela aeronave demonstra a grande disponibilidade destas à operação, o que só foi possível alcançar graças ao suporte prestado pela Helibras, empresa nacional que tem investido pesado para expandir sua capacidade de suporte e serviços.
"Estamos bastante felizes por alcançar esta marca. É uma conquista importante, resultado de longa data entre a Helibras, Forças Armadas e o Ministério de Defesa, e é uma amostra do compromisso com a qualidade e segurança de nossos produtos", afirmativa. Richard Marelli, presidente de Helibras.


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com Helibrás
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Senado aprova porte de arma para agentes de trânsito

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (27), em votação simbólica, o projeto de lei (PLC 152/2015) que permite o porte de arma de fogo em serviço por agentes da autoridade de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios que não sejam policiais. Guardas municipais nessa função também terão o mesmo direito. O projeto segue para sanção presidencial.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB-Lei 9.503/1997), "agente da autoridade de trânsito" é toda pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela autoridade de trânsito para o exercício das atividades de fiscalização, operação, policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento.
O projeto, de autoria do ex-deputado federal Tadeu Filippelli (PMDB-DF), altera o Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003). A proposta estabelece algumas exigências para a concessão de porte de arma de fogo aos agentes de trânsito. Uma delas é a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica para o uso da arma. Outra é condicionar a autorização para o porte não só ao interesse do ente federativo ao qual o agente está vinculado, mas também à exigência de sua formação prévia em centros de treinamento policial.
Pequeno calibre
Em apoio ao projeto, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) lembrou que os agentes de trânsito abordam veículos roubados e criminosos. O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que os agentes usarão armas de pequeno calibre.
O senador Reguffe (sem partido-DF) defendeu o fortalecimento das instituições públicas que protegem os cidadãos e disse que os agentes usarão as armas apenas em serviço, o que ajudará na garantia da integridade física desses profissionais. Os senadores Benedito de Lira (PP-AL) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA) lembraram que a categoria faz o trabalho de policiamento do trânsito.
Periculosidade
O PLC recebeu ainda votos favoráveis dos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Eduardo Amorim (PSDB-SE), José Medeiros (PSD-MT), Wilder Morais (PP-GO), Humberto Costa (PT-PE), Hélio José (PMDB-DF), Fátima Bezerra (PT-RN).
Cássio afirmou que muitos agentes de trânsito já foram atropelados, mortos ou ameaçados. Gleisi disse que a medida dará mais segurança para os agentes de trânsito. Amorim afirmou que, embora seja contrário ao “desarmamento desenfreado”, apoia o PLC devido à periculosidade da atividade. Medeiros, relator do projeto, argumentou que os agentes receberão treinamento e capacitação. Wilder afirmou que o Estatuto do Desarmamento “desarmou cidadãos de bem”.
Já Simone Tebet (PMDB-MS) defendeu que a liberação seja válida apenas para agentes que trabalhem em vias públicas. O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) disse que a violência está acachapante no país e tomou conta de todos os estados, nas cidades e na zona rural.
Votos contrários
Já os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Cristovam Buarque (PPS-DF), Eduardo Braga (PMDB-AM), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Pedro Chaves (PSC-MS) se manifestaram contra o projeto.
Lindbergh disse acreditar que a medida será ruim, pois tornará os agentes mais visados e vulneráveis, o que poderá aumentar o número de conflitos.
— Espero que eu esteja errado — disse Lindbergh.
Na avaliação de Cristovam, uma pessoa armada está mais sujeita à violência que uma desarmada. Conforme disse, 15 agentes de trânsito foram mortos no Brasil em 2016.
— Esse número vai aumentar. Guarda de trânsito não ganha para prender ou matar bandidos. Armar mais as pessoas não é a solução. Por que não armar os motoristas de táxi, os motoristas de caminhão? Daqui a pouco vamos querer armar toda a população. Voto contra — afirmou Cristovam.
Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) sugeriu mais investimentos na primeira infância e na juventude, por “uma sociedade mais sadia”.

Fonte: R7
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Operação no Rio reabre debate sobre limite legal de ação militar

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O crescente emprego das Forças Armadas no policiamento urbano, como na operação em curso no Rio, reacendeu entre os militares a discussão sobre a necessidade de adaptações legais para o uso das tropas, cujas ações podem restringir liberdades.
"Para uma maior efetividade das ações a sociedade está preparada para abrir mão do direito individual em prol do coletivo?", pergunta, em entrevista por e-mail, o general Otavio Santana do Rêgo Barros, chefe de Comunicação Social do Exército.
O oficial foi comandante do contingente brasileiro na missão de paz no Haiti em 2010 e chefiou uma grande operação no Complexo do Alemão (2011-12), além de ter cuidado da segurança da conferência Rio+20 (2012). Ele cita como um dos marcos legais que deveriam ser analisados o polêmico projeto de lei que prevê o julgamento pela Justiça Militar de crimes comuns, dolosos, cometidos por integrantes das Forças Armadas.
Rêgo Barros repete o argumento da Força de que isso daria segurança jurídica a soldados. A proposta é criticada por especialistas em direitos humanos, que veem nela uma forma de criar "foro privilegiado" para quem age em favelas. Um projeto de lei sobre o tema, o 2014/2003, está parado na Câmara.
"Ela [a Justiça Militar é especializada, constituída por juízes civis e militares de carreira que conjugam o conhecimento jurídico peculiar às atividades militares e a experiência prática, reconhecida pela austeridade na aplicação das penas e por sua celeridade", rebate Rêgo Barros.
Outro ponto que o general levanta é a dificuldade de operação. "Como capturar um criminoso que pode transitar livremente entre as milhares de casas da comunidade? A menos que haja uma delação ou um preciso levantamento de inteligência, torna-se uma tarefa muito difícil", afirma.
Imagem"Nas operações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem)", afirma o general, referindo-se à convocação de militares pelo poder civil, "surgem questões como a necessidade de um maior controle e fiscalização das pessoas, incluindo restrições de movimento, que podem ferir algumas liberdades individuais e gerar inconvenientes à população local."
"Para se atingir uma maior efetividade nas ações, pode ser necessária a revisão de alguns marcos legais", diz, ressaltando que essa é uma tarefa que governos e o Congresso têm de assumir.
Ele reafirma uma queixa perene do Exército de que os militares não têm como missão natural o policiamento e que seu emprego precisa ser pontual e limitado –embora o governo Michel Temer (PMDB) prometa manter a ação no Rio até o fim de 2018. Desde 2010, foram mais de 30 pedidos de operações nesse modelo, que são previstas em lei, no país.
"Nessa situação [da operação] enquadra-se o apoio nas ações de cerco e patrulhamento de grandes áreas, com a ação principal sendo conduzida pelas forças policiais, mais aptas para cumprir missões dessa natureza. Convém sempre ressaltar que o treinamento do Exército, os seus armamentos e equipamentos são vocacionados para as ações de defesa externa."
Comparando as realidades operacionais no Haiti e no Rio, Rêgo Barros aponta similaridades no ambiente e na ausência do Estado. "Entretanto, apesar das aparentes semelhanças, a maior diferença reside no fato de que as operações ocorrem em contextos legais diversos", diz, lembrando que o Haiti era "caótico" em 2004, quando o Brasil assumiu a Missão de Paz das Nações Unidas na ilha caribenha.
"O país não possuía Forças Armadas, as instituições públicas estavam falidas. As tropas da ONU atuaram segundo um mandato amplo que autorizava o emprego da força. As ações visavam a criação de um ambiente seguro e estável", diz. Houve poucas baixas. Ao todo, a ONU perdeu 186 militares no país em 13 anos, mas apenas 15 em confrontos.
A situação é diversa no Brasil, argumenta o general, porque aqui o ordenamento jurídico está consolidado. No Haiti, o Brasil atuava com liberdade plena, e aos poucos as ações de segurança foram assumidas pela Polícia Nacional Haitiana. Ao fim, os militares agiam de modo análogo ao do Rio, com bloqueios e cercos.
Para ele, isso mostra que mesmo num contexto conturbado de operação de paz, forças policiais são o agente estatal mais adequado para cuidar da segurança pública. "O Exército está e sempre estará pronto para cumprir as suas missões previstas na Constituição, mas o que se espera é que esse emprego não seja banalizado, e que se siga o que prevê a legislação brasileira, ou seja, um emprego episódico, limitado no tempo e espaço", afirma.

Fonte: Folha via Notimp
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EUA abre nova base militar na província de Nínive do Iraque

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Os EUA construíram uma nova base militar no distrito de Makhmour, na província de Nínive no norte do Iraque, de acordo com informações fornecidas por um alto oficial Peshmerga.
"As forças dos EUA estão transferindo suprimentos da Base de Qayara perto de Mosul, para a nova base afim de apoiar as forças que agora lutam para retomar o distrito de Kirkuk do EI", disse Jamal Iminiki, chefe das forças curdas de Peshmerga (que responde no norte do Iraque como Governo Regional Curdo), disse à Agência Anadolu. 
A nova base norte-americana em Makhmour, explicou Iminiki, foi construída expressamente para apoiar as tropas iraquianas e combatentes Peshmerga atualmente lutando contra o grupo terrorista em Kirkuk. 
O distrito de Makhmour de Nínive está localizado a cerca de 40 quilômetros a sudoeste de Erbil, a capital administrativa da KRG. 
Em março do ano passado, os EUA abriram a Base de Qayara para apoiar um amplo ataque do exército iraquiano contra Mosul, que foi libertada do EI no início deste ano.

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Turquia realiza pagamento adiantado por S-400

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Moscou confirmou que recebeu um adiantamento da Turquia para a compra do sistema antiaéreo S-400. O acordo muito discutido pode assinalar laços mais estreitos entre os dois países, bem como uma fenda crescente entre a Turquia e seus aliados da OTAN.

Apesar de ainda não ter uma data para entrega dos sistemas, o governo de Ancara espera receber os mesmos antes de 2019, um prazo bastante apertado, levando em consideração as estimativas iniciais para entrega dos mesmos dentro de dois anos.

O Governo de Erdogan espera contar o quanto antes com o novo sistema de defesa aérea, tendo sido claro os sinais de desgastes entre a Turquia e seus aliados da OTAN, principalmente após a tentativa de golpe militar, o qual foi frustrado pelo governo e teve como principal suspeito o clérigo refugiado nos EUA, "aliado" que se recusa a extraditar o opositor do governo de Erdogan.

Desde os primeiros rumores sobre o interesse turco no sistema russo, houve uma avalanche de críticas da OTAN, a qual alega que os turcos deveriam ter optado por um dos sistemas padrões da aliança, como o Patriot PAC-3, o qual foi rejeitado por Ancara. Segundo as  alegações da aliança, o sistema russo não possui capacidade de operar em conjunto com sistemas da OTAN, algo que seria um "problema", porém, Erdogan deixou claro em sua resposta, onde disse que a Turquia não irá ficar dependendo da OTAN para se defender, a qual busca e sempre irá manter sua independência com relação á sua capacidade de defesa.

A posição turca é uma grande mudança, tendo em vista os atritos e a quase ruptura de relações entre o país e a Rússia, após o episódio em que uma aeronave russa foi abatida por um caça turco na fronteiro síria. Mas as coisas tem mudado rapidamente no cenário geopolítico, onde a outrora aliada da OTAN tem se voltado para a Rússia.

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Rússia zomba de Michael Fallon sobre participação da RAF na luta contra o EI

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O Ministério da Defesa russo emitiu uma crítica mordaz a reivindicação do secretário de Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, de que a Grã-Bretanha fez um "grande contributo" para o combate ao Estado islâmico na Síria e no Iraque.
"À medida que nos aproximamos da derrota do Estado islâmico pelo Exército sírio, apoiado pela Força Aérea Russa, de repente estamos descobrindo que todos esses anos em algum lugar, foi Michael Fallon, que fez mais do que ninguém para ajudar a derrotar os terroristas ", disse o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Major-General Igor Konashenkov, em um comunicado à imprensa. 
No terceiro aniversário da participação do Reino Unido na campanha de bombardeios contra o grupo radical, Fallon afirmou que seu papel foi apenas de apoio aos Estados Unidos na coalizão.
"A Grã-Bretanha fez um grande contributo para a campanha que aleijou o EI desde 2014, forçando esse miserável grupo a recuar dos portões de Bagdá à beira da derrota em Raqqa. Pelo ar, terra e mar, o Reino Unido desempenhou um papel incansável atacando alvos importantes e treinando aliados", disse Fallon na quinta-feira (28).
Mas Moscou acredita que o Reino Unido está buscando o crédito além da proporção que lhe cabe pelo seu compromisso, particularmente em comparação com a Rússia, que participa do conflito desde setembro de 2015, intervindo a convite de Damasco.
"Uma questão inevitavelmente surge: onde estavam essas forças de bem quando o Estado islâmico ocupou um terço do Iraque e a maior parte da Síria em meados de 2015? O ministro britânico se vangloria que a Royal Air Force realizou mais de 1.500 ataques aéreos. Em comparação, a Rússia realizou mais de 99.000 ataques de precisão confirmados na Síria, o que garantiu um avanço na batalha contra o EI", continuou Konashenkov.
"Se existe alguma maneira que se possa chamar a contribuição do Reino Unido como de valor inestimável, é apenas por ser tão difícil atribuir qualquer valor, pois é insignificante", resumiu o comunicado russo.

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Landshut - A saga do retorno do histórico 737 da Lufthansa

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Todos acompanharam as notícias sobre o paradeiro do histórico 737 "Landshut" da Lufthansa, o qual protagonizou momentos críticos quando foi sequestrado por um grupo "Frente Popular para a Libertação da Palestina", sendo desviado para Somália em 13 de outubro de 1977.

O vôo 181 da Lufthansa foi tomado e levado de Baviera para a capital somali de Mogadíscio, onde chegou em 17 de outubro de 1977. Durante o sequestro os extremistas executaram o comandante do "Landshut", Jürgen Schumann, durante a escala do voo em Aden, onde foi realizada uma escala para reabastecimento.
"landshut" abandonado em Fortaleza
O drama finalmente terminou com a perfeita ação executada pelos Comandos GSG-9 alemães, que durante a bem sucedida operação mataram três dos quatro sequestradores e resgataram todos os 86 passageiros. Apenas um dos operadores do GSG-9 e quatro passageiros ficaram feridos na operação de retomada da aeronave.
O resgate do "Landshut" se tornou um símbolo para os alemães, tido como um marco visto como uma resposta de que a sociedade livre não pode ser derrotada pelo medo e pelo terror", segundo se expressou o ministro das Relações Exteriores, Sigmar Gabriel, sobre a importância histórica desta aeronave.
O "Landshut" após o fim do sequestro voltou a sua rotina normal de voos, tendo sido operado até 1985 com a Lufthansa, a qual o vendeu. Mas passados quase 40 anos do ocorrido, eis que a aeronave foi localizada abandonada no aeroporto de Fortaleza, a qual havia servido a extinta TAF Linhas Aéreas até 2008, quando deixou de operar e ficou abandonada na área remota daquele aeródromo. O Ministério das Relações Exteriores alemão recebendo as informações sobre o paradeiro do 737, entrou em contato com as autoridades responsáveis e comprou em julho a aeronave por cerca de  23.900 dólares.
O "Landshut" que semana passada foi desmontado e embarcado em um Antonov AN-124 e transladado de volta à Alemanha, onde será restaurado e exposto no Museu Dornier, sendo uma peça importante que remonta o momento histórico do "Outono Alemão".
A operação foi complexa mas bem sucedida e podemos conferir algumas imagens garimpadas da "rede" do processo de embarque e desembarque do "Landshut".















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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Mig-29M/M2 Egípcios

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Recebemos e nosso amigo e colaborador Rustam Bougadinov, imagem de duas aeronaves MIG-29M/M2, realizando voo já com o "cocar" da Força Aérea do Egito.

Ambas foram construídas no complexo industrial da MIG em Lukhovitsy, região próxima a Moscou. O Mig-29 M é uma das mais avançadas versões monoposto do místico caça russo, o exemplar fotografado já apresenta as cores egípcias e seu número de identificação naquela força "8705" (705), na mesma imagem é possivel conferir o biposto Mig-29 M2 também egípcio, sob registro "8804" (804).

O Mig-29M/M2 irão representar um importante aumento nas capacidades da força egípcia, sendo um dos diversos meios modernos adquiridos recentemente pelo país que vem passando por uma extensa modernização de suas forças armadas.

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Colaboração: Rustam Bogaudinov
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Voa primeiro AH-11B Super Lynx modenizado da Marinha do Brasil

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Nesta quinta-feira (28) a Agusta/Westland, parte do Grupo Leonardo, anunciou que o primeiro voo da primeira aeronave Super Lynx das oito a passarem pelo processo de modernização foi bem sucedido. Os oito helicópteros Super Lynx Mk21B da Marinha do Brasil estão sendo modernizados nas instalações da Leonardo na Inglaterra. Com a modernização dessas aeronaves a Força Aeronaval da Marinha do Brasil terá um significativo incremento em suas capacidades, resultando em melhor desempenho da aeronave e efetividade na missão.  

O Super Lynx Mk21B está equipado com dois motores CTS800-4N de nova geração, que já são utilizados nos helicópteros Super Lynx 300 e AW159, que proporcionam aos helicópteros grandes melhorias de desempenho, especialmente em ambientes quentes,  como é o caso do clima típico no Brasil, aumentando a capacidade de carga útil e o desempenho nas missões. As aeronaves da Marinha do Brasil vão contar com um novo glass cockpit, que será complementado por uma suíte de aviônicos avançados compreendendo um processador tático, sistema de navegação por satélite, e sistemas de auxílio á navegação incluindo um Traffic Collision Avoidance System (TCAS), Automatic Identification System (AIS), receptor de alarme de radar/medidas de apoio eletrônico e dispensadores de contramedidas (RWR, MAGE e CME), integrados, e um cockpit compatível com Night Vision Goggle (NVG), juntamente a um guincho de salvamento elétrico. 

O primeiro voo estabelece um novo marco no longo relacionamento entre a Leonardo e a Marinha do Brasil, a qual opera os helicópteros Lynx desde 1978.  

A Marinha do Brasil tem uma vasta experiência na operação com aeronaves da família "Lynx", tendo contado com várias versões do Lynx durante os últimos 39 anos, onde recebeu os primeiros nove helicópteros Lynx Mk21 ainda em 1978. Em julho de 1996 a Marinha do Brasil recebeu a primeira de nove aeronaves Super Lynx Mk21A. Também modernizando cinco aeronaves da versão Mk21 originais para o padrão Mk21A sob o mesmo contrato, tornando-se o primeiro cliente de exportação a realizar a modernização do Lynx para o padrão Super Lynx. 

A Marinha do Brasil utiliza o Super Lynx Mk21A como um helicóptero multimissão em uma variedade de funções incluindo: observação, ataque de superfície, monitoramento de alvos, designação de alvos além-do-horizonte, ataques vetorados a submarinos, guerra eletrônica, operações especiais, transporte de tropas, caça a minas, busca e salvamento, evacuação aeromédica, tarefas humanitárias e levantamento fotográfico.

Sem sombra de dúvidas os Super Lynx da Marinha do Brasil ainda terão muitos anos de excelentes serviços prestados, sendo uma aerona ímpar no inventário de nossa Marinha.

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Com informações da Leonardo Helicopters
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Rússia nega que matou 150 civis em ataques aéreos de Idlib

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O Ministério da Defesa russo negou as alegações de que suas aeronaves mataram mais de 150 civis em ataques aéreos na província de Idlib na Síria, dizendo que as aeronaves russas não visam áreas civis. As alegações foram feitas pelo controverso grupo White Helmets.
Anteriormente, a Reuters citou um porta-voz dos White Helmets alegando que membros do grupo haviam recuperado 152 corpos de civis mortos pela "campanha de bombardeios russos e do regime". O grupo foi mencionado por seu outro nome, Defesa Civil da Síria, nome que tirou da organização administrada pelo governo com uma história de décadas.
O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Major General Igor Konashenkov, chamou o grupo de "criminosos" e criticou a Reuters por terem credibilidade e dar espaço a farsa.
"Os aviões da Força Aérea Russa não visam áreas residenciais e aldeias para evitar vítimas civis" , ressaltou. "Eles visam bases terroristas, áreas de armazenamento de equipamentos e armas, que são identificados por drones de vigilância e verificados através de outros canais".
O general russo disse que todos os recentes ataques aéreos em Idlib tinham visado as forças do grupo terrorista mais conhecido como Frente de Al-Nusra, que era responsável por um ataque às tropas russas e sírias em Hama na semana passada.
"Graças às ações da Força Aérea Russa na Síria, esta operação da Al-Nusra foi frustrada e as forças terroristas envolvidas foram destruídas", disse Konashenkov.
O grupo White Helmets, muitas vezes elogiado pelos meios de comunicação ocidentais, como valentes salvadores que ajudam civis presos em uma zona de batalha tem uma longa história de controvérsias. Seus membros foram apanhados filmando resgates por etapas, supostamente ajudando os militantes após execuções sumárias e outras ações duvidosas. Os críticos dizem que o grupo não é mais do que um braço de propaganda financiado pelo estrangeiro, promovendo a causa de depor o governo de Damasco.
Na semana passada, vários grupos islâmicos incondicionais com sede em Idlib, uma área designada como uma zona de escalação por uma iniciativa russo-turca-iraniana, lançaram um ataque visando posições de tropas pró-Damasco e uma unidade da polícia militar russa, que atuou como monitores do cessar-fogo. As tropas russas estavam em perigo de ser capturadas, mas foram resgatadas por uma operação de emergência das forças de operações especiais russas apoiadas por aviões de guerra russos.
A Rússia respondeu ao ataque contra suas tropas, lançando uma série de ataques aéreos e mísseis de cruzeiro, que segundo Moscou, visavam os grupos militantes responsáveis por isso.

GBN News - A informação começa aqui
com agências
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ONU adverte que violência volta a aumentar na Síria

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A ONU declarou nesta quinta-feira (28) que a violência voltou a se agravar na Síria com uma série de ataques contra civis, ambulâncias, hospitais e trabalhadores durante a última semana na província de Idlib, no norte.
"Em Idlib, pelo menos cinco hospitais e dois centros de armazenamento de ajuda humanitária que serviam a meio milhão de pessoas foram atacados", detalhou Jan Egeland, coordenador humanitário para as áreas sitiadas na Síria.
Egeland sustentou que ainda não se sabe quais foram os responsáveis pelos incidentes em Idlib, uma região com concentração de grupos armados rebeldes.
Ataques similares também ocorreram na cidade de Raqqa e em partes de Deir ez-Zor que seguem sob controle do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).
Além disso, Egeland denunciou um ataque na província de Hama contra um grupo de 80 civis que tentavam fugir do EI e que foram vítimas de um bombardeio aéreo.
"Não podemos tolerar o grave dano ocasionado aos civis e aos trabalhadores humanitários e médicos só porque vivem em zonas onde operam grupos terroristas ou perto delas", exigiu Egeland.
O representante humanitário sustentou que é necessário "um sistema de notificações que funcione e seja respeitado pelos atores armados devem respeitar".
Este sistema significa a comunicação por parte da ONU, da Cruz Vermelha e de outros agentes humanitários das coordenadas geográficas das suas instalações (incluídos os campos de deslocados) com o objetivo que todas as partes combatentes respeitem estas localizações.
O sistema mencionado funcionou em muitos conflitos em outros países, mas nunca nos mais de seis anos de guerra civil na Síria. No entanto, Egeland reconheceu que há várias entidades humanitárias reticentes a entregar essa informação porque acreditam que em vez de protegê-los pode torná-los alvos de ataques.
A cada mês, entre sete e nove milhões de sírios se beneficiam da ajuda humanitária internacional. Atualmente, 420 mil sírios vivem em áreas militarmente sitiadas, em 95% dos casos por forças governamentais e seus aliados, e não recebem nenhuma ajuda humanitária.
Três milhões de sírios vivem em zonas classificadas como de "difícil acesso" por estarem perto ou dentro da linha de fogo, o que faz com que a assistência à população chegue esporadicamente.
Segundo Egeland, seria necessário que a cada semana quatro comboios cruzassem as linhas de fogo, mas apenas um consegue fazê-lo, então a ajuda só chega a um quarto das pessoas que a espera.

Fonte: EFE
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"O Estado pode fazer acordos com JBS e não pode fazer com o tráfico?", questiona advogado de Nem

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O advogado Jaime Fusco, que defende o traficante Antônio Bonfim Lopes, mais conhecido como Nem da Rocinha, preso em uma penitenciária federal de Roraima, defendeu, em entrevista ao El País, a discussão sobre um programa de desarmamento do crime, que incluiria redução de pena para criminosos que entregassem seus fuzis, e uma política de descriminalização das drogas.
“Acho verdadeiramente que é preciso propor ideias preventivas de combate à violência. Se essas ideias eventualmente passarem por acordos públicos e transparentes entre o Estado e criminosos, eu sou favorável. O que importa é resolver o problema”, declarou.
Instigado pela reportagem do El País se muitas pessoas não achariam absurdo qualquer negociação com criminosos, ainda que de modo transparente, Fusco comparou com acordo com os executivos da JBS.
“O que é a lei de leniência assinada por empresas na Operação Lava Jato, por exemplo? Elas reconhecem o erro e entregam dinheiro e alguns bens em troca de benefícios. É tão grave quanto os crimes cometidos pelas empresas. Agora pensa: qual o reflexo da Lava Jato na guerra do Rio? Nenhum. Qual o reflexo da guerra do Rio na minha vida? Muitos. O que seria melhor pra mim? Um acordo entre o Governo e o Eduardo Cunha ex-deputado preso pela Operação ou a JBS, ou um acordo de paz no Rio, com entrega de armas? O que seria melhor para a população? O Estado pode fazer acordos com JBS, com a Odebrecht, e não pode fazer um acordo com o tráfico em troca de redução de pena? Porque não? Eu queria propor essa discussão. Na Colômbia foi feito [um acordo assim]. Se é bom ou ruim, a gente vai saber depois. Já se tentou tudo aqui…”
Questionado se um possível acordo não seria um atestado de falência do Estado, Fusco afirmou que já não há mais controle.
“O Estado perdeu o controle. Ele não admite, mas perdeu o controle, infelizmente. O Estado do Rio é um Estado falido. Financeiramente, ninguém questiona isso. O Estado do Rio também é falido moralmente por causa de alguns governantes. Alguém duvida disso? Nenhuma política de segurança pública no Rio deu certo até agora. Alguém tem dúvida disso? O que precisa acontecer agora: vamos discutir. O problema é que quem mora no Rio acostumou com a falência do Estado.”

Fonte: Yahoo Notícias
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Forças Sírias avançam ferozmente sobre bolsões do EI em Deir ez-Zor

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Um ataque pesado aos redutos do Estado islâmico na província de Deir ez-Zor e a capital da região pelas forças do governo sírio continua, Damasco espera eliminar os bolsões de terroristas restantes na cidade dentro de alguns dias.

Depois que o cerco da província de Deir ez-Zor foi rompido durante a primeira semana de setembro, o exército sírio apoiado pela Força Aérea Russa encontrou resistência do EI em algumas áreas vizinhas á cidade.

"Todos os dias há combates. Eles usam armas pesadas ao alcance, ou tentam se infiltrar no meio da noite. Eles atacam com coletes suicidas e carros-bomba. A batalha continua todos os dias", disse o oficial do exército sírio, Ibrahim, pouco antes dele e sua equipe terem lançado ataques pesados nas posições do EI.

Uma equipe de jornalismo da RT News ficou sob o fogo enquanto cobria a as ações da artilharia síria próximo a zona industrial de Deir ez-Zor, o mesmo local em que o tenente-geral russo, Valery Asapov, veio a ser atingido, levando o mesmo a óbito, após a explosão de morteiro lançado por terroristas do EI.

Os terroristas estão jogando tudo o que têm em uma tentativa desesperada de manter suas posições, usando o rio Eufrates para manter sua linha de suprimentos. Na quarta-feira (27), o exército sírio atacou combatentes do EI na área de Hweijet al-Saker, nos bairros de al-Hweiqa, al-Arddi, Khassarat e Kanamat, bem como na aldeia de al-Husseinia ao nordeste da cidade, segundo informou a agência SANA.

Segundo os relatórios , as forças sírias também conseguiram repelir um ataque terrorista na aldeia de Hatlah Tahtani, que é vital para controlar a Ilha Saqr a leste da cidade de Deir ez-Zor. A ilha serve como posição-chave para o controle da parte norte da cidade. 

Apesar da resistência do EI, o exército espera limpar a cidade dentro de alguns dias.


"A cidade de Deir ez-Zor será liberada em uma semana, no máximo. E iremos liberar alguns dos subúrbios também. O custo, sem dúvida, será alto ... é um campo de batalha desafiador. De áreas urbanas densas, para rios exuberantes e até trincheiras ", observou Ibrahim.

As forças sírias também estão empurrando o EI para o leste do rio Eufrates, segundo um relatório da Al-Masdar News. As forças sírias estão usando uma ponte especialmente construída, que foi erguida por engenheiros russos, para mover equipamento militar e tropas adicionais entre as margens do rio.

Proteger o resto da província de Deir ez-Zor pode ser mais difícil, já que Moscou e Damasco temem que, enquanto Washington afirma que está focado na luta contra terroristas do Estado Islâmico, as forças lideradas pelos Estados Unidos atuam de maneira diferente.

No domingo (24), o Ministério da Defesa da Rússia publicou imagens aéreas que, segundo eles, mostram equipamentos das forças especiais do Exército dos EUA situados ao norte de Deir ez-Zor, onde os bolsões terroristas do EI estão ocupando seu terreno.

As tropas dos EUA não enfrentam nenhuma "resistência dos militantes do EI", enquanto suas forças não possuem patrulha, o que pode indicar que "se sentem absolutamente seguros" na área, disse o ministério.

Enquanto Washington negou as acusações, tropas da Força Democrática Síria (FDS), uma milícia predominantemente curda apoiada pelo exército dos EUA, recentemente atacaram posições do exército sírio em Deir ez-Zor, com o objetivo de afirmar o controle sobre a região rica em petróleo e gás do leste da Síria.

Apesar disso, Damasco espera livrar a Síria de todos os terroristas até o final do ano. No início da semana, as forças armadas russas disseram que as forças armadas sírias recuperaram o controle de cerca de 87,4% do território do país.

"Eu digo que as principais batalhas na Síria estão chegando ao fim e, portanto, estamos completando o último capítulo da história desta crise", disse o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem em uma entrevista. "O estado sírio pretende liberar cada centímetro do nosso país dos terroristas. Se conseguirmos fazer isso antes do final deste ano, só ficaremos felizes com isso ".

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com agências
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