quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Ministério da Defesa e BNDES assinam acordo para fomentar a Base Industrial de Defesa

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O Ministério da Defesa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinam, nesta quinta-feira (20), um protocolo de intenções, com o objetivo de promover estudos para apoiar o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID), com foco em suas empresas, incluindo, mas não se limitando a políticas adequadas de financiamento, ao sistema brasileiro de apoio público às exportações e ao desenvolvimento de programas de nacionalização progressiva de produtos e tecnologia de defesa.

Após a celebração do acordo, as partes terão 30 dias para concluir um plano de trabalho, com detalhes sobre o escopo e prazos das ações. Também está definido que o protocolo terá vigência de dois anos, com a possibilidade de prorrogação até 60 meses.

O Secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (SEPROD/MD), Marcos Degaut, explica que o protocolo faz parte do planejamento estratégico da Secretaria e tem potencial para viabilizar um ecossistema ajustado ao desenvolvimento e sustentabilidade da BID, especialmente no que se refere ao aumento de sua competitividade regional e global, da sua capacidade de geração de empregos, renda, royalties, receitas diversas, exportações e divisas.

Ele também destaca que “este protocolo permitirá desenhar, de maneira inédita, uma política de fomento às exportações da BID, a qual colocará todos os atores relevantes intervenientes no processo de produção, exportação e financiamento de Produtos de Defesa dentro de uma mesma moldura estratégica, o que tornará as empresas mais competitivas nos mercados externos”.

Esse acordo é de suma importância para retomada do crescimento de nossa BID, bem como fundamental para absorção de novas tecnologias previstas nos acordos de aquisição de meios em andamento pelo Brasil, como é o caso do programa de obtenção das corvetas da Classe Tamandaré, que alcançará um índice superior aos 40% de nacionalização. 

Há muito tempo é notável a necessidade de apoio público para que a BID possa despontar no mercado internacional e se tornar competitiva, sem o devido suporte nossas indústrias se veem em desvantagem no cenário internacional, muitas vezes até mesmo no cenário interno, onde tem crescido a participação estrangeira nas concorrências do setor de segurança pública.


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complementando texto do Ministério da Defesa
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Leonardo entrega dois King Air 350ER para patrulha marítima

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A Leonardo entregou dois bimotores turboélice, para missões de patrulha, King Air 350, de alcance estendido (ER) com sensores de vigilância e sistema de missão pré-instalados.

A aeronave entrou em serviço com uma marinha africana não revelada. A Leonardo serviu como o contratante principal e integrador dos sistemas para o projeto.

A aeronave pronta para a missão foi certificada pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA).

As aeronaves de patrulha marítima (MPA) estão equipadas com um pacote de sensores de vigilância integrados, incluindo o radar de vigilância E-scan Seaspray e o sistema de missão ATOS.

Os MPAs também possuem um transponder e um (IFF), datalink Link 11 e torre eletro-óptica de terceiros.

Eles são capazes de realizar uma série de operações, incluindo busca e salvamento, segurança litoral, monitoramento de migração ilegal e pesca e poluição.

O radar marítimo “Seaspray” de E-scan da Leonardo está disponível em uma função patenteada de detecção de pequenos alvos.

O sistema de missão ATOS amplia todos os dados para reduzir a carga de trabalho de “imagem tática única” para os operadores.

O ATOS está em operação a bordo de diferentes tipos de aeronaves, com mais de 60 sistemas instalados em várias plataformas.

O King Air 350ER é projetado e fabricado pela Beechcraft Augsburg, uma subsidiária da Textron Aviation.

A empresa observou que sua oferta de "pronto para vigilância" atraiu o interesse dos clientes da Ásia-Pacífico e Oriente Médio.

A empresa afirmou em comunicado que: “a Leonardo vê esse modelo como uma possibilidade de crescimento para a empresa, aproveitando sua ampla experiência em sensores internos, sistemas de missão e integração de plataformas, permitindo oferecer uma solução de aeronaves prontas para os clientes de maneira econômica.”


Fonte: Naval-Technology.com
Tradução e Adaptação: Valter Andrade - GBN Defense
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Governo da Líbia suspende negociações de paz após ataque a porto

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O governo da Líbia, apoiado pela ONU, suspendeu as negociações militares mediadas pela ONU em Genebra, após um ataque a um porto estratégico em Trípoli nesta terça-feira (18).
"Anunciamos a suspensão de nossa participação nas negociações militares realizadas em Genebra até que sejam adotadas posturas estritas em relação ao agressor e suas violações", disse o governo do GNA em comunicado. 
"As milícias atingiram o porto de Trípoli, considerado uma tábua de salvação para muitas cidades da Líbia", acrescentou. 
O ataque ocorreu quando oficiais do exército e as principais forças rebeldes iniciaram sua segunda rodada de negociações de paz na Suíça.
As forças do comandante militar Khalifa Haftar, o maior de uma série de milícias e grupos rebeldes da Líbia, disputam o controle do país com o governo reconhecido internacionalmente na capital, avançando em Trípoli nos últimos meses. 

Fonte: Deutsche Welle
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

UE preparada para nova missão naval na Líbia

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A UE está lançando uma nova operação naval no Mediterrâneo para reprimir o contrabando de armas na Líbia, à medida se afasta ainda mais dos resgates de migrantes no mar.
Os detalhes ainda estão sendo definidos, mas os ministros das Relações Exteriores de Bruxelas chegaram nesta segunda-feira (17) a um acordo político para implantação de ativos aéreos, além do monitoramento por satélite, em conjunto com os meios marítimos no esforço para conter o contrabando de armas.
O chefe de política externa da UE, Josep Borrell, disse a repórteres quando perguntado se os navios envolvidos na operação teriam ordens para deter suspeitos de contrabando, que "Com certeza, eles não estão apenas a passeio".
A proposta segue uma declaração feita no mês passado em Berlim, quando líderes mundiais se comprometeram a pressionar por um cessar-fogo na Líbia e garantir um embargo às armas .
Mas questões como quantos navios integrarão a operação e as regras de engajamento, ainda permanecem sem resposta. A missão está marcada para ser lançada no final de março e terá sua área operacional na costa leste da Líbia.
A missão ainda terá que realizar resgates caso encontrem pessoas em perigo, mas os navios serão retirados se for determinado que a presença deles na área são um fator que incentiva a fuga de refugiados pelo mar.
"Caso esse fator de atração apareça, os ativos marítimos serão retirados das áreas relevantes", confirmou Borrel.
Borrel permaneceu vago sobre quantos migrantes determinariam esse fator, observando que a decisão provavelmente será baseada no conselho do comando militar.
Embora os estudos tenham demonstrado que a concentração de navios na área não cria um fator de atração, a Áustria, junto com alguns outros estados da UE continuam temendo essa possibilidade.
"Nossos amigos austríacos temiam que um acordo que existia antes, chamado Sophia, pudesse criar um efeito de atração para a migração. Era uma opinião", disse o ministro de Relações Exteriores do Luxemburgo, Jean Asselborn.
A missão também continuará a treinar a Guarda Costeira Líbia, financiada em parte pela UE. As pessoas resgatadas no mar pela guarda costeira são frequentemente devolvidas aos centros de detenção na Líbia, um dos quais foi atingido por ataques aéreos em julho passado.
A última missão, portanto, marca o fim da Operação Sophia, lançada em 2015 e nomeada em homenagem a um bebê que nasceu na fragata alemã Schleswig-Holstein.
A área teórica da Operação Sophia se estendeu por grande parte do Mediterrâneo, mas a missão teve seus ativos retirados em março do ano passado, depois das objeções italianas sobre que as pessoas resgatadas fossem trazidas para a Itália.
O foco da nova missão é restrito a impedir que as armas cheguem à Líbia, mas ainda não recebeu um nome formal, um documento divulgado pela primeira vez pela Associated Press o listou como "Operação de vigilância ativa da UE".
Pelo menos seis nações estrangeiras estão alimentando o conflito na Líbia, com alguns fornecedores de armas, mercenários e conselheiros militares no país destruído pela guerra.
Entre eles estão os Emirados Árabes Unidos, considerado um dos maiores violadores do embargo de armas. O país também é suspeito de bombardear um centro de detenção perto de Trípoli em julho passado, possivelmente com aviões Mirage, de fabricação francesa.
Os Emirados Árabes Unidos, juntamente com Egito, França, Jordânia e Rússia, apoiam o opositor do governo legítimo líbio, General Khalifa, que tenta derrubar o governo reconhecido pela ONU e UE, liderado por Fayez al-Sarraj, que agora está recebendo ajuda da Turquia.
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com informações da EU-Observer
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US Navy finaliza manutenção programada em seus AV-8B que permanecem ativos até 2025 com USMC

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US Navy Fleet Readiness Center East (Centro de Prontidão de Frota da Marinha dos EUA) concluiu a manutenção planejada das últimas aeronaves AV-8B "Harrier" do USMC.
O FRCE entregou o último "Harrier" completamente montado para o "Marine Attack Training Squadron 203". Este exemplar foi a 121ª aeronave AV-8B a passar pelo Intervalo de Manutenção Planejada 1 (PMI-1) manutenção realizada no depósito (Parque Aeronáutico).

O USMC deixará de operar com suas aeronaves AV-8B até 2025 e prolongará a vida útil dos caças F/A-18 Hornet até a conclusão da substituição dos mesmos pelos modernos F-35.

US Navy Fleet Readiness Center East encerra assim o ciclo de suporte à frota de AV-8B, não restando nenhuma aeronave para realizar o PMI-1, mas ainda reaizarão retrabalhos especiais na frota de AV-8B até sua total retirada de serviço em 2025, atendendo o AV-8B que venham a sofrer danos em acidentes durante a operação.

Atualmente, o US Navy Fleet Readiness Center East é o único centro que mantém capacidade de realizar o PMI-1, serviço que tem sido oferecido a outros operadores do "Harrier", como é o caso da Marinha Italiana, que enviou suas aeronaves ao centro para cumprir as manutenções previstas pelo PMI-1,  com último exemplar do AV-8B tendo finalizado o PMI-1 em outubro de 2019, já devolvido ao setor operativo naquela Marinha.

O AV-8 ainda é um ativo valioso, mas é assim que o ciclo funciona, aposentam uma plataforma existente quando entra em operação uma nova e mais capaz. O US Navy Fleet Readiness Center East já deu inicio a nova fase, baseada na baixa da plataforma AV-8B, iniciando sua transição para o F-35 com a realização do último PMI-1 nos AV-8B "Harrier" norte americanos.


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com agências de notícias
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US Navy recebe primeiro CMV-22B "Osprey"

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A Marinha dos EUA recebeu no dia 10 de fevereiro, a primeira aeronave CMV-22B Osprey, a mais recente variante do tiltrotor desenvolvido pela Bell/Boeing.
O CMV-22B junta-se as variantes MV-22 e CV-22 do "Osprey", estes usados ​​pelo USMC e USAF. O CMV-22B chega à US Navy para substituir os vetustos C-2A Greyhound como COD (Carrier Onboard Delivery), e deverá assumir as tarefas de transporte de pessoal, suprimento e cargas, realizando a ligação entre as bases em terra e os navios-aeródromos (NAe) no mar. 

Primeiro exemplar entregue à US Navy
Em comparação com o MV-22B, a variante naval ampliou o alcance operacional, recebendo novos tanques de combustível com maior capacidade, foi integrado um rádio HF com longo alcance, além do sistema de iluminação que foi aprimorado para facilitar o carregamento da aeronave. O CMV-22B será capaz de transportar até 2,7 ton de carga/pessoal no raio de 1.850 km. A aeronave é um ponto chave para logística e operação do F-35 embarcado, capaz de transportar componentes essências a operação do caça de 5ªG à bordo dos navios-aeródromos (NAe) norte americanos.

Ficha Técnica:

Fabricante: Bell-Boeing
Propulsão: Dois motores Rolls-Royce Liberty AE1107C, com 6.150hp cada.
Comprimento: 19,20m
Envergadura: 25,78m
Altura: 6,70m.
Peso: máx. decolagem vertical 24.000kg. Decolagem curta 27.800kg 
Velocidade: Cruzeiro: 498 km/h
Teto: 7.620 metros.
Alcance: 1.850km
Tripulação: 4 (piloto, copiloto, chefe de equipe, segundo tripulante), até 23 passageiros




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Afegãos temem mais uma guerra civil

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Na semana passada, o aniversário da retirada soviética foi comemorado no Afeganistão: há trinta e um anos, o último soldado soviético deixou o país através do rio Amu Darya. Mas os afegãos sabem que isso foi apenas o começo de um novo pesadelo - o início da guerra civil - e muitas pessoas nesta terra assombrada pela guerra temem que algo semelhante possa acontecer após a retirada de todas as tropas da OTAN. 

No entanto, eles sabem que a retirada deve, e vai, acontecer. “Os americanos têm que sair. Nós afegãos simplesmente não gostamos de invasores estrangeiros ”, disse Mohammad Naseem, comandante mujahideen nos anos 80 na província oriental de Logar, onde lutou contra o governo comunista e seus apoiadores soviéticos. 

“Nós nos matamos por forças estrangeiras e ideologias estrangeiras. Isso tem que acabar”, disse Naseem enquanto comia amoras secas no Mandai, o maior mercado ao ar livre de Cabul. "Mas a retirada tem que ocorrer sistematicamente e com responsabilidade". Acima de tudo, disse Naseem, que apóia o presidente afegão Ashraf Ghani, o Talibã também precisa conversar com seu governo, não apenas com os americanos. 

Essa é provavelmente a maior questão remanescente após o anúncio de uma trégua de sete dias entre as forças americanas e o Talibã nos últimos dias. Se a redução da violência for bem-sucedida, é esperado que um acordo de primeira etapa seja assinado até o final de fevereiro. O acordo estipularia um cronograma de 135 dias para a retirada dos EUA no Afeganistão e a libertação de milhares de prisioneiros do Talibã, mas também a abertura de negociações intra-afegãs entre diferentes facções políticas. 

Durante a Conferência de Segurança de Munique, que terminou no domingo (16), a fase final do acordo EUA-Talibã foi confirmada por vários lados, incluindo o governo Trump e o enviado especial dos EUA Zalmay Khalilzad, que celebraram o acordo com a delegação do Talibã em Doha. Ghani expressou sua preocupação com o fato de o Talibã estar usando o processo de paz como uma "estratégia de cavalo de Tróia" para minar seu governo, mas também destacou o fato de que a guerra não poderia terminar sem se envolver em um processo e testar os insurgentes.

A queixa mais frequente do afegão comum é que, até agora, eles foram cortados de qualquer processo. "Basicamente, nós, o povo afegão e nosso governo oficial, não sabemos nada", disse Idrees Stanikzai, ativista político e líder do Youth Trend Afghanistan, um movimento político para jovens afegãos. 

“Todo o acordo foi feito sem a gente em câmaras ocultas, e é um grande problema que devemos continuar falando. Por último, mas não menos importante, tenho certeza de que o Talibã, um grupo terrorista, chegará a Cabul se considerando como 'vencedor' e se comportará assim. ” 

Como muitos outros jovens das áreas urbanas, Stanikzai acredita que o Talibã não aceitará as mudanças e o desenvolvimento positivos que ocorreram nos últimos 18 anos em sua ausência. Também em termos de redução da violência, Stanikzai parece pessimista. “Acho que os dois lados não são confiáveis. Lembre-se, da última vez que o presidente Trump cancelou tudo via Twitter depois de meses de negociações. Quem pode garantir que isso não aconteça novamente? Além disso, quem será o juiz se ainda ocorrerem ataques aéreos dos EUA ou ataques do Talibã? ” ele disse em uma entrevista. 

Durante as negociações de meses entre Washington e a delegação do Talibã no Catar, o governo afegão foi completamente excluído. Enquanto Khalilzad afirmou repetidamente que as negociações intra-afegãs e a inclusão do governo de Ghani seriam cruciais para o sucesso de qualquer acordo, os críticos acreditavam que Washington estava apaziguando principalmente o Talibã, que ainda questiona a legitimidade do chamado "governo fantoche" em Cabul.

“Afegãos estão sendo mortos todos os dias. Suas vidas se tornaram inúteis. Ao mesmo tempo, essas mesmas pessoas não estavam representadas durante todas as conversações entre o Talibã e os americanos. Este pequeno grupo, que deseja atingir seus objetivos principalmente através do terrorismo, não representa uma sociedade afegã composta por 30 milhões de pessoas ”, disse Orzala Nemat, etnógrafo político e chefe da Unidade de Pesquisa e Avaliação do Afeganistão, uma organização de pesquisa independente em Cabul.

Muitos observadores afegãos também veem o cessar-fogo de sete dias como um teste significativo que não apenas revelará a boa vontade de ambos os lados, mas também deve provar se o Talibã tem uma estrutura e hierarquia organizadas no terreno. Isso foi demonstrado uma vez antes durante o feriado islâmico de Eid al-Adha em 2018, quando o grupo militante parou de lutar e largou as armas por três dias em todo o país. Naquela época, muitos observadores e analistas disseram que, ao contrário de como o grupo está sendo constantemente retratado, os talibãs têm uma hierarquia rígida em todas as províncias afegãs.

A assinatura de um novo acordo não terminará a guerra de 40 anos, mas possibilitaria um processo de paz maior entre todos os tipos de facções políticas dentro do Afeganistão, sua grande diáspora e sua sociedade civil. Mas muitos observadores temem que o acordo entre americanos e talibãs possa ser interrompido por diferentes lados. “O Talibã quer assinar este acordo. Não é do seu interesse perturbá-lo ”, disse Zakir Jalaly, professor universitário e analista político que estuda o movimento talibã. “No entanto, existem outros jogadores que não estão felizes com o acordo de paz EUA-Talibã. Obviamente, um deles é o governo afegão. Outro grande oponente do acordo é o Estado Islâmico.” Segundo Jalaly, é possível que ambos possam trabalhar separadamente contra o acordo para sabotá-lo.

Já no passado, muitos ataques e incidentes foram encenados e atribuídos ao Taleban ou ao contrário. “No momento, existem certos grupos que não estão interessados ​​na paz, por muitas razões. Você pode encontrá-los no governo afegão, com todas as suas milícias, e também dentro do Talibã, com seus teimosos governadores ou comandantes ocidentais no terreno ”, disse Bette Dam, jornalista e autora focada no Afeganistão. “A verdadeira questão é: se algo acontecer, estamos prontos para descobrir, rapidamente, qual é a história real? Eu não acho que somos, e acho isso muito perigoso.

por: Emran Feroz é jornalista freelancer, autor e fundador do Drone Memorial, um memorial virtual para vítimas civis de ataques de drones. 

Fonte: FP

Tradução e Adaptação: Angelo Nicolaci - GBN Defense
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Itália e Egito - O que esta envolvido na venda das FREMM? Análise do GBN Defense

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A Itália está algum tempo em busca de um comprador para duas de suas fragatas FREMM, sendo os últimos exemplares de dez navios encomendados ao estaleiro Fincantieri. Após oferecer ao Brasil sem sucesso, a Itália esta negociando a venda das fragatas para o Egito, nação que vem nos últimos anos investindo pesado na modernização de suas forças armadas.

O negócio é atraente para as duas partes, tendo em vista que o Egito já conta com uma fragata FREMM, esta de origem francesa, e os exemplares ofertados pelos italianos encontram-se em estágio final de construção, o que representa um curto período de espera pela entrega dos navios. Para Itália o negócio representa a solução para mudança em sua visão estratégica, a qual passa a demandar por navios mais especializados, diferente dos dois últimos exemplares, que estão sendo concebidos como fragatas de emprego geral. Com a venda dos dos navios para o Egito, a Itália poderia completar o número de dez fragatas FREMM, com a encomenda de duas unidades especializadas em Guerra Antissubmarino (ASW). 

A venda que representa o montante estimado em 1,3 bilhões de dólares, será revertida na construção de dois navios que terão importante papel na visão estratégica italiana diante do cenário que se desenvolve no Mediterrâneo, que reflete tensões aumentadas na região com desenvolvimento de atividades que confrontam os interesses comerciais e de seguridade da Itália, tendo sido registrado um aumento exponencial nas atividades da frota de submarinos russos na região, somando a redução da presença norte americana imposta pela nova postura adota pelo governo de Donald Trump com relação à OTAN e seus parceiros, que tem pressionado os mesmos a aumentar os gastos com defesa e a presença de suas forças no cenário geopolítica regional, além do conflito civil líbio no norte da África.

O conflito na Líbia é um ponto sensível com relação à venda dos navios ao Egito, apesar de sofrer inúmeras críticas devido as questões envolvendo os direitos humanos no Egito, o que levou o governo francês a congelar acordos no campo de defesa, o alinhamento do Egito com general Khalifa Haftar, que está tentando derrubar o governo de Fayez al-Sarraj, legitimado pela ONU e apoiado pela Itália, pode resultar em atritos com seus aliados naquele cenário geopolítico, onde a Itália esta atuando em cooperação com a Turquia e o Catar na defesa do governo Líbio de Trípoli.

Porém, a aliança com os turcos pode estar com dias contados, depois que a Turquia e Al Sarraj assinaram um acordo marítimo bilateral que dividi a área do Mediterrâneo entre a Turquia e a Líbia, tal acordo inclui águas reconhecidas como pertencentes à Grécia e à Chipre. Tal acordo levou a Itália a tomar posição ao lado de seus vizinhos e do Egito ao condenar o acordo, sendo outro ponto de atrito entre Roma e Ancara, a prospecção de gás nas zonas marítimas pertencentes à Chipre por empresas turcas, áreas que fazem parte de um acordo de prospecção entre a Itália e Chipre, envolvendo a empresa de energia italiana ENI.

A Itália possui inúmeros desafios, e a atual situação que se abate sobre a OTAN e a UE, são fatores que corroboram para o posicionamento italiano de buscar meios que atendam as suas necessidades estratégicas, tornando o país capaz de lidar com variados cenários estratégicos que podem se desenvolver em seu "quintal", tendo em vista o atual estágio de letargia que atravessa a OTAN e os estados europeus signatários da aliança.

Por Angelo Nicolaci - Jornalista, editor do GBN News, graduando em Relações Internacionais pela UCAM, especialista em geopolítica do oriente médio, leste europeu e América Latina, especialista em assuntos de defesa e segurança, membro da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN), Sociedade de Amigos da Marinha (SOAMAR), Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ) e Associação de Amigos do Museu Aeroespacial (AMAERO).

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PHM "Atlântico" - Conheça os bastidores das Operações Aéreas com GBN Defense

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A operação de aeronaves embarcadas representa uma série de desafios desde os primórdios, sendo necessário o cumprimento de vários protocolos e procedimentos para que possa cumprir sua missão. A segurança é um ponto primordial quando se fala em operações aéreas embarcadas, o que leva a uma constante de adestramentos e qualificações, não apenas das equipagens das aeronaves, mas toda equipe envolvida, desde a recepção da aeronave, passando por sua movimentação, hangaragem e manutenção.

Nicolaci acompanhou de perto a rotina a bordo do PHM "Atlântico"
Durante a ASPIRANTEX 2020, acompanhamos a rotina das operações aéreas a bordo do PHM “Atlântico”, hoje o navio com maior capacidade de operações aéreas da América Latina. Capaz não apenas de receber até 18 aeronaves embarcadas no hangar e operar simultaneamente três dos sete spots disponíveis em seu convoo, o “Atlântico” possui capacidade de coordenar todo trafego aéreo em cerca de 120 milhas náuticas, graças ao poderoso radar ARTISAN 3D Type 997, contando com um departamento dedicado as operações aéreas composto por profissionais altamente qualificados.

Aeronaves UH-15 "Super Cougar" do EsqdHU-2"Pégasus" 
Como todo navio destinado as operações aéreas, o “Atlântico” tem seu departamento de aviação, o qual está dividido em três divisões, a “V-1” (Victor Uno) que é responsável pelo convoo, a “V-2” (Victor Dois) responsável pelo hangar e a “V-3” (Victor Três) que é a responsável pela segurança de aviação no PHM “Atlântico”. Assim estão designadas para cumprir funções específicas, as quais podem ser facilmente identificadas quando operando no convoo pela cor de seus coletes. A coordenação entre essas três divisões é de extrema importância para segurança do voo e a capacidade de projeção do poder aéreo naval representado pelas aeronaves embarcadas.

O GBN Defense conferiu de perto a complexidade demandada pelas operações aéreas, onde tudo começa muito antes da movimentação das aeronaves para o convoo, iniciando em geral no dia anterior, com uma reunião entre o Departamento de Aviação e o Departamento de Operações do navio, que estabelece o planejamento de todas as missões que se pretende realizar, esta tarefa cabe ao Grupo de Operações Aéreas (GRUOPA).

Equipes de convoo realizando varredura em busca de objetos estranhos que podem ocasionar DOE
O Grupo de Operações Aéreas (GRUOPA), é parte do departamento de operações do navio, mas ele trabalha intimamente ligado ao departamento de aviação, sendo o setor responsável por planejar, coordenar e controlar as operações aéreas em curso no navio, assim como as operações aéreas previstas. Para isso o grupo conta com dois oficiais, dois sargentos e dois marinheiros. O GRUOPA também é responsável pela meteorologia aeronáutica do navio, com três sargentos sendo responsáveis pela meteorologia aeronáutica no PHM “Atlântico”.

Diariamente é realizada uma reunião entre os setores afetos as operações aéreas do navio, sendo geralmente realizada na noite anterior as operações, com a participação do pessoal dos esquadrões, equipe de convoo, controle aéreo, segurança de voo e demais setores ligados diretamente a operação prevista. Nessa reunião são discutidas e planejadas as operações que serão realizadas no dia seguinte. Nessa ocasião se verifica se há necessidade de alguma mudança ou ajustes para que as missões transcorram conforme o previsto, sendo denominada “Reunião de Blue Sheet”, que resulta na concepção do programa de voo, um documento que compila os dados necessários para as operações aéreas disponibilizado na Intranet do navio, além de ser entregue aos departamentos e fixada em quadros dispostos em vários pontos do navio, dando conhecimento da programação de operações aéreas. Qualquer alteração que ocorra na programação, leva a rápida retificação do documento em todos os pontos onde está exposto.

A “Blue Sheet” contém informações como: número de voos previstos, aeronaves envolvidas, horário de decolagens e pousos, quem vai controlar o voo, abastecimento, horário de briefing e a descrição sucinta da missão que será realizada.

Antecedendo qualquer movimentação, o fonoclama transmite a ordem de “guarnecer postos de voo”, momento no qual todos departamentos e divisões envolvidos no planejamento e execução da missão assumem seus postos, iniciando os preparativos para movimentação e preparação das aeronaves. Após todos os preparativos antecedentes ao horário previsto pelo briefing e planejamento, o fonoclama muda o status de operações do navio para “Postos de Voo”, quando toda rotina a bordo passa a adotar medidas protocolares inerentes a segurança da aviação, com restrição do trânsito no convoo apenas as pessoas envolvidas nas operações aéreas, nesse momento também é restrito o acesso as áreas externas e do convoo sem a autorização prévia, a qual em geral só ocorre com supervisão de um dos membros da equipe de segurança da aviação. É obrigatório o uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI – Abafador, Colete salva-vidas e Óculos de proteção).

O PHM “Atlântico” possui capacidade de realizar operações diurnas e noturnas, sendo possível realizar operações visuais ou por instrumentos, na aproximação os controladores de voo fazem o CCAP, se houver a necessidade de realizar uma aproximação controlada, quem assume é o CCAT, composto por militares homologados para conduzir esse tipo de operação,

CF Castelo - Chefe de Aviação (CHEAVI) no PHM Atlântico
O Chefe do Departamento de Aviação do PHM “Atlântico”, Capitão de Fragata Castelo, nos apresentou um pouco sobre como funcionam as operações aéreas, nos mostrando um pouco o dia a dia no período que estivemos a bordo, nos permitindo conhecer as particularidades e desafios que envolvem essa que é uma das mais importantes capacidades de nosso Nau Capitânia.

O papel do Chefe do Departamento de Aviação (CHEAVI) do navio, é o gerenciamento de todas as estações de operações aéreas, dentre elas a Manobra, o Centro de Controle Aéreo Tático (CCAT), Centro de Controle de Aproximação e Partida (CCAP), equipe de salvamento, Meteorologia, e o CHEAVI tem a função de gerenciar além de todas essas estações, a Zona de Aeródromo, onde há o afastamento de 5 milhas e o teto de 2.500 pés. O CHEAVI possui grandes responsabilidades, e isso é conseguindo graças a todo preparo e formação que o oficial recebe para desempenhar essa função. Para se tornar CHEAVI, primeiramente é preciso possuir aperfeiçoamento em aviação e ser piloto, tendo realizado o Curso de Estado Maior para Oficiais Superiores (CEMOS), tendo notório conhecimento sobre a parte de operações aéreas.

O grande desafio da função de CHEAVI, primeiramente é ter essa continuidade nas operações aéreas embarcadas, com a baixa do NAe “São Paulo” e a chegada do PHM “Atlântico”, foi possível dar continuidade a esse grande desafio que é manter as operações aéreas de um navio de grande porte, como o PHM “Atlântico”, o maior navio do tipo operado na América Latina e um dos maiores do hemisfério sul, sendo um grande desafio para toda equipe do Departamento de Aviação, uma capacidade que é mantida por poucas marinhas no mundo.

O Departamento de Aviação do PHM “Atlântico” é bastante enxuto, o que traz consigo um enorme desafio e mostra o alto grau de eficiência e profissionalismo dos envolvidos. Contando com três divisões que somadas possuem um total de cerca de 80 militares desempenhando as funções necessárias para que seja possível lançar, coordenar e recolher as asas rotativas de nossa Força Aeronaval embarcada. O Departamento é constituído pela equipe de torre, composta pelo Oficial do Ar (CHEAVI) junto com o Controlador de Voo e o seu Auxiliar, no Convoo temos a equipe de Manobra, equipe de “CRASH”, o Contramestre, o Oficial do Convoo, e ainda o Oficial do Hangar e o Supervisor do Hangar, essa é a composição das equipes do Departamento de Aviação.

O CC Rafael Peixoto observa atentamente as operações
Com relação a Segurança da Aviação, o PHM “Atlântico” conta com Oficial de Segurança de Aviação (OSAV), e buscamos conhecer um pouco melhor sobre essa importante atividade conversando com OSAV, Capitão de Corveta Rafael Peixoto, que nos explicou sobre o papel do OSAV e como é constituído o núcleo de segurança de aviação embarcado no “Dragão”.

O Oficial de Segurança da Aviação (OSAV), tem como papel assessorar o comandante em todos assuntos correlatos à segurança da aviação, sendo o grande desafio a bordo do PHM “Atlântico” conscientizar a tripulação e o grande número de destacados, sobre a importância do cumprimento das normas de segurança de aviação, visando operações aéreas seguras.

Movimentando o "Pégasus 01" do hangar para o convoo
A formação do Oficial de Segurança da Aviação (OSAV) é feita com base no curso ministrado pelo CENIPA (Centro de Investigação e prevenção de Acidentes Aeronáuticos) Força Aérea Brasileira, reconhecido pelo SIPAAerM (Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha) que faz parte da estrutura da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM) na Marinha do Brasil, o que habilita o oficial a cumprir a função de Oficial de Segurança da Aviação (OSAV) nos esquadrões de aeronaves, bases aéreas e também a bordo do PHM “Atlântico”.

Minemônico "HAREM"
Treinamento é uma constante na rotina a bordo do maior navio da esquadra brasileira, sendo de suma importância para que as equipes mantenham um nível adequado de adestramento e qualificação para o cumprimento dos procedimentos normais, bem como lidar com situações de emergência com alguma aeronave durante as operações de pouso e decolagem, ou pane que a aeronave possa apresentar em qualquer fase do voo. Para que todos possam reagir de acordo com as ordens internas e procedimentos operativos do navio.

Como curiosidade, quando uma aeronave apresenta pane e não consegue estabelecer comunicação com navio, ela realização aproximação com navio, se não houver necessidade de pouso imediato, a mesma se posiciona a “boreste” e através de um código de sinais visuais informa sobre o tipo de pane que está ocorrendo, durante o dia a sinalização é feita com a mão, sinalizando com minemônico “HAREM”, onde apenas o dedo indicador levantado significa que a aeronave se encontra com pane no sistema hidráulico, sinalizando com dois dedos o sistema de armamento, três o sistema de rádio, quatro o sistema elétrico e cinco dedos uma pane no motor. A noite o esquema de sinalização é realizado com as luzes de sinalização da aeronave, a qual possui um código de sinais luminosos específico para cada tipo de ocorrência.

A equipe do convoo é constituída por diversos militares, que atuam em funções específicas, as quais são identificadas pelas cores de seus coletes, sendo os responsáveis pela movimentação  os “Orientadores”, esses usam o colete na cor amarela, sendo seu papel manter o posicionamento da aeronave durante as operações de pouso e decolagem, a equipe trajando o colete na cor azul é a responsável por manter a aeronave em posicionamento seguro no convoo, realizando a tarefa de calçar e pear a aeronave após os pousos e ao final das movimentações das mesmas entre o elevador e o spot onde será operada e vice-versa, a equipe responsável pelo abastecimento das aeronaves é identificada pelo colete púrpura, já os responsáveis pelo armamento e medidas em caso de “Crash” (acidente aéreo no convoo) utilizam os coletes na cor vermelha, o colete verde identifica a equipe que lida com a parte eletro-eletrônica, a equipe de manutenção dos esquadrões (GAerNavMan) é identificada pelos coletes marrons, enquanto o pessoal médico usa o colete branco com uma cruz vermelha, já o CHEAVI (Chefe de Aviação), o OSAV (Oficial de Segurança de Aviação) e o SupSAV (Supervisor de Segurança da Aviação) são identificados pelo colete branco com sua função identificada nas costas do colete. Todos militares que compõe a equipe de operações aéreas no convoo, são coordenados por um contra-mestre, um supervisor e um oficial do convoo, que possuem a responsabilidade de manter essa equipe adestrada em nível adequado para poder cumprir os procedimentos previstos nas normas internas e procedimentos operativos.


As operações aéreas embarcadas demandam perícia e constante qualificação dos militares envolvidos
No “Atlântico” as operações aéreas encontram mais facilidades que desafios, contando com uma infraestrutura que torna muito segura a operação de diversos tipos de aeronaves, sendo capaz de lançar e recolher qualquer vetor de asas rotativas hoje em operação com a Marinha do Brasil. O navio dispõe de grande capacidade de monitoramento e comunicação, com sete spots no convoo (posição de 1-6 e o spot “Alfa”), vários pontos de abastecimento, fontes externa de energia (Aprestos), contando com 25 tomadas de combate à incêndios com capacidade de geração de espuma, pontos de água desmineralizada para lavagem do compressor e das aeronaves, dois elevadores para movimentar as aeronaves entre o Hangar e o Convoo, um vasto número de equipamentos e facilidades para movimentação e manutenção das aeronaves, sendo possível realizar inspeções e reparos, o hangar é relativamente grande, podendo receber até 16 aeronaves, sendo até doze de grande porte e quatro de menor porte, podendo aumentar o número de acordo com o mix de aeronaves embarcadas, chegando ao máximo de 18 aeronaves, conta com uma equipe completa para atender as operações aéreas, sendo capaz de operar simultaneamente três aeronaves em pouso e/ou decolagem, além de controlar e coordenar o espaço aéreo ao seu redor.

As dificuldades que podemos elencar são as mesmas inerentes a qualquer meio que opere aeronaves no mar, podendo ser listadas a distância de terra, o que pode resultar em determinados momentos que o navio seja único ponto de pouso para a aeronave, o que torna necessário o planejamento sempre considerar um convoo alternativo, ou procedimento adequado caso se faça necessário, bem como o posicionamento do navio de maneira favorável, buscando sempre atender da melhor maneira o envelope de voo da aeronave. Outro desafio é com relação a manutenção, onde o ambiente marítimo expõe muito as aeronaves a corrosão causada pela maresia, o que eleva a atenção com a limpeza dos compressores e demais componentes da aeronave ao fim das operações, sendo notável ao fim do dia uma fina camada de sal depositada sobre a fuselagem das aeronaves, demandando a lavagem das mesmas como prevenção do processo de corrosão.

Essa é a primeira parte de nossa série de matérias sobre as operações aéreas no “PHM Atlântico”, e uma de nossa série prevista sobre operações navais e capacidades de nossa Marinha, onde no período de 21 dias a bordo do Capitânia da Esquadra, pudemos aprender e conhecer muito sobre o funcionamento e operação do maior e mais importante navio da Marinha do Brasil, somado ao expertise assimilado com a operação dentro de um Grupo Tarefa (GT).


Por Angelo Nicolaci - Jornalista, editor do GBN News, graduando em Relações Internacionais pela UCAM, especialista em geopolítica do oriente médio, leste europeu e América Latina, especialista em assuntos de defesa e segurança, membro da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN), Sociedade de Amigos da Marinha (SOAMAR), Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ) e Associação de Amigos do Museu Aeroespacial (AMAERO).


Agradecemos ao V.Alte Mello – comandante em chefe da Esquadra (ComemCh), Alte Kerr - ComDiv-1, C Alte Valicente - ComDiv-2, C.Alte Rohwer – ComForAerNav, Comte Giovani Corrêa – Comandante do PHM Atlântico, o departamento aéreo, CF Castelo, CC Rafael Peixoto, CC Munaretto, equipes do hangar, convoo, Torre, COC, ACR e todos envolvidos na ASPIRANTEX 2020, que nos receberam e apoiaram, tornando possível a realização desta matéria que abre a série que visa trazer ao nosso público um pouco mais sobre o trabalho e preparo de nossos homens e mulheres que defendem nossa “Amazônia Azul”.


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