sexta-feira, 29 de julho de 2016

Buscas ao piloto do AF-1 permanecem sem sucesso

Após terceiro dia de buscas, Marinha contínua a operação de buscas ao Capitão de Corveta Igor e a aeronave AF-1B N-1011 por ele pilotada e que encontram-se desaparecidos desde a colisão e queda no mar na tarde da última terça (26) durante exercícios de rotina.

Através de contato realizado com o Centro de Comunicação Social da Marinha do Brasil agora a noite (19:20) , atualizamos as informações disponíveis até o presente momento, onde as equipes seguem nas buscas após mais um dia sem sucesso na localização do aviador naval ou sua aeronave. Segundo nos foi informado, a Marinha do Brasil espera em breve emitir nova nota com mais detalhes sobre as buscas, informando que nenhum novo componente da aeronave foi localizado até o momento desta postagem.

A Marinha do Brasil nos informou que as buscas seguem ininterruptas e empregando todos os meios disponíveis para o sucesso da missão. A Marinha do Brasil e seus homens seguem com empenho afim de localizar e resgatar nosso aviador naval e os destroços da aeronave para que possam descobrir as causas do acidente.


Em breve traremos mais notícias na cobertura a operação de busca e resgate


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Menina reage a assalto com arma de choque e ladrão chama a polícia

Os passageiros de um ônibus em Curitiba, capital do Paraná, passaram por momentos tensão e um pouco inusitados. Um homem entrou no coletivo, anunciou o assalto e começou a roubar bolsas, celulares e carteiras. O que o ladrão não contava era que, entre as vítimas, estaria uma adolescente de 17 anos, que portava uma arma de choque. Ela reagiu e começou a eletrocutar o bandido. Segundo informações da polícia do Paraná, o ladrão se assustou e começou a gritar por socorro na janela do ônibus. 
O motorista viu a ação e parou o ônibus em frente a uma delegacia. O homem, de 23 anos, que já tinha passagens pela polícia por roubo e receptação, foi preso. A menina prestou depoimento acompanhada dos pais e foi liberada em seguida. De acordo com a polícia de Curitiba, o suspeito ficou revoltado e pediu a prisão da adolescente por agressão. 

Fonte: Estado de Minas

Bombardeio causa danos graves à única maternidade num raio de cem quilômetros

Um hospital maternidade na provincial de Idlib, no noroeste da Síria, foi atingido por um bombardeio nesta sexta-feira (29), segundo informou a organização Save the Children, que dá apoio ao local, relatando graves danos e mortes. A Anistia Internacional responsabilizou o governo sírio e seu aliado russo pelo ataque.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora a violência no país árabe em meio à guerra civil que já dura cinco anos, afirma que o bombardeio aéreo atingiu a maternidade e um edifício da Defesa Civil, numa região controlada pelos rebeldes. Mortes foram relatadas, mas o número de vítimas ainda não é conhecido.
A organização, citando fontes locais, afirmou ainda que um membro da organização jihadista Frente Al Nusra, que recentemente mudou seu nome para Frente Fateh al-Sham, foi morto no ataque. "Ele era o alvo. Ele foi visitar sua esposa que acabara de dar à luz quando ocorreu o bombardeio", disse o chefe do Observatório, Rami Abdel Rahman.
O hospital, localizado na cidade de Kafer Takhareem, é a única maternidade num raio de mais de cem quilômetros, com capacidade para atender cerca de 1,3 mil mulheres e crianças por mês. No mês passado, 340 bebês nasceram no local, segundo informou um porta-voz da Save the Children.
Em outra parte da província de Idlib, ataques aéreos mataram ao menos cinco pessoas, ferindo gravemente ao menos outras 25, informou o Observatório.

Fonte: Deutsche Welle

Nota do GBN: Uma verdadeira falta de responsabilidade e respeito tal ataque, é preciso que estes ataques que desrespeitam os direitos humanos sejam levados á julgamento em Haya, uma vez que hospital não deve jamais ser alvo de qualquer tipo de ataques.

Há formas mais eficazes de se eliminar um alvo do que um bombardeio, meios em terra podem muito bem neutralizar a liderança se implantados nos locais certos contando com apoio para extração imediata após o ataque, assim diminuindo o número de vítimas civis.

'Su-24 foi derrubado com apoio da OTAN'



Especialista fala em entrevista exclusiva à Sputnik sobre a participação da OTAN na derrubada do avião russo.

Willy Wimmer, ex-vice-presidente da Assembleia Parlamentar da OSCE, ex-secretário de Estado para os assuntos da Defesa da Alemanha e ex-deputado do Parlamento alemão da coalizão CDU/CSU, avançou, em uma entrevista para a Sputnik, a suspeita de que o avião russo Su-24 poderia ter sido abatido por um avião de combate turco com a ajuda da OTAN.
Respondendo à questão sobre tal suspeita, Willy Wimmer disse que, segundo as informações que possui, a derrubada foi levada a cabo com a ajuda de dois aviões AWACS (Sistema Aéreo de Alerta e Controle — inglês: Airborne Warning and Control System), um dos EUA e outro da Arábia Saudita.
Uma aeronave como o bombardeiro russo não pode ser simplesmente derrubada: é necessária a determinação exata do alvo. Ora isso só pode ser feito por aviões AWACS.
De acordo com Wimmer, o avião americano partiu de Chipre. O outro decolou de uma base na Arábia Saudita. Em caso de interceptação, a OTAN tem as suas próprias regras. Normalmente, os órgãos da aviação civil estabelecem contato com o avião intruso. Eles chamam a atenção do piloto para a infração ou exigem que faça pousar o avião. Se isso não for suficiente, as estruturas militares intervêm. Em tempo de paz, o máximo que elas podem fazer é forçar o piloto a pousar. Ora, o que aconteceu neste incidente não corresponde às regras internacionais. Eles abateram o avião russo porque queriam derrubá-lo.
Wimmer pressupõe que, por trás desta derrubada, poderá estar alguém que quisesse destruir as relações entre a Rússia e a Turquia.
Ao comentar o fato de que, na verdade, foi um piloto turco que derrubou o Su-24 russo, o político diz:"Agora a Turquia destaca que, entre os pilotos que tomaram a decisão de derrubar o avião e o governo turco há uma enorme distância. Dizendo que a decisão de atacar o avião foi da responsabilidade do piloto, o governo se demarca ao máximo das próprias Forças Armadas. Apenas resta supor que os pilotos saíram da base de Incirlik por sua própria vontade".
O jornalista da Sputnik lembrou que, inicialmente, o governo turco apoiou os pilotos, mas Wimmer sublinha que, politicamente, seria difícil dizer que tudo foi feito a pedido das autoridades turcas. Depois de tudo o que aconteceu até hoje, é mais fácil compreender algumas declarações de Erdogan.
Quanto à tentativa do golpe militar recentemente ocorrida na Turquia, Willy Wimmer também vê a mão dos EUA. "Na minha opinião, é perfeitamente compreensível que os Estados Unidos estejam colaborando com o exército turco. Portanto, é lógico que na Turquia tenha havido um golpe para não colocar em risco a política de Washington relativamente à Rússia.
Surge a questão sobre os motivos de Erdogan ao planejar visitar a Rússia logo depois do golpe. O especialista acredita que esta decisão foi tomada devido aos rumores de que Erdogan deve a sua vida às informações fornecidas pela Rússia. Obviamente, Erdogan quer primeiro visitar aqueles com quem pode colaborar e quem lhe salvou a vida, se isso for verdade.
Willy Wimmer considera que as relações entre a Turquia e os EUA estão tão tensas que não se sabe se se romperão ou não. "Estamos na Turquia e não é porque a Síria tenha atacado a Turquia. É porque a Turquia tem posto abertamente óleo no fogo da guerra civil síria. Erdogan está implicado no caos que reina na Síria e nós temos que lidar com centenas de milhares de vítimas. Isso significa que a Bundeswehr não protege um aliado e que a sua presença incentiva-o a continuar as suas ações agressivas contra o vizinho. Esta esquizofrenia é já parte integrante da OTAN.
Fonte: Sputnik News

Erdogan alfineta chefe da inteligência dos EUA: "Quem é você?"

Presidente da Turquia reage irritado às críticas americanas e sugere que Washington articulou a tentativa fracassada de golpe de Estado. Ancara rejeita rumores de que Exército turco está enfraquecido para combater o EI.
"Em vez de agradecer a esta nação que anulou o golpe em nome da democracia [...] você está se colocando do lado dos golpistas", bradou o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, nesta sexta-feira (29/07), em discurso irritado num quartel do esquadrão das forças especiais, em Ancara.
O presidente turco estava se referindo aos comentários feitos pelo diretor da Inteligência Nacional dos EUA, James Clapper, e pelo general Jospeh Votel, chefe do Comando Central dos EUA, que alertaram que muitos dos principais aliados de Washington dentro do governo turco foram destituídos ou presos.
"Nós certamente tínhamos relações com diversos líderes turcos, líderes militares, em particular. E por isso estou preocupado com qual será o impacto sobre essas relações, enquanto prosseguimos", disse Votel, na quinta-feira.
A Turquia prendeu quase a metade de seus 358 generais por cumplicidade na tentativa falhada de golpe de Estado de 15 de julho, forçando uma remodelação súbita no topo das organizações militares.
Votel e Clapper advertiram que esta remodelação de generais pode afetar a atual guerra contra o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI). É da base aérea de Incirlik, no sul da Turquia, que a coalizão liderada pelos Estados Unidos lança seus ataques aéreos contra a organização jihadista.
Reação irritada de Erdogan
Em resposta aos comentários de Votel, Erdogan reagiu com irritação: "Não cabe a você tomar esta decisão. Que é você? Conheça o seu lugar," disse o presidente turco, sugerindo ainda que os Estados Unidos poderiam estar por trás do golpe fracassado. "Meu povo sabe quem está por trás deste esquema. Eles sabem qual inteligência superior está por trás disso. E com declarações como estas vocês estão se revelando."
"O golpista já está em seu país, você já está alimentando-o", alfinetou Erdogan, em referência ao clérigo muçulmano Fethullah Gülen, exilado nos Estados Unidos e a quem a Turquia acusa de ser o mentor da tentativa do golpe de Estado de 15 de julho. Ancara pediu a extradição imediata de Gülen, enquanto Washington respondeu que devem ser respeitados os procedimentos legais.
Votel rejeita as recentes alegações
Também nesta sexta-feira, Votel rejeitou as acusações de autoridades turcas de que ele esteve pessoalmente envolvido na tentativa de golpe. "Qualquer relato de que eu tive alguma coisa a ver com a recente tentativa mal sucedida de golpe na Turquia é lamentável e completamente impreciso", disse.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, rejeitou rumores de que as conseqüências do golpe poderiam minar a luta contra o EI, garantindo à imprensa turca que as alegações eram "ridículas" e "infelizes". Cavusoglu disse que os militares presos "não são os únicos com capacidade de combater" o EI, acrescentando que as forças militares se tornarão mais eficientes com a remodelação.
Em decorrência à tentativa fracassada de golpe de Estado, a Turquia declarou estado de emergência. Mais de 18 mil pessoas foram detidas, quase 50 mil pessoas tiveram seus passaportes revogados e cerca de 66 mil pessoas foram suspensas de seus empregos no serviço civil.

Fonte: Deutsche Welle

EUA temem que operação humanitária da Rússia na Síria seja uma artimanha

Os Estados Unidos estão tentando determinar se o plano de uma operação humanitária da Rússia na Síria é sincero, disse o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, nesta sexta-feira, acrescentando que, se a ação se mostrar uma "artimanha", poderá arruinar a cooperação entre Moscou e Washington.
Os 250 mil civis presos há semanas em uma parte sitiada de Aleppo, cidade nas mãos dos rebeldes, têm se mantido distantes dos "corredores de segurança" que Moscou e Damasco prometeram para aqueles que tentam fugir do bastião mais importante da oposição no país.
Na quinta-feira o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, e seus aliados russos declararam uma operação humanitária conjunta na área sitiada, que bombardearam de panfletos pedindo que os combatentes se rendam e os civis partam.
A Organização das Nações Unidas (ONU) demonstrou apreensão com o plano, e autoridades dos EUA insinuaram que pode se tratar de uma tentativa de despovoar a cidade para que o Exército possa tomá-la. A oposição síria classificou a medida como um eufemismo para obrigar o deslocamento dos moradores e disse que seria um crime de guerra.
Aleppo, maior cidade da Síria antes da guerra, está dividida desde 2012 em setores do governo e dos rebeldes. Assumir seu controle seria a maior vitória para Assad em cinco anos de combates e demonstraria a mudança dramática a seu favor desde que os russos se uniram à luta ao lado de Damasco no ano passado.
Também seria uma humilhação para Kerry, que liderou uma iniciativa diplomática com Moscou cuja meta é permitir que os ex-inimigos da Guerra Fria cooperem contra os militantes islâmicos e restaurem um cessar-fogo para a guerra civil em geral que desmoronou em maio.
Indagado sobre a operação russa, Kerry disse que Washington ainda não tem certeza sobre a intenção de Moscou: "Tem o risco, se for uma artimanha, de desmontar completamente o nível de cooperação".
"Por outro lado, se formos capazes de resolvê-lo hoje e ter um entendimento completo do que está acontecendo e depois obter um acordo sobre o caminho a seguir, pode acabar criando algumas possibilidades", acrescentou.      

Kerry afirmou ter conversado com Moscou duas vezes nas últimas 24 horas buscando esclarecer o que os russos estão pretendendo.

Fonte: Reuters

Embraer KC-390 retorna de tour internacional

O primeiro protótipo do Embraer KC-390 retornou ao Brasil nesta quinta-feira (28) após completar sua primeira missão internacional, com duração de 23 dias. Nesse período, o jato acumulou 48 horas de voo e percorreu mais de 30.200 km pela África, Europa e Oriente Médio, além dos longos deslocamentos transatlânticos nas viagens de ida e volta.
O cargueiro militar da Embraer passou por Cabo Verde, Portugal, República Tcheca, Egito, Abu Dhabi e Malta. Além desse tour, o KC-390 também realizou sua estreia internacional no salão de Farnborough, na Inglaterra, um dos eventos mais importantes da aviação mundial.
A Embraer havia planejado 16 voos com o KC-390 durante a viagens e todos foram realizados sem imprevistos, inclusive em regiões onde a temperatura marca 45°. Segundo a fabricante, esse desempenho mostrou o elevado nível de maturidade do projeto e a total disponibilidade da aeronave para voo alcançada durante a missão.

“Essa foi uma excelente oportunidade para alguns clientes conhecerem de perto a aeronave e suas características inovadoras. O interesse que o KC-390 despertou na feira de Farnborough foi fantástico, sendo visitado por mais de 20 delegações internacionais”, disse Jackson Schneider, presidente da Embraer Defesa e Segurança.
Mais testes
O KC-390 acabou de voltar de viagem e já vai retornar ao programa de ensaios em voo, junto do segundo protótipo. De acordo com a Embraer, as duas aeronaves de teste acumulam mais de 400 horas de voo. A aeronave já realizou provas de lançamento de cargas e paraquedistas, além de testes com o sistema de reabastecimento aéreo.
A Embraer planeja concluir a campanha de certificação da aeronave no segundo semestre de 2017, com a primeira entrega programada para 2018. O cliente-lançador do KC-390 será a Força Aérea Brasileira (FAB), até o momento único comprador do modelo.

“A reação positiva dos potenciais clientes que pilotaram a aeronave foi motivo de grande orgulho para a empresa e seus funcionários, pois o avião demonstrou efetivamente sua versatilidade, adaptando-se totalmente às características particulares de cada operação. Estamos muito otimistas quanto ao sucesso do KC-390 nos próximos anos”, completou Schneider.
Além da Embraer, empresas da Argentina, Portugal e República Tcheca também participam de forma direta do desenvolvimento do KC-390. Esses países são potenciais compradores do cargueiro militar, apesar de nenhuma ainda ter apresentado um pedido oficial de compra – apenas documentos de “intenção de compra”.
Chile e Colômbia também firmaram acordos de intenção de compra do maior avião já desenvolvido no Brasil. Outros potenciais clientes podem ser as forças armadas de Itália e Suécia. A Embraer também ofereceu o KC-390 ao Canadá, que procura uma nova aeronave de busca e salvamento.

Fonte: Airway via Notimp

Itamaraty vai suspender emissão de passaporte diplomático para religiosos

O Ministério das Relações Exteriores vai suspender a concessão de novos passaportes diplomáticos para líderes religiosos. Esse tipo de documento, segundo o Itamaraty, dá vantagens para o portador, como acesso a filas separadas em aeroportos.
Em maio, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, renovou os passaportes diplomáticos concedidos ao pastor Samuel Cássio Ferreira, e a Keila Campos Costa Ferreira, mulher do religioso.
Esse tipo de documento também já havia sido concedido a líderes religiosos no governo da presidente afastada Dilma Rousseff.
Segundo o decreto 5.978 de 2006, o passaporte diplomático é concedido ao presidente da República, vice-presidente, governadores, funcionários da carreira de diplomata, em atividade e aposentados, oficiais de chancelaria, vice-cônsules em exercício, aos correios diplomáticos, aos adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores, aos militares em serviço em missões da Organização das Nações Unidas e de outros organismos internacionais, aos chefes de missões diplomáticas especiais e aos chefes de delegações em reuniões de caráter diplomático, parlamentares, ministros do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União, ao procurador-geral da República, aos subprocuradores-gerais do Ministério Público Federal e aos juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Judiciais ou Tribunais Internacionais Arbitrais.
De acordo com o decreto, mediante autorização do ministro das Relações Exteriores, é possível conceder passaporte diplomático às pessoas não mencionadas acima. Em 2011, uma portaria  determinou que a emissão do passaporte diplomático só será permitida quando houver uma solicitação formal e fundamentada por parte da autoridade máxima do órgão competente que o requerente integre ou represente.
Fonte: G1 Notícias

Helicóptero da PRF realiza pouso forçado no Palácio da Guanabara - RJ

No fim da tarde desta sexta (29) uma aeronave Bell 407, prefixo PT-YZK, da Polícia Rodoviária Federal realizou um pouso forçado no Palácio da Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro, após sofrer pane durante os procedimentos de pouso.

Nenhum dos três ocupantes sofreu ferimentos durante o pouso, porém a aeronave sofreu grandes danos, tendo danificado seriamente o rotor principal e partido a cauda da aeronave. As causas do acidente ainda não foram divulgadas e a equipe da CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) estará responsável pelas investigações.

Abaixo o leitor pode ver imagens da aeronave acidentada:




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Avião da Varig é restaurado e aberto para visitação em Porto Alegre

Porto Alegre tem uma nova atração para os amantes da aviação e para os saudosistas da extinta Viação Aérea Rio-Grandense, a Varig. A companhia, fundada em 1927, decretou falência em 2007, quando deixou de operar. Agora, uma aeronave DC-3 pode ser visitada pelo público na exposição "Varig Experience".

O DC-3 PP-ANU, também chamado de "Douglinhas" pelos pilotos, fez parte da frota da companhia até 1971. A aeronave está exposta no Boulevard Laçador (Avenida dos Estados, 111). No local, recepcionistas vestidos com uniformes de comissários de bordo orientam os visitantes.

O modelo do avião, que estava deteriorado em frente ao antigo Museu da Varig, no Aeroporto Internacional Salgado Filho, foi totalmente restaurado. O trabalho teve participação de antigos colaboradores da equipe de mecânica e de manutenção da Varig.
Após a 2ª Guerra Mundial, mais de 90% do tráfego aéreo era feito com este modelo de avião (Foto: Roberto Furtado/Divulgação)A visitação é gratuita e ocorre aos sábados e domingos, de 30 de julho até 28 de agosto, das 12h às 18h. É possível visitar também o interior da aeronave que tinha lotação máxima de 32 passageiros. A cabine de comando também pode ser conhecida.




 Varig Experience – Exposição do avião DC-3;

Onde: Boulevard Laçador – Avenida dos Estados, 111 – Porto Alegre;
Horário: sábados e domingos, de 30 de julho até 28 de agosto, das 12h às 18h;
Valor: grátis.

Sobre a aeronave DC-3 PP-ANU

O PP-ANU é tido como um dos primeiros DC-3 fabricados no mundo. O Douglas DC-3 é um avião bimotor para uso civil que marcou uma nova era na aviação e se tornou o símbolo de tudo o que era moderno. Poucos aviões tiveram tanto impacto no mundo. Revolucionou o transporte de passageiros nas décadas de 1930 e 1940, popularizando os voos domésticos nos Estados Unidos.

Após a Segunda Guerra Mundial, mais de 90% do tráfego aéreo era feito com este modelo de aeronave. Utilizava dois motores Pratt & Whitney de 14 cilindros, do tipo radial e refrigerado, desenvolvendo em média 270 km/h em voo de cruzeiro e 9 horas de autonomia. A lotação máxima era de 32 passageiros e a cabine de comando era formada por dois pilotos e um rádio-telegrafista, que opera estação de radiocomunicações.
Fonte: G1 Notícias

10 mentiras que seu professor de história contou e você sempre acreditou

“Se a versão é melhor do que os fatos, publique-se a versão.”
A icônica frase do filme de John Ford – O Homem que Matou o Facínora – foi dita em outro contexto, mas sua precisão em relação ao modo como a imprensa age tratou de torná-la famosa. Narrar um fato, seja ele jornalístico ou histórico, quase nunca é uma tarefa fácil. Em boa parte das vezes, é possível deparar-se com versões conflitantes. Em outras, uma espécie de “telefone sem fio” toma conta da história, e distingui-la da verdade torna-se quase impossível. Leve esta dificuldade para áreas onde o interesse em fomentar um espírito crítico é parte fundamental, como o ensino da História, e não é difícil imaginar que certos enganos não sejam tão inocentes assim.
Sherlock Holmes jamais disse “Elementar, meu caro Watson” nos livros escritos por Conan Doyle. Maria Antonieta por sua vez não foi a autora da infame frase “Pois que comam brioches”, em resposta à ausência de pão na França pré-revolução. Seja por que a frase dita por William Gillete em sua apresentação teatral conseguiu sintetizar perfeitamente a relação entre Sherlock e seu parceiro Watson, ou por que interessava aos revolucionários franceses passar a imagem de uma rainha distante do povo e pouco preocupada com eles, ambas as máximas tornaram-se hoje quase indistinguíveis da realidade a que pertencem.
No entanto, nenhum dos pecados que cometemos ao analisar a história, nem mesmo nossa constante tentação de enquadrá-la num imaginário que pertence à modernidade, se equipara à ideia hollywoodiana de que podemos reduzir a história sempre a dois lados, o dos mocinhos e o dos vilões. Tão complexo quanto os próprios seres humanos que participam da narrativa, o contexto histórico é, quase sempre, ignorado.
Sob o título de “história crítica”, estas novas versões, ou versões parciais da história, tomam as salas de aula. Abaixo, selecionamos 10 exemplos de como a história pode ser contada visando muito mais do que o simples aprendizado.

1. O VELHO OESTE NÃO ERA TÃO VIOLENTO QUANTO OS FILMES DÃO A ENTENDER.

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A imagem de conflitos e duelos constantes é provavelmente a imagem mais difundida sobre o oeste americano no século XIX, o chamado “Velho Oeste”. A ideia parece simples: durante a migração americana em direção ao Oeste, o número de pessoas portando armas era bastante alto, ao mesmo tempo em que a presença de forças policiais ou do próprio sistema judiciário, quase mínimo. Bandidos como Billy the Kid deitavam e rolavam em um pedaço quase anárquico dos Estados Unidos.
A realidade dos números, porém, mostra que a fama de pessoas como Billy não era tão justificada assim. Quando a fonte para os crimes do bandido não é ele próprio, o número de suas vítimas se limita a apenas 4, longe das dezenas que ele encorajava que se propagasse.
Não é difícil entender por que a fama dos bravos e valentes habitantes do Velho Oeste chegou onde chegou. A quem interessaria, por exemplo, retratar um filme onde a vítima de um crime denunciaria o agressor por meio de uma carta escrita a um jornal ou fazendo uma queixa à polícia? Como cidades pequenas na região conseguiriam atrair aventureiros sem exagerar em seus contos e causos? Imagine você ter de contar a realidade sobre o quão precárias eram as armas fabricadas na época (o que tornava quase irrelevante a velocidade do saque do revólver)?
Quantas mortes você acredita terem ocorrido na mais violenta cidade do Oeste americano em 1 ano? Cem? Pouco mais do que isso? Muito longe disso. Cidades como Tombstone não registraram nunca um número maior do que 5 mortes. Na média, a taxa de homicídios na região não era muito distinta da atual.
Pela média de 1,5 homicídios por 100 mil habitantes, registrada na mesma Tombstone, você teria ao menos 20 vezes mais chances de ser assassinado na Porto Alegre de 2016, e quase 50 vezes mais chances em Fortaleza hoje, do que no anárquico velho Oeste.

2. WILLIAM WALLACE NÃO ERA UM PLEBEU E JAMAIS USOU KILT.

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O revolucionário escocês William Wallace, interpretado nos cinemas por Mel Gibson, tornou-se sinônimo de valentia e resistência contra os invasores britânicos que teimavam em dominar a Escócia. Em Hollywood, Wallace virou um símbolo de liberdade.
Para apimentar a história, o revolucionário é constantemente citado como um plebeu, ou um fazendeiro extremamente humilde, cujo respeito de seus compatriotas veio por meio da valentia em campo de batalha. A realidade, no entanto, é um pouco diferente: Wallace era um dos nobres da região, possuindo terras, e portanto servos.
Para piorar – ou não – a situação, o tradicional saiote escocês só viria a ser inventado séculos após a luta de Wallace. A famosa cena do filme em que os guerreiros escoceses mostram a bunda para os ingleses é tão ou mais improvável do que a história de um revolucionário clássico, daqueles que ascendem apenas pelas idéias e valentia.

3. CUBA NÃO ERA UM PAÍS MISERÁVEL ANTES DA REVOLUÇÃO.

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Fulgêncio Batista em pouco se diferenciava de outros ditadores, tão comuns na América Latina. Tinha pouca ou nenhuma vontade de realmente fazer o seu país se desenvolver. Estava mais interessado em lucrar com o poder, custasse o que custasse. Em um caso pitoresco, Fulgêncio recebeu da companhia americana AT&T um telefone de ouro para celebrar um acordo que traria a empresa para operar em Cuba.
As relações entre Estados Unidos e Cuba nesse tempo foram quase sempre bastante próximas. Partiu dos Estados Unidos, por exemplo, a iniciativa de combater o domínio espanhol sobre a ilha do Caribe. Para os EUA, o domínio de um país europeu sobre um país latino-americano contrariava a noção de que deveriam ser eles, e não os europeus, a grande nação a influenciar a região.
Ao contrário do que se tornou comum pensar, porém, Cuba não era um destino abandonado e utilizado como um “cabaré” americano. Por décadas a relação entre ambos os países se estreitou, e bilhões de dólares em investimento americano foram despejados no país, ajudando a construir inúmeras usinas de açúcar – o que colaborou para fazer de Cuba um dos 3 países mais ricos do continente. A renda per capita de um cubano equivalia em 1959 a US$ 11,3 mil dólares em valores atualizados, quase 10% maior do que a renda atual, e semelhante à renda de um britânico no mesmo período.
O país era o quinto do mundo em número de televisões per capita. A maior taxa de telefones da América Latina (2,6 por 100 habitantes), a segunda maior taxa de veículos, atrás apenas da Venezuela, e números de mortalidade infantil menores do que os registrados nos Estados Unidos e Canadá. Ainda em 1958, o país registrava o 8º maior salário industrial do mundo.
Durante o período da revolução, os Estados Unidos não mais apoiavam o governo de Fulgêncio, fato que levou Fidel a tentar apoio dos próprios americanos para sua revolução. Foi apenas em 1961 que Cuba alinhou-se à União Soviética.

4. BIN LADEN NÃO FOI O PRIMEIRO TERRORISTA A ATACAR OS EUA EM SEU TERRITÓRIO.

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Depois de passar por duas guerras mundiais sem ter de enfrentar inimigos no próprio território, os Estados Unidos são constantemente considerados como um dos poucos países na história a não ter encarado adversários bélicos dentro de suas fronteiras. Este seria, segundo alguns, um dos motivos pelos quais o ataque orquestrado pela Al-Qaeda provocou tamanho impacto. Nem mesmo Hitler conseguiu causar tantos danos quanto Bin Laden.
Nos quase três séculos de história americana, porém, em outros 3 momentos o país sofreu ataques externos. No primeiro e mais antigo, a sede do governo, a Casa Branca, chegou a ser incendiada, quando britânicos tomaram Washington na guerra de 1812. Na segunda vez, em 1916, Pancho Villa cruzou a fronteira entre o México com os EUA para atacar a cidade de Columbus. Por último, há o ataque a Pearl Harbor, durante a Segunda Guerra Mundial, onde japoneses atacaram a base militar americana com o intuito de destruir a frota do pacífico.

Pancho Villa, o revolucionário mexicano, chegou a trabalhar como ator em Hollywood, onde interpretou a si mesmo. Villa vendeu os direitos autorais de seus filmes para financiar parte de suas batalhas na revolução mexicana (o filme original gravado com Villa foi refilmado em 2003, tendo Antonio Banderas no papel principal).

5. OS PAÍSES NÃO SÃO RICOS PORQUE TIVERAM COLÔNIAS OU POBRES PORQUE FORAM EXPLORADOS.

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Tentar descobrir a causa da riqueza das nações foi o que fez Adam Smith ficar conhecido como “pai da economia”. Para Smith, um país enriquece não pelo acúmulo de ouro e prata, mas pela divisão do trabalho dentro da economia. Sua defesa tinha um ponto claro: combater o mercantilismo e suas idéias de que um país seria rico apenas exportando e acumulando ouro.
Ainda hoje, estas ideias são bastantes comuns. É muito provável que você já tenha ouvido que os ingleses são ricos graças ao ouro brasileiro, ou coisas do tipo. Na realidade, no entanto, o lucro que os ingleses obtiveram com o ouro brasileiro foi bem diferente daquilo que comumente se pensa. Para acabar com o ouro, os ingleses não precisaram roubá-lo, e nem mesmo minerá-lo no Brasil. Bastou que desenvolvessem uma manufatura capaz de produzir aquilo que os portugueses desejam comprar.
Aqueles que exploravam o ouro no Brasil tornaram-se pobres em pouco tempo, pois não produziam por meio do trabalho a riqueza. Não foram construídas fábricas em Portugal com o ouro obtido por aqui.
Não restam dúvidas de que o colonialismo europeu tenha feito a África ter dificuldades para se desenvolver, mas a forma como isso ocorreu vai além de uma análise simples de que “riquezas foram roubadas”. O grande entrave gerado pela colonização européia foi aumentar conflitos políticos locais e impedir que instituições verdadeiramente livres se desenvolvessem nestes países.
Países como Suécia ou Suíça não tiveram colônias. Outros como a Dinamarca colonizaram apenas locais inóspitos como a Groenlândia. Na Etiópia, por sua vez, não houveram colônias – a monarquia perdurou até o final da década de 60, quando o país sofreu uma revolução comunista. Ainda assim, mesmo sem esse passado, ainda é um país pobre. No caso de Botswana, por exemplo, houve o efeito contrário: mesmo tendo sido colônia, o país acabou desenvolvendo instituições sólidas, capaz de resistir à tentação das inúmeras ditaduras que assolaram o continente africano.

6. O ESCALPELAMENTO NÃO FOI INVENTADO PELOS ÍNDIOS AMERICANOS.

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A luta americana contra os índios nativos é constantemente tema de livros e filmes. O massacre promovido por generais no intuito de “pacificar” territórios é mais do que conhecido. Ao contrário da América Central e da América do Sul, onde doenças fizeram parte do trabalho de exterminar os povos indígenas, nos Estados Unidos esta tarefa coube quase exclusivamente ao exército.
Para colaborar com a imagem de selvagens atribuída aos índios, a ideia de que eles eram responsáveis por cortar o escalpo de suas vítimas (retirar o couro cabeludo) se espalhou rapidamente. O problema com esta história é justamente a inversão que ela carrega. Cortar o escalpo foi uma tradição introduzida inicialmente por franceses, seguida por holandeses, mexicanos e americanos. O motivo era simples: com o escalpo indígena em mãos, um soldado poderia provar que matou de fato um indígena, e assim receber alguma recompensa.

7. A ESCRAVIDÃO NA ÁFRICA NÃO FOI IMPOSTA PELO IMPERIALISMO EUROPEU.

Ao longo dos séculos, poucas práticas configuraram-se tão mortíferas quanto a escravidão. Condições degradantes e desumanas foram impostas a centenas de milhões de seres humanos, por inúmeros países. Se na Europa a escravidão era guardada aos tempos antigos e períodos de guerra (como os escravos de Roma, por exemplo), na África a prática manteve-se por muito mais tempo.
Quando se aventuraram no mar e começaram a invadir outras terras, países como Portugal estabeleceram bases comerciais em determinados países africanos. Por meio destas bases, milhões de negros foram levados em direção ao novo mundo – o continente americano.
Ao contrário do que se pensa, porém, capturar os escravos não era uma tarefa feita por portugueses, mas por outros africanos. Capturar e vender povos inimigos como escravos era algo bastante comum no continente africano, muito antes de os europeus pensarem nesta ideia.
Ao contrário do tráfico de escravos para o Atlântico, o tráfico para o oriente não era feito em navios, mas em caravanas. Milhões de indivíduos eram sequestrados em suas aldeias e forçados a caminhar em direção ao Oriente Médio. Apenas nesta rota, 18 milhões de pessoas morreram, contra 8 milhões dos mortos na travessia do Atlântico.
Sob o sol escaldante do Saara, os povos árabes levavam milhões de africanos para servirem como escravos em seus países, sempre com a benção de reis e chefes locais.
Nem Ford, nem Rockefeller. O homem mais rico da história é um africano, Mansa Musa, imperador do Mali. Muçulmano, Mansa fez sua peregrinação a Meca em 1324, levando consigo uma comitiva que incluía 60 mil homens e 12 mil escravos. Na comitiva, iam ainda 80 camelos carregados com 50 kg de pó de ouro cada, algo que foi distribuído pelas cidades onde o imperador passou.
A riqueza de Mansa, estimada hoje em US$ 400 bilhões, teve como base a exploração de ouro no continente, mas especialmente o tráfico de escravos para o oriente.

8. NÃO HAVIA PRESOS POLÍTICOS NA BASTILHA DURANTE A REVOLUÇÃO FRANCESA.

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A Bastilha, antiga prisão política no centro de Paris, é usualmente reconhecida como um dos maiores símbolos do regime absolutista derrubado pela revolução. A data de tomada da prisão é considerada ainda hoje como a data oficial da Revolução Francesa, o 14 de julho de 1789.
Segundo a versão mais comum, a tomada da prisão representaria o fim da perseguição política promovida pelo imperador. Só há um problema com esta história: não havia de fato presos políticos na época em que a prisão foi tomada. Apenas oito prisioneiros estavam no local, a maioria por crimes de honra (como matar alguém em um duelo). Dentre eles, o Marquês de Sade.
Na Bastilha, porém, estava o estoque de pólvora detido pelo imperador, que deveria suprir as tropas enviadas do interior para conter a rebelião na capital. Sua tomada foi, portanto, muito mais relevante militarmente do que politicamente. Apesar de não existir mais hoje, o prédio da antiga prisão ainda persiste como marco histórico francês.

9. MARCO POLO NÃO FOI O RESPONSÁVEL POR LEVAR A MASSA ATÉ A ITÁLIA.

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Marco Polo foi um dos mais conhecidos aventureiros em toda a história. Filho de um mercador, conviveu durante anos na corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan. Por lá, aprendeu inúmeros costumes e tradições chinesas, uma vez que Kublai, o “imperador chinês”, construiu sua capital em território chinês (Kublai foi o primeiro a conseguir unificar a China, antes dividida em três impérios).
Em suas mais de duas décadas viajando sob ordens de Kublai, Marco percorreu quase 25 mil km’s, além de dezenas de nações distintas. Já no retorno a Veneza, relatou suas viagens em um livro que lhe tornou conhecido posteriormente.
Dentre aquilo que é atribuído a Marco Polo, porém, a introdução do macarrão na Itália é considerado um “exagero”, uma vez que a massa já era conhecida no país séculos antes, em função dos fenícios.
Durante séculos, chineses foram responsáveis por criar boa parte das inovações até então conhecidas. O arado (atribuído erroneamente aos ingleses), o papel, a moeda, a pólvora. Daí a importância atribuída aos relatos de Marco, considerado o maior explorador da idade antiga.

10. CRISTÓVÃO COLOMBO NÃO DESCOBRIU A AMÉRICA, E NEM PEDRO ÁLVARES CABRAL, O BRASIL.

Cristóvão Colombo com o globo terrestre.idealizando o seu projeto
Sob o comando de três navios, Cristóvão Colombo aportou no Caribe em 12 de outubro de 1492. Esta, segundo a história oficial, foi a primeira vez que povos do continente americano fizeram contato com povos europeus.
Segundo o próprio Colombo, no entanto, a descoberta não teria sido uma novidade. Para ele, que não havia se dado conta de ter chegado em um novo continente, sua embarcação havia aportado em um local anteriormente descrito por Marco Polo. Segundo especulações, quase dois séculos antes de Colombo, Polo teria desembarcado no continente americano. Para outros autores, no entanto, a descoberta estaria a cargo dos chineses, que em 1421 empreenderam uma grande expedição ao redor do mundo, em navios dezenas de vezes maiores que as caravelas portuguesas.
Relatos de exploradores nórdicos, como o islandês Leif Ericson, mostram que os vikings estiveram no continente americano quase cinco séculos antes de Colombo.
No Brasil, a história ainda fica “dentro de casa” para os portugueses. Segundo sabe-se hoje, dois anos antes de Cabral chegar por aqui, o explorador Duarte Pereira Pacheco teria explorado a foz do rio Amazonas, além do Estado do Maranhão. Para evitar conflitos com a coroa espanhola, porém, os portugueses mantiveram a história em segredo. Em outros relatos, o explorador espanhol Vicente Pinzon teria chegado ao Ceará três meses antes de Cabral, em janeiro de 1500, portanto.

Fonte: Spotniks