sexta-feira, 20 de julho de 2018

Marinha realizará cerimônia em memória aos mortos da Marinha em guerra

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A Marinha do Brasil realizará, às 16h desta sexta-feira (20 de julho), a cerimônia em memória aos mortos da Marinha em guerra. O evento, que acontecerá no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, tem como objetivo homenagear os feitos dos integrantes da Marinha Mercante e os combatentes da Marinha do Brasil que pereceram no mar em estrito cumprimento do dever.


O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira presidirá a solenidade, que contará com a presença do presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante, Capitão de Longo Curso Álvaro José de Almeida Júnior.

No decorrer da cerimônia, o Destacamento de Honras Fúnebres realizará três descargas de fuzilaria e haverá, ainda, uma homenagem a bordo do Aviso de Patrulha “Albacora”, com a presença de ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e com o lançamento de flores ao mar. 

O GBN News estará presente na figura de seu editor Angelo Nicolaci, homenageando os Heróis de nosso país.


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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Saab vai fornecer mais sistemas AT4 ao exército dos EUA

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Segundo divulgado pela SAAB, a empresa sueca recebeu uma nova encomenda do US Army para fornecer o sistema de armas anti-blindagem AT4CS RS (Espaço Confinado Reduzido de Sensibilidade, da sigla em inglês). O valor do pedido é de aproximadamente 50 milhões de dólares (426 milhões de coras suecas). O pedido foi realizado durante o segundo trimestre de 2018.

A Saab recebeu um contrato de ID/IQ (sigla em inglês para entrega indefinida/quantidade indefinida) para o sistema AT4CS RS em 2008. Este pedido é um acréscimo a uma encomenda de entrega recebida em 2017. Esse pedido foi avaliado em 13,4 milhões de dólares.

O AT4CS RS é um sistema de armas pré-carregado disparado do ombro, totalmente descartável, com uma ogiva de carga especialmente desenvolvida com formato único, que proporciona excelente efeito pós-penetração no alvo. Ele pesa menos de 8 kg e tem um alcance efetivo de 20 a 300 metros.

“Este pedido demonstra a crença forte e contínua do cliente no sistema AT4”, diz Görgen Johansson, vice-presidente sênior e chefe da área de negócios de Dynamics da Saab.

"Estamos orgulhosos de continuar a fornecer esta ferramenta reconhecida e eficaz para os combatentes dos EUA", diz Michael Andersson, presidente e CEO da Saab North America, Inc.

Desde 1987, a Saab já entregou mais de 600.000 unidades do AT4, diretamente ou sob licença, para as forças armadas dos EUA. A arma tem sido continuamente atualizada desde então para fornecer uma capacidade e um efeito ainda maiores para o usuário. As versões mais recentes atualmente em desenvolvimento oferecerão alcances ainda maiores e flexibilidade adicional.


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Galvanização a fogo pintado pode reduzir custos na indústria naval

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O aço desprotegido, com o passar do tempo pode ser deteriorado, principalmente devido a fatores ambientais como o ar e a umidade, além da atmosfera industrial desfavorável. Como solução é utilizado o processo de galvanização: aplicação do revestimento de zinco em estruturas de aço. No Brasil, é empregado na indústria automobilística, setores elétricos, de telecomunicações, pólos petroquímicos e construção civil, como nos postes de iluminação, defensas metálicas nas estradas e no setor naval, nas estruturas dos estaleiros para reparos ou manutenção dos navios e os guarda corpos em plataformas petrolíferas.

A alternativa de proteção à corrosão tem como objetivo prolongar a vida útil das peças, fornecendo uma barreira entre o aço e a atmosfera, evitando a formação de óxido de ferro na superfície do aço, resultando em um baixo custo de manutenção. Dependendo da finalidade, o processo a fogo pintado, imersão a quente e pintura das peças e estruturas metálicas é a solução mais eficaz.

Ricardo Suplicy Goes, gerente executivo do Instituto de Metais Não Ferrosos (ICZ), afirma que, para a indústria naval, a galvanização a fogo é a mais eficiente e pode duplicar a vida útil do aço. Os cloretos presentes no mar e a própria maresia tornam o ambiente altamente agressivo. "Para o setor, recomenda-se esse processo, pois gera a melhor proteção possível. O zinco tem uma sinergia muito forte com a tinta. Em um local que não seja tão corrosivo, a vida útil pode aumentar em até cinco vezes. São dados técnicos, muitas vezes desconhecidos e não utilizados pelo mercado. É importante levar essa consciência de como se obter o melhor desempenho com aço galvanizado e aço galvanizado pintado", afirma.

Por ano, o consumo de aço por habitante no Brasil é de aproximadamente 98 quilos e de aço galvanizado a fogo é entre 1,5 a 2 quilos. Goes ressalta que esses números demonstram o campo de oportunidades para que o procedimento cresça no País. "A técnica também atende ao tripé da sustentabilidade: a parte social (já que garante a segurança das estruturas evitando acidente, caso o aço seja corroído), o viés econômico (reduz o custo de manutenção e ciclo de vida do projeto) e o ambiental (tanto o aço como o zinco são 100% recicláveis)".

No setor naval brasileiro, ainda não existe um grande case de sucesso da utilização da galvanização a fogo. Por esse motivo, o ICZ espera disseminar o uso da tecnologia no País por meio de palestras e pesquisas. Uma delas, foi o ensaio de corpos de provas realizado entre 2014 a 2016, em parceria com a Petrobras, em um pólo petroquímico na praia de Atalaia, Aracaju. Foram expostos aço carbono puro, aço galvanizado a fogo, aço galvanizado a fogo pintado e aço carbono só pintado.

Durante um ano foi elaborado um relatório completo e o resultado divulgado no início de 2018 será apresentado com mais detalhes no dia 14 de agosto, às 17h10 em uma das palestras gratuitas que fazem parte da programação da 15ª edição da Marintec South America, que acontece de 14 a 16 de agosto, das 13 às 20 horas, no Centro de Convenções Sul-América, Rio de Janeiro (RJ).

"O foco da palestra é levar o conhecimento a engenheiros e usuários finais, de como proteger o aço contra a corrosão principalmente em ambientes agressivos. Para nós é muito importante a participação na Marintec. Teremos no mesmo momento os maiores formadores de opinião e os grandes players da indústria naval. Para o instituto é a possibilidade de atingir esses públicos ao mesmo tempo, além de aumentar o networking e ampliar as oportunidades comerciais  dos associados do ICZ", conclui.


Sobre a Marintec South America - www.marintecsa.com.br
A Marintec South America é a principal plataforma de negócios para alavancar inovações e conectar-se com a comunidade marítima da América do Sul. Ponto de encontro desta indústria, reúne armadores, estaleiros, fabricantes e fornecedores, nacionais e internacionais, em prol do aumento da produtividade, da qualificação profissional, do fomento de novas tecnologias, de investimentos e da demanda e oferta para toda a cadeia. Na última edição realizada reuniu mais de 100 expositores de 7 países e contou com a circulação de 5.500 mil profissionais. A 15ª edição em 2018, acontece de 14 a 16 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ). A Marintec South America é organizada pela UBM, que em junho de 2018 associada com a Informa PLC se tornou o grupo líder em serviços de informação B2B e o maior organizador de eventos do B2B no mundo. Para saber mais e para as últimas notícias e informações, visite:www.ubmbrazil.com.br e www.informa.com

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Navio-Escola “Brasil” realizará a XXXII Viagem de Instrução de Guardas-Marinha

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No próximo domingo, 22 de julho, o Navio-Escola “Brasil” (U-27) desatracará da Base Naval do Rio de Janeiro para realizar a XXXII Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (VIGM). A comissão tem como propósito complementar a formação dos novos oficiais da Marinha do Brasil, tendo ênfase na experiência prática dos conhecimentos teóricos adquiridos pelos militares na Escola Naval durante o ciclo escolar, contribuindo para aprimorar a formação cultural dos futuros Oficiais da Marinha do Brasil (MB) e representar o País e a Marinha nos portos visitados, promovendo o estreitamento dos laços de amizade com as nações amigas. Durante a VIGM, serão ministradas aulas práticas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias e administração naval, realizando, dessa forma, uma importante fase de adaptação à vida de bordo.

Ao término da viagem, os Guardas-Marinha (GM) serão nomeados Segundos-Tenentes e serão distribuídos pelas diversas Organizações Militares (OMs) da Marinha no território nacional, respeitando as especificidades de suas qualificações. Aqueles pertencentes ao Corpo da Armada embarcarão nos navios da Marinha; os integrantes do Corpo de Fuzileiros Navais serão designados para os diversos Batalhões e Companhias Independentes; e os componentes do Corpo de Intendentes da Marinha serão designados para servir a bordo de navios ou unidades de Fuzileiros Navais.

Dos 208 Guardas-Marinha integrantes da Turma “Almirante Gastão Motta”, doze são militares do sexo feminino, todas do Corpo de Intendentes da Marinha, sendo as primeiras mulheres a concluir o ciclo escolar, e sete são estrangeiros, representantes de Angola, Líbano, Namíbia, Nigéria e Senegal, que cursaram a Escola Naval. Também realizarão a viagem jovens oficiais convidados das Marinhas amigas da Argentina, Bolívia, Chile, Estados Unidos da América, França, México, Paraguai, Portugal e Reino Unido, além de representantes do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira e da Marinha Mercante Brasileira.

O roteiro da XXXII VIGM contempla quinze portos em dez países, com regresso ao Brasil planejado para dezembro de 2018. Serão visitadas as cidades de Natal, Belém e Fortaleza (Brasil), Las Palmas e Valência (Espanha), Toulon e Rouen (França), Pireu (Grécia), Gênova (Itália), Lisboa (Portugal), Londres (Inglaterra), Hamburgo (Alemanha), Baltimore e Miami (Estados Unidos da América) e Cartagena (Colômbia).

O Navio-Escola “Brasil” (U-27) foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a partir do projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval, ambos órgãos da MB, utilizando o projeto do casco das Fragatas Classe “NITERÓI”. Sua construção foi iniciada em setembro de 1981, após dois anos, no dia 23 de setembro de 1983, o navio foi lançado ao mar. Foi incorporado à Marinha em 21 de agosto de 1986, substituindo o Navio-Escola “Custódio de Mello”O índice médio de nacionalização atingido ao final da construção foi de 60%.

O Navio-Escola “Brasil” é equipado com modernos sistemas, a maioria deles desenvolvidos pela MB e por empresas nacionais, destacando-se o Sistema de Simulação Tática e Treinamento (SSTT), importante recurso instrucional de operações navais para os GM; o Centro de Integração de Sensores para Navegação Eletrônica (CISNE); o Sistema de Controle de Avarias (SCAv) e o Sistema de Controle e Monitoramento da Propulsão (SCMP).

Um pouco de História Naval...

Durante o século XIX, diversos navios de guerra foram eventualmente utilizados para instrução de futuros Oficiais, os Guardas-Marinha. Desde pequenos navios que realizavam cruzeiros de poucos dias no litoral brasileiro, como o Patacho Aprendiz-Marinheiro, até grandes veleiros equipados com máquinas a vapor que chegaram a realizar viagens de circunavegação, como a Corveta Vital de Oliveira, em 1879, e o Cruzador Almirante Barroso, em 1888. O primeiro concebido, desde o início, como um navio-escola foi o Cruzador Benjamim Constant, um navio equipado como ferramenta de ensino prático para realizar longas viagens oceânicas com os Guardas-Marinha, que terminavam o aprendizado teórico na Escola Naval. Construído pelo estaleiro francês Société Nouvelle des Forges et Chantiers de la Méditerranée, entre 1891 e 1894, esse grande veleiro de três mastros, com 74 metros de comprimento e quase três mil toneladas de deslocamento, conduziu inúmeras turmas de Guardas-Marinha e Aprendizes-Marinheiros em cruzeiros de instrução pelo litoral brasileiro e por águas internacionais a partir de 1895.


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Com Centro de Comunicação Social da Marinha do Brasil
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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Airbus/Bombardier fecha venda de 60 aeronaves A220 estimada em 5,4 bilhões

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O Farnborough Air Show 2018, um dos eventos mais importantes no calendário global da aviação, nesta edição tem sido palco de uma acalorada disputa pelo segmento de aeronaves até 150 assentos. Após a Embraer anunciar cerca de 15 bilhões de dólares e uma carteira potencial para 300 aeronaves, foi a vez da Airbus/Bombardier anunciar mais um contrato bilionário para sua linha de aeronaves A220, um negócio estimado em 5,4 bilhões de dólares,  para um pedido de mais 60 aeronaves Airbus A220, como agora são conhecidas as aeronaves C-Series da Bombardier. 

O Memorando de Entendimento entre a Airbus e o novo cliente prevê 60 aeronaves Airbus A220-300, que deverão ser entregues a partir de 2021. O acordo avaliado em 5,4 bilhões de dólares é o segundo da aposta da Airbus na linha de aeronaves canadense da Bombardier.


David Neeleman
Fotógrafo: Jonathan Alcorn / Bloomberg

A gigante européia chegou ao segundo acordo para 60 aeronaves A220 em uma semana. Após a venda para norte americana JetBlue de 60 aeronaves A220-300 com opção para outras 60, foi a vez de uma nova companhia, apoiada por um grupo de investidores experientes liderados por David Neeleman, fundador da JetBlue, sócio na portuguesa TAP e acionista controlador da companhia aérea brasileira Azul Linhas Aéreas.
Os dois acordos reforçam os esforços da Airbus para inserir no mercado a aeronave de corredor único antes conhecida como C-Series C da Bombardier. Neeleman disse que usaria o conforto e o longo alcance da aeronave para despontar no mercado norte-americano, hoje dominado por quatro grandes companhias aéreas.
"Esses caras não crescem há muito tempo", disse,“Muitas regiões são carentes e as tarifas são muito altas. Há bolsões de oportunidade em todos os lugares. Globalmente, o combustível está caro, mas eu tenho uma aeronave muito eficiente em termos de consumo”.
“O A220 nos permitirá atender a rotas menos densas sem comprometer o custo, especialmente em voo de longos. Com as entregas iniciadas em 2021, teremos muito tempo para montar uma equipe de gerenciamento de nível mundial e outro modelo de negócios vencedor.” 

“A decisão da startup americana optar pelo A220 como plataforma para lançar seu novo modelo de negócios é uma prova do apelo ao passageiro e a economia operacional dessa aeronave." segundo Eric Schulz, diretor comercial da Airbus.

A linha de aeronaves C-Series agora denominado A-220, iniciou após a aquisição pela Airbus de 51% do programa C-Series da Bombardier no ano passado, fato que consumado enquanto a Bombardier estava em meio a uma guerra comercial com a Boeing. O programa agora opera sob um acordo de parceria entre a Airbus, Bombardier e o Investment Québec, conhecido como CSALP. 

"A Airbus vai desafiar todos os fornecedores a reduzir os custos em 20%", disse o chefe da Bombardier, Michael Ryan, à BBC durante o Farnborough Air Show, acrescentando que a economia pode ser alcançada através da revisão das despesas gerais e a eficiência dos processos, embora ele tenha se recusado a descartar mais perdas. No entanto, Phillipe Balduchhi, executivo da Airbus nomeado para chefiar o novo empreendimento, disse que ficaria "muito surpreso" se o corte de funcionários fosse parte de um plano para cortar custos. "Quanto mais nós vendemos, melhor é para todos os fornecedores", disse Balduchhi. 

O acordo aumenta a aposta na disputa entre a Airbus e a Boeing no lucrativo mercado de aeronaves de corredor único. Menos de uma semana após a Airbus fechar o acordo com a Bombardier, a Boeing partiu para tentar um acordo com a brasileira Embraer, buscando unir forças para disputar esse promissor mercado para aeronaves até 150 assentos.
A Airbus estima que sua aeronave possa garantir pelo menos metade do mercado de aeronaves para 100 a 150 assentos nos próximos 20 anos, um mercado estimado em 3.000 aeronaves a ser disputado, excluindo o A319.
A Bombardier, que detém uma participação minoritária no programa A220, gastou mais de 6 bilhões de dólares no desenvolvimento da C-Series, equipando a aeronave com motores econômicos, grandes janelas e um assento intermediário mais amplo que o normal. Mas o programa demorou mais de dois anos para sair da prancheta e custou cerca de 2 bilhões de dólares acima do orçamento previsto.

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com agências


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Boeing e Embraer estudam Joint Venture no setor de defesa

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A norte americana Boeing já estuda uma joint venture com a Embraer que resultaria na possível colaboração no desenvolvimento de atualizações e modificações do KC-390, mostrando o interesse da norte americana na linha de defesa da "gigante" Brasileira.
No último dia 5 de julho, a Embraer e a Boeing anunciaram planos para conceber uma joint venture que seria voltada ao desenvolvimento de novos mercados e aplicações para os produtos e serviços de defesa do portfólio brasileiro, a qual teria maior ênfase no novo cargueiro desenvolvido em São José dos Campos, o que mostra o inegável potencial do KC-390 .
Os detalhes do acordo ainda não foram divulgados, o qual ainda se encontra em negociação, mas ao que tudo indica pode ser mais amplo, tendo em vista o crescente interesse norte americano também pelo segmento de defesa da empresa brasileira, o qual conta com o bem sucedido A-29 "Super Tucano" e em breve deve despontar as vendas do "KC-390, aeronave com grande potencial no mercado hoje dominado pelo turboélice C-130 "Hércules" da norte americana Lockheed Martin.
O foco continuaria sendo a colaboração nas vendas e no marketing do KC-390, mas também pode incluir a reengenharia da aeronave afim de atender os requisitos de clientes em potencial.
KC-390 - Uma aeronave no "Estado da Arte" - Foto: Angelo Nicolaci
"A maior parte da colaboração será voltada as vendas e o marketing do programa", segundo Greg Smith, diretor financeiro da Boeing.“Mas vamos colaborar no desenvolvimento das próximas gerações e modificações que serão necessárias para abrir o mercado para o KC-390”.
As duas empresas colaboraram de perto por vários anos no setor comercial, e os laços entre elas também são fortes no mercado de defesa. Há alguns anos a Boeing concordou em colaborar com a Embraer nas vendas e no marketing, propondo estender essa colaboração ao campo da engenharia para o KC-390 e mesmo o A-29 "Super Tucano".
Mas o objetivo principal da nova joint venture, segundo afirmou Smith, caso seja firmada no segmento de defesa, será apoiar as vendas para o KC-390. "Vamos vender essa aeronave globalmente", disse Smith completando, "Esse é o principal objetivo aqui."


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Embraer - 15 bilhões de dólares! Potencial venda de 300 aeronaves é anunciada pela brasileira

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Embraer anunciou nesta terça-feira (17) o sucesso de sua linha comercial durante a Farnborough Air Show 2018, onde conseguiu prospectar acordos que somados podem reder a brasileira cerca de 15 bilhões de dólares, resultantes de negociações com oito clientes que podem firmar uma potencial compra de 300 aeronaves de sua linha de E-Jets.
O anúncio realizado durante a Farnborough Air Show 2018, uma das principais feiras de aviação mundial, que acontece no Reino Unido, para ser mais preciso, no sudoeste da capital Londres.
Esse é o primeiro grande evento que a Embraer participa após o anuncio do acordo feito no início de julho, que delineou a venda de 80% do segmento de aviação comercial da brasileira para norte americana Boeing. No entanto, o acordo ainda não foi finalizado, tendo sido firmado um acordo de entendimento entre as partes, mas a formalização do acordo deverá ser totalmente concluído em meados do próximo ano, estando o mesmo ainda sujeito a aprovação de Brasília, que detém uma Golden Share sobre a empresa brasileira.
A pintura do E-Jet refletiu o sucesso da brasileira no mercado
A fabricante brasileira detalhou que a companhia aérea Republic assinou contrato para 100 aeronaves com a opção para mais 100. A Mauritânia Airlines adquiriu dois E-175, uma compra avaliada em 93,8 milhões de dólares. O modelo é a menor versão de E-Jets da Embraer, com capacidade para até 90 passageiros.
Dentre os clientes dos novos E-Jets da Embraer, a brasileira Azul assinou uma carta de intenção para aquisição de 21 aeronaves E195-E2, a maior e mais moderna aeronave da família E-Jets, capaz de transportar até 146 passageiros dependendo da configuração adotada pela companhia aérea.
No Oriente Médio, a Embraer terá como cliente lançador da nova versão da família de aeronaves E-jets E2, a kuwaitiana Watanya Airways, que assinou um contrato para compra de 10 aeronaves E195-E2, com opção para mais 10.
A suiça Hervetic Airways, firmou uma carta de intenção de compra para 12 E190-E2, com opção de compra para mais 12, que podem ser convertidos para versão maior, o E195-E2.
Um cliente não revelado da Espanha adquiriu três aeronaves E195-E2, com opção para mais duas. Assim como a empresa de leasing NAC, que firmou a compra de três aeronaves E190-E2.
Conforme já noticiamos aqui no GBN News através de clipping, na última segunda-feira (16), a Embraer já havia fechado com a United um contrato para 25 aeronaves E175, que foi oficialmente anunciado nesta terça-feira (17), somando aos demais potencias pedidos um número de 300 aeronaves, um verdadeiro sucesso.

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Brasil - Uma análise objetiva do orçamento de defesa

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Nos últimos dias, nosso parceiro, Canal Arte da Guerra, trouxe dois vídeos que apresentam dados de grande relevância para o debate sobre o orçamento brasileiro de defesa. O trabalho apresentado pelo nosso amigo Albert Caballe Marimon, nos leva á uma visão ampla do Brasil com relação ao mundo, deixando clara a posição do Brasil e suas características únicas em comparação com outros países.

O trabalho do Albert surpreende com uma grande quantidade de dados, uma pesquisa que nos mostra diversos cenários e informações de grande relevância, embasados por fontes de grande credibilidade, traçando uma série de comparativos que nos leva á concluir que o Brasil é um país único, o que torna essencial o debate sobre o tema. "DEFESA DO BRASIL: UMA ANÁLISE OBJETIVA DO ORÇAMENTO"

Nosso parceiro Robinson Farinazzo , trouxe também outro nome de peso para abordar a temática, no segundo vídeo, mais uma vez contamos com a participação especial de Roberto Caiafa, jornalista especializado em defesa, um grande amigo nosso, que apresenta sua visão sobre o assunto e nos dá mais propriedade para debater sobre um tema tão sensível e de suma importância ao Brasil. "ORÇAMENTO MILITAR: ROBERTO CAIAFA ENTRA NO DEBATE"

Em breve o GBN News também entrará no debate, auxiliando na missão de ampliar a visão de nosso público e fomentando de maneira séria, transparente e objetiva este debate. Como todos sabem, nosso Cmte Robinson Farinazzo é um grande especialista em abordar de maneira clara e realista as questões de defesa, apresentando ao nosso público um dos melhores canais sobre defesa e tecnologia militar da atualidade.

Confiram os vídeos e participem do debate deixando seus comentários, não esqueça de se inscrever e ativar as notificações, temos certeza que vai ser de grande valor o conteúdo para nosso seleto hall de leitores que a cada dia cresce mais.


GBN News e Canal Arte da Guerra - A informação começa aqui
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Embraer vende 25 jatos para a United Airlines por US$ 1,1 bi

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A Embraer recebeu um pedido de 25 jatos E175 de 70 lugares da americana United Airlines, um acordo avaliado em 1,1 bilhão de dólares a preço de catálogo, informou nesta segunda-feira a empresa brasileira em um com comunicado.
O contrato, assinado no Salão Aeronáutico de Farnborough (Reino Unido), estabelece que as entregas começarão no segundo trimestre de 2019 e estarão incluídas nas contas do terceiro trimestre de 2018 da Embraer, cuja divisão de aparelhos comerciais passará em breve para o controle da americana Boeing.
"Estamos empolgados que a United agregue 25 aeronaves da Embraer a sua extensa frota de cerca de 400 E-Jets e ERJ, que atualmente voam na rede da United Express", celebrou Charlie Hillis, vice-presidente de vendas e marketing para a América do Norte da divisão comercial da Embraer.
Embraer, terceira fabricante mundial de aviões, informou no fim de semana que projeta uma demanda de 10.550 aeronaves novas, com capacidade de até 150 lugares, nos próximos 20 anos, por um valor de 600 bilhões de dólares.

Fonte: AFP
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EUA tenta persuadir Turquia a não comprar mísseis russos

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Os Estados Unidos tentam persuadir a Turquia - seu parceiro na Otan - a não comprar um sistema russo antimísseis em detrimento dos mísseis terra-ar Patriot, revelou nesta segunda-feira a subsecretária de Assuntos Políticos Militares do departamento de Estado, Tina Kaidanow.
"Nos preocupa que ao comprar estes sistemas dos russos isto seja favorável a alguns comportamentos ruins que temos observado neles", disse Tina Kaidanow.
A Otan, integrada por 29 países, teme que a aquisição de sistemas de mísseis antiaéreos S-400 da Rússia por parte da Turquia possa proporcionar a Moscou informações de inteligência sobre os equipamentos militares ocidentais.
Esta eventual compra turca se transformou em uma fonte de atrito e legisladores americanos advertiram que Ancara poderá sofrer sanções se prosseguir com a aquisição dos S-400.
Tina Kaidanow acrescentou que os Estados Unidos querem garantir que os sistemas adquiridos por seus parceiros "sigam apoiando a relação estratégica entre nós e nossos aliados".
No mês passado, os Estados Unidos advertiram que poderiam bloquear a entrega de aviões F-35 à Turquia caso Ancara adquirisse os S-400.

Fonte: AFP
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"Tempest" - A aposta britânica de sexta geração

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A edição de 2018 do Farnborough Air Show trouxe à público o projeto britânico para nova geração de aeronaves que deverão em um futuro próximo substituir os Eurofighter Typhoon, o "Tempest" como foi denominado o conceito de sexta geração do Reino Unido, surpreendeu a todos com sua proposta.

O secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, fez um pronunciamento sobre o bilionário programa britânico:


“Somos líderes mundiais no segmento de aeronaves de combate há um século, com um invejável conjunto de habilidades e tecnologia, e essa Estratégia deixa claro que estamos determinados a garantir que continue assim. Ele mostra aos nossos aliados que estamos abertos a trabalhar juntos para proteger os céus em um futuro cada vez mais ameaçador, e essa aeronave conceitual é apenas um vislumbre de como poderá ser o futuro.

A indústria de defesa britânica é uma grande contribuidora para a prosperidade do Reino Unido, criando milhares de empregos em um próspero setor manufatureiro avançado e gerando uma capacidade soberana no Reino Unido que é a melhor do mundo.

As notícias de hoje deixam a indústria, nossos militares, o país e nossos aliados, sem dúvidas de que o Reino Unido estará voando alto no segmento de aeronaves de combate à medida que avançamos para a próxima geração de aeronaves.”

O programa de desenvolvimento custará ao Reino Unido cerca de £ 2 bilhões de acordo com Williamson.


Os britânicos esperam que a nova geração de aeronaves garanta que o Reino Unido permaneça na vanguarda da tecnologia de combate e no domínio do espaço aéreo em futuros confrontos.

Segundo Charles Woodburn, executivo-chefe da BAE Systems, ainda levará algum tempo para que o novo conceito finalmente ganhe os céus. Segundo ele, o Typhoon ainda será pelos próximos anos a espinha dorsal britânica, formando a base absoluta da defesa aérea européia e continuará em serviço nas próximas décadas.

Um ponto que chama a atenção, é que o Typhoon será utilizado como plataforma de avaliações e desenvolvimento de sistemas e conceitos que após validados serão inseridos no "Tempest",  com muitas das tecnologias que serão incorporadas a nova aeronave de sexta geração, sendo vistas pela primeira vez no Typhoon. Ainda segundo disse Charles Woodburn, o Typhoon receberá atualizações na aviônica, nos sistemas de armas e upgrades no radar, após a validação dos conceitos e tecnologias no Typhoon, então serão implantados no "Tempest".

Uma característica que chama a atenção no "Tempest", sem sombra de dúvidas é a promessa de que a nova aeronave possa ser pilotada no modo convencional, com um piloto embarcado ou remotamente como um drone.

O "Typhoon" em breve dará lugar ao "Tempest"
A aeronave esta sendo desenvolvida pelo consórcio denominado "Tempest Team", que reúne as britânicas BAE Systems, Rolls-Royce e as europeias Leonardo e MBDA.  O "Tempest Team" reúne as principais capacidades da indústria européia, sendo marcantes nas quatro principais áreas de tecnologia do futuro da aviação de combate britânica: sistemas aéreos avançados de combate e integração (BAE Systems); sistemas avançados de energia e propulsão (Rolls-Royce); sensores avançados, eletrônica e aviônica (Leonardo) e sistemas avançados de armas (MBDA).

Especula-se que o primeiro exemplar entre em serviço no ano de 2035, permitindo uma transição suave do "Typhoon" para o "Tempest", uma vez que o planejamento contempla a aposentadoria do Typhoon em 2040.

O design apresentado durante o Farnborough Air Show 2018, remete á um estudo britânico dos anos 90, o qual chegou a construção de um mock-up da aeronave conceito, do que pretendia-se ser uma aeronave de quinta geração britânica, o qual estava em fase avançada de estudos de desenvolvimento pela BAE Systems, tendo como objetivo uma aeronave com tecnologia furtiva. Porém, o programa foi descontinuado quando o governo britânico decidiu embarcar no programa Joint Strike Fighter, o que levou ao Lockheed Martin F-35 Lightning II. 

Vale ressaltar que muito da experiência e os dados adquiridos através do programa britânico foram incorporados ao desenvolvimento do F-35.

Conceito dos anos 90
Conseguimos algumas imagens através de uma fonte britância do mock-up em tamanho real, construído e submetido a um rigoroso regime de testes para determinar seu RCS.

Segundo informações divulgadas em um site europeu, o mock-up teria sido avaliado entre 1994 a 1999. O design lembra muito o que foi apresentado, com semelhanças ao design do "Tempest". Curiosamente, a referida aeronave conceito foi construída pelas mesmas empresas que hoje fazem parte do "Tempest Team", que inclui a BAE Systems, Leonardo, MBDA e a Rolls-Royce.



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sábado, 14 de julho de 2018

Quartzo - Inovação no mercado brasileiro de segurança e defesa

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Durante a Ridex-2018, uma empresa em especial nos despertou atenção, trata-se da Quartzo, a qual já tivemos contato durante a LAAD Security 2018, porém, devido ao tempo corrido, não pudemos realizar uma visita afim de conhecer melhor essa empresa nacional sediada em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. 

Lá encontramos os CMG (AvN) Carlos A. Cano e CMG (AvN) Campos, ambos sócios da empresa, que nos receberam e apresentaram a Quartzo Engenharia de Defesa. Realizamos uma breve entrevista com Cmte Campos, o que nos deu uma boa visão sobre a empresa e seu foco.

A Quartzo Engenharia e Defesa, é uma empresa que tem por missão trazer aos seus clientes soluções que aprimorem sua capacidade de defesa e resultados, quer seja através do aprimoramento dos processos ou serviços que melhorem seus processos, quer seja pela aquisição de equipamentos.

Campos frisou que a Quartzo mantém uma constante busca pelo que há de mais moderno, criativo e que apresente custo/benefício adequado ao mercado, focando trazer não apenas soluções inovadoras, mas que apresentem valor acessível e sustentável no longo prazo, o que significa um produto longevo e de qualidade aos seus clientes, que apresente capacidade e custo operacional e de manutenção que tornem sua operação viável e segura. 

Conforme nós conferimos, a Quartzo é uma empresa bastante versátil, atuando em variados segmentos no campo de segurança e defesa. Um dos segmentos mais importantes da empresa, tendo sido o foco inicial, são equipamentos optrônicos, trazendo a combinação da ótica com a eletrônica, permitindo ampliar a capacidade de detecção e identificação antecipada de ameaças, representando uma importante vantagem no campo de batalha moderno. A Quartzo oferece em parceria com empresas reconhecidas internacionalmente, sistemas de visão noturna NVG (Night Vision Glass) e disponibilizam uma ampla e completa linha de optrônicos de elevada qualidade, capazes de atender aos mais rigorosos requisitos, como miras holográficas, sensores termais, lunetas e designadores.

Ainda neste segmento, a Quatzo possui uma linha de capacetes especiais para emprego do sistemas de visão noturna, onde a inicialmente atendia ao mercado de aviação, hoje a empresa atende não apenas os aviadores, mas também as tropas terrestres e os combatentes de forças especiais, com diferencial de apresentar produtos desenvolvidos pensando na ergonomia, próprios para o uso destes sistemas, o que dá maior leveza e funcionalidade aos capacetes, conferindo maior mobilidade e conforto ao combatente, tornando o emprego mais eficiente dessa tecnologia.

Como uma empresa que busca apresentar soluções aos desafios que seus clientes enfrentam, a Quartzo também atua no segmento de simuladores operacionais, um campo que vem crescendo muito nos últimos anos e representa grande economia em recursos, apresentando uma solução que concilia baixo custo com treinamento operacional adequado aos diversos operadores. Mas o ponto mais importante do emprego de simuladores segundo Campos, não é apenas reduzir os custos com treinamentos, mas principalmente reduzir o risco associado ao determinados treinamentos, principalmente pelos riscos reais de acidentes ou danos irreparáveis que envolvem a prática real do exercício. A empresa deu inicio as suas atividades neste segmento em 2007, prestando apoio ao emprego de simuladores táticos de operações aéreas, navais e terrestres, dando suporte a Marinha do Brasil na manutenção do simulador de voo de helicópteros Bell 206 "Jet Ranger III". Há oito anos a Quartzo assumiu a manutenção do simulador dos submarinos da Classe Tupi utilizados pela Marinha do Brasil. Desde 2017 a empresa é responsável pela manutenção dos simuladores de voo das aeronaves C-105 Amazonas, A-29 Super Tucano e F-5M da FAB.

Mas embora o foco Inicial fosse direcionado as Forças Armadas, com o aumento da demanda pelas forças auxiliares e de segurança pública, levou a quartzo a redirecionar seu foco para esse novo cliente, onde tem desenvolvido parcerias com diversas empresas e com sucesso vem adentrando esse nicho do mercado, conforme conferimos na exposição externa, onde trouxeram para o evento um exemplar da viatura anti-distúrbios da BAT, a qual já opera com a PMERJ. A viatura apresenta importantes inovações, como o controle de pressão do jato de água, o que possibilita dispersa aglomerações sem colocar em risco os envolvidos. O controle impede que caso o ativista esteja próximo ao jato, esse indivíduo seja ferido, pois a pressão é reduzida automaticamente para não ferir essa pessoa. Outra novidade é a versatilidade de emprego do canhão, onde pode empregar um vasto leque de produtos para dispersão.

Ainda no segmento de produtos não letais, a Quartzo detectou um novo nicho de mercado, que vem a ser as forças municipais de segurança, onde os municípios vem investindo cada vez mais no aparelhamento de suas guardas municipais, o que tem criado um crescente mercado para esse tipo de produtos. Segundo nos relatou o Cmte Campos, a quartzo já esta estabelecendo parcerias afim de atender também a este importante mercado que emerge no Brasil, e recentemente, tendo vencido uma licitação para fornecer placas de proteção balística para lanchas, a empresa se viu estimulada a expandir seu leque de produtos,passando a oferecer coletes balísticos personalizados em parceria com a BCA.

E finalizando o leque de segmentos que a empresa atende, a Quartzo como detentora de grande expertise no segmento de gestão de empresa aérea, seja no transporte aéreo, manutenção de aeronaves, ou seja na administração de aeroportos, aeródromos e aeroclubes, onde cabe aqui ressaltar que todos seus sócios são aviadores experientes, a empresa desde 2017 já prepara empresas que visam atender aos programas de excelência da Petrobras, ou aperfeiçoar seus processos internos, seja em suas operações aéreas, manutenção de aeronaves, ou seja em segurança de voo e na garantia da qualidade, com isso reduzindo não só riscos, otimizando processos, reduzindo custos e otimizando os seus lucros.

"A Quartzo não se limita unicamente ao mercado militar, mas esta vendo com bons olhos o mercado de segurança pública, em especial as forças municipais. A Quartzo enxerga o Brasil como um mercado com grande capacidade, sendo uma economia de futuro onde a mesma tem investido", disse Campos.

A empresa possui em seu planejamento estratégico, planos de curto, médio e longo prazo. Onde busca fortalecer a imagem da empresa no mercado policial e militar, como fornecedor de soluções e equipamentos, continuando o que já tem feito com sucesso, no médio prazo visa adentrar o nicho identificado para produtos não letais voltados ás forças municipais e no longo prazo visa expandir seu alcance para o Mercosul, visando atender não apenas ao mercado nacional, mas aos países vizinhos, entendendo que os mesmo possuem demandas similares as que encontramos aqui no Brasil. 

A empresa é um exemplo de que embora hajam tantos obstáculos diante de nossa indústria de defesa, ainda existem pessoas que acreditam e investem no Brasil, levando ao sucesso de empreendimentos como é o caso da Quartzo, uma grata surpresa para nós que acompanhamos o mercado de segurança e defesa.

Agradecemos aos diretores que nos receberam durante nossa visita e a equipe presente no estande e na exposição externa, que nos apresentaram o portfólio e a história desta empresa brasileira.


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