terça-feira, 18 de setembro de 2018

Marinha apoia medidas de preservação e despoluição da Baia de Guanabara

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No último sábado (15) estivemos acompanhando a apresentação feita pela Marinha do Brasil e as parcerias desenvolvidas para despoluição e preservação da Baía de Guanabara. Durante a ocasião embarcamos no histórico Rebocador "Laurindo Pitta", navio construído em 1910 e veterano da Primeira Guerra Mundial que nos conduziu por um tour através da Baía de Guanabara, a qual foi pano de fundo para apresentações e palestras sobre as medidas ambientais e programas voltados a despoluição da baía.

Durante o trajeto fomos acompanhados por uma das lanchas de patrulha da Capitânia dos Portos do Rio de Janeiro e a escolta de uma das modernas embarcações táticas blindadas "Raptor" da DGS Defense adquiridas pela Marinha do Brasil. Estavam presentes autoridades militares representando Estado-Maior da Armada, Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ), Diretoria de Portos e Costas (DPC), Diretoria-Geral de Navegação, Comando do 1º Distrito Naval e da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, além de convidados da comunidade acadêmica, ambientalistas, jornalistas da grande mídia e mídia especializada. 



O almirantado realizou uma breve apresentação sobre o importante papel da Marinha do Brasil nos esforços de despoluição e preservação ambiental das águas, falando um pouco das medidas adotadas pelas OM's e a conscientização que é feita dentro destas para minimizar o impacto ambiental sobre a Baía de Guanabara, além de salientar a importância do trabalho de fiscalização que é feito pela Marinha do Brasil sobre o tráfego marítimo que movimenta um grande número de embarcações, representando um importante trabalho para redução do lançamento de poluentes através destas embarcações que entram e saem constantemente de nossa baía.

Fotos: Luiz Gomes
O ambientalista Guido Gelli apresentou um importante panorama da realidade e os desafios enfrentados para despoluição da Baía de Guanabara, explicando um pouco sobre o funcionamento do sistema de saneamento das cidades que estão no entorno da baía e os problemas enfrentados para se obter maior efetividade na despoluição e preservação da área. Onde ficou explícito o impacto causado pelo crescimento desordenado da população fluminense e a falta de ações ao longo de décadas que levaram a atual situação em que se encontra a região, mostrando as dificuldades e a necessidade de um grande investimento não apenas na infraestrutura de saneamento, mas também na conscientização da população.

Na ocasião também foi lançada a cartilha: "Mariana e a batalha contra os Super Macabros: A ameaça do lixo nos mares". Que trata-se de uma nova forma de trabalhar a conscientização sobre as questões ambientais através do público infantil, falando sobre os problemas causados pelo lixo jogado nas praias, ruas, rios e mares, os quais causam grande impacto ambiental, a heroína da história é baseada na história de Mariana, uma menina que aos 5 anos de idade organizou junto com seu pai um mutirão de limpeza em 2016 na Praia das Pedrinhas em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

Estavam participando também do evento naquela manhã membros das organizações SOS “Mata Atlântica”, ICMBio, Petrobras, Instituto Oceanográfico da USP, Fiocruz, Cedae, ONG Comunitas e Ecoboat.

O GBN News apoia essa ideia, lembrando que salvar nosso meio ambiente não depende de ONGs ou medidas do Estado, mas sim da atitude correta de cada um ao lidar com descarte de lixo e a destinação correta dos efluentes sanitários de nossas residências e estabelecimentos comerciais, cabe a cada um de nós fazer nossa parte por um Brasil melhor, preservando nossas águas e habitats de nossa vasta fauna e flora.






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Abate de IL-20 cria tensão entre Rússia e Israel

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Por volta das 22hrs desta segunda-feira (17), uma aeronave Il-20 da Rússia foi abatida sobre o Mediterrâneo durante um ataque israelense à Síria. O caso ocorreu nas proximidades de Latakia, a aeronave russa estava seguindo para o pouso, quando aeronaves F-16 israelenses que se evadiam de um ataque contra alvos na Síria usaram a aeronave russa como "escudo", devido a ação imprudente de Israel, que só avisou aos russos sobre a operação quando a mesma já estava em andamento, não houve tempo hábil para que a aeronave se retirasse da zona, como resultado foram perdidas 15 vidas no episódio.

A incursão quatro caças israelenses F-16 atacaram alvos em Latakia, na Síria, depois de se aproximar do Mediterrâneo, desencadeou uma série de eventos que levaram ao abate do Il-20 por um míssil terra-ar S-200 sírio. Segundo comunicado do Ministério da Defesa da Rússia nesta terça-feira (18). As aeronaves israelenses se aproximaram em baixa altitude e "criaram uma situação perigosa para outras aeronaves e embarcações na região".

A ação irresponsável e premeditada de Israel pôs em risco outras aeronaves e embarcações que estava naquela área, como a fragata 'Auvergne', da Marinha francesa, e o Il-20 russo tragicamente perdido durante a operação israelense.


Os pilotos israelenses usaram conscientemente a aeronave russa como "escudo", tornando a aeronave um grande chamariz para os mísseis lançados em resposta ao ataque pelas forças de defesa sírias. O Il-20, possui um RCS muito maior que o F-16, o que fez com que o sistema S-200 sírio o travasse como alvo, resultando na morte dos 15 tripulantes russos.

A atitude israelense ao que tudo indica não foi resultado de um simples incidente, pois havia informação sobre a presença da aeronave russa naquela região, o que deveria ter levado Israel a repensar sua ação provocativa, porém, ainda a essa equação se soma a falta da comunicação antecipada sobre a operação de Israel às forças russas na Síria, o que descumpre o previsto nos protocolos firmados entre as duas nações. A informação sobre a operação só foi emitida apenas um minuto antes do início do ataque, o que não deixou tempo para desviar a aeronave russa para uma área segura.

Os destroços da aeronave abatida foram encontrados a cerca de 27 km da costa de Latakia. A equipe de busca coletou algumas partes dos corpos, pertences pessoais da tripulação e fragmentos do Il-20.

Israel não comentou sobre o ataque, mantendo sua política sobre suas operações. Israel alega que suas intervenções na Síria são uma resposta a presença iraniana no país vizinho.

O ministro russo da Defesa, Sergey Shoigu, falou ao telefone com seu homólogo israelense, Avigdor Lieberman, sobre o abate da aeronave russa na noite desta segunda-feira (17). Ele transmitiu a posição de Moscou sobre o incidente, culpando os militares israelenses pela aeronave russa ter sido abatida pelas defesas aéreas sírias, que estavam respondendo a um ataque aéreo israelense, segundo comunicado oficial russo.

Shoigu reiterou que Israel falhou em não ter notificado com antecedência a Rússia do ataque, de forma que não teria dado aos seus militares uma oportunidade de tirar o Il-20 da área. Em vez disso, o alerta veio apenas um minuto antes dos caças israelenses F-16 lançarem seu ataque.

"A culpa pelo abate da aeronave russa e a morte de seus tripulantes estão diretamente no lado israelense", disse o ministro Shoigu. "As ações dos militares israelenses não estavam de acordo com o espírito da parceria russo-israelense, por isso nos reservamos ao direito de responder."

Segundo Igor Konashenkov, porta-voz do Ministério da Defesa russo, "Ao usar a aeronave russa como cobertura, os pilotos israelenses o tornaram vulnerável ao fogo da defesa aérea síria. O Ilyushin-20, possui reflexão radar muito maior que a do F-16, como resultado foi derrubado por um míssil lançado pelo sistema S-200 ", disse.



Segundo Konashenkov, os quatro F-16 da Força Aérea de Israel realizaram um ataque com mísseis guiados contra instalações sírias na área de Latakia por volta das 22hrs. Os caças aproximaram-se do alvo pelo Mediterrâneo em baixa altitude.

As aeronaves israelenses criaram deliberadamente uma situação perigosa naquela área, "O bombardeio ocorreu perto da fragata francesa "Auvergne" e na proximidade do Ilyushin Il-20 da Força Aeroespacial da Rússia que estava prestes a pousar", disse Konashenkov.

Ele ressaltou que os centros de comando israelenses e os pilotos dos F-16 "não podiam deixar de ver a aeronave russa, que se aproximava da pista a uma altitude de cinco quilômetros. No entanto, eles deliberadamente encenaram essa provocação", enfatizou.

De acordo com Konashenkov, Israel não emitiu nenhum aviso para o comando do grupo militar russo na Síria sobre a operação. "Um aviso de linha direta foi recebido há menos de um minuto antes do ataque, o que não deixou chances de colocar o avião russo em segurança", acrescentou.



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domingo, 16 de setembro de 2018

GBN News - Há 9 anos produzindo conhecimento!

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Este domingo (16) é uma data especial, fico muito feliz por comemorar 9 anos desde a criação deste projeto, mais feliz ainda por ter conquistado não apenas leitores e views, mas sim amigos que compartilham comigo desse projeto e acreditam nesse trabalho, que me fazem ver a importância de perseverar em face as dificuldades e limitações que enfrentamos para produzir um conteúdo ímpar. 

O GBN é feito para vocês, são vocês nosso maior legado, pois minha missão é essa, trazer conhecimento, fomentar e enriquecer o debate sobre os assuntos estratégicos, não esquecendo de trazer a tona importantes capítulos de nossa história do Brasil e mundial. 

Nossa missão é descortinar o conhecimento sobre defesa e geopolítica, produzindo um conteúdo de qualidade e reconhecido como sendo uma de nossas especialidades, comunicar ao nosso público de maneira clara, simples e objetiva, derrubando mitos e desmascarando falsas verdades, tendo como fim maior nos tornar um dos melhores conteúdos em nosso segmento.

Confesso que muitas vezes é difícil manter nosso projeto, as vezes é preciso abrir mão de momentos em família e de espremer nosso orçamento, o qual já é curto para manter os compromissos familiares, e investirmos neste "sonho", não nos preocupando com obter retorno financeiro, até porque o site ainda não conta com anunciantes. Nos preocupando em nos tornar um dos melhores produtores de conteúdo do segmento de geopolítica e defesa, elaborando uma abordagem séria e comprometida com a credibilidade, produzindo matérias amparadas em pesquisas criteriosas, fontes confiáveis. Nestes nove anos nos tornamos uma referencia entre a industria de defesa, profissionais do setor, forças armadas e a sociedade.

Nestes anos que passaram tão rápido, cabe aqui agradecer e muito alguns grandes amigos que ao longo desta caminhada nos apoiaram, alguns ainda estão conosco, outros perdemos durante as idas e vindas da vida. Como José Adriano Fenerich, Wilson Failache, Cássio Holanda, Wellington Mendes, Cinquini, Cadu, Luiz Gomes,  Albert Caballe, Arnaldo Rodrigues e como não poderia deixar de incluir nessa lista, o Comte Robinson Farinazzo, grande amigo e parceiro, o qual realiza um trabalho fabuloso no Canal Arte da Guerra, nosso grande parceiro e irmão na plataforma do Youtube. A lista não é tão pequena, mas ficaria impossível listar todos amigos e colaboradores que ao longo dos anos vem se somando a essa história, deixando aqui um forte abraço aos amigos do Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM) que tornou possível grande parte deste projeto, os amigos do Centro de Comunicação Social do Exército (CECOMSEX) e os amigos do CECOMSAER que também nos apoiam nessa luta para produzir um conteúdo transparente, livre de parcialidades e que busca mostrar o trabalho de nossas forças armadas e de segurança pública ao povo brasileiro e ao mundo. Para finalizar os agradecimentos, não podemos deixar de expressar nossa gratidão aos Comte Cano e Comte Campos da QUARTZO Engenharia em Defesa, que após conhecer nosso projeto resolveram se tornar nossos primeiros patrocinadores, depositando confiança em nosso trabalho. Além de muitos profissionais de empresas como a SAAB, IMBEL, Taurus, Clarion Events, UBM, ABIMDE, ARES, EZUTE, Naval Group...

Resumindo, muito obrigado a todos que acompanham nosso trabalho, saibam que cada um de vocês é fundamental ao nosso trabalho, formando uma imensa família que só vem crescendo a cada dia.

Que Deus continue nos direcionando em nossos passos. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!!!

Angelo Nicolaci
GBN News




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sábado, 15 de setembro de 2018

US Navy enfrenta escassez de componentes e pessoal para manter "Hornets" voando

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A US Navy enfrenta uma grave crise de prontidão de suas aeronaves, em especial as aeronaves “Hornet” e “Growler”, enfrentando a escassez de trabalhadores qualificados e falta de peças de reposição no mercado para realizar a manutenção aeronaves, gerando um enorme esforço para conseguir colocar mais aeronaves em condições de voo, segundo informações obtidas através do Government Accountability Office.

A Marinha, que está atravessando a maior crise de prontidão de aeronaves da sua história, onde mais da metade de suas aeronaves de caça/ataque e guerra eletrônica, está sendo atingida pela falta de profissionais qualificados e problemas com a logística, especificamente com os centros de manutenção de Whidbey Island, Washington e Lemoore. Outro fator que corrobora para a grave crise, é o fato que alguns componentes necessários para reparar os Hornets e Growlers eram fabricadas por fornecedores que suspenderam a produção dos mesmos, reduzindo significativamente a disponibilidade dos mesmos nos estoques e levanto a canibalização de aeronaves para se conseguir componentes para se colocar outras em condições de voo, segundo o relatório de setembro.

Um dos desafios apontados pelo GAO é o gargalo criado pela distância entre as bases onde as aeronaves são operadas e onde ficam os centros de manutenção e os componentes para reparar os E/A-18G Growlers, que estão em  grande parte baseados na Ilha Whidbey, porém, muitos dos componentes que precisam ser reparados em Lemoore.

Não bastasse a distância entre a base e o centro de manutenção, segundo o mesmo relatório, Lemoore teria uma capacidade limitada para reparar essas aeronaves, o que gera uma reserva de manutenção.

A problemática que envolve a escassez de componentes de reposição, é um claro reflexo da desastrosa política de Obama para o setor de defesa, o qual levou com os sucessivos cortes nos orçamentos de defesa, muitas industrias a optar por abandonar a base industrial de defesa, devido ao baixo volume de componentes requeridos pela US Navy para suas reservas de manutenção, registrou-se entre os anos de 2011 à 2015, que aproximadamente 17.000 fornecedores encerraram suas atividades no mercado de defesa.

Mas nem todas as notícias são ruins, a US Navy tem conquistado progressos pontuais, conseguindo aumentar sensivelmente a disponibilidades de suas aeronaves, onde no ano passado os relatórios apontavam que apenas uma em cada três de suas aeronaves de caça estavam operacionais, resultado principalmente do desgaste causado pelo alto número de horas voadas em missões para atender as necessidades operacionais no combate ao EI.

Hoje esse número já representa quase metade dos 546 Super Hornets sendo considerados operacionais, um sinal de que as medidas adotadas tem surtido algum efeito.

O secretário da Marinha, Richard Spencer, disse em agosto que a US Navy adotou como solução para parte da crise, desmantelar as aeronaves excedentes que estavam entupindo os depósitos de manutenção da aviação. Este ano a US Navy começou com 241 aeronaves totalmente operacionais, e esse número já chega em 270 aeronaves, segundo Spencer.

Outra medida foi trabalhar em conjunto com a Boeing para reparar as aeronaves mais desgastadas. Envolvendo também um contrato de aproximadamente 427 milhões de dólares para fornecimento de peças e sobressalentes do Super Hornet, para começar a constituir uma reserva para estas aeronaves.

A Boeing recentemente também iniciou o programa de extensão de vida útil no primeiro Super Hornet, o qual deverá atingir uma cadencia média de 40 a 50 F/A-18 por ano nas instalações da Boeing em St. Louis no Missouri e em San Antonio no Texas. Esse programa pretende corrigir problemas de fadiga e desgaste nas aeronaves que se encontram em piores condições.

Também foi aprovada para 2019 a aquisição de 110 novos Super Hornets, o que garantirá um novo fôlego diante dos atrasos no desenvolvimento do F-35, que somado aos cortes no orçamento de defesa e aumento nas atividades operacionais levou a Us Navy ao cenário crítico e caótico que enfrenta.


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Impasses entre EUA e Rússia continuam sobre tratado "Open Skies".

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Continua o impasse entre Estados Unidos e Rússia em torno do tratado de céus abertos “Open Skies”, o qual prevê que os 34 signatários tenham permissão de realizar voos de verificação militar utilizando aeronaves desarmadas especialmente preparadas para esta função, visando principalmente garantir o cumprimento dos diversos acordos multilaterais sobre arsenais e capacidades militares. Tal desentendimento entre Rússia e EUA, culminou por não ser realizados os voos em 2018. O último episódio sobre o tratado, se deu no início desta semana, quando autoridades russas denunciaram a recusa dos norte-americanos em liberar o sobrevoo da aeronave russa sobre o território dos EUA.

"Em violação das disposições do Tratado “Open Skies”, o chefe da delegação dos EUA se recusou a assinar o documento final, sem dar explicações ou razões, citando instruções diretas de Washington", disse Sergei Ryzhkov, chefe do Centro de Redução de Risco Nuclear da Rússia.

"Nós insistimos que os norte-americanos retornem à estrutura do tratado de céu aberto e exija que a situação atual seja explicada com referência às provisões do tratado", disse Ryzhkov.

A negativa norte americana ao voo russo previsto para o inicio deste mês de setembro, veio logo após rumores sobre o suposto abandono do tratado por parte dos EUA, especulações que logo foram desmentidas pelo Departamento de Estado dos EUA. O tratado fornece importantes informações para o controle dos arsenais militares de ambos os lados, servindo para atestar a adesão dos países aos acordos e tratados de controle de armas dos quais são signatários.

No entanto, o porta-voz norte americano reconheceu que não houveram voos do “Open Skies” em 2018 graças aos impasses envolvendo os dois países.
"Para lembrar aos especialistas, não negamos nenhum voo russo que tenha sido conduzido de acordo com o Tratado", disse.

No último dia 7 de setembro, Andrea Thompson, subsecretária de Estado para controle de armas e segurança internacional dos EUA, teria dito que as negociações chegaram à um "impasse" entre os dois países.

Segundo ela declarou na ocasião, que devido alguns impasses entre as partes, principalmente no que diz respeito a necessidade de algumas adequações de ambas as partes, mas que está havendo o diálogo entre os envolvidos, afim de que se consiga um entendimento.

Toda problemática teria sido agravada em fevereiro de 2016, quando a Rússia anunciou sua intenção de integrar um novo sensor eletro-óptico digital ao Tupolev Tu-214ON que substituiria o vetusto Tu-154M-ON, o qual também utiliza do equipamento para cumprir os voos previstos pelo “Open Skies”. Tal fato levou o Pentágono e legisladores a questionarem a postura russa, alertando que a integração de novos sensores dariam à Rússia uma vantagem sobre a capacidade de coleta de dados pela aeronave operada pelos EUA em seus voos.

Outro ponto de atrito, tem sido as fortes críticas do Congresso dos EUA, o qual há muito tempo questiona o tratado, apesar da importância estratégica que o mesmo representa, tem sido alvo de fortes críticas, sob o argumento que o tratado conferiria à Rússia vantagem estratégica.

A coisa teria ganho ainda maiores proporções no início deste ano, com ambos criando restrições que impactaram sobre a operação dos voos no âmbito do tratado. Nestas restrições, os norte-americanos teriam fechado duas bases utilizadas para apoiar as equipes russas na realização do voo, como resposta, autoridades russas teriam impedido aos EUA de usar bases militares russas como centros de apoio para seus voos.

Outro ponto que devemos observar, é que tal impasse pode representar uma manobra dos EUA, a qual teria por fim ganhar tempo para que possa decidir com relação a sua necessidade de atualizar suas aeronaves OC-135B, as quais apresentam sinais de fadiga, inclusive já tendo realizado em determinada ocasião um pouso de emergência em território russo durante um voo previsto pelo “Open Skies”.

Segundo o Pentágono, as aeronaves são necessárias para garantir a vigilância das capacidades militares da Rússia, sendo o tratado um "mecanismo importante", mas que os EUA só poderiam completar 64% de seus voos em 2017 devido limitações técnicas apresentadas pelo OC-135B.



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Defesa aérea síria frustra ataque israelense

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Segundo informações divulgadas pela agência de notícias SANA, Israel teria lançado um ataque contra o Aeroporto Internacional de Damasco e outros alvos militares na Síria, porém, o ataque com mísseis teria sido frustrado pelo sucesso do sistema de defesa aérea do Exército da Síria, o qual segundo relatos teriam interceptado diversos mísseis israelenses minimizando o resultado do ataque.

O governo israelense se negou a dar declarações sobre o ocorrido. Ao que consta, Israel bombardeou diversos alvos na Síria, inclusive instalações militares na capital Damasco. A negativa das forças israelenses em comentar o episódio, segue a postura adotada com relação a todas operações fora do território israelense, se negando a comentar sobre os ataques realizados contra seus vizinhos. No entanto, o governo de Israel admite sua estratégia de atacar instalações de armazenamento de armas e munições, assim como centros de comando que hipoteticamente estariam sendo utilizados por forças iranianas desdobradas na Síria. Tel Aviv afirma que seus ataques visam combater a suposta escalada militar iraniana na Síria, enquanto Damasco mais uma vez condenou os ataques que classifica como uma agressão contra a Síria.

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com SANA
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Embarcam "novas" viaturas M-109A5 e M-992A2 do Exército Brasileiro

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Ontem ganharam as redes sociais diversas fotos referentes ao embarque das "novas" viaturas adquiridas pelo Exército Brasileiro em março deste ano, onde foi celebrado um acordo de aquisição via FMS (Foreign Military Sales), o qual inclui 56 viaturas M-109A5, 40 viaturas M-992A2 e 28 tubos M284 de 155mm destinados à reposição dos M-109A5.

As viaturas estão sendo embarcadas no navio "Giant Ocean" que tem partida programada para esta quinta-feira (13), devendo desembarcar as "novas" viaturas no porto de Paranaguá no início de outubro.

Com certeza a grande novidade será a chegada dos M-992A2, sendo a primeira viatura deste tipo a operar com o Exército Brasileiro, onde irá proporcionar maior mobilidade e segurança aos M-109A5, sendo o M-992A2 uma viatura de remuniciamento blindado, originalmente contam com transportador hidráulico, para realizar transferência de munição, sistema que foi removido de muitas unidades do US Army devido a ser mais lento que o carregamento manual, a "nova" viatura deverá acompanhar e municiar os M-109A5, proporcionando um significativo ganho operacional e doutrinário.

O M-992A2 não possui torre, mas conta com uma superestrutura mais alta capaz de armazenar 95 munições. Até recentemente, grande parte do restante espaço interno da tripulação era ocupado por um sistema de transporte hidráulico para permitir o carregamento do obus da série M109. Uma placa no teto acima dos dois racks pode ser aberta para permitir que os racks sejam guinchados para fora do veículo, permitindo o rápido carregamento da viatura. 

Recentemente, muitas viaturas do US Army tiveram removidas o sistema de transporte e receberam modificações nas duas portas de abertura horizontal, substituídas por duas portas de abertura vertical que se abrem a partir do centro, solução adotada para fornecer maior proteção à tripulação durante as transferências de munição.

O veículo também contém uma unidade de energia auxiliar a diesel de 2 tempos que pode alimentar os sistemas do veículo para o suprimento de munição para artilharia de campo e mesmo ao obus quando um cabo é usado para conectar os dois veículos, reduzindo o consumo de combustível quando a mobilidade não é necessária.

Foto: Roberto Caiafa
A chegada de mais viaturas M-109A5 irá padronizar a artilharia autopropulsado no Exército Brasileiro, representando grande ganho e constituindo a mais capaz força do tipo no continente. Ainda não se sabe o que será feito com os M-109A3, os quais deverão provavelmente destinados ao treinamento ou destinados ao fornecimento de peças de reposição.

As "novas" viaturas deverão ser conduzidas ao Parque Regional de Manutenção/5, onde deverão passar por um processo de revisão, padronização da pintura no padrão regulamentar do Exército Brasileiro e finalmente ser distribuídas as unidades do setor operativo.

Há na Amazon uma publicação interessante, a qual você pode adquirir através de nosso link e obter maior conhecimento sobre blindados, basta clicar no link abaixo, assim você aumenta seu conhecimento e ajuda em nosso trabalho.




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De Hitler a Stálin: os cientistas alemães que ajudaram a construir a bomba atômica soviética

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Depois que a Alemanha nazista foi derrotada na Segunda Guerra Mundial, tanto os EUA como a URSS tentaram reunir mentes científicas brilhantes para desenvolver armas nucleares – e ambos tiveram sucesso. O que poucos sabem, porém, é que a contribuição alemã para a versão soviética do Projeto Manhattan foi significativa.

Os soldados soviéticos teriam ficado surpresos quando, em 1945, se aproximaram da casa do barão Manfred von Ardenne, nos entornos de Berlim. De acordo com uma testemunha ocular, na entrada da “meio mansão, meio castelo” havia uma placa em russo na qual lia-se “Dobro pojalovat!” (Bem-vindo, em português). “Ardenne entendeu bem como o vento soprava agora”, brincaram os oficiais na ocasião.

Ardenne, que desenvolveu o primeiro amplificador de banda larga, havia contribuído para o estabelecimento de um sistema de rádio estável na Alemanha de Hitler e também trabalhado no projeto nuclear nazista. Mas, por estar na zona de ocupação soviética, tinha então que trabalhar para Moscou – assim como muitos colegas.


Cérebros como troféus 

Na primavera de 1945, era evidente que a Segunda Guerra Mundial estava com os dias contados, e tanto o Ocidente quanto a URSS já se preparavam para a Guerra Fria. Ambos os lados planejavam desenvolver armas novas e modernas, e, para avançar essas tecnologias próprias, pretendiam contar com especialistas da Alemanha nazista.

Os EUA obrigaram Wernher von Braun e Werner Heisenberg, dois cientistas-chave do projeto nuclear alemão, a colaborar com o país. Mas Moscou também capturou alguns especialistas proeminentes. “Não se deve subestimar a contribuição alemã para o desenvolvimento da indústria nuclear soviética; foi significativa”, descreveu o jornalista Vladímir Gubarev, em seu livro sobre o programa nuclear soviético. 

Manfred Von Ardenne
O barão e os comunistas

Um desses cientistas alemães, Manfred von Ardenne, teve uma vida extraordinária. Nascido em uma família nobre, o barão tornou-se um inventor extremamente bem-sucedido, com cerca de 600 patentes, incluindo o primeiro microscópio eletrônico de varredura de alta resolução. Ardenne, no entanto, estava condenado a trabalhar com três líderes totalitários: Adolf Hitler, Iossef Stálin e Erich Honecker.

Depois que os soviéticos chegaram a Berlim, o oficial de Stálin encarregado do programa atômico soviético, Lavrenti Beria, fez uma oferta irrecusável a Ardenne: largar a eletrônica e trabalhar na bomba atômica soviética.


De Berlin a Sukhumi

Ardenne pediu permissão para se concentrar no desenvolvimento do processo de separação de isótopos para a obtenção de explosivos nucleares, como o urânio-235 (e não na bomba em si). Beria concordou. Mais tarde, o cientista alemão descreveu seu papel no programa nuclear soviético como “o feito mais importante ao qual a fortuna e os acontecimentos do pós-guerra me conduziram”.

Não que Ardenne não estivesse familiarizado com o urânio.

“Durante a Segunda Guerra Mundial, os prisioneiros construíram para Ardenne um cíclotron e uma centrífuga de urânio, que teria, criado material para a bomba nuclear do Führer”, escreveu Vadim Gorelik em um artigo para o jornal “Neue Zeiten”.

Mas a Alemanha perdera a guerra, e agora Ardenne, que teve seu laboratório evacuado, trabalhava em Sukhumi (atual Abecásia) com a divisão de isótopos com uma equipe composta por mais de 100 pessoas.

O trabalho de Ardenne foi bem sucedido, e o cientista acabou sendo decorado com o Prêmio Stálin em 1947 e 1953. Em 1955, Ardenne voltou para a Alemanha Oriental, onde viveu por mais 42 anos, fazendo importantes pesquisas em física e medicina.

Herói do trabalho socialista

Nikolaus Riehl
Ardenne não foi o único proeminente cientista alemão “convidado” a trabalhar no programa nuclear soviético. Houve também o físico Gustav Hertz, que ganhou o Prêmio Nobel; o físico Max Volmer, que mais tarde comandou a Academia de Ciências da Alemanha Oriental; e muitos outros, chegando a cerca de 300 no total.

Nikolaus Riehl, porém, teve possivelmente o destino mais interessante de todos eles. Este físico nascido em São Petersburgo, em 1901, se mudou para a Alemanha na década de 1920, e vinte anos depois foi forçado a retornar. Seus colegas soviéticos o chamavam de “Nikolai Vassiliévitch” por causa de suas raízes russas.

“Tanto o serviço secreto americano como o soviético foram atrás de Riehl depois da guerra... Tivemos sorte – e ele trabalhou na URSS”, relembrou Vladímir Gubarev. 

Na fábrica Elektrostal (na região de Moscou), Riehl, junto com outros cientistas, conseguiu criar urânio metálico necessário para fazer uma bomba e recebeu o título de Herói do Trabalho Socialista – o único cientista alemão a conquistar tal honra.

“Nikolaus Riehl adorava usar sua medalha e a demonstrava sempre que podia”, escreveu Gubarev. “Ele deu todo o dinheiro que recebeu para os prisioneiros de guerra alemães que trabalhavam na Elektrostal, e eles se lembraram disso ainda mais tarde, como atestam suas memórias”, acrescentou o jornalista.

Em 1949, a URSS tinha sua própria bomba nuclear e, nos anos 1950, depois que o trabalho dos cientistas alemães foi concluído, a maioria partiu para a Alemanha Oriental. Alguns, como Riehl, até conseguiram desertar para a Alemanha Ocidental, deixando para trás o capítulo socialista em suas vidas.

Fonte: Russia Beyond

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Tensão na Síria aumenta, EUA enviam outro destróier ao Mediterrâneo

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As tensões aumentam na Síria e EUA enviam outro destróier de mísseis guiados ao Mediterrâneo, agora os norte americanos contam com cerca de 200 "Tomahawks" prontos para um ataque à Síria, enquanto a Rússia alerta que grupos jihadistas em Idlib planejam um falso ataque químico.

O USS "Bulkeley", um destróier da classe "Arleigh Burke", chegou ao Mediterrâneo na quarta-feira (12). Com a chegada do "Bulkeley" , as forças norte americanas na região passam a dispor de aproximadamente 200 mísseis de cruzeiro "Tomahawk" para atacar alvos na Síria. Na semana passada, outro movimento norte americano foi identificado, o submarino de ataque USS "Newport News" (SSN-750) chegou ao Mediterrâneo.

Na semana passada, a Rússia realizou enormes manobras navais ao largo da costa da Síria, culminando em exercícios de lançamentos de mísseis. A presença de navios russos na área foi vista como um possível impedimento para uma maior ação militar dos EUA contra a Síria.

Washington afirmou repetidamente que o governo de Damasco está preparando ataques químicos contra civis na província de Idlib, o último bastião de grupos rebeldes jihadistas. O mais poderoso desses grupos é o Hayat Tahrir al-Sham (HTS), anteriormente conhecido como Jabhat al-Nusra; é um dos braços da Al-Qaeda, a organização terrorista responsável ​​pelos ataques de 11 de setembro de 2001. Os Capacetes Brancos, um grupo de defesa civil autoproclamado que opera exclusivamente em áreas controladas por rebeldes, também têm presença no Idlib.

A Rússia acusou os Capacetes Brancos de encenar um ataque químico em Idlib para provocar uma intervenção militar ocidental na Síria. O grupo já filmou pelo menos nove vídeos destinados a servir como prova de que Damasco usou cloro contra civis em Idlib, segundo informou o Centro de Reconciliação Russo na Síria na última quarta-feira (12).

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Exército do Equador recebe primeiro M28

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O Exército do Equador recebeu no último dia 5 de setembro uma aeronave M-28 da PZL Mielec, sendo parte do acordo assinado em abril deste ano entre o Exército do Equador e a PZL Mielec. esta aeronave já foi avaliada aqui no GBN News durante a edição da LAAD 2017, onde conferimos suas capacidades de pouso e decolagem curtas durante uma demonstração em voo que você pode conferir no link: "Conheça o M28 - O GBN voou o candidato a equipar a AVEx".

A nova aeronave deverá atender as necessidade do exército equatoriano para cumprir com as missões de transporte em locais de difícil acesso, podendo atuar em diversos tipos de terreno e sob as mais variadas condições, apresentando um amplo leque de opções de emprego.

A aeronave é capaz de transporta até 19 passageiros ou transportar até 2.300 kg de carga, ainda podendo ser configurada com para transporte misto passageiro/carga. O M28 pode executar missões de lançamento de paraquedistas através da porta traseira, a qual permite também o transporte de volumes de carga que só podem ser acomodados em aeronaves com rampa traseira. O M28 chegou a ser apontado como um dos favoritos a equipar a Aviação do Exército Brasileiro, porém, a escolha recaiu sobre os vetustos C-23B "Sherpa".

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Thales mira no Programa Tamandaré

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A Thales focando o Programa Tamandaré, que objetiva a aquisição por construção de quatro modernas corvetas para Marinha do Brasil, está posicionando seu sonar Kingklip Mk2 para atender às exigências brasileiras.

A Omnisys, obteve recentemente a certificação para o Kingklip como um produto estratégico de defesa, sendo parte do trabalho desenvolvido pelo grupo que busca criar soluções avançadas de sonar no Brasil. Através da Omnisys, a Thales investirá mais de 5 milhões de euros na produção local de transdutores, construindo a infraestrutura industrial necessária para fabricar equipamentos de sonar no Brasil.

O Kingklip Mk2 é um sonar de casco ativo e passivo de média frequência para corvetas e fragatas de múltiplos propósitos, exatamente a classificação da CCT's, e se apresenta como uma das soluções que poderão integrar as futuras escoltas brasileiras.


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Egito lança primeira Gowind construída no país

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No inicio deste mês de setembro, o Estaleiro Alexandria lançou a primeira corveta Gowind 2500 construída para a marinha egípcia no Egito, cumprindo o acordo que prevê a construção local de três das quatro corvetas compradas pela Marinha do Egito.

No dia 6 de setembro foi lançada a segunda das quatro corvetas Gowind 2500 que serão construídas para marinha egípcia pela francesa Naval Group. O primeiro exemplar da Gowind 2500 egípcia, a "El-fateh", foi entregue aos egípcios há exatamente um ano. A primeira corveta foi construída nas instalações da Naval Group em Lorient, na França, com as restantes sendo construídas localmente no Egito, cumprindo o previsto no acordo de transferência de tecnologia.

A corveta Gowind 2500 integra a última geração do sistema de combate SETIS, apresentando uma combinação de vários sensores integrados á um centro operações de combate (COC) extremamente moderno.

O navio apresenta 102 metros de comprimento, com deslocamento de 2.600t , capaz de atingir uma velocidade máxima de 25 nós. A tripulação é composta basicamente por 65 homens e tem um raio de ação de 3.700 milhas.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

IAI fornecerá sistema Barak-8 para Marinha israelense

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A Israel Aerospace Industries (IAI) fechou um acordo para fornecer os sistemas avançados de defesa das corvetas Sa’ar-6 da Marinha de Israel. Os sistemas serão utilizados para proteger a zona econômica exclusiva e instalações estratégicas de Israel que se defrontam com diversas ameaças no mar. O contrato foi idealizado pelo Diretório de Pesquisa e Desenvolvimento em Defesa (DDR&D) e a Administração de Aquisições do Ministério da Defesa de Israel. O sistema Barak-8 foi eleito por demonstrar que atende aos requisitos operacionais e futuros desafios da Marinha.

O Barak-8 é um sistema de defesa aérea empregado pela Marinha israelense, bem como pelas forças aérea e naval da Índia. Oferece ampla defesa aérea e pontual contra uma grande variedade de ameaças à arena aeronaval, sejam elas lançadas a partir do ar, terra ou mar. O sistema integra vários sistemas avançados com tecnologia de ponta, tais como radar digital, comando e controle, lançadores, interceptadores com modernos rastreadores de radiofrequência, conexão de dados e conectividade abrangente de sistema.

Joseph Weiss, presidente e CEO da IAI, declarou: “O Barak-8 é um dos carros-chefes dentre os sistemas da IAI e um motor de crescimento para as vendas da empresa. O novo acordo soma-se ao grande êxito e aos vários contratos do Barak-8 firmados nos últimos anos, com um valor total de mais de 5 bilhões de dólares”.

Boaz Levi, vice-presidente executivo e gerente geral do Grupo de Sistemas, Mísseis e Espaço, disse: “A aquisição do sistema Barak-8 para as corvetas Sa’ar-6 vai expandir a capacidade operacional da Marinha israelense, incluindo a defesa territorial e da zona econômica exclusiva de Israel. Com módulos terrestres e navais, o sistema oferece uma resposta completa a uma ampla gama de ameaças, sendo concebido para funcionar com outros sistemas. O Barak-8 é um prestigiado membro do clube exclusivo que abriga os mais bem-sucedidos projetos militares globais de Israel”.

O Barak-8 foi desenvolvido em colaboração com o DDR&D de Israel, a Organização de Desenvolvimento e Pesquisa de Defesa (DRDO) da Índia, as marinhas de ambos os países, a RAFAEL, e o Grupo ELTA da IAI, em conjunto com a indústria local indiana.


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com Rossi Comunicação
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