sábado, 21 de maio de 2022

2ª SC Expo Defense - O GBN Defense esteve presente

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Convidados pela nossa briosa Marinha do Brasil, o GBN Defense esteve presente nos dois dias da 2ª edição da SC Expo Defense, feira nacional de tecnologia e produtos de defesa que recebeu um grande público, oportunidade na qual foi possível conhecer muitas novidades, com a participação de diversas Empresas Estratégicas de Defesa que compõe nossa Base Industrial de Defesa (BID), o evento que ocorreu entre os dias 19 e 20 de maio na Base Aérea de Florianópolis, em Santa Catarina, reunindo 77 expositores, com a participação de representantes do Ministério da Defesa, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira e de centros acadêmicos.

O evento foi organizado pelo Comitê da Indústria de Defesa (Comdefesa) e pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), reuniu profissionais das áreas de Defesa, autoridades civis e militares, representantes governamentais e acadêmicos, com o objetivo de mostrar o que há de mais moderno em produtos e tecnologia de Defesa, promovendo a integração das Forças Armadas com a indústria e centros de tecnologia.


Nosso correspondente, Luiz Henrique, conferiu as novidades que foram apresentadas durante esta edição da feira, logo publicaremos uma matéria sobre nossa cobertura do evento, com novidades sobre o PROSUB, Tamandaré e diversos outros programas estratégicos.



Enquanto isso, você leitor pode conferir algumas imagens do que esta por vir em nossa matéria: 




















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com imagens de nosso correspondente Luiz Henrique Teles

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12ª Brigada de Infantaria Leve participa do exercício "ARATU VII" em Formosa

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No período de 14 a 27 de maio, militares da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), sediados em Caçapava-SP, estarão realizando atividades operacionais de adestramento no Campo de Instrução de Formosa (CIF).

O adestramento conta com apoio do 1° Batalhão de Aviação do Exército (1ºBAvEx) que irá dispor de nove aeronaves, além de militares do Centro de Adestramento SUL e LESTE, do 1° Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (1° Btl DQBRN) do Rio de Janeiro-RJ, do 3° Esquadrão de Cavalaria Mecanizada de Brasília-DF, do 3º Centro de Telemática de Área de SP, da Companhia de Comando e Controle de Brasília, da 6ª Companhia de Comunicações (6ª Cia Com) de Cristalina-GO, do Batalhão Escola de Comunicações  (BEsCom) e do 25º Batalhão Logístico Escola (25º BLog Es), ambos do Rio de Janeiro-RJ, além do apoio logístico e administrativo das Organizações Militares subordinadas ao Comando de Artilharia do Exército.

No dia 15 de maio a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) deu início às atividades do Exercício ARATU VII com diversas atividades de instrução e nivelamento de conhecimentos envolvendo a tropa da Força-Tarefa do 5° Batalhão de Infantaria Leve (5° BIL), os militares da área de saúde,  do 1° Btl DQBRN e do 1° BAvEx.

Nesse dia, diversas instruções de nivelamentos, orientações, briefings e treinamentos foram realizados com a finalidade de encerrar o ciclo de instruções antes das operações propriamente ditas.


A 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) iniciou o Exercício Aratu VII com a primeira atividade operacional, a infiltração de um destacamento de reconhecimento da Força-Tarefa do 5° BIL com o apoio de uma aeronave HM-4 JAGUAR do 1° BAvEx.

O destacamento de reconhecimento embarcou no aeroporto de Formosa (GO) e infiltrou em território figurado como país VERDE. A partir do ponto de desembarque iniciaram os trabalhos de reconhecimento de uma zona de desembarque próximo a uma cabeça de ponte aeromóvel, onde será feito o desembarque da subunidade CORE (Combined Operation and Rotation Exercises). 

Militares da Força Oponente (FOROP) do Centro de Adestramento Sul e Leste realizaram o briefing das atividades futuras no interior do caminhão de comando e controle da 12ª Companhia de Comunicações Leve. Ocorreu também o treinamento de evacuação aeromóvel dos militares da área de saúde com o apoio do 1°BAvEx e também a instrução de nivelamento do 1° Batalhão DQBRN para a tropa do 5° BIL.


Outra importante atividade simulada realizada pela 12ª Brigada de Infantaria Leve Aeromóvel, contou com aeronaves do 1° BAvEx, onde realizaram ressuprimento aeromóvel para alocar mantimentos como água, ração operacional, munição e roupas de proteção para a tropa de superfície.

Militares integrantes da Equipe TASA (Transporte Aéreo, Suprimento e Serviço Especial de Aviação) prepararam o material a ser transportado e realizaram a ancoragem na aeronave Jaguar que fez o transporte de 320 Kg na carga externa. Duas aeronaves Pantera transportaram dois fardos com 200 kg de material e outras duas aeronaves FENNEC realizaram a segurança em voo das demais aeronaves. Todo o material foi transportado para pontos balizados no terreno pela Companhia CORE e permitiu a tropa de superfície prosseguir nas operações após o ressuprimento aeromóvel.


A principal finalidade do Exercício ARATU VII, é a preparação das tropas da Brigada Aeromóvel para um exercício combinado com os militares do Exército dos Estados Unidos, denominado CORE (Combined Operation and Rotation Exercises), que será realizado no segundo semestre deste ano em solo americano.

Para este exercício a Brigada Aeromóvel se deslocou da região do Vale do Paraíba para Formosa-GO com efetivo de 564 militares, 60 viaturas e 9 aeronaves para realizar todo o adestramento.


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com informações da 12ª Brigada de Infantaria Leve

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quinta-feira, 19 de maio de 2022

6°Grupo de Mísseis e Foguetes realiza certificação da FORPRON

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No período de 16 a 20 de maio, o Exército Brasileiro realiza mais uma etapa de certificação da Força de Prontidão do Exército (FORPRON). Nesta ocasião os Militares do 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF), Organização Militar do Exército Brasileiro, baseada em Formosa-GO, realizaram um deslocamento estratégico por vias terrestres para o Campo de Instrução de Betione, Mato Grosso do Sul, com a finalidade de realizar a certificação como módulo especializado da FORPRON.


A FORPRON integra o Sistema de Prontidão Operacional da Força Terrestre (SISPRON), cuja finalidade é realizar a preparação de efetivos para sempre manter tropas habilitadas ao cumprimento de todas as missões constitucionais, principalmente a Defesa Externa e a salvaguarda de interesses brasileiros no exterior, além das missões já desempenhadas. 

A certificação do 6º GMF teve início em 16 de maio e contará com disparos de foguetes de exercício AV SS-09-TS, os quais possuem um alcance máximo aproximado de 10 km, esse processo se encerrará no próximo dia 20 de maio. 


Logo após a certificação, militares do 6º GMF participarão do Estágio de Adaptação ao Pantanal, conduzido no 10º Regimento de Cavalaria Mecanizado, Bela Vista – MS, com a finalidade de melhor preparar nosso efetivo para o emprego naquele bioma brasileiro.


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Com informações e imagens do 6°GMF 


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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Rússia cortará fornecimento de energia á Finlândia

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A Rússia vai suspender o fornecimento de eletricidade à Finlândia neste sábado (14), anunciou a empresa importadora, em um momento de crescente tensão bilateral, devido à aproximação do país nórdico da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), na esteira da ofensiva russa na Ucrânia.

"Somos forçados a suspender a importação de eletricidade a partir de 14 de maio", informou a operadora RAO Nordic, uma filial do grupo estatal russo InterRAO, com sede em Helsinque, acrescentando que "não tem capacidade de efetuar pagamentos pela eletricidade importada da Rússia".


Fonte: AFP

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Testes bem sucedidos do motor coreano DV27K no MBT turco Altay

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 A Turquia está atualmente realizando testes de campo em seu principal tanque de batalha, o MBT Altay, empregando em sua propulsão o motor  Doosan DV27K sul-coreano. O presidente da indústria de defesa turca, Ismail Demir, disse que após a integração do novo propulsor no protótipo do Altay, os resultados obtidos nos testes em campo foram “muito bons”. “Chegamos agora a um ponto em termos de produção em série com a Coreia. Esta é a primeira vez que esse sistema de propulsão é integrado a um MBT”, disse Demir.

Demir também disse que no momento o MBT turco ainda conta com uma transmissão alemã, porém, uma transmissão sul-coreana deve chegar em breve. Segundo Demir, a integração da nova transmissão vai prolongar um pouco os testes, mas não por muito tempo. Em dois anos, Altay poderá entrar em produção em seriada, segundo o presidente da indústria de defesa turca.

Doosan DV27K sul-coreano

A Turquia não depende inteiramente dos motores sul-coreanos, pois Ancara está desenvolvendo seu próprio motor, o "Batu". Seu desenvolvimento tem avançado e deverá substituir seu concorrente sul-coreano no futuro. Espera-se que o "Batu" seja mais potente que o motor sul-coreano, atingindo a faixa de 1600 cv. O motor será a diesel com caixa de câmbio autônoma. No entanto, os turcos ainda não possuem a tecnologia para seu desenvolvimento, então o fazem em conjunto com a fabricante italiana Fiat/Iveco. O fabricante do motor é a empresa turca BMS.

O Altay é a aposta turca para seu futuro MBT, o qual estava previsto inicialmente para entrar em serviço em 2023, porém, essa previsão poderia ser adiada para no máximo 2025. Ao longo dos anos o programa de desenvolvimento do projeto teve que ser modificado muitas vezes, principalmente devido ao impacto sofrido pela Turquia com as sanções impostas por alguns países ocidentais, após a recusa em abrir mão da aquisição do sistema de defesa aérea S-400 de origem russa, isso forçou Ancara a se concentrar na produção local.

BATU - Motor turco em desenvolvimento

A Turquia planeja produzir um total de 1.000 unidades do Altay, divididas em quatro lotes de 250 unidades. Espera-se que tenha uma massa total de 65 toneladas. O MBT será controlado por uma tripulação de quatro militares (comandante, artilheiro, carregador e motorista).

Os primeiros lotes deverão ser equipados com motor Doosan DV27K fornecido pela coreana Hyundai Doosan Infracore. Este motor diesel de 12 cilindros refrigerado a água, fornecerá ao Altay 1.500 cavalos de potência ou 1.110 kW. O blindado desenvolverá uma velocidade máxima de 65 km/h e uma autonomia que pode chegar aos 450 km.

A arma principal é um canhão de 120mm com cano de alma lisa MKE de fabricação turca. Como armamento adicional, contará com uma estação de armas remotamente controlada (SARC) equipada com uma metralhadora de 12,7 mm ou 7,62 mm, além de uma metralhadora coaxial de 7,62 mm. A blindagem também será fabricada na Turquia pela turca Roketsan e o pacote de blindagem inclui blindagem composta.


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"Projeto Fênix" - Fragata União conclui fase final com lançamento de mísseis Aspide

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No período de 25 de abril á 1 de maio, a Fragata União (F 45) realizou uma das mais importantes fases do "Projeto Fênix", atingindo o seu ápice com os “Testes de Integração dos Sistemas no Mar” (TIS-M), que marcou a conclusão do Projeto que foi iniciado em 8 de novembro de 2021.

Durante a comissão, o navio realizou Exercícios Operativos de Tiro de Superfície sobre Alvo Rebocado, de Tiro Antiaéreo sobre Granada Iluminativa (GIL), de Apoio de Fogo Naval e de Tiro Antiaéreo sobre Drone.

Esse último, ocorrido na área marítima próxima ao município de Angra dos Reis (RJ), realizando o lançamento de dois MSA Aspide pela primeira vez a bordo. O Projeto “Fênix” consistiu na atualização do hardware e do software do Sistema de Controle Tático e de Armas (SICONTA MK.II).

O SICONTA MK.II é um sistema de gerenciamento de combate que possibilita a integração dos sensores e dos armamentos das fragatas da Classe Niterói e faz a compilação do cenário tático, proporcionando uma tomada de decisão de ataque / defesa mais precisa e eficiente. Esse sistema é o produto de um desenvolvimento nacional, coordenado pela Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM).

Ao término das atividades, a Fragata União teve sua capacidade de combate plenamente restabelecida, pronta para o cumprimento das missões que lhe forem atribuídas, para a Defesa da Pátria e de seus interesses.


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Com informações da Agência Marinha de Notícias

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Marinha realiza grande exercício de Operações Ribeirinhas em MG

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Entre os dias 12 e 18 de maio, a Marinha do Brasil realizará um grande exercício de adestramento em Operações Ribeirinhas, o teatro de operações (TO) será a região de Furnas (MG). 

O treinamento, o maior já realizado pela Marinha em Minas Gerais, reunirá mais de 700 militares e diversos meios terrestres e aéreos, com propósito principal de manter a condição de pronto emprego e a capacidade expedicionária dos Fuzileiros Navais, para operar em todas as regiões do País, ao mesmo tempo em que permite reforçar a presença da Marinha no estado. E mais uma vez o GBN Defense estará acompanhando toda operação, para isso, nosso editor Angelo Nicolaci, partiu junto com parte das tropas envolvidas, saindo do Batalhão Paissandu na Ilha do Governador (RJ) e enfrentou 16 horas pelas estradas brasileiras rumo ao teatro de operações.

Está prevista uma demonstração operativa (DemOp), para próxima segunda-feira (16), a qual irá simular uma operação completa, na qual serão apresentadas algumas das principais capacidades envolvidas no treinamento.

A operação conta com a participação de mais de 700 fuzileiros navais, Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf), aviões de caça AF-1 Skyhawk, helicópteros UH-15 Super Cougar e UH-12 Esquilo, além de dezenas de embarcações, viaturas leves e pesadas, dentre vários outros equipamentos militares da Marinha do Brasil. As unidades participantes pertencem à Força de Fuzileiros da Esquadra e à Força Aeronaval, sediadas no Rio de Janeiro, e à Delegacia Fluvial de Furnas (DelFurnas), sediada em São José da Barra (MG).

Dentre as diversas atividades previstas para o exercício, destacam-se: desembarque ribeirinho, operações com CLAnf em ambiente fluvial, orientação fluvial diurna e noturna, técnicas de travessia, “hellocasting”, “tethered duck” diurno e noturno, mergulho, salto livre operacional, rapel, dentre outras. Os helicópteros operarão a partir de uma Base Aérea Expedicionária, que será ativada em Furnas.

Força de Fuzileiros da Esquadra

A Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) é a tropa anfíbia da Marinha do Brasil, atuando em operações de guerra naval, ações com emprego limitado da força e atividades benignas. Trata-se de uma força estratégica de pronto emprego, de caráter anfíbio e expedicionário. Dentre algumas das suas ações mais recentes, destacam-se a participação nas operações de paz no Haiti e no Líbano; as operações de garantia da lei e da ordem no Rio de Janeiro; e a assistência humanitária e apoio à defesa civil durante as chuvas em Petrópolis. 

Em abril deste ano a Força de Reação Rápida dos Fuzileiros Navais foi certificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como nível 3 de prontidão para as Operações de Paz, o mais elevado nível operacional para aquela organização. A Força foi assim a primeira do País a atingir tal certificação, sendo atualmente a única no mundo.


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Com CCSM

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quinta-feira, 12 de maio de 2022

Foguete do Sistema Astros atinge plantação durante exercícios

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Na última quarta-feira (11) durante um exercício do Curso de Operação do Sistema de Mísseis e Foguetes para oficiais e sargentos, um dos foguetes disparados pelo sistema Astros desviou da rota prevista, atingindo uma plantação, o incidente não registrou vitimas ou danos Materiais.

Imediatamente após o incidente, a equipe de instrutores e monitores, acompanhados da equipe médica do exercício, se deslocou ao local do impacto, onde constatou não haver vítimas ou danos materiais.

O exercício foi planejado para ocorrer dentro dos limites do Campo de Instrução de Formosa (CIF), tendo sido adotadas todas as medidas de segurança. 

O Exército Brasileiro e a AVIBRAS já estão trabalhando nas investigações, afim de apurar as causas do incidente.


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quarta-feira, 11 de maio de 2022

CENTRO DE AVALIAÇÕES APOIA TESTES DE TIRO COM ESTAÇÃO DE ARMAS NÃO TRIPULADA

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O Centro de Avaliações do Exército (CAEx), no período de 25 a 29 de abril, apoiou a Diretoria de Fabricação (DF) na realização de testes de tiro com a estação de armas não tripulada Unmanned Turret 30 mm Brazil (UT-30BR), fabricada pela Empresa ELBIT Systems.

Participaram da atividade engenheiros e técnicos da DF, do CAEx e das empresas ARES e IVECO, além de militares do Arsenal de Guerra do Rio, do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizado, de Cascave (PR), e do Centro de Instrução de Blindados, de Santa Maria (RS), que foram empregados na execução das atividades de tiro.


A UT-30BR é um sistema de armas que foi integrado à viatura blindada de transporte de pessoal média sobre rodas (VBTP MSR) 6X6 Guarani, fabricada pela IVECO, que pode ser operada do posto do comandante e/ou do posto do atirador, que se mantêm protegidos no interior da viatura, ao utilizar o armamento.

Este sistema de armas possui, como diferencial tecnológico, a funcionalidade auto tracking ou automatic target tracking (acompanhamento automático de alvos), que possibilita o acompanhamento do alvo sem interferência humana, e hunter-killer (caçador-matador), que possibilita ao comandante designar alvos para o atirador, por meio de seu posto de observação, independentemente deste militar.


A UT-30BR representa, portanto, um avanço na operacionalidade e no poder de combate da tropa, ao reunir o esforço simultâneo do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército à capacidade de pesquisa e desenvolvimento da base industrial de defesa e segurança.

Fonte: Exército Brasileiro

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MQ-9B STOL - Uma solução para Marinha do Brasil?

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A General Atomics Aeronautical Systems (GA-ASI) apresentou na INDO PACIFIC 2022 nesta terça-feira (10), uma nova variante do MQ-9B durante o evento realizado em Sydney, Austrália. O MQ-9B STOL (para decolagem e pouso curtos) foi projetado para operar a partir de navios anfíbios de convés corrido, como é o caso do nosso NAM Atlântico.

O MQ-9B STOL pode operar a partir de navios de assalto anfíbio sem a necessidade de empregar sistema de catapulta ou sky-jump. O novo SARP apresenta asas dobráveis ​​otimizadas para decolagem e pouso curtos (STOL), bem como uma cauda em V ampliada.

Segundo apurado pelo site Naval News durante o evento, o novo SARP da General Atomics é capaz de operar a partir dos navios anfíbios Landing Helicopter Assaults (LHA) e Landing Helicopter Dock (LHD) da Marinha dos EUA. Eles também podem operar a bordo dos LHD da classe Canberra da Marinha Real Australiana. Levando em consideração as características destes navios, podemos concluir que, o MQ-9B STOL se apresenta como uma interessante solução para Marinha do Brasil, a qual começa a operar com SARP (Sistema Aéreo Remotamente Pilotado), atualmente incorporando o ScanEagle.


A General Atomics está lançando o MQ-9B STOL para o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC) como uma alternativa aos novos MQ-9A. Atualmente, o USMC planeja adquirir 16 MQ-9A.

Além dos Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália manifestaram interesse no projeto para operações de seus navios da classe Queen Elizabeth e da classe Canberra, respectivamente. A General Atomics também está conversando com países não especificados do “Pacífico”, provavelmente Japão e Coréia do Sul, pois operam ou planejam operar meios de superfície que podem operar o MQ-9B STOL. 


As características do MQ-9B STOL são bastante atraentes, embora inferior ao apresentado pela sua variante operada do solo,  é capaz de manter-se on-station por aproximadamente 30 horas, muito mais do que sistemas aéreos não tripulados que hoje operam embarcados.

Como o MQ-9B Sea Guardian, o MQ-9B STOL pode transportar e dispensar sonobóias, permitindo que ele forneça recursos de guerra antissubmarino de longo alcance e reconhecimento avançado, inclusive com vídeos promocionais apresentando o MQ-9B STOL carregando mísseis AGM-114 Hellfire e AIM-9 Sidewinder.


Acreditamos ser uma boa solução para ampliar as capacidades de nossa esquadra e projetar nossa aviação naval na nova era da aviação de combate remotamente pilotada.


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Com informações do Naval News


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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Stinger e Javelin enfrentam futuro incerto nos EUA

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A doação à Ucrânia de milhares de mísseis portáteis Stinger (MANPADS) e ATGMs Javelin dos estoques norte americano levantou questões sobre a capacidade da indústria de defesa para reabastecer esses sistemas no curto prazo, e essa situação também levou a preocupações sobre a efeito sobre a prontidão militar dos EUA.


Embora leve (na melhor das hipóteses) mais de 12 meses para reabastecer o estoque americano de Stingers e Javelins, o futuro desses estoques permanece incerto.

Embora as autoridades do DoD afirmem que a generosidade com a Ucrânia não está enfraquecendo as forças armadas dos EUA, alguns legisladores e especialistas em defesa alertaram sobre as consequências de esgotar o arsenal nacional de armas disparadas pelo ombro.

Falando em 3 de maio durante uma audiência realizada pelo Subcomitê de Apropriações do Senado para Defesa, por exemplo, o senador republicano Roy Blunt afirmou que os EUA enviaram aproximadamente 6.500 sistemas – um terço de seus estoques de lanças e 25% de seus Stingers – para a Ucrânia.

Por outro lado, as preocupações de escassez podem ser abordadas pela Lei de Produção de Defesa (DPA). O senador democrata Richard Blumenthal defendeu o uso do DPA para produzir até 1.000 sistemas Javelin anualmente nos EUA.

Por meio do DPA, o presidente pode orientar empresas privadas a priorizar e aceitar contratos e encomendas do governo federal para materiais e serviços necessários para garantir a defesa nacional.

A lei também permite que o Poder Executivo ofereça empréstimos ou garantias de empréstimos a empresas para impulsionar a produção nacional.

Blumenthal foi às mídias sociais em 26 de abril para afirmar: 'Nossos armários ficarão vazios - colocando em risco nossa segurança - sem o DPA'. Ele acrescentou que "os fabricantes precisam de um sinal claro de demanda".


O senador republicano John Boozman, membro do Comitê de Dotações do Senado, destacou em 3 de maio o "aumento da demanda resultante dos atuais esforços dos EUA para reforçar a defesa ucraniana". Ele apontou que a taxa mínima de sustentação para os estoques de Javelin e Stinger está 'sendo esticada em dois anos'.

Questões relacionadas à cadeia de suprimentos foram apontadas pelo senador democrata Jon Tester como fatores que podem impactar na substituição dos sistemas enviados à Ucrânia .

A escala do problema foi ressaltada por John Ferrari, membro sênior não residente do American Enterprise Institute, em 28 de abril, durante um webinar organizado pelo think-tank Brookings Institution. 

Ferrari alegou que durante a guerra na Síria o DoD gastou todas as suas munições de guerra em seis meses e “levou três ou quatro anos para colocar a cadeia de suprimentos em movimento”.

De acordo com Ferrari, a mesma abordagem foi adotada com Javelins e Stingers e a indústria 'não responde porque o Departamento [de Defesa] não o preparou'.

No mesmo webinar, Deborah Rosenblum, secretária assistente do Departamento de Defesa para Política de Bases Industriais do Departamento de Defesa, destacou que os EUA "perderam de vista" o que será necessário para trazer de volta as linhas de produção de alguns dos sistemas de munição e artilharia doados para a Ucrânia.

No entanto, o principal funcionário do DoD adotou um tom mais otimista em 3 de maio em depoimento perante o Subcomitê de Dotações de Defesa do Senado sobre a solicitação de orçamento de defesa para o ano fiscal de 2023 . 

O secretário de Defesa Lloyd Austin enfatizou que os EUA 'nunca ficarão abaixo dos requisitos mínimos para estoque' de armas de linha de frente e 'sempre manterão a capacidade'.

O DoD já realiza uma avaliação de até que ponto cada pacote de redução para a Ucrânia afetaria a prontidão, de acordo com o secretário de imprensa do Pentágono, John Kirby.

"Não vimos nenhum impacto negativo em nossa capacidade de defender esta nação em uma série de capacidades militares", disse ele a repórteres em 2 de maio.

Embora Austin tenha admitido que os estoques dos EUA 'não serão substituídos dentro de um ano', ele enfatizou que as forças armadas estão 'em boa forma, e a indústria está respondendo'.

Austin afirmou que o DoD está incentivando as empresas de defesa a trabalhar com ele, abrindo linhas de produção e aumentando a produção.

"A indústria [de defesa] tem dado muito apoio e continuaremos a trabalhar com eles para identificar as coisas que precisamos", disse ele.

Os Javelin são fabricados por uma Lockheed Martin/Raytheon JV e os Stingers são produzidos pela Raytheon.

Um porta-voz da Lockheed Martin confirmou a Shephard que a empresa tem 'a capacidade de atender às demandas atuais de produção' e está 'investindo para aumentar a capacidade e a produção' para atender às necessidades futuras de seus clientes.

O presidente Joe Biden visitou a instalação de montagem da Javelin em Troy, Alabama, em 3 de maio, e afirmou que apenas os EUA comprometeram mais de 5.500 ATGMs na Ucrânia.

O funcionário da Lockheed Martin observou que a instalação de Troy pode produzir até 2.100 mísseis Javelin anualmente.

O sistema Javelin dispara uma rodada autoguiada e permite uma recarga rápida. Com um alcance de até 4.000 m, o ATGM incorpora um lançamento de mísseis de baixa assinatura e capacidade de vôo. Além das forças armadas dos EUA, Javelin está em serviço com 19 países aliados.

A Raytheon não havia fornecido a Shephard comentários sobre a linha de produção Stinger no momento da publicação. Shephard Defense Insight observa que este MANPADS é operado por todos os quatro serviços militares dos EUA em várias configurações e foi vendido para mais de 18 nações.

Em um relatório publicado em 29 de abril, o Serviço de Pesquisa do Congresso observou que desde que a invasão russa começou em 24 de fevereiro, o governo Biden destinou mais de US$ 3,7 bilhões para fornecer à Ucrânia equipamentos militares e munições.

A Lei de Dotações Suplementares da Ucrânia de 2022 incluiu US$ 3,5 bilhões para reabastecer os estoques de equipamentos do DoD que foram enviados para a Ucrânia por meio da autoridade presidencial de saque.

Em 28 de abril, Biden enviou um pedido suplementar de emergência ao Congresso de US$ 33 bilhões em financiamento adicional para atender às necessidades imediatas na Ucrânia e em outros países afetados pela guerra.

O pedido inclui mais de US$ 20 bilhões em assistência militar e de segurança para manter o fluxo de armas e munições para a Ucrânia, sendo US$ 5 bilhões para reabastecer os estoques do Departamento.


Fonte: SheppardMedia

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Washington finalmente confirma seu plano de equipar a Ucrânia com foguetes guiados a laser APKWS II para combater a Rússia

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O Pentágono finalmente confirmou que as armas inteligentes que havia anunciado para ser enviada para Ucrânia no início de abril é na verdade o Advanced Precision Kill Weapon System II (APKWS II).

No entanto, ainda não se sabe qual plataforma será utilizada pelas forças armadas ucranianas, para lançar o APKWS II.

Há especulações de que os foguetes guiados a laser anunciados como parte do pacote de assistência dos EUA poderiam ser o APKWS II, pois é o único foguete de 70 mm guiado a laser oficialmente no inventário dos EUA.

No entanto, o Departamento de Defesa dos EUA não confirmou até 6 de maio que estava fornecendo os foguetes APKWS II para a Ucrânia, no valor total de 22,6 milhões.

O APKWS II guiado a laser é uma atualização dos estoques dos EUA de foguetes não guiados Hydra 70 de 70 mm / 2,75 polegadas que foram transformados em munições guiadas com precisão (PGMs) pela BAE Systems usando um kit de orientação a laser.

Esses foguetes de 25 libras e 70 mm foram desenvolvidos na década de 1940 e usados ​​extensivamente pelos militares dos EUA no Vietnã. Os foguetes seriam transportados em cápsulas de sete ou dezenove unidades por aeronaves de ataque e helicópteros e disparados em rajadas para cobrir uma área, saturando a posição inimiga.

A BAE Systems equipou o APKWS com seu sistema de orientação e controle de buscador de laser semiativo de abertura distribuída (DASALS) para converter o foguete não guiado Hydra 70 em munições de precisão, permitindo que eles engajem alvos leves em áreas restritas com danos colaterais mínimos.

O sistema de foguete semi-ativo guiado a laser consiste em 3 componentes principais, que incluem ogivas M151 / MK152 e M282, fusível M423 / MK435 e um motor de foguete MK66 padrão.

O sistema do foguete possui conjuntos de asas e aletas dobráveis ​​com um buscador a laser de baixo custo localizado na ponta dessas aletas dobráveis ​​funcionando em uníssono como um buscador único, o que permite que as ogivas existentes do sistema Hydra 70 sejam utilizadas sem a necessidade de um buscador de laser no nariz do míssil.

O sistema de armas também é equipado com uma unidade de medição inercial MEMS e uma técnica avançada de processamento de sinal digital para melhorar a comunicação.


O sistema funciona com designadores de laser padrão, que envolvem o operador destacando o alvo para o foguete se aproximar dele. Sabe-se que tem um alcance de mais de 4,83 km de um helicóptero ou 11,27 km de uma aeronave de asa fixa, que foi aumentado em 30% após uma atualização de software pela BAE Systems em 2021.

O sistema de foguetes pode ser implantado contra ameaças terrestres, aéreas e marítimas e também pode ser usado para operações de apoio aéreo aproximado.

Os foguetes APKWS II foram o principal armamento para a aeronave de ataque leve OV-10 usada nas missões secretas dos EUA no Iraque contra o ISIS em 2015. Esses foguetes ofereciam uma capacidade de ataque de precisão semelhante a um atirador de elite para eliminar os combatentes do ISIS escondidos em uma cobertura densa e pelas portas e janelas.

Dito isto, permanece a questão de qual plataforma de lançamento será usada para disparar esses foguetes guiados.


O APKWS II poderia ser disparado por drones TB2 Bayraktar fabricados pela Turquia, que já são operados pelas forças armadas ucranianas, em meio a especulações de uma escassez de mísseis MAM guiados a laser também fornecidos pela Turquia.

Os drones Bayraktar nunca dispararam um APKWS II, mas podem disparar o míssil CİRİT fabricado pela empresa turca Roketsan, que também é um foguete guiado a laser de 70 mm compatível com designadores a laser padrão da OTAN e pode ser lançado a partir de trilhos e pods montados em aeronaves existentes .

Além disso, o APKSW é leve em comparação com os atuais mísseis MAM transportados pelos TB2 ucranianos, permitindo que o drone carregue 6 ou mais APKWS em vez de 4 MAM.

Há também outra opção de montar os pods de foguetes de 70 mm em helicópteros Mi-17 Hip, que os EUA estão enviando para a Ucrânia para reforçar sua frota existente a partir do equipamento militar originalmente adquirido para o Afeganistão.

Os helicópteros podem ser equipados com um designador de laser para guiar os foguetes até seu alvo, ou pode haver outro designador de laser no solo ou em outra aeronave.


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Com agências de notícias


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domingo, 8 de maio de 2022

Javelin, o míssil antitanque que se tornou símbolo da ajuda ocidental à Ucrânia

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Já se passaram mais de 70 dias desde que as tropas russas iniciaram o que dizem ser uma “operação militar especial” na Ucrânia e se, em 24 de fevereiro, poucos eram os que acreditavam que Kiev pudesse resistir ao poderio bélico russo, a verdade é que não só conseguiu, como também ainda não deixou cair a resistência no Donbass, mais precisamente na siderúrgica Azovstal.

Sem deixarem de sublinhar o empenho e a bravura dos militares às ordens do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, os analistas militares parecem convergir num ponto: sem o apoio de armamento do Ocidente, a guerra teria tido outro rumo.

Exemplo disso mesmo são os mísseis Javelin, equipamento norte-americano, capaz de inutilizar um tanque em até quatro quilômetros de distância.

A imagem de uma santa que carrega um Javelin ao ombro tem vindo a ganhar popularidade entre a resistência, de tal forma que há recém-nascidos ucranianos sendo nomeados como Javelin.

Desde a invasão, só dos Estados Unidos, a Ucrânia já recebeu cerca de 5.500 unidades do míssil.

Na última terça-feira (3), o próprio presidente norte-americano enalteceu a capacidade do míssil nacional, durante a visita a uma das fábricas que produzem os Javelin. Joe Biden aproveitou ainda o momento para brincar com o fato de recém-nascidos com o nome do armamento.

Este míssil tem sido importante para travar a ofensiva russa no final de fevereiro e início de março rumo a Kiev em cidades como Moschun, nos arredores da capital, como comprovou o enviado-especial da CNN Internacional Matt Rivers junto dos soldados da resistência ucraniana.

Também em entrevista ao El País, Siemon Wezeman, especialista em comércio de armas do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, explica que “essa é uma arma muito eficaz, projetada para atacar a torreta – parte de cima de um tanque -, que geralmente é a área menos protegida”.

Eficácia que é ainda maior quando do outro lado estão os tanques russos.

“A eficácia aumenta, neste caso, porque armazenam toda a munição na torreta ou logo abaixo, com muito pouca proteção, ao contrário dos tanques europeus ou norte-americanos.” 

Javelin tem ainda mais uma particularidade que o tornou altamente útil para o exército ucraniano, pois “é um míssil antitanque equipado com um sistema que não necessita ser teleguiado para atingir o alvo”, o que torna possível ao atirador abrigar-se após efetuar o disparo, explica ainda Siemon Wezeman.

No entanto, nos Estados Unidos começam a soar alarmes, como denunciou o senador democrata norte-americano Richard Blumenthal, sobre as reservas de mísseis antitanque e antiaéreos. “O armário está vazio”, disse.

De acordo com fontes norte-americanas citadas pela CNN Internacional, cerca de um terço dos Javelin e um quarto do inventário dos Stinger foram já enviados para a Ucrânia como parte dos oito pacotes de ajuda bélica.

O Pentágono, por seu lado, garante que os oito pacotes de ajuda à Ucrânia não prejudicaram a prontidão da Defesa norte-americana.


Fonte: CNN

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