sábado, 30 de maio de 2015

Estado do Texas aprova livre porte de armas de fogo em público

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O Senado e a Câmara dos Representantes do Texas, nos Estados Unidos, aprovaram nesta sexta-feira (29) a polêmica lei que permitirá o livre porte de armas de fogo nesse estado, o segundo mais povoado do país.

Para ser promulgada, a norma HB 910 requer agora a assinatura do governador do Texas, Greg Abbott, que fez desta iniciativa um de seus objetivos políticos desde que assumiu o cargo em janeiro deste ano.
"As duas câmaras acabam de aprovar o livre porte de armas. Próximo passo: minha caneta", escreveu Abbott em sua conta no Twitter minutos depois que o Senado desse um impulso definitivo à norma com 20 votos a favor e 11 contra.
Minutos antes o mesmo tinha sido feito pela Câmara dos Representantes com um resultado de 102 a 43, com a oposição em bloco do Partido Democrata e o apoio, também unânime, dos conservadores.
A lei foi aprovada depois que fracassaram várias tentativas de seus opositores para introduzir emendas que reduzissem sua força, como o de excluir grandes cidades como Houston, Dallas, Austin e San Antonio da legislação.
Quando entrar em vigor a lei, em 1º de janeiro de 2016, os 26 milhões de texanos que tenham uma licença poderão levar sua arma de forma visível, "como no Velho Oeste", como destacaram seus opositores.
Esta nova norma modifica a legislação vigente no Texas desde a Guerra Civil americana que, paradoxalmente, permite aos cidadãos portar fuzis ou escopetas em público, mas não pistolas.
Apesar de sua reputação, Texas era um dos seis estados que não permitiam o porte de armas em público no país.

Fonte: EFE
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Deputados aprovam fim da reeleição para presidente, governador e prefeito

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), por 452 a favor, 19 contra e uma abstenção, o fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito. A votação foi parte da série de sessões iniciada nesta semana, destinada à apreciação das propostas de reforma política.
O texto do fim da reeleição, de autoria do relator, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), não altera o tempo atual de mandato (quatro anos), mas, nesta quinta-feira (28), o plenário analisará a ampliação da duração do mandato para cinco anos. Antes de votar o fim da reeleição, os deputados rejeitaram nesta quarta o financiamento exclusivamente público das campanhas e aprovaram a doação de empresas a partidos, mas não a candidatos.
A proposta de emenda à Constituição da reforma política começou a ser votada no plenário nesta terça (26). Por decisão dos líderes partidários, cada ponto da PEC, como o fim da reeleição, será votado individualmente, com necessidade de 308 votos para a aprovação de cada item. Ao final, todo o teor da proposta de reforma política será votado em segundo turno. Se aprovada, a PEC seguirá para análise do Senado.
Fim da reeleição

Pelo texto aprovado pelos deputados, a nova regra de término da reeleição não valerá para os prefeitos eleitos em 2012 e para os governadores eleitos em 2014, que poderão tentar pela última vez uma recondução consecutiva no cargo. O objetivo desse prazo para a incidência da nova regra foi obter o apoio dos partidos de governantes que estão atualmente no poder.

Durante a votação em plenário, os líderes de todos os partidos orientaram que os deputados das bancadas que votassem a favor do fim da reeleição.
“O entendimento da nossa bancada é que [a reeleição] foi um instrumento que não se mostrou produtivo para o nosso país”, disse o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).
Também defensor do fim da reeleição, o líder do Solidariedade, Arthur Maia (BA), argumentou que o uso da máquina pública pelo governante que está no poder torna desigual a disputa com outros candidatos.
“É desigual e injusto alguém disputar eleição contra o governante que está no poder com todos os favorecimentos que este poder proporciona”, discursou.
O líder do PT, Sibá Machado (AC), defendeu o fim da reeleição, com a manutenção do mandato de quatro anos.
“Nossa bancada vai orientar o voto sim, pelo fim da reeleição. Todos nós sabemos que a reeleição foi introduzida por um governo do PSDB”, declarou.
O PSDB também defendeu acabar com a possibilidade de reeleição, ressaltando porém, que essa regra “cumpriu o seu papel histórico”.
“A avaliação da bancada é que devemos caminhar para um novo ciclo, pelo fim da reeleição com mandato de cinco anos. Amanhã [quinta[, discutiremos o período do mandato”, disse o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).
Financiamento

Mais cedo, nesta quarta, a Câmara aprovou incluir na Constituição autorização para que empresas façam doações de campanha a partidos políticos, mas não a candidatos (veja no vídeo ao lado).

As doações a candidatos serão permitidas a pessoas físicas, que poderão doar também para partidos. O texto foi aprovado por 330 votos a favor e 141 contra.
No início da madrugada de quarta, o plenário havia rejeitado emenda de autoria do PMDB que previa doação de pessoas jurídicas tanto a partidos quanto a campanhas de candidatos.
A derrubada dessa emenda foi interpretada por lideranças políticas como uma derrota do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do vice-presidente Michel Temer, que negociaram pessoalmente a votação do artigo da PEC.
O PMDB, então, se empenhou para aprovar, pelo menos, uma emenda que garantisse a doação de empresas aos partidos políticos.
Outras siglas da base aliada e da oposição defenderam a proposta, como o PR. “Esse é o texto mais equilibrado que temos. Impede a doação a varejo aos candidatos, mas permite a doação aos partidos. Posteriormente as leis estabelecerão limites a essas doações”, disse o líder do PR, Maurício Quintella Lessa.
O PT, porém, favorável ao financiamento exclusivamente público, se posicionou contra. O vice-líder do partido Alessandro Molon (PT-RJ) defendeu a derrubada da emenda para que se negociasse, posteriormente, uma solução em projeto de lei que garantisse maior “equilíbrio” na distribuição de recursos de campanha.
“Se derrotarmos, teremos tempo para conseguir uma solução para todos nós. Hoje, pela regra, qualquer um de nós pode receber, partidos e candidatos. Se essa emenda for aprovada, só os partidos poderão receber recursos. Vamos encontrar uma solução que estabeleça uma distribuição equânime”, defendeu.

Fonte: G1 Notícias
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A tecnologia de defesa e o caso Gripen

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Em toda nação industrializada, os dois maiores investimentos em inovação ocorrem nas áreas de saúde e de defesa. Por razões estratégicas, a área de defesa prioriza o controle tecnológico nacional. E essas duas visões marcaram a escolha do sueco Gripen como o avião de combate a ser desenvolvido no país.
A análise da Aeronáutica foi central para a escolha do avião – superando a maior tradição dos FX dos Estados Unidos e da francesa Dassault. E o ponto central para a escolha foi a ampla transferência de tecnologia prevista no acordo.
Ontem, no 59o Fórum de Debates Brasiliana, o Brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) apresentou um amplo quadro dos acordos de transferência de tecnologia com a Saab-Scania, fabricante do Gripen.
Para toda compra pública no exterior acima de US$ 5 milhões, a Constituição exige acordos offset, ou seja a contrapartida a ser oferecida pelo vendedor.
Nas primeiras discussões sobre o FX (a compra de aviões pela FAB) chegava-se a falar em contrapartidas que nada tinham a ver com o objeto do contrato.
Desta vez, a Força Aérea exigiu que todas as contrapartidas fossem na forma de transferência de tecnologia, ou então de investimentos em equipamentos da Aeronáutica.
Ao todo, a Copac gerencia 22 projetos, sempre em parceria com o setor privado e, algumas vezes, em parceria com outros países.
No caso das armas de combate do Gripen, o desenvolvimento envolveu as empresas Opto Eletrônica, Mectron, Avibras.
O projeto H-XBR, para fabricação de helicópteros de médio porte, começou com parceria inicial com a França, até se obter o domínio da fabricação.
O projeto Gripen NG, a Copac definiu um conjunto de áreas relevantes, para as contrapartidas exigidas dos suecos, passando por aviônicas e sensores, integração de motor, integração de armamentos entre outras.
Por uma dessas jabuticabas brasileiras, o TCU (Tribunal de Contas da União) não aceita que a Aeronáutica indique as empresas brasileiras que receberão a transferência de tecnologia. Por isso mesmo, em uma área crítica de segurança nacional, são os fornecedores estrangeiros que indiquem os parceiros nacionais.
O acordo offset do Gripen envolve US$ 9,1 bilhões. Estão nele as empresas Embraer, Akaer, Atech, AEL, Mectron e DCTA.
Essas empresas absorverão conhecimento na área de materiais compostos, simuladores de vôo, planejamento de missão, sistemas de treinamento baseados em computador, design, desenvolvimento e suporte de sistemas relacionados com a aviônica.
A parceria levou à Suécia 160 engenheiros e 80 técnicos da Embraer, 26 da Atech, 12 da Mectron, 7 da Akaer, 43 da INBRA, 8 da AEL.
Em que pese problemas orçamentários, mudanças de governo e de prioridades, a indústria da defesa logrou criar casos de sucesso.
É o caso da Optron, uma empresa de produtos óticos de São Carlos que acabou desenvolvendo sistemas sofisticados para satélites brasileiros. Ou a AEL, empresa com 70 funcionários antes de 2001, hoje com 230, participando de projetos no Novo Centro Tecnológico de Defesa, no Polo Espacial, e nos satélites brasileiros.

Fonte: Jornal GGN
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Para Forças Armadas, falta planejamento para desenvolvimento tecnológico do País

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Representantes da Aeronáutica, do Exército e da Marinha concordaram, nesta terça-feira (26), que falta planejamento de médio e longo prazos para que o País evolua de forma significativa no campo das inovações tecnológicas. O assunto foi debatido em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.
As principais consequências dessa ausência de planejamento, segundo os expositores, vão desde a dificuldade em repor mão de obra de forma ágil, pois a legislação cria uma série de entraves na contratação de pessoal, até a não conclusão de projetos por falta de recursos financeiros.
O vice-chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General Rodrigo Ratton, reconheceu que o setor de inovação das Forças Armadas melhorou bastante nos últimos doze anos, com o aumento significativo dos verbas injetadas pelo governo federal. Ele alertou, no entanto, que o cenário futuro é preocupante, tendo em vista os cortes nos gastos públicos que o Executivo tem feito.
Uma solução apontada por Rodrigo Ratton para fazer o Brasil crescer no setor de inovação seria incentivar a participação da iniciativa privada no desenvolvimento de novas tecnologias. “No restante do mundo, a inovação é maior porque as empresas também têm centros de pesquisa, que ficam mais integrados com as universidades e as instituições”, informou. “A maior dificuldade que vejo no Brasil é exatamente porque o fomento a essas áreas é feito quase que exclusivamente pelo poder público”, completou.
Crise
A deputada Tia Eron (PRB-BA), que solicitou a realização do debate, ressaltou a importância de investir de maneira mais incisiva no setor de tecnologia. Na opinião dela, o atraso tecnológico é um dos agravantes para a atual crise econômica vivida pelo Brasil.
"Não é justo que sejamos um país potência na agricultura, mas que utilizemos máquinas com motores bem inferiores aos encontrados na Alemanha e na Suíça, por exemplo”, declarou a parlamentar.
Segundo uma das principais empresas que atuam no mercado financeiro mundial, a Bloomberg, o Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de 50 países que mais inovam no mundo, à frente apenas de Argentina, África do Sul e Marrocos. Conforme o estudo, divulgado neste ano, a Coreia do Sul é a nação mais inovadora. Em seguida, aparecem, respectivamente, Japão, Alemanha, Finlândia e Israel.

Fonte: Notimp
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Construção de lançador de satélites não deve ser concluída, diz agência

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Um dos mais emblemáticos programas de desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil, a construção do VLS-1 (Veículo Lançador de Satélite), deve ser abandonado, segundo informou o site da Agência Espacial Brasileira. De acordo com o vice-diretor do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica), Wander Golfetto, o programa pode não ser concluído por falta de verba, recursos humanos qualificados e dificuldades tecnológicas.
Em audiência pública ontem (26) na Câmara dos Deputados, o vice-diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA), Wander Golfetto, afirmou que o programa pode não ser completado por falta de verba, recursos humanos qualificados e dificuldades tecnológicas.
Números apresentados pelo DCTA apontam uma descontinuidade de recursos para o VLS, previstos no Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), documento orientador de investimentos da área. No total, o programa deveria receber cerca de R$ 155 milhões. No entanto, até o momento, foram executados R$ 108 milhões.
Inicialmente, a previsão era de que o veículo estaria completamente finalizado este ano. Agora, no entanto, a expectativa mudou. Hoje, o planejamento é para testar parte do foguete no fim de 2016.
O passo seguinte, que serviria para fazer com que o VLS colocasse um satélite em órbita está impossibilitado. Além da falta de recursos, existem dificuldades técnicas no desenvolvimento de componentes para completar o foguete. Há também um grave problema de escassez de mão de obra, que pode inclusive atrapalhar outros projetos mobilizadores.
Segundo Golfetto, o Brasil já teria decidido tirar o pé mais uma vez do VLS. Em vez de mirar no mercado de lançadores de grandes satélites, a ordem agora seria focar no mercado de microssatélites.
"Chegamos à conclusão de que não vale a pena desenvolvermos no país um veículo para satélites geoestacionários. Existem vários concorrentes no mercado e o Brasil não lançará muitos equipamentos deste porte. Nosso foco está mais voltado para o VLM (Veículo Lançador de Microssatélites). É um foguete mais simples, para transportar satélites menores. Acreditamos que ele entra em um nicho de mercado onde não existem lançadores naquela categoria", disse Golfetto.
O lançamento do VLS-1 passa por diversos percalços desde o acidente na base de Alcântara, no Maranhão, em 2003. A explosão matou 21 importantes técnicos, destruiu instalações e interrompeu o projeto do VLS. Na tentativa de recuperação da base e com o objetivo de explorar o mercado de lançadores de satélites, o Brasil optou por focar na construção de outro foguete, numa fracassada parceria com a Ucrânia, que custou 12 anos e R$ 1 bilhão (dividido entre os dois países). O chamado Cyclone 4 seria maior que o VLS, capaz de lançar cargas mais pesadas como de satélites de telecomunicações (de até 800 kg e numa órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de distância).
O VLS foi mantido, mas deixado de lado. Estava previsto para 2013, depois 2014, 2015 e agora 2016. Mesmo assim, o teste será em apenas partes do foguete: ele não deve ficar totalmente pronto, segundo estimativas do DCTA.
"Temos o veículo todo reprojetado. Estamos trabalhando em um lançamento de um voo tecnológico, que visa testar a parte baixa do VLS, onde tivemos algumas dificuldades no acendimento do segundo estágio e na separação dos estágios. A análise servirá também para avaliar o sistema de navegação inercial que foi desenvolvido dentro do DCTA. Ele é baseado em fibra óptica. Já foi testado em aviões, no solo, agora precisamos fazer um voo espacial para certificar este veículo", explicou Golfetto.
O passo seguinte, que serviria para fazer com que o VLS colocasse um satélite em órbita, está impossibilitado. Além da falta de recursos, existem dificuldades técnicas no desenvolvimento de componentes para completar o foguete. Há também, segundo ele, a falta de mão de obra especializada.
"Se não houver reposição do quadro, em 2020, o DCTA terá uma redução de 44% da sua equipe em relação a 2011, em virtude do processo de aposentadoria. Há pouco tempo, foi autorizado concurso e pudemos contratar mais de 200 profissionais. No entanto, isto está aquém do necessário", alertou o vice-diretor.
 
Novo foco
O Brasil nunca construiu um foguete capaz de decolar para além das zonas suborbitais. O país tem mesmo mais capacidade de reinar no mercado de lançamento de microssatélites, inclusive diversos foguetes seus são utilizados na Europa para lançar cargas carregando experimentos científicos e tecnológicos.
Há êxitos com os lançadores da família Sonda e dos veículos de sondagem VSB-30, VS-30 e VS-40. O VSB-30, por exemplo, abastece o programa europeu de microgravidade.
O processo de construção do VLM se dá em cooperação com o Centro Aeroespacial Alemão (DLR). Porém novamente a descontinuidade de recursos pode atrapalhar este projeto, que tinha previsão inicial de conclusão para este ano e foi reprogramado para 2017. Estimado em R$ 126,9 milhões, até o momento o programa recebeu R$ 10 milhões, segundo ele.
 
O setor no Brasil
Em termos de percentual relativo do PIB, o Programa Espacial Brasileiro destina dez vezes menos recursos que a Índia e 30 vezes menos que os Estados Unidos. Os norte-americanos detêm 41% do mercado global de satélites, enquanto a participação brasileira é de 1,9%, segundo um estudo feito pela Câmara dos Deputados.
No Brasil, os investimentos governamentais a partir do fim da Segunda Guerra Mundial priorizaram setores de infraestrutura e indústria pesada e de bens de produção como mineração e petróleo. Nos últimos dez anos houve um aumento do interesse político no setor espacial, porém há diversas críticas em relação às constantes mudanças políticas, acidentes, atrasos e gasto maior que o planejado.
FAB contestaAtravés de e-mail enviado ao UOL, a FAB (Força Aérea Brasileira) afirmou o seguinte: "Não é verdade que o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) vá abandonar o projeto VLS (Veículo Lançador de Satélite). O DCTA continua investindo no VLS-1, VLS-Alpha e VLS-Beta, lançadores de satélites de até 800 kg em órbita equatorial.

O vice-diretor do DCTA, Major-Brigadeiro do Ar Wander Golfetto, em audiência na Câmara dos Deputados, declarou, na verdade, que o Brasil não tem mais interesse em investir em lançadores de satélites geoestacionários, com capacidade de 1 a 4 toneladas. Portanto, o desenvolvimento do VLS-1 continua de acordo com a disponibilidade orçamentária.

É importante ressaltar que, graças ao desenvolvimento do VLS-1, o Brasil adquiriu tecnologia que possibilita a exportação de foguetes suborbitais para a Europa. Somente este ano, seis foguetes foram lançados."

Fonte: Notimp
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Alemanha não teve dinheiro nem vontade de levar projeto Armata adiante

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A Rússia foi o primeiro país a implementar o projeto Armata de próxima geração. A ideia de um tanque nesses moldes surgiu na Alemanha, que não teve financiamento nem vontade política para levá-lo adiante, relata o Die Welt.


O conceito básico do tanque russo Armata foi desenvolvido há 30 anos no Ocidente e inclusive testado na Alemanha. Entretanto, a nação germânica não teve vontade política nem recursos financeiros para implantar o projeto, afirmou o jornal alemão Die Welt.

O conceito do tanque já foi considerado como substituto em potencial para o atual Leopard 2 alemão. Especialistas da indústria bélica afirmam que um novo tanque de guerra poderia ter sido construído há muito tempo. 



Entretanto, a queda do Muro de Berlim, em 1989, e o colapso da União Soviética fizeram os projetos militares alemães estacionarem. Após o fim da Guerra Fria, a "ameaça do Leste" desapareceu, e a Alemanha não viu necessidade urgente de continuar a corrida armamentista.

Agora, a Rússia conseguiu produzir os novos tanques baseada no conceito alemão. Para os germânicos, a produção de sucessores do Leopard 2 pode levar mais de 15 anos, avaliam especialistas.

"O Armata é um despertar de uma hibernação na qual entramos no começo dos anos 1990", disse um especialista em armas que falou em condição de anonimato. Segundo ele, o novo Armata T-14 tem vantagens óbvias, até mesmo comparando com novas variantes do Leopard 2.


Fonte: Die Welt via Sputnik News
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Rússia pode ocupar Kiev e países bálticos em quatro dias

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O presidente do Comitê Militar da OTAN, o general tcheco Petr Pavel, considera que a Rússia precisaria só de dois dias para ocupar os países do báltico e outros dois dias para tomar Kiev, segundo informou a Radio Praga nesta quarta-feira.


Pavel afirmou em uma conferência em Praga que a OTAN não é capaz de responder com a rapidez necessária em situações de emergência. Para ele, Moscou poderia decidir atacar os países bálticos em algumas horas, enquanto a OTAN, integrada por 28 países, gastaria muito tempo para entrar em acordo sobre uma posição única adotada por todos estados membros.

O ex-chefe do Estado Maior das Forças Armadas tchecas afirmou também que as medidas tomadas pela Europa diante da "ameaça russa" e do Estado Islâmico são pouco eficazes.

Um dia antes, o embaixador da Rússia para a Aliança, Aleksandr Grushko, ao comentar as declarações de políticos da organização sobre o suposto perigo de uma agressão russa contra os países do Báltico, declarou que as ações da OTAN na região não correspondem aos riscos existentes nem às necessidades de segurança.



"Devemos tomar todas as medidas imprescindíveis para fazer frente às ameaças da Rússia, e temos meios suficientes e recursos para fazê-lo", disse Grushko ao canal Rossiya24.

Ele declarou ainda que ao difundir o mito da existência de uma ameaça russa, os países do Báltico ocultam sua incapacidade de resolver de maneira independente seus próprios problemas nacionais.


Fonte: Sputnik News
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Brasil ratifica aliança com França em construção de submarinos

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O Brasil, através de seu Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), ratificou nesta quarta-feira sua aliança com a França para financiar os projetos de construção de submersíveis para a marinha e entrar no seleto clube dos países dominantes dessa tecnologia. 
Representantes da marinha participaram de um fórum hoje em São Paulo no qual foram abordados principalmente a importância da promoção do papel das forças armadas e o estímulo da pesquisa e desenvolvimento na indústria de defesa.
 Em um balanço sobre os projetos de construção de submarinos convencionais e de um submarino de propulsão nuclear, realizados por meio de acordos governamentais de cooperação com a França, assinados a partir de 2008, os responsáveis pelo projeto confirmaram que a finalização da iniciativa está prevista para 2025. "Existe uma necessidade estratégica de desenvolver e dominar a energia nuclear e realizar iniciativas que exijam independência tecnológica da mesma", justificou hoje o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do Projeto Modular de Obtenção de Submarinos Convencionais da marinha. 

O índice de participação nacional nos componentes do projeto é formado por 600 empresas e o orçamento estimado do mesmo é de US$ 7,236 bilhões, detalhou Neves. "A falta de visão estratégica do Brasil é um problema sério e temos que avançar e perseguir a visão de futuro em noções conceituais como a pesquisa e pontos de encaixe entre o setor privado e o governo", declarou Luis Nassif, presidente da Agência Dinheiro Vivo, organizadora do fórum. 

O brigadeiro Mauricio Pazini Brandão, professor do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA), considerou que "para o desenvolvimento da indústria militar, a formação de recursos humanos especializados, dualidade civil-militar e uso pacífico do espaço aéreo são pontos básicos das políticas do setor aeroespacial". "Uma política extrema" que, na opinião do também professor Luiz Martins de Melo, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), "integre suas ações diplomáticas com suas políticas de defesa e de desenvolvimento econômico, e que ao mesmo tempo introduza um conceito inovador na história democrática". 

Os maiores sistemas de projetos de inovação tecnológica do mundo são os de defesa e saúde, o que mostra claramente a lógica do acúmulo de poder e riqueza dos países desenvolvidos. Esses sistemas são elementos centrais na aproximação de inovações mais radicais", disse o acadêmico.

Fonte: R7 Notícias
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Rússia será uma das cinco superpotências mundiais, diz ex-presidente polonês

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No futuro próximo, a Rússia pode se converter em uma das cinco superpotências mundiais, disse nesta quarta-feira o ex-presidente da Polônia Aleksander Kwasniewski.


"A Rússia poderia chegar a ser, em um futuro próximo, um dos novos centros do mundo multipolar que está se formando", afirmou em uma conferência sobre segurança em Praga, na República Tcheca.

As demais superpotências seriam Estados Unidos, China, Índia e a União Europeia, afirma o ex-presidente polonês.

"Os EUA manterão também um papel importante, mas nunca mais serão tão fortes como nós últimos 20 ou 30 anos", avaliou. Segundo Kwasniewski, a União Europeia deve continuar desenvolvendo as reformas necessárias para acabar com a crescente onde de egoísmo nacional.



Quanto às próximas ações da Rússia, o ex-presidente descartou que Moscou busque invadir os países bálticos, já que, em sua opinião, o único objetivo do país é apoderar-se de toda Ucrânia e não apenas de Donetsk e Lugansk.

"Moscou continuará sua pressão econômica e sua propaganda contra a Ucrânia e buscará novos métodos para ficar com toda a Ucrânia", declarou.

Kwasniewski, presidente da Polônia de 1995 a 2005, supõe que a Rússia pensa em organizar uma nova mudança de poder em Kiev. As novas autoridades ucranianas "não teriam oposição europeia", mas "não sonharam com o impossível, e seu sonho realista será a Rússia."


Fonte: Sputnik News
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Cientistas produzirão inteligência artificial em 10 anos

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Rússia quer criar robôs com inteligência artificial avançada dentro de sete a dez anos, de acordo com o diretor do Fundo de Pesquisas de Perspectiva, Serguêi Garbuk.

"A apresentação construtiva da tarefa é a criação de um operador artificial que resolva bem tarefas intelectuais racionais e seja capaz de substituir o homem na resolução dessas tarefas", diz.

Os robôs produzidos hoje não têm inteligência artificial, mas, segundo Garbuk, cientistas russos estão próximos de criar "um tipo de sistema de informacional, mas baseado em novos princípios de arquitetura".

Para ele, tais máquinas poderiam controlar equipamentos bélicos ou exercer a função de "dispatcher" em aeroportos.

O Fundo de Pesquisas de Perspectiva foi fundado em 2012 por iniciativa do vice-premiê Dmítri Rogózin, responsável pela supervisão da produção de defesa, e é um análogo da agência Darpa, sob o Pentágono.

Sua principal área de atuação é a pesquisa científica de alto risco e soluções no setor de defesa. No momento, o fundo tem 49 projetos em seu portifólio, dos quais 26 estão em estágio de realização.

Fonte: Gazeta Russa
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Embraer entrega primeiro caça AF-1B modernizado para a Marinha brasileira

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A divisão de Defesa & Segurança da Embraer fez nesta terça-feira, 26, a entrega do primeiro caça AF-1 modernizado (AF-1B) para a Marinha do Brasil, dos 12 caças subsônicos que deverão passar por modernização, informou a fabricante de aeronaves.

O programa AF-1 - designação da Marinha para o McDonnell Douglas A-4 Skyhawk - prevê a revitalização e a modernização de nove AF-1 monopostos e três AF-1A bipostos. O AF-1 é um avião de interceptação e ataque operado a partir de um porta-aviões como vetor para a defesa aérea da esquadra.

Conforme explicou a Embraer, as aeronaves modernizadas receberam novos sistemas de navegação, armamentos, geração de energia, computadores, comunicação tática e sensores, incluindo um radar multímodo de última geração. "Esses equipamentos, aliados ao trabalho estrutural realizado, permitirão a estes caças operar até o ano de 2025", disse a companhia.

O programa de modernização prevê ainda o fornecimento de estações de briefing e debriefing que já estão sendo empregadas no treinamento e na proficiência dos pilotos do Esquadrão VF-1 Falcão, possibilitando um melhor aproveitamento, redução de custos e maior eficácia no planejamento e execução das missões, acrescentou a Embraer.

Em nota, o presidente da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider, afirmou que a modernização do AF-1, primeiro contrato de integração de sistemas firmado entre a companhia e a Marinha do Brasil, representou um desafio tecnológico para a empresa por ser uma plataforma não desenvolvida pela Embraer.

"Para a Marinha do Brasil, a modernização das aeronaves AF-1 na Embraer é mais um importante passo na capacitação da Base Industrial de Defesa brasileira e os resultados alcançados permitirão que a Aviação Naval opere uma aeronave com sensores e equipamentos no estado da arte, representando um grande salto de qualidade na capacidade da Força", declarou o Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, comandante da Marinha, também por meio de nota.

Fonte: Estado de Minas
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OTAN anuncia oito novas unidades de comando no Leste Europeu

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A OTAN vai se focar na melhoria de sua defesa coletiva por meio da criação de até oito novas unidades de comando e controle na parte oriental da aliança, disse o secretário geral da organização, Jens Stoltenberg, discursando no Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais nesta quarta-feira (27).
"Estamos estabelecendo seis unidades de comando e controle nos três países bálticos [Letônia, Lituânia e Estônia] e na Polônia, Bulgária e Romênia. E, provavelmente, também [haverá] mais duas em mais dois países", anunciou.
De acordo com anúncios anteriores da OTAN, os seis centros de comando e controle se destinam a facilitar a mobilização da Força Tarefa Conjunta de Reação Rápida dos aliados, formada para fazer frente a uma suposta ameaça representada por "ações agressivas da Rússia", que voltou a ser acusada por Stoltenberg de fornecer armas, soldados e dinheiro para os movimentos de independência no leste da Ucrânia. 

Moscou, porém, afirma frequentemente que não nutre qualquer ambição expansionista e ressalta que, de fato, é a OTAN quem está expandindo sua presença militar no Leste Europeu, cada vez mais perto das fronteiras russas.

Durante reuniões com o presidente norte-americano Barack Obama na terça-feira (26), Stoltenberg disse que os dois discutiram "a importância de reforçar a defesa coletiva", de acordo com o quadro estabelecido na cúpula da OTAN realizada em 2014 no País de Gales.


Fonte: Sputnik News
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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Governo iemenita no exílio mina processo de paz no seu próprio país

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As negociações sobre o processo de pacificação do Iêmen estão ameaçadas pela atitude de uma das partes.
O presidente do Iêmen, Abd Rabbuh Mansour Hadi, que está exilado na Arábia Saudita desde finais de março, anunciou que não consentirá em negociações até que os rebeldes houthis deponham as armas. Portanto, a coalizão árabe poderá continuar os ataques aéreos contra o país vizinho.
Segundo uma fonte das Nações Unidas, referida pela al-Jazeera, as conversações, que deveriam começar na quinta-feira da semana em curso, já foram adiadas.
"Posso confirmar que as negociações foram adiadas", disse a fonte.
A posição do presidente iemenita exiliado foi comunicada ao enviado especial da ONU ao Iêmen, Ismail Ould Cheikh Ahmed.

De acordo com Hadi, o cessar-fogo unilateral por parte dos houthis é a exigência principal da resolução 2216 das Nações Unidas. Porém, nada se diz sobre o eventual fim dos golpes por parte da coalizão.

Atualmente, a Arábia Saudita, junto com o Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Egito, Jordânia, Marrocos, Paquistão e Sudão, está realizando a operação chamada "Restaurando a Esperança", que é, desde 21 de abril, o nome oficial da intervenção militar no Iêmen, que começou em finais de março.

As autoridades sauditas responderam aos vários pedidos de trégua e propostas mais ou menos concretas de paz com ameaças de ingerência nos assuntos regionais e com declarações de que os ataques não iriam parar até que os rebeldes, partidários do ex-presidente Ali Abdullah Saleh (1990-2012), cessem de combater.

Porém, tanto os próprios houthis, como os observadores internacionais, duvidam que haja cessar-fogo em resposta por parte da coalizão.

Os houthis são um grupo rebelde de orientação muçulmana xiita. No entanto, os países árabes que formam parte da coalizão são, na sua maioria, sunitas. É provável que as tentativas de sabotagem do processo de paz sejam fruto desta divergência de cunho religioso. O Irã, que também tentou várias vezes apresentar as suas propostas de pacificação, rejeitadas pelo governo do Iêmen no exílio, é também xiita.


Fonte: Sputnik News 
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Tropas russas realizam exercícios com BUK-M2

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O exército russo realizou exercícios com o sistema de mísseis superfície-ar Buk-M2, pela primeira vez este ano, frustrando com sucesso um hipotético ataque com mísseis de cruzeiro de um inimigo imaginário, divulgou fontes militares nesta segunda-feira (25).

"As equipes de combate com sistemas de mísseis de defesa aérea Buk-M2 impediram um ataque simulado com mísseis de cruzeiro tático sobre as posições de uma força integrada no campo de tiro Kapustin Yar na região de Astrakhan", disse a assessoria de imprensa.

"Estes foram os primeiros exercícios de disparo real das forças de defesa aérea russa usando sistemas de mísseis Buk-M2", disse.

Foram disparados mísseis superfície-ar simultaneamente em dois alvos, disse a assessoria de imprensa.

Os exercícios de tiro envolveram mais de 300 militares da defesa aérea marcando a fase final das preparações pela brigada de defesa aérea do Distrito Militar Central, a única unidade nas Forças Terrestres da Rússia operando sistemas de mísseis de defesa aérea Buk-M2.

Fonte: GBN com agências de notícias
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Irã ameaça responder com ‘chumbo quente’ a espionagem do Ocidente

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O monitoramento de infraestruturas militares iranianas por representantes do Ocidente não passa de espionagem legalizada e o Irã pode responder a isso com “chumbo quente”.
A respetiva declaração foi feita pelo chefe da Força Aérea do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica, general de brigada Amir Ali Hajizadeh, noticia a agência Fars.

Amir Ali Hajizadeh fez a declaração durante a reunião de adidos militares estrangeiros, realizada no domingo, 24 de maio, na capital iraniana, Teerã.

O general sublinhou que Teerã não permitirá sob nenhum pretexto que alguém assuma o controle sobre os centros militares do país e notou que tais tentativas são populares entre os inimigos do Irã que gostariam de controlar o setor iraniano da defesa.

Mais cedo o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, declarou que o Irã nunca permitirá que estrangeiros façam inspeções nas infraestruturas militares do país e interroguem os cientistas que trabalham no setor nuclear.


Fonte: Sputnik News 
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Historiador: EUA "criam" inimigos para garantir unidade interna

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Após a Guerra Fria, os Estados Unidos imaginaram ter dois inimigos (Islamismo radical e Rússia) e agora o país tem de escolher um deles, de acordo com o historiador francês e diplomata Jean-Christophe Rufin.

Os EUA precisam de um inimigo externo para reforçar a unidade dentro do país, opinou o historiador francês Jean-Christophe Rufin em entrevista ao Le Figaro.

"A sociedade norte-americana, tal como o Império Romano, precisa de um inimigo externo para se manter unida. Desde 1991 a América já criou dois", disse Rufin.

“De um lado, tentando destruir os regimes seculares árabe-muçulmanos, justamente chamados de ditaduras, os EUA e os seus aliados europeus contribuíram muito para criação de um grande número de inimigos islamistas (de bin Laden ao Estado Islâmico) que são financiados por monarquias petrolíferas do Golfo. Mas, ao mesmo tempo, a América estava realizando a política sistemática contra toda a área da Rússia pós-soviética. Da Geórgia à Mongólia, passando pelos países bálticos, os EUA criaram a base para uma nova Guerra Fria”, declarou o historiador.

Ele opina que no momento os EUA devem escolher um inimigo e, de acordo com Rufin, seria melhor se este fosse o Islamismo radical.

“Mas não devemos esquecer sobre a profecia de Tocqueville (Alexis de Tocqueville é um famoso político francês do século XIX, ex-ministro do Exterior) que considerou a Rússia como o único país continental que pode fazer concorrência aos EUA”, disse o historiador.


Fonte: Sputnik News
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EUA dizem que faltou vontade às forças iraquianas contra Estado Islâmico

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, disse neste domingo que as forças iraquianas não mostraram vontade de lutar contra o Estado Islâmico durante a queda de Ramadi, uma semana atrás, e as forças americanas estão tentando encorajá-los a enfrentar os militantes mais diretamente.

"As forças iraquianas simplesmente não mostraram vontade de lutar", disse Carter ao programa "State of the Union" da CNN. "Eles tinham muito mais homens que o adversário, e mesmo assim recuaram".

Carter disse que, por enquanto, os Estados Unidos continuarão a contribuir com ataques aéreos e fornecendo equipamentos e treinamento às forças iraquianas, mas Washington está monitorando a situação de perto.

"Ataques aéreos são eficientes, mas nem eles nem nada que podemos fazer pode substituir a vontade de lutar dos iraquianos. Eles que precisam vencer o ISIS e mantê-los vencidos", disse.

Ele disse que o exército americano não recomendou nenhuma mudança, por enquanto, no apoio que Washington está dando ao Iraque.

"Se chegar o momento em que precisaremos mudar a forma como apoiamos as forças iraquianas, faremos essa recomendação", disse Carter, ao ser perguntado sobre os apelos de legisladores republicanos para que os Estados Unidos auxiliem o Iraque no combate terrestre também.


Michele Flournoy, executiva chefe do Centro para uma Nova Segurança na América, disse à CNN que Washington precisava pressionar o governo iraquiano a fornecer mais recursos para as tribos sunitas no oeste do Iraque, que tem mais "vontade política de lutar" que as forças iraquianas.

Fonte: Reuters
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Avião que levava Angélica e Luciano Huck faz pouso forçado em fazenda de MS

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Uma aeronave de pequeno porte que levava o casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck fez um pouso forçado em uma fazenda do Mato Grosso do Sul na manhã deste domingo, 24. Estavam a bordo, além de Angélica e Huck, os três filhos do casal, duas babás, o piloto e o copiloto. As nove pessoas sofreram apenas escoriações leves e foram levados para hospitais da região.
O acidente teria sido provocado por problemas na bomba de combustível. A informação foi dada por Lucilene Gonçalves Vaz, de 50 anos, mulher do comandante Osmar Aurélio Frattine Vaz, 52, que pilotava a aeronave. "Ele (Osmar) me disse que uma bomba de combustível falhou. Ele tentou a outra, que falhou também. Por isso, precisou fazer o pouso forçado", disse Lucilene na entrada do Pronto Socorro da Santa Casa.
Os sete passageiros e o piloto foram encaminhados em carros particulares para a Santa Casa de Campo Grande, onde deram entrada pouco depois das 11h (horário de Brasília). Em nota, a assessoria da unidade de saúde informou que "todos foram atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e submetidos a exames de raio-x, tomografia e demais procedimentos, não tendo sido diagnosticado nada grave em nenhum dos pacientes".
Além de Luciano Huck e Angélica, passaram pela Santa Casa os filhos Joaquim, de 10 anos, Benício, de 7, e Eva, com 2. Também foram atendidos o co-piloto José Flávio de Souza Zanatto e as babás Marcíleia Eunice Garcia e Francisca Clarice Canelo Mesquita. O piloto da aeronave foi encaminhado primeiramente para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade, mas acabou transferido à tarde para a Santa Casa.
No início da noite, os apresentadores foram transferidos para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Transportados por um avião-ambulância, chegaram ao Aeroporto de Congonhas por volta das 21h30. Às 22h45, deram entrada no hospital - foram três ambulâncias.
Segundo informações da Aeronáutica, o avião, do modelo Embraer 820C, decolou às 10h45 (horário de Brasília) da Estância Caiman, reserva do Pantanal no município de Miranda, e seguiria para Campo Grande, num trajeto de cerca de 230 quilômetros. Com dez minutos de voo, às 10h55, o piloto informou aos controladores de voo uma falha no equipamento e fez o pouso de emergência.
A aeronave aterrissou em uma fazenda próxima a rodovia MS-080, a 30 km de Campo Grande. Logo depois do pouso, um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) saiu da base de Campo Grande e seguiu até o local para prestar os primeiros socorros.
Angélica estava no Pantanal gravando o programa Estrelas, que comanda na Rede Globo. Huck acompanhava a mulher no trabalho. Nos últimos dias, os dois postaram fotos do local em suas contas no Instagram.
Segundo informações consultadas no site da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave, com matrícula PTENM, estava com a certificação em dia, válida até junho de 2019. O avião pertence à empresa Mato Grosso do Sul Taxi Aéreo Ltda.
A Aeronáutica informou que a equipe do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa 4) saiu de São Paulo ainda pela manhã rumo ao local do acidente para iniciar as investigações do caso.

Fonte: Estadão
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