domingo, 31 de dezembro de 2017

Xi Jinping - Quem é o homem mais poderoso do mundo em 2017, segundo o The Economist?

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O líder chinês, Xi Jinping, eleito este ano como o homem mais poderoso do mundo, é também  um grande reformador, sendo equiparado a Mao Tsé-Tung e Deng Xiaoping.

Hoje focaremos nas  realizações e importância de Xi Jinping para China e sua posição no tabuleiro geopolítico e posteriormente pretendemos lançar uma matéria mais densa e completa, jogando luz sobre a história dessa importante figura.

Xi Jinping conquistou notoriedade mundial, consolidando a China como líder na economia mundial, tendo sido responsável pelo forte investimento tecnológico e poderio militar da nação asiática.

Durante o 19º Congresso do Partido Comunista da China, Xi Jinping foi elevado a um status semelhante ao de Mao Tsé-tung e Deng Xiaoping, líderes que promoveram mudanças históricas e que gravaram seu nome na história da China.

 Xi Jinping se consagra como o presidente chinês com maior poder nas últimas décadas, tendo tido aprovada pelo Congresso a inclusão das suas "doutrinas" na Constituição do Partido, se tornando uma nova referência que será estudada nas escolas com "Pensamento de Xi Jinping sobre o Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era".

Para entender um pouco melhor o que isso significa de maneira prática, a China como a maioria das nações tem sua Carta Magna, a qual dificilmente será alterada, porém, o Partido Comunista tem uma Constituição própria, a qual serve como direcionamento para seus 89 milhões de membros e que norteia os rumos políticos e econômicos da China.

Desde que assumiu a liderança da China, em 2012, Xi Jinping vem promovendo uma importante luta contra a corrupção no país, que tem sido implacável e já até o momento na punição de mais de 1 milhão de funcionários públicos envolvidos em casos de corrupção, Com mais de 170 ministros e vice-ministros sendo demitidos e muitos deles acabaram presos após serem acusados de crimes de corrupção, má conduta e transgressão das diretrizes do partido. Sendo considerado o maior expurgo da história chinesa desde Mao Tsé-Tung, atingindo um número superior aos expurgos realizados na China no período de 1949 – 2012, sendo uma postura marcante do governo de Xi Jinping.

A “Doutrina de Xi” tem como objetivo projetar força nos planos econômicos, político e militar. Para entendermos um pouco, vamos colocar abaixo um pouco sobre os pontos chave dessa nova doutrina:
1.     Garantir a liderança do partido sobre todo o trabalho
2.     Comprometer-se com um enfoque centrado na sociedade
3.     Continuar com uma reforma integral e profunda
4.     Adotar uma nova visão de desenvolvimento
5.     Ver que a sociedade é que governa o país
6.     Garantir que qualquer área de governo esteja baseada no direito
7.     Defesa dos valores socialistas
8.  Garantir e melhorar as condições de vida da sociedade por meio do desenvolvimento
9.    Garantir a harmonia entre o homem e a natureza
10.  Buscar um enfoque global para a segurança nacional
11. Defender a absoluta autoridade do Partido Comunista sobre o Exército popular
12.  Defender o princípio de "um país, dois sistemas" e promover a reunificação nacional
13.  Promover a construção de uma sociedade de futuro compartilhado com toda a humanidade
14.  Exercer um controle total e rigoroso do partido

No campo militar, nenhuma outra área foi reestruturada de forma mais radical pelo governo do que a militar. Xi Jinping promoveu uma reorganização e modernização em larga escala. Neste sentido uma das mais importantes mudanças foram as demissões de cerca de 60 comandantes como parte de um plano de inserir um estilo ocidental e o comando conjunto, limpando as fileiras do exército dos corruptos e colocando jovens oficiais em postos de comando.

No campo tecnológico, temos assistido um grande crescimento no poderio militar chinês, com surpreendente rapidez temos visto a esquadra chinesa aumentar em números e capacidades, além de novos e importantes meios aéreos e de defesa no geral.

Xi Jinping é com certeza um líder que detém o mérito de ter sido apontado como homem mais poderoso do mundo neste ano de 2017, e devemos manter os olhos no mercado chinês o qual tem sido o principal motor da economia mundial, se tornando um importante ator no cenário geopolítico sob a liderança de Xi Jinping.

Nosso parceiro, Cmte Robinson Farinazzo, apresenta um vídeo muito interessante sobre essa figura emblemática no cenário mundial, acessem o canal "Arte da Guerra" e confiram esse trabalho que complementa nossa matéria. Click aqui.

Por Angelo Nicolaci - Jornalista, editor do GBN News, graduando em Relações Internacionais pela UCAM, especialista em geopolítica do oriente médio e leste europeu, especialista em assuntos de defesa e segurança.


GBN News e Canal "Arte da Guerra" - A informação começa aqui
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Turquia e Rússia celebram acordo sobre S-400

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A Turquia anunciou na última sexta-feira (29) que assinou o acordo com a Rússia para a compra dos sistemas de defesa antiaérea S-400.
A Sub-secretaria de Defesa da Turquia afirmou em comunicado: "Receberemos dois sistemas de defesa de mísseis S-400. Um é opcional".
A declaração acrescentou que as Forças Armadas turcas controlarão o sistema de defesa inteiramente.
"O sistema pode ser usado independentemente sem qualquer conexão externa", afirmou.
A declaração acrescentou que os detalhes do pagamento não foram compartilhados devido aos princípios de confidencialidade acordados entre as partes.
A entrega do S-400 a Turquia será realizada no início de 2020.
O ministro da Defesa Nacional da Turquia, Nurettin Canikli, confirmou quarta-feira (27) uma declaração anterior da corporação estatal russa de defesa, Rostec, de que o acordo havia sido concluído.
"Dois sistemas, somando quatro baterias no total. O acordo está completamente concluído", disse Canikli.
O S-400 é o sistema de mísseis antiaéreo de longo alcance mais avançado da Rússia, com capacidade para transportar três tipos de mísseis capazes de destruir alvos aéreos, incluindo mísseis balísticos e de cruzeiro, além de ter a possibilidade de atacar objetivos no solo.
O sistema pode rastrear e acompanhar até 300 alvos por vez e tem um limite de altitude de 30 quilômetros.

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com Agência Anadoulo
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Portugal injeta 10 milhões para promover venda de F-16 á Romênia

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Lisboa esta investimento pesado para vender seus caças F-16 á Romênia. Segundo notícias veiculadas na mídia lusitana, o governo português teria destinado 10 milhões de euros para impulsionar o processo de venda dos caças excedentes para Romênia.

Além dos recursos para impulsionar a venda dos F-16, o governo ainda deu uma boa notícia a Força Aérea Portuguesa, acenando com a liberação de cerca de 16 milhões de euros para compra de combustível, o que aliviaria a pressão sobre recursos da instituição, a qual esta ano teve de recorrer em algumas ocasiões ao pedido de antecipações do orçamento para atender as suas necessidades logísticas.

Os recursos para combustível serão distribuídos entre três bases em específico, sendo elas: bases 5 (Monte Real), 6 (Montijo) e 11 (Beja).

Lisboa acredita que o investimento de 10 milhões na venda dos F-16 será recuperado com a conclusão do negócio, o que trará lucros ao governo e a FAP.

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Gen.Ex Villas Bôas preocupado com uso constante das Forças Armadas como polícia

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Comandante do Exército Brasileiro, Gen Ex Eduardo Villas Bôas, demonstrou sua preocupação com o excessivo uso das forças militares em operações GLO (Garantia da Lei e Ordem), onde a instituição militar tem repetidas vezes realizado o papel que cabe aos estados através de suas secretárias de segurança pública e forças policiais.

"Preocupa-me o constante emprego do Exército em “intervenções” (GLO) nos Estados. Só no RN, as Forças Armadas já foram usadas 3 vezes, em 18 meses. A segurança pública precisa ser tratada pelos Estados com prioridade “Zero”. Os números da violência corroboram as minhas palavras", escreveu o general no Twitter.

A manifestação do Gen.Ex Villas Bôas não é a primeira, e tem todo motivo para levantar preocupações, pois as forças armadas não são e não podem se manter atuando como forças policiais e "pacificadoras", remediando problemas crônicos de segurança criados pela ingerência e falta de atuação dos governos estaduais, os quais constantemente tem relegado á segundo plano as questões inerentes ao combate a criminalidade nos estados. 

Neste ano que de 2017 os índices de violência atingiram números alarmantes, o que só corrobora mais uma vez para necessidade de uma intensa e profunda reforma administrativa dentro dos estados brasileiros, em especial, uma recapacitação das forças policiais, dotando-as de novos meios e aumento do contingente, além da adoção de novas leis mais severas na punição dos criminosos. Outro ponto preocupante, diz respeito a má administração dos cofres públicos, o que tem levado o estado como um todo á um preocupante estado de penúria, onde falam recursos para todos os setores primordiais a população, passando pela falta de recursos em saúde, educação e principalmente em segurança pública.

No Rio de Janeiro é claro o descaso, basta observar a condição em que se encontram as viaturas policiais e o estado do arsenal que equipa a força policial que vive literalmente dentro de um cenário de guerra. Só este ano 134 policiais foram assassinados no Rio de Janeiro, onde impera a inércia do estado em responder a altura.

Conforme já publicamos aqui no GBN News, "Exército não é policia", o que obtemos ao empregar as forças armadas como resposta aos problemas de segurança pública nos estados, é simplesmente um alto custo orçamentário, desgaste desnecessário das tropas e um sub-emprego da mesma, o que não trás uma solução real a questão, mas apenas um paliativo, é como fazer um curativo nos pés e continuar andando descalço em meios a cacos de vidros.

Se faz necessário a adoção da rigidez nas penas, precisamos parar de "poupar os lobos", dar menos espaço aos ditos direitos humanos e dar espaço para o direito do cidadão de bem, o qual hoje não goza de liberdade e segurança, as quais são responsabilidade do estado brasileiro prover. É preciso investir em investigação, investir em inteligência e atuar de maneira preventiva e não apenas reativa, é preciso desmantelar as redes que alimentam o crime organizado, e para isso é preciso ter disposição e moral para passar a navalha na carne, identificar e punir políticos e servidores públicos envolvidos com o crime, é responder a altura os ataques a nossa sociedade e não baixar a cabeça aos que defendem as ditas "vítimas da sociedade", pois a vítima somos nós, e não o indivíduo que assalta, mata, trafica e estupra, estes são nossos inimigos e devem ser tratados como tal, "Inimigos da sociedade", devendo pagar por seus crimes de maneira exemplar, sem direitos a reduções de pena, visitas íntimas ou indultos... Se estão presos é por que fizeram por merecer, quer direitos? Respeite as leis e o próximo.

Por Angelo Nicolaci - Jornalista, editor do GBN News, graduando em Relações Internacionais pela UCAM, especialista em geopolítica do oriente médio e leste europeu, especialista em assuntos de defesa e segurança.


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sábado, 30 de dezembro de 2017

Com baixa procura A380 pode deixar de ser produzido

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A Airbus está elaborando planos de contingência para eliminar a produção do maior jato comercial do mundo, o  A380, caso não consiga uma nova encomenda da Emirates.
Com uma venda muito longe do estimado pela fabricante européia, que apenas 10 anos após a entrada em serviço, enfrenta um momento difícil, ameaçando por fim a história de um dos ícones mais visíveis da indústria aerospacial da Europa, tendo levado a um grande investimento por parte dos aeroportos para atender as operações aéreas deste gigante dos céus.
"Se não houver um acordo com a Emirates, a Airbus iniciará o processo de encerramento da produção do A380", segundo informações de dentro da Airbus. Um dos fornecedores acrescentou que esse movimento foi lógico devido à fraca demanda pela aeronave.
A Airbus e a Emirates se recusam a comentar sobre as negociações. A Airbus também se recusou a dizer quantas pessoas estão envolvidas trabalhando nas linhas de produção do A380.
Espera-se que qualquer suspensão da produção seja gradual, permitindo que a Airbus conclua os pedidos que restam ser entregues, principalmente para Emirates.
As encomendas são suficientes para manter os trabalhos na linha de produção até o início da próxima década mantendo as taxas de produção atuais.
O A380 foi desenvolvido a um custo de 11 bilhões de euros para levar cerca de 500 pessoas e desafiar o reinado do Boeing 747.
Mas a demanda por esses golias de quatro motores caiu quando as companhias aéreas escolheram modelos menores de dois motores, que são mais fáceis de ocupar e mais baratos de manter. 
A Emirates, no entanto, tem sido um forte investidor no A380 e é o maior cliente com uma encomenda total de 142 aeronaves.
As conversas entre a Airbus e a Emirates sobre uma nova encomenda para 36 aeronaves no valor de 16 bilhões haviam sido suspensas no Dubai Airshow. Acredita-se que as negociações tenham sido retomadas, mas não há sinais visíveis que um acordo esteja próximo. 
Embora as companhias aéreas, como a British Airways, tenham manifestado interesse no A380, a Airbus está relutante em manter as linhas de produção abertas sem a certeza de que um pedido firme como o da Emirates pode fornecer.
A Emirates, por sua vez, quer uma garantia de que a Airbus manterá a produção durante uma década para proteger seu investimento.
A decisão de cancelar a produção do A380 marcaria uma ruptura entre a Airbus e um dos seus maiores clientes, o que comprometeria o crescimento futuro da Emirates para as recentes encomendas da Boeing. Fontes europeias dizem que a incerteza da Emirates reflete a crescente influência americana no Golfo sob o presidente Donald Trump, mas as fontes da indústria dos EUA e dos EAU negam que a política esteja envolvida no negócio.
Há também obstáculos potenciais para um acordo sobre opções de motor e suporte pós-venda.

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com The Jordan Times
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Reformas militares na Jordânia retira príncipes da estrutura de comando

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O Rei Abdullah II, da Jordânia, esta promovendo importantes reformas a estrutura de suas forças armadas. Dentre as mais importantes mudanças, o Rei retirou de suas forças membros da família real, aposentando os príncipes que faziam parte da estrutura de comando: o Príncipe Feisal, o Príncipe Ali e o Príncipe Talal, e por seus distintos serviços militares enviou aos mesmos cartas de agradecimento após terem sido retirados das Forças Armadas da Jordânia.
Em suas cartas, o Monarca expressou sua mais sincera apreciação pelos serviços militares prestados pelos três príncipes, acrescentando que os serviços da JAF foram uma grande honra para a família real Haemita, segundo um comunicado da Côrte Real.
O Rei Abdullah II, também observou que a modernização das forças armadas e a melhoria de suas capacidades para que possam desempenhar suas responsabilidades estão entre suas principais prioridades, acrescentando que a JAF está atualmente passando por um processo abrangente de reestruturação e desenvolvimento, com objetivo de aprimorar as capacidades das unidades de operação, reduzindo as despesas e reorganizando a estrutura de comando do exército para os próximos anos, afirmou o comunicado.
Dirigindo-se aos três príncipes, o rei disse: "Como o institucionalismo é a base do trabalho da JAF e o principal pilar sobre o qual o processo de modernização, desenvolvimento e reestruturação é conduzido, exigiu-se que você seja enviado à aposentadoria, assim como o seus irmãos no exército".
O rei Abdullah II expressou seu orgulho nos serviços do Príncipe Feisal enquanto ele estava servindo como comandante da Royal Jordanian Air Force e assistente do presidente do Joint Chiefs-of-Staff, concedendo-lhe o grau honorário de tenente-geral na JAF. 
O Rei expressou seu orgulho nos serviços do Príncipe Ali nas Forças Especiais e Guardas Reais, e concedeu-lhe o grau honorário do general maior.
Sua Majestade também expressou seu orgulho nos serviços do Príncipe Talal como um secretário militar de Sua Majestade o falecido Rei Hussein e um oficial das Forças Especiais, concedendo-lhe o grau honorário de grande general.

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com The Jordan Times

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Irã vive série de protestos

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Iranianos vão às ruas de várias cidades em marchas contra inflação, desemprego e política econômica do governo Rouhani. Impacto dos atos, considerados ilegais pelo regime, ainda é incerto.

O Irã viu protestos se espalharem por várias cidades nos últimos dias, inclusive Teerã, numa série de marchas aparentemente contra a política econômica do governo Hassan Rouhani.

Os protestos começaram na quinta-feira (28) em Mashhad, cidade de 2 milhões de habitantes no noroeste do país, e se expandiram por várias cidades na sexta. Mas informações sobre as reivindicações não são claras – a mídia estatal e semioficial ignorou as marchas.

Segundo a agência de notícias AFP, o protesto teve inicialmente como alvo a inflação e o desemprego, mas logo se voltou contra o governo Rouhani e o regime iraniano como um todo.

Vídeos postados nas mídias sociais mostraram centenas de manifestantes na cidade sagrada de Qom na sexta-feira, entoando gritos de "morte ao ditador" e "liberdade aos prisioneiros políticos".

Houve detenções durante os protestos, ocorridos de forma pacífica também em Neyshabur, Kamshmar, Shahrud, Kermanshah, Rasht, Tabriz e Isfahan.

A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, emitiu um comunicado condenando as detenções e pediu à comunidade internacional que "apoie publicamente" os cidadãos iranianos que "pedem o fim da corrupção e o respeito dos direitos fundamentais".

Os manifestantes entoaram lemas contrários a Rouhani e favoráveis à independência, à liberdade e à República Iraniana, expressando sua rejeição ao apoio econômico do governo a alguns países da região, enquanto a população local atravessa dificuldades econômicas.

"Os líderes iranianos converteram um país rico e com uma história e uma cultura considerável num estado desonesto e economicamente afundado, cujas principais exportações são a violência, o derramamento de sangue e o caos", denunciou Nauert.

Segundo Payam Parhiz, editor-chefe do site reformista Nazar, os protestos dos últimos dias foram uma surpresa, mas ainda é difícil prever seus desdobramentos.

Marcha pró-regime

Neste sábado, dezenas de milhares de apoiadores da ala linha-dura do regime foram às ruas, no protesto anual que acontece desde 2009 para lembrar o movimento que defendeu a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, em meio a alegações de fraude.

A manifestação já estava programada há semanas, mas ganhou força após os protestos espontâneos dos dias anteriores. O governo pediu aos iranianos que evitem participar de "atos ilegais".

Rouhani assumiu para um segundo mandato em agosto, com promessas de revitalizar a economia, minada por sanções internacionais. Os investimentos estrangeiros estão em alta, mas o país continua a sobreviver, sobretudo, da venda de petróleo.

O desemprego entre jovens atingiu recentemente a marca de 40%. Muitas das sanções internacionais foram revogadas com o acordo nuclear de 2015, mas medidas unilaterais americanas contra transações financeiras com o Irã continuam a minar a economia e impedem a maioria dos bancos ocidentais de conceder crédito a iranianos.

Fonte: Deutsche Welle
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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Lavrov diz que EUA devem deixar a Síria assim que jihadistas forem derrotados

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou nesta quinta-feira (28) que os Estados Unidos devem deixar a Síria assim que os jihadistas forem derrotados, o que, na sua opinião, acontecerá em breve.
"Consideramos que os americanos devem deixar o território sírio assim que forem liquidados os últimos focos de atividade terrorista, o que falta muito pouco" para acontecer, disse o chanceler russo em entrevista à agência "Interfax".
Lavrov destacou que, por esse motivo, causaram "surpresa" na Rússia as palavras do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, sobre os planos das tropas norte-americanas de permanecer no país árabe até "conseguir progressos no arranjo político" do conflito.
"Parece que Washington assume ter o direito de determinar o grau de tal progresso e quer manter uma parte do território sírio até que não obtenha o resultado necessário. Assim não se fazem as coisas", apontou.
O chefe da diplomacia russa lembrou que Damasco nunca convidou as tropas da coalizão liderada por Washington e que o Conselho de Segurança da ONU também não autorizou seu desdobramento no país árabe.
Lavrov ressaltou que a Rússia fará todo o possível para "o breve restabelecimento da paz e estabilidade na Síria".
Recentemente, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a "completa derrota" do Estado Islâmico na Síria e viajou pela vez primeira a esse país para ordenar o início da retirada das tropas russas.
Permanecerão no país árabe as unidades militares que integram as bases do porto de Tartus e do aeroporto de Khmeimim, além do centro de reconciliação de forças e três batalhões de polícia militar que se encarregarão de garantir a segurança nas zonas de distensão. 

Fonte:EFE
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Governo vai discutir reforma dos militares após Previdência civil, diz Jungmann

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O governo do presidente Michel Temer tem o compromisso de enviar ao Congresso uma proposta de reforma do sistema previdenciário dos militares após a aprovação do projeto de reforma da Previdência atualmente em tramitação, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
"Passando a reforma da Previdência civil, devemos entrar nessa discussão que será enviada pelo presidente ao Congresso Nacional", disse Jungmann em entrevista coletiva, sem entrar em detalhes sobre a proposta a ser enviada.
O ministro também reafirmou na entrevista que o governo mantém negociações com China, Rússia, França e Israel para a retomada do uso da base de lançamento de satélites de Alcântara, no Maranhão.

Fonte: Reuters
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Embraer e Boeing - Jungmann diz que não se pode fatiar Embraer

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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira (28) que não se pode "fatiar" a Embraer, porque a área de defesa dentro da empresa é siamesa ao setor de aviação comercial, e reiterou que o governo não abre mão do controle acionário da companhia, que está em negociações com a norte-americana Boeing.
Segundo o ministro, as pesquisas na área de defesa da Embraer impulsionam a área comercial da empresa.
Jungmann disse ainda que o governo se preocupou com informações de que a negociação entre a Embraer e a Boeing tenha avançado sem o seu conhecimento, e disse que irá pedir ao representante do governo no Conselho da empresa brasileira para pedir explicações.
"Se aconteceu qualquer avanço de sinal, vamos querer esclarecimentos", disse o ministro em entrevista coletiva.

Fonte: Reuters
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Com 40 mil venezuelanos no Brasil, situação no país vizinho preocupa, diz ministro da Defesa

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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta quinta-feira (28) que a situação da Venezuela que atravessa grave crise política e econômica, preocupa as autoridades brasileiras, uma vez que há 40 mil venezuelanos que estão no Brasil.
Jungmann afirmou que a chegada de cidadãos de países vizinhos tem trazido um "peso muito grande" aos sistemas públicos de saúde e de segurança nas localidades que têm recepcionado essas pessoas.
"Nossas preocupações estão centradas aí", disse ele, ao destacar que houve um número "muito grande" de venezuelanos na região. Ele chegou a estimar que, em determinadas localidades, 30 por cento da assistência de saúde têm sido prestada a refugiados do país vizinho.
Em entrevista coletiva na qual fez um balanço da sua gestão, o ministro da Defesa afirmou que o Brasil tem acordos humanitários e que vai receber refugiados. Ele disse esperar uma solução para a crise que ocorra de maneira pacífica.
"Nós não queremos nenhuma intervenção externa", frisou ele, destacando que já levou esse posicionamento em encontros com autoridades de outros países.

Fonte: Reuters
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EUA e Turquia retomam serviços de emissão de vistos

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As missões diplomáticas americanas na Turquia e de Ancara nos Estados Unidos vão retomar seus serviços de emissão de vistos mútuos, anunciaram as embaixadas nesta quinta-feira (28).
A Turquia "ofereceu garantias de alto nível" aos Estados Unidos e, por isso, o Departamento de Estado "confia que a situação de segurança melhorou o suficiente para permitir a retomada completa dos serviços de vistos na Turquia", disse a embaixada dos Estados Unidos em Ancara em um comunicado, sem citar a data.
Pouco depois, a Turquia disse receber bem "a decisão de restabelecer o sistema antigo a partir de hoje".
"No âmbito do princípio da reciprocidade, as restrições implantadas de nossa parte no regime de vistos para cidadãos americanos estão sendo retiradas de forma simultânea", explicou em um comunicado a missão turca em Washington.
As relações entre Turquia e Estados Unidos, tensas há meses, pioraram após um funcionário turco do consulado americano em Istambul ser acusado de espionagem. Em resposta, Washington suspendeu, em outubro, a concessão de vistos americanos à Turquia.
A Turquia fez o mesmo com os cidadãos americanos.
A Justiça turca suspeita que Metin Topuz, o funcionário consular que desencadeou o atrito diplomático, seja ligado a Fethullah Gülen, um clérigo que vive nos Estados Unidos, a quem Ancara acusa de ser o mentor do golpe de Estado fracassado de julho de 2016.
Em novembro, os dois países retomaram de forma limitada a entrega de vistos.
As autoridades turcas vão informar aos Estados Unidos se têm a intenção, no futuro, de prender funcionários consulares locais, indicou nesta quinta a embaixada americana em Ancara.
Contudo, a embaixada turca em Washington não reiterou esta versão em seu comunicado, indicando que a "Turquia é um Estado de direito" e que "não foram proporcionadas tais garantias em relação aos casos pendentes nos tribunais".
"Não achamos certo informar mal o povo turco e americano dizendo que foram dadas garantias", indicou, acrescentando que Ancara continua tendo preocupações graves sobre os casos que envolvem cidadãos turcos nos Estados Unidos.

Fonte: AFP
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