segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Israel estuda assinar tratado contra armas químicas, diz presidente

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O presidente de Israel, Shimon Peres, disse nesta segunda-feira que seu país "estudará seriamente" assinar o tratado internacional que proíbe armas químicas. O Estado judaico é, junto com a Síria e o Egito, um dos países do Oriente Médio que ainda não assinaram o acordo.
 
O anúncio é feito após o ditador sírio, Bashar al-Assad, iniciar os trâmites para aderir ao contrato e entregar o estoque de armas químicas que possui. Damasco se desfez de seu arsenal após proposição da Rússia, que foi ratificada na sexta (27) por uma resolução no Conselho de Segurança da ONU.
 
A proposta fez com que os Estados Unidos reduzissem e adiassem a possibilidade de uma intervenção militar na Síria, como resposta ao ataque químico que, segundo Washington, deixou mais de 1.400 mortos em 21 de agosto.
 
"Tenho certeza de que nosso governo irá analisar isso seriamente", disse Shimon Peres, em entrevista coletiva durante visita de Estado a Haia, na Holanda, cidade que sedia a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq).
 
Peres disse que a Síria só assinou a convenção quando se deparou com a ameaça de força militar, mas acrescentou que Israel iria de toda forma considerar um pedido do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para que todos os países assinassem o tratado.
 
Israel permanece como um dos seis países no mundo que não assinaram a Convenção de Armas Químicas de 1997, depois da adesão síria neste mês. Assim como com seu arsenal nuclear, Israel nunca admitiu publicamente ter armas químicas.
 
No início deste mês, o ministro da Inteligência israelense, Yuval Steinitz, disse que o Estado judaico estaria pronto para discutir a questão quando houvesse paz no Oriente Médio. As outras nações que não assinaram a convenção são: Mianmar, Egito, Angola, Coreia do Norte e Sudão do Sul.
 
Nesta semana, inspetores da Opaq seguem para a Síria, a fim de fazer um inventário dos estoques químicos e munições para determinar como e onde destruí-los. Segundo os Estados Unidos, Damasco tem em seu poder cerca de mil toneladas de gases sarin, mostarda e XV.
 
A Síria passou décadas construindo seu programa de armas químicas, em grande parte para conter a superioridade militar de Israel no Oriente Médio.
 
Fonte: Reuters
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Avião da Alitalia tem problemas durante pouso em Roma

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Um Airbus A320 da companhia aérea italiana Alitalia fez um pouso forçado no aeroporto de Fiumicino, em Roma, na noite deste domingo (29). Não houve vítimas.
 
O avião, que havia partido de Madri, na Espanha, transportava 151 passageiros e cinco tripulantes. A aeronave teve um problema no trem de pouso direito, mas o piloto conseguiu fazer a aterrissagem. A pista havia sido previamente coberta com espuma.
 
De acordo com a mídia italiana, o piloto avisou aos passageiros do problema e tentou a aterrissagem três vezes antes de efetuar o pouso.
 
Fonte: Folha
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Top 5 das inovações russas sobre rodas na RAE-2013

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Na exposição internacional de armamentos e munições Russia Arms Expo (RAE-2013), que aconteceu em Níjni Taguil, nos Urais, foram exibidos os novos carros de combate de fabricação russa. Confira as 5 principais novidades russas apresentadas no evento entre 25 e 28 de setembro.  
 
Top 5 das inovações russas sobre rodas na RAE-2013
 
Carro de combate de apoio a tanques “Terminator-2”
 
Foi exibida pela primeira vez a nova versão do carro de combate de apoio a tanques construída a partir do tanque mundialmente conhecido T-72-BMPT-72. A grande potência de fogo do blindado o torna adequado tanto para proteger os tanques das granadas em combates urbanos, como para missões de infantaria motorizada.
 
As diferenças essenciais entre o BMPT-72 e a versão anterior, chamada “Terminator”, estão no sistema aperfeiçoado de controle de fogo, na sua capacidade em defender os lança-mísseis dos estilhaços e fogo ligeiro do inimigo, bem como no número de elementos da tripulação, que baixou de cinco para três, sem afetar a eficácia do veículo. O peso do carro também diminuiu de 48 para 44 toneladas, porém mantendo a mesma segurança.
 
O “Terminator-2” será particularmente interessante para os países que possuem os antigos, mas seguros “T-72”, já que as novas tecnologias possibilitarão tornar modernizar o seu exército com gastos mínimos e em curto prazo de tempo.
 
Veículo de combate de infantaria BMP “Atom”
 
 
O projeto conceptual do “Atom” (Átomo) foi uma dos destaques da RAE-2013. É um carro pesado de combate de infantaria criado por especialistas franceses e russos. Tem quatro eixos, um canhão de 57 mm, capacidade de atingir o alvo de dia e de noite, estático ou em movimento, e pesa 30 toneladas.
 
A cadência é de 140 tiros por minuto e o alcance, de 6 quilômetros. Apesar do seu peso, o veículo flutua e pode transportar oito militares com equipamento completo. Tem proteção contra munições de grande calibre e minas. Segundo seus projetistas, o grau de proteção é pode variar, com possibilidade de aumentar o poder de fogo mesmo quando a proteção está no nível inferior.
 
Complexo robotizado contra incêndios SPM
 
Trata-se de um carro blindado sobre lagartas contra incêndios. Foi concebido com base em alguns sistemas de tanques T-72 e T-80, e pode ser manobrado por uma tripulação de três elementos ou em regime de controle remoto. Aliás, são muitas as situações extremas em que um robô-bombeiro é de grande utilidade.
 
O SPM consegue apagar incêndios críticos, como os provocados por explosões em arsenais militares, nas fortíssimas ignições nos poços de petróleo e jazidas de gás, ou onde há possibilidade de se propagarem substâncias químicas perigosas para o ser humano.
 
Canhão antitanque móvel 2C25 “Sprut”
 
 
A União Soviética fabricava o poderoso tanque flutuante PT-76, que teve grande aceitação mundo afora. Em meados do século passado, nenhum outro país fabricava armas desse tipo. Hoje em dia, contudo, o PT-76 está completamente ultrapassado, e os 2C25 podem ser encarados como um exemplar substituto.
 
O “Sprut” (Polvo) desloca-se na água à velocidade de 9 km/h, e no solo, a 70 km/h. O veículo, que exige uma tripulação composta por três elementos, é destinado às forças aerotransportadas e às tropas de desembarque rápido. Os 2C25 têm blindagem leve, são equipados com canhão de 125 mm e podem ser transportados por via aérea.
 
Proteção ativa de tanques "Arena-E"
O “Arena-E” é um equipamento destinado à exportação desenvolvido pelo escritório de design de veículos da cidade de Kolomna. A Rússia foi a primeira a criar um sistema de defesa contra granadas e com projéteis reativos controlados quando se aproximam do tanque. A forma da nova versão do “Arena-E” é inédita: o sistema de proteção fica nas laterais da torre e não sobre esta, como anteriormente.
 
Fonte: Gazeta Russa
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Airbus entrega primeiro A400M, um avião militar de última geração

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A empresa Airbus entregou nesta segunda-feira a França o primeiro A400M, um avião de transporte militar de última geração, que espera ter êxito no mercado mundial.
 
"É, acredito, uma pequena proeza tecnológica", disse o ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian, que estava presente na cerimônia de entrega nesta segunda-feira em Sevilha, onde a aeronave foi montada.
 
A França pretende comprar 15 aeronaves imediatamente e 50 no total, segundo o ministro, que retornará ao país a bordo do A400M.
 
Dez anos foram necessários para que o avião, fruto da colaboração da Alemanha, França, Espanha, Reino Unido, Bélgica, Luxemburgo e Turquia, ficasse pronto, após vários atrasos e custos adicionais.
 
O A400M tem quatro turbopropulsores, pode transportar até 37 toneladas a 3.300 quilômetros e pousar em terrenos não preparados, como os arenosos, levando blindados ou helicópteros.
 
O A400M terá como principal competidor no mercado o americano C-130 Hércules da Lockheed Martin, com uma capacidade de 20 toneladas e concebido há mais de 50 anos.
 
Fonte: AFP
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domingo, 29 de setembro de 2013

Israel diz ter capturado suposto espião do Irã em Tel Aviv

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Israel anunciou neste domingo a prisão de um cidadão belga-iraniano que, segundo o Estado judaico, é suspeito de espionar o Irã. Ali Mansouri, 55, foi preso no dia 11 de setembro, ao chegar ao aeroporto de Tel Aviv.
 
Em comunicado, o Serviço de Inteligência Interior israelense, o Shin Bet, afirma que o suspeito foi preso com fotos da embaixada dos Estados Unidos na cidade e pretendia estabelecer relações comerciais em Israel para dar cobertura a atos de espionagem.
 
O serviço de inteligência disse que Mansouri, nascido no Irã, havia legalmente mudado de nome na Bélgica para Alex Mans e usou o seu passaporte belga para entrar em Israel. Ele teria visitado o Estado judaico duas vezes antes da prisão.
 
O anúncio coincidiu com o início de uma visita do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, aos EUA, e dois dias após a conversa histórica do presidente americano, Barack Obama, com o iraniano Hasan Rowhani. O programa nuclear iraniano é dos principais pontos em pauta de Obama e Netanyahu.
 
Israel e o Irã são fortes adversários. Israel, tido por muitos como o único país com poder nuclear no Oriente Médio, diz que os iranianos buscam desenvolver armas atômicas e ameaçou atacar o país persa. Teerã afirma que o seu enriquecimento de urânio é para fins pacíficos, mas mantém forte retórica contra os judeus.
 
Fonte: Folha
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Assad promete respeito a entrega de armas químicas da Síria

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O ditador da Síria, Bashar al-Assad, prometeu respeito aos acordos da ONU (Organização das Nações Unidas) para entregar as armas químicas do país à comunidade internacional. A declaração foi feita em entrevista exibida neste domingo pela emissora italiana RaiNews24.
 
Os comentários de Assad são veiculados dois dias após o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotar uma resolução que exige a entrega da armas químicas na Síria, proposta por Rússia e Estados Unidos. A medida, no entanto, não ameaça Damasco com uma ação militar automática caso descumpra o acordo.
 
Questionado se seu país se adequaria à decisão, o ditador respondeu que sim e disse que o apoio à resolução mostra a intenção síria de se desfazer de suas armas de destruição em massa.
 
"Nós nos juntamos ao acordo contra a aquisição e o uso de armas químicas mesmo antes dessa resolução ser aprovada. Vamos respeitá-la e nossa história demonstra que sempre respeitamos nossa assinatura em todos os tratados que firmamos".
 
Ele voltou a afirmar que deseja discutir uma solução política na Síria desde que os rebeldes abram mão de suas armas. E afirmou que poderia sair do cargo, mas não no atual momento do conflito.
 
"Se sair do meu cargo ajudasse a melhorar a situação, não teria problemas, mas agora tenho que seguir no meu posto. No meio de uma tempestade não se pode abandnar o barco".
 
E disse que a maioria dos países europeus não tem a capacidade necessária para desempenhar um papel importante nas negociações de paz sobre a Síria.
 
"Sinceramente, a maioria dos países europeus não tem a capacidade de desempenhar um papel em uma conferência de paz, já que não possui o que se necessita para ter sucesso nesse papel".
 
Assad, no entanto, não fez menção a nenhum país específico. Dos integrantes da União Europeia, Reino Unido e França são os que se envolveram ativamente na crise síria, em especial por pertencerem ao Conselho de Segurança da ONU. Tanto Londres como Paris são críticos do ditador e apoiam abertamente os rebeldes.
 
Por outro lado, o ditador considerou positiva a aproximação entre o aliado Irã e os Estados Unidos e vê a colaboração como uma forma de dar fim a conflitos no Oriente Médio.
 
"Se os americanos forem sinceros em sua aproximação com o Irã, os resultados serão positivos no que diz respeito à crise síria e todas as crises na região".
 
INSPETORES
 
Neste domingo, os inspetores da ONU começaram seu trabalho na periferia de Damasco para buscar novos vestígios de ataques químicos realizados na região. A nova missão foi iniciada na quinta e tem a intenção de investigar sete locais em que oposição e regime afirmam que foi usado gás venenoso.
 
Três destes locais estão localizados perto da capital: Bahhariyeh (22 de agosto), Jobar, um subúrbio ao norte de Damasco (24 de agosto), e Ashrafieh Sahnaya, na província de Damasco (25 de agosto). As demais áreas estão localizadas no norte do país.
 
Durante a sua atual missão, os especialistas "receberam vários documentos e amostras e realizaram várias entrevistas", segundo a ONU, que acrescentou em um comunicado que a equipe deve concluir seus trabalhos na segunda (30).
 
A missão acontece após a ONU afirmar que houve um ataque com gás sarin em Ghouta, região controlada por rebeldes na periferia de Damasco, em 21 de agosto. As Nações Unidas não citaram o número de mortos ou os responsáveis pelo ataque.
 
Estados Unidos, Reino Unido e França acusam Assad pelo ataque que, segundo Washington, deixou 1.400 mortos. Já a Rússia e o regime sírio afirmam que os rebeldes fizeram a ação como uma forma de provocar as tropas do ditador e os inspetores da ONU, que haviam chegado ao país quatro dias antes.
 
Fonte: Folha
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Lockheed chega a um acordo final sobre o F- 35

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A Lockheed Martin chegou a um acordo final sobre o sexto e sétimo lotes do F- 35 Joint Strike Fighters , pela primeira vez, reduzindo os custo da variante F- 35A convencional abaixo de 100 milhões.
Além disso, os dois lotes marcam as primeiras entregas para os parceiros internacionais Itália, Austrália e Noruega. A empresa vai começar as entregas de baixa taxa , iniciando a produção com seis aeronaves no segundo trimestre de 2014, com sete jatos que chegam um ano depois.
Embora a empresa tenha negociado os dois lotes ao mesmo tempo, há preços diferentes para cada jato :
■ A versão de decolagem convencional F- 35A custa 103 milhões dólares por unidade no sexto contrato e 98 milhões dólares no sétimo.
■ A variante F- 35B 109 milhões no sexto contrato e 104 milhões dólares no sétimo.
■ A variante F- 35C custa 120 milhões no sexto contrato e 116 milhões dólares no sétimo.
A Lockheed arrecadou 4,4 bilhões de dólares para a produção do sexo lote e 3,4 bilhões dólares para a produção do sétimo lote. Os dois lotes combinados totalizam 47 aeronaves F- 35A , 13 F- 35B e 11 da variante F- 35C .
"A Lockheed Martin está extremamente satisfeita com a assinatura dos novos contratos , o que representa um marco significativo para o programa F -35 e seu caminho para a acessibilidade, " segundo comunicado feito por Loraine Martin, vice-presidente da Lockheed e gerente geral do programa F-35. "Com a produção de cada lote sucessivamente , os custos unitários caíram . Essa é uma tendência que nós esperamos continuar com o caminhar deste programa em direção ao aumento da taxa de produção e maturidade operacional ".
Um comunicado do governo transmitido pela Lockheed cita que estes dois contratos incluem o aumento da proteção para os contribuintes no caso de aumento excessivo de custos . "Nestes dois novos contratos de compra, a Lockheed Martin vai cobrir todos os custos excessivos ", diz a declaração. " O governo e a Lockheed Martin vão compartilhar o retorno ( 20/80 ), derivado aumento no custo-benefício. "
Setembro se transformou em um mês marcante para o programa. Além dos contratos, a Holanda tomou uma decisão há muito aguardada de se comprometer com o F-35 . Dias depois, a Coreia do Sul rejeitou o Boeing F-15 Silent Eagle para substituição de seus caças, deixando o Joint Strike Fighter como o provável vencedor.
 
Fonte: GBN com agências de notícias
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F-35 volta a disputa de contrato na Coréia do Sul

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Depois que ele foi excluido a competição da Coreia do Sul , o F-35 Joint Strike Fighter parece estar de volta na corrida depois que uma fonte do Ministério da Defesa citou a necessidade de combater a Coreia do Norte com um caça de quinta geração .
A Coreia do Sul na semana passada tomou a decisão de não comprar da Boeing o F-15 Silent Eagle , que foi considerado o único candidato para atender ao seu programa de  7,2 bilhões dólares. Uma nova concorrência será aberta na Coréia do Sul para comprar 60 caças afim de substituir sua frota envelhecida de F- 4 e F-5.
Presidido pelo ministro da Defesa, Kim Kwan -jin , a Administração do Programa de Aquisição de Defesa ( DAPA ) realizou a sua comissão executiva dia 24 de setembro para decidir se selecionava o F- 15 SE . A Boeing afirmou que o avião teria características furtivas , um requisito fundamental para o novo caça, porque a aeronave receberá pintura com tintas absorventes radar e equipados com baías armas.
Mas a maioria dos membros da comissão, composta de 19 militares, parlamentares e especialistas civis, julgaram que a capacidade furtiva da nova versão do F-15  ainda tem que ser comprovada , apesar de seu preço competitivo de preços em comparação com o Lockheed Martin F-35 e o Typhoon do consórcio Eurofighter , de acordo com funcionários DAPA .
" O Comitê Executivo da DAPA votaram contra a seleção do F- 15SE , após análises aprofundadas, custos e outros elementos da aeronave ", o porta-voz da DAPA Baek Yoon- hyung revelou. "Vamos reabrir a licitação o mais rápido possível depois de reconsiderar tanto requisitos de orçamento e operacional ".
O porta-voz do Ministério da Defesa Kim Min- seok foi mais específico sobre os requisitos para o programa.
"Precisamos de uma capacidade de combater as ameaças assimétricas da Coreia do Norte e suas armas nucleares e mísseis ", disse Kim . " Nesse meio tempo , precisamos recuperar o atraso com as últimas tendências de tecnologia aeroespacial em todo o mundo centrando em torno dos caças de quinta geração . "
O comentário de Kim indica que o caça F-35 volta como favorito nesta nova licitação.
O F-35 tinha sido considerado um dos favoritos na competição , mas foi fixado o preço fora da realidade do país, o governo dos EUA não apresentou uma proposta no âmbito do orçamento do programa FX-3. O mesmo aconteceu com o Typhoon. A Lockheed e o consórcio Eurofighter eram tecnicamente superiores, mas não elegível para ser escolhido como finalista devido ao seu custo .
O colapso do FX-3 veio semanas depois de um grupo de 15 ex- chefes da Força Aérea da Coreia do Sul e funcionários assinaram uma petição opondo-se à seleção do Silent Eagle .
Na petição enviada para oPresidente Park Geun - hye , os ex- generais insistiram que o país adote um caça stealth para responder às ameaças futuras de países vizinhos , incluindo o Japão e a China , bem como para combater a ameaça da Coréia do Norte .
"Somente com capacidades furtivas , a nossa Força Aérea será capaz de penetrar na rede de defesa aérea densa dos militares norte-coreano e eliminar as ameaças de mísseis nucleares de longo alcance ", afirma a petição . " A China e Rússia estão desenvolvendo suas próprias aeronaves stealth , enquanto o Japão decidiu adquirir 42 caças F-35 . Nós não podemos ajudar se preparando para responder a qualquer possível conflito com os países vizinhos " .
De acordo com uma fonte próxima às negociações , a decisão da Força Aérea da Coreia do Sul de rejeitar o F-15 foi baseado , em parte, um desejo de não ficar atrás do vizinho Japão , que anunciou a decisão de adquirir o F-35 em 2012. O avanço do exército chinês , incluindo a aparição de um UAV chinês sobre um grupo de ilhas japonesas no início de setembro, também foi um fator .
A fonte acrescentou que a Coreia do Sul e a Lockheed estão esperando para assinar uma carta de intenção, nos próximos seis a nove meses , para cumprir o prazo de receber seu primeiro caça até o final de 2017.
Para adoçar a proposta de venda do F-35, a Lockheed ofereceu um satélite de comunicações militares , operando na banda Ku e X , que também serão necessários para lançar até o final de 2017 para se alinhar com o JSF e um potencial compra de RQ- 4 global Hawk da Northrop Grumman , de acordo com a fonte. A empresa americana também prometeu ajudar no desenvolvimento de uma caça local para substituiçr os caças F-16 da Coreia do Sul.
A Lockheed Martin elogiou a decisão do governo sul-coreano .
" A Lockheed Martin tem aprendido a decisão de avaliação da Coréia para o programa FX ", disse o porta-voz da Lockheed, Eric Schnaible . "Vamos continuar a apoiar o governo dos EUA na sua oferta do F- 35A para a Coréia. "
Um representante da Eurofighter disse que sua empresa iria considerar a competição para a nova competição, vinculando a sua oferta com o programa da KF- X da Coreia do Sul para desenvolver seu próprio avião de caça. Mais cedo, o consórcio europeu prometeu que iria fornecer transferência de tecnologia à Coreia do Sul para ajudar a construir o KF- X .
Sem chance para o Boeing ?
A Boeing , por outro lado , expressa pesar .
"A Boeing está profundamente decepcionada com a decisão do DAPA . A Boeing tem seguido rigorosamente as instruções do DAPA durante todo o processo ", disse o porta-voz da Boeing ,Conrad Chun. " Aguardamos detalhes da DAPA para avaliar as nossas próximas opções. "
Um funcionário do Boeing disse , no entanto , que sua empresa não iria tomar medidas legais contra DAPA . "Continuamos indecisos no momento sobre se deve ou não participar da nova competição", disse o funcionário sob condição de anonimato .
A decisão de desligar o F- 15SE depois de ter recebido a aprovação da DAPA é provávelmete um golpe fatal para as esperanças da Boeing no programa sul-coreano, e seu desejo de estender a linha de produção do F-15 para a próxima década por meio de sua variante Silent Eagle .
"Esta exclui as perspectivas de mais uma década de rejuvenescimento da plataforma", disse Richard Aboulafia , analista do Teal Group com sede na Virgínia . "Essa foi uma possibilidade intrigante , se a Boeing tivesse conseguido com o seu próprio design furtivo baseado em uma plataforma antiga. Mas não é para ser. "
Aboulafia vê potencial para algumas pequenas compras de F-15 no futuro, mais prováveis ​​compras adicionais da Arábia Saudita ou um punhado de Cingapura , mas nada que mudasse significativamente o fato de que a linha de produção do F-15 provavelmente vai cair em silêncio quando da Boeing cumprir o contrato com a Arábia Saudita que termina em 2018.
A sorte da Boeing é que eles têm o contrato da Arábia Saudita, o que lhes dá alguns anos para buscar seus últimos contratos, mas não vai conseguir grandes novos usuários e eles não estão desenvendo grandes novos derivados , a menos que de alguma forma esta decisão seja revertida " , disse Aboulafia .
Kim Dae -young , um membro do Fórum Defense & Security Coréia, disse: " Em termos de procedimentos , a Boeing não tem culpa. Por isso é natural que a Boeing se sinta enganada. "
"Como o governo coreano destacou um caça de quinta geração , como a opção preferida , a Boeing tem a pequena chance de ganhar ", acrescentou . "A única opção para a Boeing é se deve ou não participar da nova compeição, afim de dividir o número de aeronaves . "
Kim antecipou que o governo coreano quer o número de aeronaves da seguinte forma, um tipo simples ou adquirir dois tipos diferentes de caças no pefil Hi-Lo.
Uma solução potencial que poderia salvar a situação coreana para a Boeing, seria oferecendo um outro lote de F- 15K ao governo sul-coreano como um paliativo antes de o país adquirir o F-35 . A Austrália tem feito algo similar, com um plano anunciado para comprar 12 EA-18G de ataque eletrônico como um tampão devido a mais atrasos do JSF .
No entanto, a fonte com conhecimento de situação disse que a Força Aérea da Coreia do Sul já considerou e rejeitou a ideia de dividir essa compra.
"Eles simplesmente não querem isso", disse a fonte.
Um dia após o anuncio do cancelamento do F- 15SE , o Ministério da Defesa lançou uma força-tarefa para reiniciar o processo FX3 A força-tarefa realizou uma reunião para reavaliar as capacidades operacionais necessárias e o orçamento necessário para renovar o programa de aquisição de caças.
Em particular, a força-tarefa discutiu maneiras de dividir o número de caças a serem adquiridos .
"Discutimos todas as opções sobre a mesa ", disse Lee Yong- dae , diretor do escritório de compras do Ministério da Defesa . Lee lidera a força-tarefa composta por representantes da DAPA , a Força Aérea e os pesquisadores aeroespaciais.
"Nada ainda tem que ser corrigido. Mas se você dividir o número de aeronaves, é mais fácil garantir o orçamento " , disse ele.
Lee Hee -woo , diretor de um instituto de pesquisa apoio logístico da Universidade Nacional de Chungnam , sugere para a aquisição um número de 40 caças stealth e 20 caças convencionais .
"Eu não acho que podemos comprar 60 aviões furtivos, é caro dadas as condições financeiras do governo ", Lee observou. " Para impedir ameaça assimétrica da Coréia do Norte , precisamos de 20 a 40 aeronaves furtivas . E podemos comprar mais aeronaves com funções diferentes sem tecnologia stealth. "
Fonte: GBN com agências de noticias
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Líder do Al-Shabab é 'culto e estudioso'

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Ele é um dos homens mais procurados pelos Estados Unidos. O governo americano, que o colocou em sua lista de terroristas, oferece uma recompensa de US$ 7 milhões (R$ 15,7 milhões) por sua captura.
Mas encontrá-lo não será nada fácil. Embora raramente seja visto em público, suas mensagens são amplamente divulgadas na Internet, e aqueles que o conhecem o descrevem como um sujeito cruel e brutal.
 
Seu nome é Ahmed Abdi Aw-Mohamed Godane, um dos fundadores da Karakat Shabaab al-Mujahedin, ou Al-Shabab, o grupo que nos últimos dias fez manchetes pelo mundo após o ataque no Shopping Westgate, no Quênia.
Nascido em Hargeisa, na região separatista da Somalilândia, no norte da Somália, acredita-se que Godane tenha entre 30 e 40 anos.
Culto e implacável
"Ele é conhecido como culto e estudioso. Muitas vezes recitava poemas para ilustrar seus discursos. Cita versos do Corão, e artigos acadêmicos obscuros", diz Yonis Nur, jornalista somali da BBC África.
"Ele fala bem tanto em árabe como em somali e, geralmente, grava e posta suas mensagens na Internet".
Mas Godane, também conhecido como Abu Zubeyr ou Moktar Ali Zubair, foi capaz de eliminar impiedosamente muitos de seus rivais pelo poder no Al-Shabab.
"Estudou no Paquistão no anos 1990, e lá se envolveu com círculos do jihad. Em seguida viajou para o Afeganistão, onde foi treinado pela Al Qaeda", disse Nur.
 
"Quando voltou para Somalilândia, ele organizou diversos grupos religiosos fundamentalistas locais e se juntou ao Al-Shabab".
Mas em 2008, quando o então líder supremo da organização, Moalim Aden Hashi Ayro, morreu em um ataque aéreo liderado pelos Estados Unidos, Godane começou uma luta implacável pelo poder do Al- Shabab.
"Enquanto seus rivais dentro do grupo, como Sehikh Hassan Dahir Aweys, buscavam uma abordagem mais local dentro da Somália, o objetivo de Godane sempre foi marcar presença internacional", Nur acrescentou.
"Assim, em 2010 Godane anunciou sua parceria com a Al Qaeda."
Em julho passado, Hassan Dahir Aweys se entregou ao governo da Somália, e muitos de seus companheiros estão mortos.
Segundo Nur, essa rendição foi resultado de um "golpe" orquestrado por Godane, o que para muitos foi o triunfo da "linha dura" dentro Al-Shabab.
Linha dura
"Com apenas um golpe, Godane conseguiu realinhar a dinâmica da liderança radical do grupo e consolidou ainda mais seu poder ao se livrar de seus principais detratores", disse o analista somali Abukar Hassan, um especialista da Royal African Society na Grã-Bretanha.
Entre os detratores que morreram durante o "golpe" estavam o co-fundador do Al-Shabab, Ibrahim al Afghani, um aliado próximo de Osama bin Laden, e um outro líder, Burhan Maalim.
Godane saiu vitorioso desta luta pelo poder e, nos últimos meses, tem realizado uma série de ataques dentro e fora da Somália, sempre intensificando sua campanha militar para se estabelecer como uma força mais radical, violenta e com uma agenda mais ampla e internacional.
"A mensagem enviada por Godane após o ataque em Nairobi, o mais mortal realizado pelo grupo até hoje, foi a de que esta foi uma retaliação à presença das força armadas quenianas na Somália", disse Nur.
"Mas, na verdade, a intenção do ataque era consolidar sua posição como líder da organização, e sua nova agenda globalizada", acrescenta.
Na Somália, no entanto, o grupo é isolado.
Nas áreas controladas pelo Al-Shabab na Somália, Godane impôs a estrita lei islâmica Sharia, que foi posta em prática com execuções públicas, amputações e apedrejamentos.
"Isso gerou falta de apoio, e um isolamento do grupo na Somália. Mas eles continuam com a busca por jovens para se juntar à sua causa", diz Nur.
Estratégia globalizada
 
Apesar das críticas que recebe dentro do Al-Shabab, Godane continua a eliminar seus oponentes.
A vítima mais recente, acredita-se, foi Omar Shakif Hammami, um conhecido dos Estados Unidos que foi chefe de propaganda do grupo.
Em entrevista ao Voz da América este mês, Hammami classificou Godane como "controlador e obsessivo", e em seguida tuitou que o líder do Al Shabab "havia enlouquecido".
No dia 12 de setembro foi noticiado que Hammami havia sido morto em uma emboscada por militantes do Al-Shabab.
Os especialistas agora preveem que Godane continuará com sua estratégia jihadista "globalizada" contra alvos tanto na Somália como na região. E continuará a trabalhar em estreita colaboração com a Al Qaeda.
"Por mais de três décadas, (o Al-Shabab) sob o controle de Dahir Aweys definiu a narrativa do islâmismo político, que ganhou tanto amigos como inimigos dentro dos movimentos islâmicos", disse à BBC Abdi Aynte, analista e diretor-executivo do Instituto do Patrimônio de Estudos Políticos, com sede em Mogadíscio, na Somália.
"Aweys (classificado como terrorista pelos Estados Unidos em 2001), apoiava, principalmente, a ideologia nacionalista na Somália."
"Ele argumentava que o islâmismo era a única resposta para a Somália e o único fator unificador contra o tribalismo e as facções."
Mas a geração mais jovem que está sendo lidera por Godane, acrescenta o especialista, "simplesmente está presa ao culto ao martírio, alimentado pela Al Qaeda."
"Eles não se importam com a opinião pública. O que eles querem é estabelecer um Estado islâmico através da conquista militar. E o que eles desejam, ao invés de poder, é o martírio", diz Aynte.
E como diz Yonis Nur, "enquanto o caos reinar na Somália, as coisas não vão mudar no país."
"E o Ocidente, que até agora ignorou o que acontece na Somália, deve perceber que o problema, como demonstrou o ataque em Nairobi, não é algo local. Tornou-se um problema global."
 
Fonte: BBC Brasil
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Ministro da defesa lança plano de guerra da Rússia

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O ministro da Defesa russo anunciou oplano de guerra da Rússia nesta sexta-feira (27), dizendo que as empresas privadas e estatais devem estar prontas para fornecer as forças armadas russas tudo o que precisam em caso de um conflito militar.

Ele disse que as empresas petrolíferas, como a Gazprom, Lukoil e Rosneft "devem ter essas reservas, planos de aquisições e contratos celebrados antes."

"Essas empresas devem saber com clareza, o que, quando e em que momento eles devem enviar para nós", disse ele.

O mesmo se aplica a empresas de geração e transmissão de energia, como a da Rússia e o monopólio ferroviário RZD, a estatal de energia hidrelétrica holding RusHydro e outros, Shoigu disse.

Ele disse que o Centro de Defesa Nacional do Estado, irá agir como o quartel-general do Alto Comando em tempo de guerra.

O ministro disse anteriormente que o centro iria consolidar o comando sobre as forças armadas do país, em especial a tríade nuclear e forças de reação rápida. Ele também irá permitir o monitoramento em tempo real das atividades do dia-a-dia das unidades militares em todo o país.

Neste verão, o exército russo começou a trabalhar na criação do centro, o que irá melhorar a gestão operacional das forças armadas e garantir ruma esposta rápida a ameaças estratégicas.
 
Fonte: GBN com Ria Novosti

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O que acontece se o governo americano parar?

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O governo dos Estados Unidos se prepara para o possível fechamento de grande parte de seu setor público diante da paralisação do Congresso, que não conseguiu chegar a um acordo sobre seu financiamento.
 
As agências governamentais já começaram a fazer planos de contingência diante da possibilidade de que se chegue ao limite para aprovar uma resolução que permita pagar as contas da nação.
 
Entenda o que acontecerá se a maior economia do mundo não chegar a um acordo para financiar seu governo.
O que é e como ocorreria uma paralisação?
Tecnicamente, o Congresso deve passar a cada ano um orçamento para financiar o governo durante os próximos 12 meses.
A data em que o prazo vence este ano para aprovar os fundos governamentais é o dia 1º de outubro.
Recentemente, o governo tem sido financiado por orçamentos de curto prazo, conhecidos como "resoluções contínuas".
Se nos próximos dias o Congresso não conseguir chegar a um acordo para aprovar uma nova lei orçamentária, o governo federal não poderá pagar suas contas e se verá subitamente paralisado.
Na última sexta-feira, o Senado aprovou um projeto de lei para outro orçamento temporário, que permitiria evitar a suspensão dos pagamentos até o dia 15 de novembro, mas ele ainda deve ser aprovado pela Câmara dos Representantes (a câmara baixa do Congresso), onde o partido republicano tem maioria.
Na votação do Senado, que é controlado pelo partido Democrata do presidente Obama, já se conseguiu aprovar o orçamento por 54 votos a favor e 44 contra.
Por que não se consegue um acordo para o financiamento?
Em outras ocasiões, as divisões do Congresso aconteciam por causa de assuntos como o tamanho e o alcance do governo federal. Mas a atual estagnação se refere à reforma da saúde aprovada pelo presidente Obama em 2010, grande parte da qual deveria entrar em vigor no dia 1º de outubro.
 
Os congressistas republicanos estão fazendo todo o possível para forçar Obama a atrasar a implementação da reforma e agora tentam impedir seu financiamento.
A legislação pretende reformar completamente a maneira como se administra o sistema de serviços de saúde nos Estados Unidos.
Desde que ela foi aprovada em 2010, os congressistas republicanos votaram 42 vezes para derrubá-la ou privá-la de financiamento.
Quais as consequências de não se aprovar um financiamento?
As agências governamentais já começaram a selecionar os trabalhadores considerados essenciais, no caso de que seus fundos sejam suspendidos na próxima terça-feira.
Se houvesse uma paralisação das funções do governo no dia 1º de outubro, calcula-se que até 35% dos seus mais de 2,1 milhões de empregados deixariam de trabalhar. E não teriam garantias de retornar a seus empregos quando a paralisação se resolvesse.
Entre os organismos oficiais que fechariam estão os parques nacionais e os museus do Instituto Smithsonian na capital, Washington.
Os cheques de benefícios para veteranos e as aposentadorias se atrasariam e não seria possível apresentar pedidos de vistos e passaportes.
No entanto, continuariam funcionando os programas que se consideram essenciais, como o controle de tráfego aéreo e as inspeções alimentares.
O Departamento de Defesa disse a seus empregados que, caso isso aconteça, os militares uniformizados continuarão com um "status de dever normal", mas afirmou que "grandes números" de trabalhadores civis receberam instruções de permanecer em suas casas.
Os funcionários da Casa Branca também seriam afetados.
A última vez em que o governo encerrou suas operações foi na administração do presidente Bill Clinton. A paralisação se estendeu por 28 dias em meados de dezembro de 1995.
Em abril de 2011, o governo Obama esteve a ponto de ficar paralisado.
Tudo se resolverá se o financiamento for aprovado?
 
Não. Alguns dizem que o prazo de 1º de outubro não é tão grave como outro prazo que vence em meados de outubro, quando o Congresso deve votar para elevar o teto da dívida pública dos EUA;
Se esse aumento não for aprovado, o governo poderia não conseguir pagar seus empréstimos e cumprir compromissos financeiros.
O presidente Obama alertou que não elevar o teto da dívida "seria inclusive mais perigoso" que um fechamento parcial do governo.
Nos Estados Unidos, diferentemente de outros países desenvolvidos, é o poder Legislativo, não o Executivo, que estabelece quanto o governo pode pedir emprestado.
No passado, o teto da dívida foi elevado sem causar divisões. Desde 1960, ele foi elevado 78 vezes.
Mas nos últimos três anos, o assunto foi usado como uma arma de negociação para os legisladores republicanos que tentam retirar as concessões orçamentárias de Obama.
O presidente declarou que o calote da dívida teria "um efeito profundamente desestabilizador" na economia global.
Obama deverá ceder às pressões?
Na sexta-feira, o presidente apressou os legisladores republicanos para que aprovem o orçamento temporário aceito pelo Senado e pediu que eles "não ameaçem incendiar a casa simplesmente porque não conseguem o que querem".
Apesar dos repetidos esforços dos republicanos para derrubar a reforma da saúde, Obama deixou claro diversas vezes que não cederá ao que chamou de "chantagens políticas" da bancada conservadora e que não assinará nenhuma lei que atente contra a legislação da saúde.
Ele descreveu a reforma como "um feito" e afirmou que os esforços republicanos para recusá-la "não terão efeito".
 
Fonte: BBC Brasil
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Redução de armamentos não deve afetar estabilidade mundial

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Antes de proceder a uma nova etapa de ações de ampla escala na área de desarmamento nuclear, primeiro é indispensável garantir a implementação do Tratado sobre a redução de armas ofensivas, disse o representante do Ministério das Relações Exteriores da Rússia em 26 de setembro, durante a reunião de alto nível sobre o desarmamento nuclear da 68ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
 
As negociações sobre novas reduções de armas ofensivas estratégicas só são possíveis tomando em consideração todos os fatores que afetam a estabilidade estratégica global, enfatizou o diplomata. Ele lembrou que a Rússia tem apelado repetidamente a OTAN para retornar todas as armas nucleares não estratégicas ao território dos países a que pertence, eliminar a infraestrutura no exterior para impedir sua implantação rápida ali e abandonar a prática de "uso compartilhado" de tais armas.

Fonte: Voz da Rússia
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sábado, 28 de setembro de 2013

J-10: Caça de terceira geração aguarda autorização para exportações

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O J-10 uma aeronave da terceira geração desenvolvida na China, ainda não foi exportado devido à falta de licenças emitida pelas autoridades chinesas , Ma Zhiping , vice-presidente da estatal China National Tecnologia Aero Import & Export Corporation, disse quarta-feira (25).
Em resposta a relatos da mídia e as especulações que o J-10 foi exportado para o Paquistão , Ma Zhiping disse que ele pode afirmar que nem um único J-10 foi enviado ao Paquistão.
"A obtenção de uma autorização antes de exportá-lo é prioridade ", disse Ma as vésperas da 15th Aviation Expo/China 2013 em Pequin.
O país que lançou as bases do programa de pesquisa para uma nova geração de caças em 1984, viu sua primeira apresentação 14 anos depois . Tendo a nova aeronave chinesa entrado oficialmente em serviço apenas no ano de 2006.
" Podemos antecipar boas perspectivas para as exportações , já que muitos  clientes potenciais têm demonstrado grande interesse nele e fizeram perguntas sobre o preço. Muitos países asiáticos , Africanos e da América Latina , que incluem usuários de caças chineses , da ex -soviética e franceses, formam um uma clientela enorme " , disse Ma .
As chances são de que a exportação seja permitida e que certamente será significativa na abertura de um novo capítulo para a exportação de equipamentos militares da China , segundo Xu Zelong ,vice-diretor do jornal China Aviation News.
A exportação melhoraria a competitividade de mercado da China no comércio internacional de armas com outros países, como os EUA e a Rússia , que estão promovendo seus jatos de terceira geração, o F-15 , F16 , Su -27 e Su- 30 em todo o mundo , enquanto os clientes da China , em contrapartida, ainda estão usando a segunda geração J- 7 ou J -8, disse Zhongping Song, um crítico militar.
" A China tem agora a aeronaves  mais avançada  comoJ -11 e J -11B , e está desenvolvendo sua quarta geração de caças com o J -20 e J -31, e estão confiantes que exportar nossa tecnologia não levará a qualquer vazamento ", observou Song, acrescentando que também seria eficiente para testar a maturidade da tecnologia de seus produtos através da exportação .

Fonte:Global Times
Tradução e Adaptação: GBN - GeoPolítica Brasil - Angelo Nicolaci
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Aviões da Transbrasil vão a leilão em outubro a R$ 1,75 por quilo

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Três aviões da massa falida da Transbrasil que estão paradas no Aeroporto Internacional de Brasília, sem condições de voar, irão a leilão entre 11 e 22 de outubro, como parte do Programa Espaço Livre – Aeroportos.
A informação é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os aviões são Boeings modelos 767-200 e poderão ser arrematados por inteiro, considerada a avaliação de R$ 100 mil, ou como sucata, avaliada em R$ 1,75 por quilo.
O lance mínimo é de R$ 42 mil. O comprador terá de fazer o desmanche e a retirada dos aviões.
O leilão foi determinado pelo juiz auxiliar da Comarca de São Paulo em exercício na 19ª Vara Cível, Marcelo Sacramone.
A venda havia sido decidida no ano passado, e havia previsão de que o leilão ocorreria em setembro de 2012, mas atrasou.
Os lances poderão ser feitos a partir das 14 horas do dia 11. O encerramento será às 14 horas de 22 de outubro, no auditório Freitas, Praça da Liberdade, 130, 16º andar, conjuntos 1607/1609. Os lances também podem ser feitos pela internet, no site do leiloeiro.
A meta da Corregedoria Nacional de Justiça é remover, até o fim deste ano, todos os 53 aviões de grande porte, sem condições de voar, que estão estacionados em 11 aeroportos.
Termina na próxima segunda-feira (30) o leilão de 17 aviões e bens diversos da Vasp.
Os dois leilões estão sob a responsabilidade da Justiça de São Paulo, onde tramitam os processos de falência da Vasp e da Transbrasil, respectivamente na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais e na 19ª Vara Cível Central.

Fonte: UOL
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Norwegian devolve Dreamliner à Boeing após problemas

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A Norwegian Air Shuttle está devolvendo um de seus novos Dreamliners a Boeing, requerendo reparos depois que o avião sofreu repetidos problemas, informou a companhia aérea no sábado.
A Norwegian fará um leasing de um Airbus A340 da HiFly para manter Suas rotas de longa distância em funcionamento e não aceitará o Boeing 787 Dreamliner de volta até que ele seja mais confiável, disse um porta-voz da companhia aérea.
 
"A confiabilidade do avião simplesmente não é aceitável, nossos passageiros não podem viver com esse tipo de performance", disse à Reuters o porta-voz Lasse Sandaker-Nielsen.
 
Um porta-voz da Boeing não estava imediatamente disponível para comentar.
 
A expectativa era de que o Dreamliner fosse um divisor de águas para a indústria aeronáutica, mas o programa teve atrasos e o avião enfrentou contratempos, incluindo o impedimento temporário de todas as aeronaves do modelo voarem em função de problemas de bateria.
 
A Norwegian lançou operações de longa distância este ano e esperava capitalizar o negócio com o menor custo operacional do Dreamliner. O avião é mais leve e seus motores prometem 20 por cento de poupança de combustível.
 
Mas seus dois primeiros Dreamliners, parte de uma frota planejada de oito, tiveram problemas mais de meia dúzia de vezes em setembro, forçando a companhia aérea a fazer leasings para resposição de última hora ou cancelar voos.
 
Fonte: Reuters
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Pilotos de jato que derrubou voo da Gol podem ficar livres

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Sete anos após o acidente aéreo que matou 154 pessoas do voo 1907, da Gol, é possível que os principais e únicos acusados pela tragédia jamais cumpram pena em regime fechado. A afirmação é de Osnir Belice, procurador do MPF (Ministério Público Federal), em Brasília, que pediu à Justiça a condenação dos pilotos norte-americanos Jan Paul Paladino e Joseph Lepore.
 
O caso que ficou conhecido mundialmente como um dos piores na história da aviação civil brasileira foi registrado no dia 29 de setembro de 2006 em uma área de mata no Estado do Mato Grosso. O avião caiu na região de Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá.
 
Há um mês, o processo dos dois pilotos chegou ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) em um agravo. Belice tenta reformar a condenação de três anos e um mês de reclusão imposta em 2012 aos pilotos do jato Legacy, que colidiu o Boeing 737 da Gol. Em medida judicial semelhante à do MPF, Paladino e Lepore brigam para que o STJ extinga ou reduza a pena.
 
Relembre o acidente com avião da Gol, que completa 7 ano.
 
"É ridícula uma pena dessas, frustrante. Se fosse nos Estados Unidos, certamente Lepore e Paladino pegariam prisão perpétua. Dificilmente cumprirão em regime fechado, apesar das provas serem contundentes", afirmou o procurador, que completou: "As leis brasileiras --o julgamento do mensalão está aí para confirmar --são muito benéficas para os réus", declarou o procurador, em entrevista ao UOL.
 
O representante do MPF ainda aguarda que o STJ aprecie o agravo de instrumento por meio do qual requer o aumento da pena. Até a última sexta (27), porém, apenas a medida judicial dos dois réus estava em trâmite na instituição.
 
"A primeira sensação que fica é a de que nosso Código Penal, da década de 1940, está completamente defasado: essa pena não corresponde à gravidade do delito", afirmou. "Mas acreditamos que até o final de 2014, ou começo de 2015, no máximo, haverá uma resposta –nem que eles tenham de cumprir a pena em regime semiaberto nos EUA, onde essa modalidade tem critérios muito mais rigorosos de acompanhamento do que aqui", disse.
 
A partir da pena a que Paladino e Lepore foram condenados, com base em tabela do Código Penal e da publicação do acórdão com a decisão –do primeiro semestre deste ano --, o MP calcula que o crime prescreva no primeiro semestre de 2017.
 
"Certamente o STJ julga antes, e esperamos que seja assim. Não é possível que esses pilotos tenham viajado quase uma hora sem comunicar a torre, com equipamento anticolisão desligado, causado a morte de 154 pessoas e fiquem impunes. Isso gera uma frustração não apenas nas famílias, mas na sociedade", afirmou.
 
Em seu recurso, o MPF pediu que a pena dos pilotos seja aumentada ao máximo do estipulado em lei --como foram condenados por crime de atentado contra a segurança de transporte, poderão receber, no máximo, cinco anos de prisão. Depois do STJ, porém, o processo ainda deve seguir também para o STF (Supremo Tribunal Federal).
 
Pena já havia sido reduzida
 
A pena que é objeto de contestação no STJ já é resultado de uma redução: ela era de quatro anos e quatro meses de prisão, por homicídio culposo, e havia sido determinada pela Justiça Federal de Mato Grosso. Foi revista em 2012 pelo TRF-1, que analisou pedido dos pilotos para que ela convertida em prestação de serviços comunitários nos EUA.
 
O tribunal ainda estabeleceu que Paladino e Lepore cumpram os três anos e um mês em regime aberto, ou seja: podem trabalhar, mas precisam se apresentar periodicamente à Justiça, além de pedir permissão para viagens ao exterior e participação em eventos públicos.

Controladores de voo são absolvidos

Em outubro do ano passado, o STJ manteve a decisão do TRF-1 e absolveu dois controladores de voo acusados de negligência no acidente. Para a ministra Laurita Vaz, responsável pela análise do recurso, os dois controladores receberam a informação errada de que a aeronave Legacy mantinha seu nível de voo, quando, na verdade, estava no mesmo nível do avião da Gol, que ia em sentido contrário.
 
O MPF havia denunciado quatro controladores de voo, além dos dois pilotos. No entanto, a Justiça de primeira instância decidiu pela absolvição sumária de dois dos quatro funcionários.
 
Em outros processos relativos ao acidente, familiares buscam a reparação na Justiça por furto de bens das vítimas –julgado procedente em primeira instância, o caso foi encaminhado no dia 12 deste mês ao TRF-4, em Porto Alegre, onde será julgado em segundo grau. Equipes que participaram do resgate das vítimas negaram participação no sumiço dos bens, à época.
 
Na esfera cível, de acordo com a Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907 –entidade criada em 18 de novembro de 2006 --, apenas cinco famílias não aceitaram até hoje acordos de indenização propostos pela Gol e seguem no polo passivo dos demais processos.
 
Em julho passado, parentes das vítimas do acidente pediram que o governo brasileiro cobrasse das autoridades dos EUA uma punição administrativa para os pilotos norte-americanos. O objetivo era impedir que Lepore e Paladino continuassem voando enquanto o processo criminal a que os dois respondem no Brasil não fosse encerrado. Segundo a associação de familiares, Paladino hoje trabalha na companhia American Airlines, enquanto Lepore segue trabalhando na ExcelAire, empresa de táxi aéreo a que pertencia o jato Legacy que se chocou contra o Boeing da Gol.

Missa em homenagem às vítimas

Neste domingo (29), os sete anos do acidente serão lembrados com uma missa em homenagem às 154 vítimas. A organização, por conta da associação dos familiares, marcou a cerimônia para as 10h, em Brasília, na igreja Rainha da Paz. Além da missa, está prevista uma doação de alimentos não perecíveis, além de material de higiene e escolar, ao Lar Casa de Ismael, localizado na capital federal.

Avião ia de Manaus ao Rio

O Boeing havia decolado de Manaus (AM) com destino ao Rio, com escala em Brasília, mas foi atingido pelo Legacy da empresa de táxi aéreo americana ExcelAire, fabricado pela Embraer, pilotado pelos norte-americanos.
 
O choque com a aeronave da Gol ocorreu a 37 mil pés de altitude, na região norte de Mato Grosso, próximo ao município de Peixoto de Azevedo. O Boeing caiu, mas o Legacy conseguiu pousar cerca de 20 minutos depois.
 
Fonte: UOL
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FBI usa drone para rastrear suspeitos desde 2006

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O FBI (polícia federal dos Estados Unidos) vem usando drones (aviões não tripulados) para rastrear suspeitos e examinar cenas de crime desde 2006. As informações constam de um relatório do inspetor-geral do Departamento da Justiça dos EUA.
 
O departamento gastou US$ 3,7 milhões (R$ 8,3 milhões) com o uso de drones desde 2004 até maio passado, com mais de 80% das compras destinadas ao FBI, de acordo com o relatório.
 
O então diretor do FBI, Robert Müller, admitiu em junho, em uma audiência no Congresso, que a polícia americana usa drones para tarefas de vigilância em território nacional, mas afirmou que sua utilização acontece "raras vezes".
 
Segundo o relatório, nenhuma das aeronaves estava armada ou carregando projéteis lançáveis. O relatório do inspetor-geral recomenda ao Departamento da Justiça que desenvolva políticas específicas sobre o uso de drones que levem em consideração o respeito à privacidade.
 
Fonte: Folha
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Contrato de 3,4 Bilhões prevê caças F-35 para Itália, Noruega e Reino Unido

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O Pentágono anunciou um contrato de 3,4 bilhões com a Lockheed Martin para a produção de 35 caças F-35 Joint Strike Fighters. O contrato inclui as primeiras encomendas da aeronave para a Itália e Noruega.

O negócio é o sétimo contrato de produção do novo caça stealth, que enfrentou vários problemas durante seu desenvolvimento.

De acordo com o anúncio, serão destinados quatro aeronaves para a Marinha dos EUA, seis para o Corpo de Fuzileiros Navais e 19 para a Força Aérea. A Itália receberá seu primeiro de três aeronaves, seguido de mais dois F-35A para Noruega como parte do acordo, que também inclui a entrega de uma aeronave da versão F-35B para o Reino Unido. As entregas estão previstas para ocorrer por meado de 2016.
 
Fonte: GBN - GeoPolítica Brasil com agências de notícias
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