terça-feira, 25 de julho de 2017

Falha no teste de interceptação do SM-3 Block IIA foi humana

Uma análise da Agência de Defesa de Mísseis dos EUA com relação á um teste de interceptação de mísseis balísticos que falhou, mostrou que uma entrada equivocada no sistema de combate por um marinheiro no DDG USS "John Paul Jones" fez com que o míssil se autodestruísse antes de atingir o alvo.

Um controlador tático de datalink, responsável por manter o intercâmbio de dados criptografados entre os navios e aeronaves, identificou acidentalmente o alvo do míssil balístico recebido como amigável no sistema, fazendo com que o míssil SM-3 se autodestruísse em voo, de acordo com uma fonte.

O chefe da MDA (Agência de Defesa de Mísseis) não comentou o erro do marinheiro, mas disse em uma declaração que a revisão em curso confirmou que não era um problema com o míssil SM-3 Block IIA ou o sistema de combate Aegis da Marinha.

"Embora a revisão ainda esteja em processo, o interceptor SM-3 IIA e o sistema Aegis foram eliminados como a causa potencial da falha", disse o ex-chefe da Força Aérea, Sam Greaves, diretor da MDA.

"Estamos realizando uma extensa revisão como parte de nossos processos padrão de engenharia e teste, e não seria apropriado comentar até completar a investigação".
O teste marcou o quarto teste de lançamento do SM-3 Block IIA e a segunda vez que foi lançado a partir de um navio. O míssil interceptou com sucesso mísseis balísticos em um teste de fevereiro. O míssil está sendo desenvolvido pela Raytheon e é um projeto conjunto entre os EUA e o Japão, projetado para combater a crescente ameaça de mísseis da Coréia do Norte e outros.

A revelação de que o erro humano provavelmente causou a falha no teste em 22 de junho é um alívio para os militares e empresas desenvolvedoras, a tecnologia BMD é fundamental, já que a ameaça de mísseis balísticos está em ascensão.


O que parece não haver problemas com o interceptor, disse Thomas Karako, especialista em defesa de mísseis do Centro de Segurança e Estudos Internacionais.

"Por mais infeliz que seja, é positivo que não se tratasse de uma questão de tecnologia ou de um fracasso mais profundo que precisasse ser investigado durante longo período", disse Karako. "Não há motivos para acreditar que a capacidade básica que já foi demonstrada tenha novos problemas".


GBN News - A informação começa aqui
com agências

1 comentários:

Com 100% de eficiência, amanhã de manhã cedo a Corea do Norte será eliminada depois vem a Rússia e à noitinha a China. Pronto, Trumete..mãos a obra para de cagaço, ou não acredita nos testes?

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