sexta-feira, 28 de julho de 2017

China fecha os mares do leste para uma nova rodada de exercícios militares de "grande escala"

Pouco depois de encerrar o estágio inicial dos primeiros exercícios conjuntos russo-chineses em águas europeias, Pequim teria bloqueado uma área do oceano na costa leste do país para uma nova série de exercícios militares de "grande escala".
Atividades militares em larga escala estão sendo realizadas entre a cidade portuária oriental de Lianyungang, na província de Jiangsu, e Qingdao, na província de Shandong, sede da frota do Mar do Norte, informou um aviso do governo de Lianyungang.

Cerca de 40 mil quilômetros quadrados (15,000 milhas quadradas) do Mar Amarelo estarão fora dos limites para o transporte comercial até sábado, de acordo com o comunicado á imprensa .

Destroyer "Hefei"
Nesta quinta-feira (27), as marinhas chinesas e russas concluíram a primeira etapa dos exercícios militares conjuntos no Mar Báltico, com o nome de código "Joint Sea 2017."

Dois grupos de assaltos táticos envolvendo navios de guerra de ambos os lados, que incluiu o destroyer de mísseis chinês 'Hefei' e a fragata de mísseis 'Yuncheng', realizaram uma série de exercícios de simulação de fogo abordo do navio no mar, emprego de armas secundárias e busca e resgate marítimo.

Fragata "Yuncheng" dispara míssil durante "Joint Sea 2017"
O objetivo foi impulsionar a "capacidade de lidar com ameaças marítimas e coordenar ações conjuntas", informou a agência de notícias Xinhua .

No início de julho, navios de guerra chineses liderados pelo primeiro porta-aviões de Pequim, o "Liaoning", realizaram exercícios de treinamento em meio a tensões crescentes com Washington no Mar da China Meridional. Os exercícios ocorreram após o USS Stethem, um destroyer de mísseis guiados dos EUA, navegar perto de uma ilha disputada na área. A China enviou navios e aeronaves para " alertar" o navio.

Nesta quinta-feira (27), o comandante da Frota do Pacífico da Marinha dos EUA, Almirante Scott Swift, disse que obedecia uma ordem para lançar um hipotético ataque nuclear contra Pequim, se o presidente Donald Trump opta-se por dar tal ordem.

"A resposta seria: sim", disse Swift quando perguntado se ele iniciaria um ataque nuclear contra a China sob as ordens de Trump. O comentário foi feito enquanto Swift falava em uma conferência de segurança da Universidade Nacional Australiana.
 
A observação de Swift veio após a recente avaliação do diretor da CIA de que a China representa uma grande ameaça para os EUA.


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com agências

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