terça-feira, 26 de setembro de 2017

Aliança apoiada pelos EUA diz que aviões russos atacaram combatentes na Síria

Milícias sírias apoiadas pelos Estados Unidos disseram que aviões de guerra russos atingiram suas posições na província de Deir ez-Zor nesta segunda-feira, perto de um campo de gás natural tomado das mãos do Estado Islâmico na semana passada, mas a Rússia negou a acusação.
As Forças Democráticas da Síria (FDS), aliança de milícias curdas e árabes lutando com uma coalizão liderada pelos Estados Unidos, disseram que o ataque matou um de seus combatentes e deixou outros dois feridos.
O general russo Igor Konashenkov negou a acusação, dizendo que a Rússia é sempre cuidadosa para garantir que seus ataques aéreos sejam precisos, informou a agência de notícias russa RIA.
O coronel Ryan Dillon, porta-voz da coalizão liderada pelos Estados Unidos, disse que projéteis atingiram uma área próxima à posição das FDS, mas que não pôde confirmar se foram lançados pela Rússia.
A Rússia rebateu com um acusação contra os EUA.
O vice-ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, afirmando que a "política duas caras" dos Estados Unidos foi responsável pela morte do general russo Valery Asapov na Síria, informou a agência de notícias RIA.
"A morte do comandante russo é o preço, o sangrento preço pela política norte-americana duas caras na Síria", disse Ryabkov a repórteres, de acordo com a RIA.
A Rússia e os Estados Unidos apoiam ofensivas separadas contra o Estado Islâmico no leste da Síria, com as duas avançando na província rica em petróleo de Deir al-Zor, na fronteira com o Iraque.

Fonte: Reuters

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