sexta-feira, 1 de julho de 2016

Rússia e Finlândia concordam em usar tranponders durante os voos sobre a região do Báltico

O presidente finlandês Sauli Niinistö sugeriu nas conversações com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, que os dois países devem chegar a um acordo sobre as regras de voo sobre a região do Báltico para garantir sua segurança.

"Estamos bem cientes de que há certo receio da Rússia nos países bálticos, assim como a OTAN é considerada uma ameaça na Rússia. É necessário fazer pequenos passos para reforçar a confiança", disse Niinistö em entrevista coletiva dos dois líderes nesta sexta (1).


"Os esforços com vista a evitar a situação que pode causar danos poderia ser um pequeno passo. Por exemplo, são estes voos com transponders desligados. Sugeri que juntos concordamos que transponders serão usados ​​o tempo todo durante os voos na região do Báltico", disse o presidente finlandês.

A Rússia apoiou a iniciativa da Finlândia de proibir voos sobre o Mar Báltico, com transponders desligados.

"Compartilhamos a iniciativa do presidente finlandês. Além disso, no momento da chegada em Moscou vou emitir instruções para os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa russo para levantar esta questão na próxima sessão do Conselho Rússia-OTAN, em Bruxelas, que deverá ter lugar depois de uma cimeira da OTAN em Warsaw ", disse Putin.

O presidente russo disse que a atenção especial nas negociações incidiu sobre as questões de segurança no mar Báltico. "O presidente Niinistö chamou minha atenção para os incidentes que ocorrem na região e com a situação que se formou em torno do Mar Báltico", disse Putin. "Nós viemos com uma iniciativa para elaborar um sistema de medidas de confiança para reforçar a segurança na região do Mar Báltico."

O líder russo observou que não só aviões russos estão voando sobre o mar Báltico com os seus transponders desligados. Mas aviões da OTAN, em suas palavras, fazem exatamente o mesmo. "O número de voos de aeronaves de países da OTAN neste regime é duas vezes maior que o da Rússia", disse ele. "Esta não é nossa fantasia, é uma estatística."

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com agências de notícias

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