sábado, 16 de julho de 2016

Para 50%, Temer deve continuar; 32% querem volta de Dilma, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta que 50% dos entrevistados prefere a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, até 2018. Para 32%, o melhor seria o retorno da presidente afastada, Dilma Rousseff, ao cargo.
De acordo com o Datafolha, outros 4% disseram que nenhum dos dois deve continuar na Presidência e 3% afirmaram preferir a realização de novas eleições para a escolha de um novo presidente. Já 2% deram "outras respostas" e 9% disseram que não sabem.
A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pergunta feita aos entrevistados foi: "o que é melhor para o país?"
Impeachment
Ainda de acordo com a pesquisa, 58% das pessoas ouvidas defenderam o afastamento definitivo de Dilma. Já 35% disseram se opor à saída dela da Presidência. Outros 3% declararam ser indiferentes e 3% não opinaram.

Em pesquisa realizada pelo instituto em abril, antes da votação do afastamento de Dilma pela Câmara, 61% defendiam o impeachment e 33% eram contrários.

Avaliação do governo Temer
O Datafolha também fez a primeira pesquisa para avaliar a opinião dos brasileiros sobre o governo Temer. Dois meses após o peemedebista assumir o cargo, 42% dos entrevistados disseram que seu governo é regular. Para 31%, é ruim ou péssimo. Já 14% avaliaram como ótimo e bom. Outros 13% não souberam responder.

A aprovação de Temer, aponta o Datafolha, é semelhante à de Dilma no início de abril, pouco antes de seu afastamento, quando 13% opinaram que o governo da petista era ótimo ou bom. Já aqueles que, na mesma pesquisa de abril, avaliavam o governo Dilma como ruim ou péssimo eram 65%.
Quem é o presidente?
O Datafolha também perguntou aos entrevistados se eles sabiam o nome do atual presidente. Segundo a pesquisa, 65% responderam Michel Temer e 33% disseram não saber. Outros 2% deram outros nomes.

Fonte: G1 Notícias

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