sexta-feira, 29 de julho de 2016

Bombardeio causa danos graves à única maternidade num raio de cem quilômetros

Um hospital maternidade na provincial de Idlib, no noroeste da Síria, foi atingido por um bombardeio nesta sexta-feira (29), segundo informou a organização Save the Children, que dá apoio ao local, relatando graves danos e mortes. A Anistia Internacional responsabilizou o governo sírio e seu aliado russo pelo ataque.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora a violência no país árabe em meio à guerra civil que já dura cinco anos, afirma que o bombardeio aéreo atingiu a maternidade e um edifício da Defesa Civil, numa região controlada pelos rebeldes. Mortes foram relatadas, mas o número de vítimas ainda não é conhecido.
A organização, citando fontes locais, afirmou ainda que um membro da organização jihadista Frente Al Nusra, que recentemente mudou seu nome para Frente Fateh al-Sham, foi morto no ataque. "Ele era o alvo. Ele foi visitar sua esposa que acabara de dar à luz quando ocorreu o bombardeio", disse o chefe do Observatório, Rami Abdel Rahman.
O hospital, localizado na cidade de Kafer Takhareem, é a única maternidade num raio de mais de cem quilômetros, com capacidade para atender cerca de 1,3 mil mulheres e crianças por mês. No mês passado, 340 bebês nasceram no local, segundo informou um porta-voz da Save the Children.
Em outra parte da província de Idlib, ataques aéreos mataram ao menos cinco pessoas, ferindo gravemente ao menos outras 25, informou o Observatório.

Fonte: Deutsche Welle

Nota do GBN: Uma verdadeira falta de responsabilidade e respeito tal ataque, é preciso que estes ataques que desrespeitam os direitos humanos sejam levados á julgamento em Haya, uma vez que hospital não deve jamais ser alvo de qualquer tipo de ataques.

Há formas mais eficazes de se eliminar um alvo do que um bombardeio, meios em terra podem muito bem neutralizar a liderança se implantados nos locais certos contando com apoio para extração imediata após o ataque, assim diminuindo o número de vítimas civis.

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