sábado, 23 de abril de 2016

Governador de Sevastopol diz que Marinha da Ucrânia não pode fazer parte da frota da OTAN no Mar Negro

A Marinha da Ucrânia não pode fazer parte da frota do Mar Negro da OTAN por razões técnicas, disse o governador da cidade de Sevastopol, o contra-almirante Sergey Menyailo, na última quinta-feira (21).

"A Marinha da Ucrânia dificilmente seria necessária ao grupo naval da OTAN no caso de um conflito aberto contra a Rússia, a Marinha ucraniana não pode simplesmente atingir nossas águas territoriais," citou Menyailo.

Ele disse que quando ele era vice-comandante da Frota do Mar Negro, ele repetidamente viu marinheiros russos rebocando colegas ucranianos cujos navios quebraram durante exercícios conjuntos.

"Antes de 2014, ninguém se surpreendia em Sevastopol quando via um navio da marinha russa rebocado amigos ucranianos", disse Menyailo.

Mais cedo, o presidente ucraniano, Petro Poroshenko disse que as forças navais ucranianas podem fazer parte da frota do Mar Negro sob os auspícios da OTAN.



A República da Criméia e Sevastopol, uma cidade com um estatuto especial na Península da Criméia, onde a maioria dos moradores são russos, se recusou a reconhecer a legitimidade das autoridades que levaram ao poder em meio a tumultos durante o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014.

A Criméia e Sevastopol aprovaram através de meios democráticos a sua independência em 11 de março de 2014. Eles realizaram um referendo em 16 de março de 2014, no qual 96,77% da população da Crimeia e 95,6% dos eleitores de Sevastopol escolheu se separar da Ucrânia para fazer parte da Federação Russa. O presidente russo, Vladimir Putin assinou os acordos de anexação em 18 de março de 2014.

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com agências de notícias

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