sábado, 20 de junho de 2015

Iraque: coalizão faz pouco no combate ao Estado Islâmico


O porta-voz do premiê do Iraque, Saad Hadithi, anunciou a descontentamento do país com o fraco desempenho pela coalizão internacional da sua campanha contra o grupo terrorista Estado Islâmico.
Hadithi fez a declaração à na quinta-feira à agência Fars:
"O governo do Iraque opina que os esforços internacionais para prevenir a entrada do Estado Islâmico ao país são ineficazes".
Ele também sublinhou a necessidade da comunidade internacional tratar dos suas obrigações e promessas sobre a luta contra o EI e disse:
"As estimativas do governo iraquiano mostram que a coalizão não fez bastantes esforços no combate contra o EI porque os terroristas ainda entram o Iraque e o seu número não foi reduzido".


Barry Grossman, o advogado internacional do Canadá, chamou a coalizão pelos EUA e os seus aliados de Coalizão do Absurdo porque este só é a cortina de fumo para desviar a atenção dos planos viciosos de Washington para proteger os seus intersses no Oriente Médio por meio de destruir a Síria e envolver o Irã na confrontação e desestabilizar o Iraque.


"OTAN também não tem o direito ou interesse legítimo que justificaria o envolvimento militar direito ao Iraque ou à Síria neste ponto. Mais do que isso, a aliança liderada pelos EUA é completamente mal concebida. Os países-membros da coalizão claramente tentam agir na premissa que mostra a sua agenda ilegal de ser nada outro do que os que diretamente ajudam limpar a bagunça nos países com os problemas criados pela insurgência imposta em grande parte externamente. Em vez de começar com um inquérito internacional sancionada e imparcial sobre o problema com um mandato para considerar todas as opções disponíveis para uma solução genuína, este Coalizão do Absurdo é um pouco mais do que um Vaudeville dirigido pelos EUA criado para cobrir a decisão a priori para obliterar a Síria e, se possível, envolver o Irã no conflito, desestabilizando ainda mais o Iraque", disse Grossman em dezembro à Fars.



Ele também disse que os EUA façam todos os esforços para desintegrar o Oriente Médio na tentativa de tratar dos interesses da segurança nacional, e sublinhou que os EUA nunca estavam comprometidos com o combate contra o EI ou outros grupos terroristas na região.

Os EUA anunciaram a campanha militar contra o grupo terrorista Estado Islâmico no verão do ano passado. Desde então, apesar dos inúmeros ataques aéreos da coalizão e 2,7 bilhões de dólares já gastos, o EI dominou grandes áreas da Síria e do Iraque.

Fonte: Sputnik News 

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