terça-feira, 23 de maio de 2017

Lagrimas em Londres - Atentado deixa 22 mortos e 59 feridos

Salman Abedi, um jovem de 22 anos oriundo de uma família de origem líbia, é o principal suspeito de ter detonado um colete-bomba que matou 22 pessoas e deixou outras 59 feridas durante a saída do show da cantora pop americana Ariana Grande no ginásio de Manchester, na noite desta segunda-feira (22).
Ainda na manhã desta terça-feira (23), a polícia prendeu um jovem de 23 anos por suspeita de ligação com o atentado. Até o momento não há detalhes sobre o suspeito, detido na saída de um shopping da cidade.
O EI assumiu a autoria do atentado, dizendo que o ataque foi realizado por um de seus seguidores, porem, as ligações entre o EI e o promotor do ataque ainda não foram confirmadas.
Dentre as 22 vítimas, três já foram identificadas, sendo Saffie Rose Roussos de 8 anos, a universitária Georgina Callander de 18 anos e John Atkinson de 28 anos as primeiras vitimas a ser identificadas. Entre os feridos estão muitas crianças e adolescentes, somando cerca de 12 menores entre os feridos. Ainda há pessoas desaparecidas, entre elas cinco adolescentes.
"O povo de Manchester se lembrará para sempre das vítimas, e derrotaremos os terroristas trabalhando juntos para criar comunidades coesas e diversas que são mais fortes juntas. Nós somos os muitos, eles são os poucos", disse o prefeito de Manchester, Eddy Newman.
O ataque em Manchester foi o mais grave atentado à bomba registrado no Reino Unido desde os ataques de Londres em 2005, que resultaram em 52 mortos, quando quatro terroristas detonaram explosivos em três vagões do metro e em um ônibus.

O país está em estado de alerta máximo contra ataques terroristas há dois anos. O último ataque do tipo ocorreu há dois meses no centro de Londres, quando um homem atropelou pedestres na ponte de Westminster e tentou invadir o Parlamento armado com uma faca, matando cinco pessoas e ferindo outras 50 antes de ser morto por policiais.
O Reino Unido e mais uma vitima dos extremistas que tem nos últimos meses intensificado os ataques em solo europeu, sendo algo importante de ressaltar que apesar do grande numero de refugiados que tem entrado na Europa nos últimos anos, os envolvidos nos ataques em sua grande maioria tem sido de extremistas nativos dos países atacados, o que e um dado alarmante e que dificulta os trabalhos de prevenção desses atos.

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