A GE Aerospace anunciou a assinatura de um Acordo de Assistência Técnica (AAT) com a Força Aérea Brasileira (FAB), que amplia a capacidade operacional e de manutenção dos motores F414-GE-39E, utilizados nos jatos Gripen E/F da FAB. O acordo prevê suporte técnico especializado, programas de treinamento e acesso a dados críticos para a operação e integração dos motores, reforçando a prontidão da frota brasileira.
De acordo com o acordo, a GE Aerospace fornecerá materiais técnicos detalhados, conduzirá treinamentos de alta complexidade e atuará como representante local para garantir que a FAB possa operar, testar e manter os motores com maior autonomia. A MDS Aero Support Corporation será responsável por fornecer serviços de bancos de teste e suporte na elaboração de desenhos de equipamentos, complementando a assistência técnica.
Asha Belarski, gerente geral de suporte ao cliente de Defesa & Sistemas da GE Aerospace, destacou que o AAT reforça a parceria histórica entre a empresa e a FAB. "Ao oferecermos treinamento de última geração e suporte técnico à FAB, contribuímos para o sucesso operacional da frota Gripen e ampliamos a capacidade de defesa do Brasil", afirmou Belarski.
O acordo se insere em um contexto mais amplo de cooperação da GE Aerospace com as Forças Armadas brasileiras. Em 2025, a FAB comemorou os 50 anos da incorporação do F-5 à frota nacional, equipado com o motor J85 da GE. Além disso, a empresa mantém um Acordo de Assistência Técnica para o motor T700, presente nos helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawk. Todos os acordos seguem as diretrizes da Regulamentação sobre Tráfico Internacional de Armas (ITAR), assegurando que a transferência de dados técnicos e serviços de defesa seja autorizada e controlada.
Com mais de um século de experiência em propulsão e sistemas aeroespaciais, a GE Aerospace mantém aproximadamente 50.000 motores instalados em aeronaves comerciais e 30.000 em aeronaves militares, além de uma equipe global de 57.000 profissionais. A empresa reforça com o AAT seu compromisso de elevar a capacidade tecnológica da FAB e de contribuir para a segurança e autonomia operacional do Brasil no setor aeroespacial.
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