
O ministro das Relações Exteriores do Chile, Alfredo Moreno, anunciou nesta sexta-feira que seu país resolveu reconhecer a Palestina como Estado "livre, independente e soberano", tal como já o fizeram Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Venezuela e Cuba.
"O Governo do Chile, que permanentemente apoiou o direito do povo palestino a se constituir em Estado independente e coexistindo em paz com o Estado de Israel, adotou a resolução de outorgar seu reconhecimento à existência do Estado da Palestina como um Estado livre, independente e soberano", destacou o chefe da diplomacia chilena.
O anúncio foi feito por Moreno a jornalistas, uma semana depois que o presidente chileno, Sebastián Piñera, se reuniu em Brasília com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, dutante a cerimônia de posse da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
No início de dezembro, Abbas enviou a Piñera uma carta na qual solicitou o reconhecimento por parte do Chile, onde vivem cerca de 400 mil palestinos, que formam a maior comunidade fora do mundo árabe.
O reconhecimento do Chile ao Estado palestino se junta a Brasil, Argentina, Bolívia e Equador. Enquanto Cuba, Costa Rica, Nicarágua e Venezuela já haviam feito no passado, e Uruguai manifestou sua intenção de reconhecer.
Moreno confirmou, além disso, que o governante chileno visitará Israel e os territórios palestinos durante a primeira semana de março.
"O presidente viajará em primeiro lugar a Israel, no dia 4 de março, e no dia 5 à Palestina, a fim de fortalecer os laços de amizade e cooperação entre Chile e os Estados de Israel e Palestina", precisou Moreno.
O chefe da diplomacia chilena aproveitou a ocasião para fazer um especial reconhecimento às comunidades judaica e palestina no Chile, por sua valiosa contribuição ao desenvolvimento social, cultural, político e econômico do país ao longo de muitas décadas e por sua plena integração a sociedade.
Na terça-feira passada, o Senado chileno aprovou um projeto de acordo no qual solicitou ao presidente Sebastián Piñera que reconhecesse a Palestina como um Estado "pleno, livre e soberano".
Fonte: EFE
"O Governo do Chile, que permanentemente apoiou o direito do povo palestino a se constituir em Estado independente e coexistindo em paz com o Estado de Israel, adotou a resolução de outorgar seu reconhecimento à existência do Estado da Palestina como um Estado livre, independente e soberano", destacou o chefe da diplomacia chilena.
O anúncio foi feito por Moreno a jornalistas, uma semana depois que o presidente chileno, Sebastián Piñera, se reuniu em Brasília com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, dutante a cerimônia de posse da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
No início de dezembro, Abbas enviou a Piñera uma carta na qual solicitou o reconhecimento por parte do Chile, onde vivem cerca de 400 mil palestinos, que formam a maior comunidade fora do mundo árabe.
O reconhecimento do Chile ao Estado palestino se junta a Brasil, Argentina, Bolívia e Equador. Enquanto Cuba, Costa Rica, Nicarágua e Venezuela já haviam feito no passado, e Uruguai manifestou sua intenção de reconhecer.
Moreno confirmou, além disso, que o governante chileno visitará Israel e os territórios palestinos durante a primeira semana de março.
"O presidente viajará em primeiro lugar a Israel, no dia 4 de março, e no dia 5 à Palestina, a fim de fortalecer os laços de amizade e cooperação entre Chile e os Estados de Israel e Palestina", precisou Moreno.
O chefe da diplomacia chilena aproveitou a ocasião para fazer um especial reconhecimento às comunidades judaica e palestina no Chile, por sua valiosa contribuição ao desenvolvimento social, cultural, político e econômico do país ao longo de muitas décadas e por sua plena integração a sociedade.
Na terça-feira passada, o Senado chileno aprovou um projeto de acordo no qual solicitou ao presidente Sebastián Piñera que reconhecesse a Palestina como um Estado "pleno, livre e soberano".
Fonte: EFE




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