terça-feira, 20 de junho de 2017

Gripen NG - Um programa que ganha os céus

Apos um curto período apos seu roll out, o Gripen NG ganhou os céus pela primeira vez no ultimo dia 15 de junho, confirmando a competência da equipe da SAAB no desenvolvimento de seu novo caça, o qual ira guarnecer os céus brasileiros em breve, apos ter sido consagrado vencedor na disputa pelo contrato brasileiro para compra de 36 aeronaves inicialmente e que pode chegar a mais de uma centena de aeronaves.

O programa que tem tido participação brasileira, antes mesmo de Brasilia definir a escolha do caça sueco, apresenta um grande ganho em termos tecnológicos ao Brasil, seja diretamente nas linhas de voo da Força Aérea Brasileira, que contara com uma das mais modernas aeronaves disponíveis no mercado mundial, e com certeza a mais capaz nos céus da América Latina.

Apesar de muitas criticas quanto as características e capacidades do novo caça que ira proteger os céus brasileiros, o caça sueco apresenta uma formidável aviônica, tendo capacidades impares, sendo considerada uma aeronave no estado da arte, e apesar de não contar com tecnologia stealth, apresenta um baixo RCS, alem de contar com meios eletrônicos e sofisticados softwares que não deixam nada a dever aos caças ditos de 5ª Geração como o norte americano F-35.

Os custos de operação do Gripen E/F segundo os gráficos ate então apresentados, estão de acordo com as capacidades orçamentarias e a realidade brasileira, o que representa um importante fator, pois de nada adianta ter um bom caça e não haver recursos para opera-lo. 

A SAAB vem cumprindo todo cronograma no desenvolvimento do Gripen E/F, e o caça que era de "papel" finalmente deixou as pranchetas e ganhou os céus para afirmar o compromisso sueco e a acertada escolha brasileira em apostar no Gripen NG para atender ao seu programa F-X, o que dará não apenas ao Brasil um caça moderno, mas capacidade tecnológica através da transferência de tecnologia envolvida no contrato de aquisição, o que em alguns anos deve nos render bons frutos, como foi visto com o programa que resultou no AMX e capacitou a industria brasileira de forma a mesma hoje ter se consolidado como uma das grandes industrias aeronáuticas do mundo, estando atras apenas das gigantes Boeing e Airbus.


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