domingo, 18 de fevereiro de 2018

FFG-X - US Navy seleciona 5 fornecedores e avança rumo a novas Fragatas

A US Navy deu o primeiro passo rumo a seus novos navios de escolta, onde concedeu a cinco empresas um contrato de 15 milhões de dólares para concepção de projetos para o programa de fragatas denominado FFG-X.

Entre as concorrentes selecionados estão a Huntington Ingalls, Lockheed Martin, Austal, General Dynamics e a italiana Fincantieri. Os concorrentes terão um prazo de 16 meses para formular e apresentar suas propostas, então a US Navy selecionará um dos fornecedores para apresentar o detalhamento do projeto seguido do contrato para construção da nova classe de fragatas que deverão compor a esquadra norte americana.
LCS - Lockheed Martin

O valor de 15 milhões inicial do contrato de desenvolvimento pode aumentar, chegando na casa dos 22 milhões de dólares, segundo informações disponibilizadas. Essa primeira fase de desenvolvimento das propostas do FFG-X deve ser concluída até junho de 2019.

National Security Cutter proposto pela Huntington Ingalls
A US Navy pretende assinar o contrato para o primeiro navio do FFG-X em 2020. A previsão é que em 2020 seja assinado a construção do primeiro exemplar da nova classe, seguido pelo segundo em 2021, posteriormente o programa prevê a construção de dois navios por ano, de acordo com os planos de construção, a Marinha dos EUA espera contar com cerca de 52 navios de superfície dessa categoria, sendo a maior parte composta por LCS. 

Fincantieri participa com sua FREMM
Tanto a Austal quanto o Lockheed Martin estão competindo com versões ampliadas de seus LCS, já a Huntington Ingalls está oferecendo uma versão do NSC (National Security Cutter) da Guarda Costeira.  A italiana Fincantieri apresenta a FREMM como a solução para o FFG-X. A General Dynamics se uniu com a espanhola Navantia, ofertando uma variante da F100.

A General Dynamics oferece a F100 da Navantia
A proposta da US Navy com a FFG-X, é conseguir equilibrar os custos com a aquisição da nova classe, o que irá garantir manter as capacidades da US Navy, obtendo um custo mais modesto para construção e operação dos novos navios que deverão compor a esquadra norte americana, para tanto abriu-se espaço para empresas estrangeiras como a Fincantieri e a Joint entre a General Dynamics com a Navantia, afim de conseguir equilibrar a concorrência e obter melhores custos de desenvolvimento e construção.


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Com agências
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