Diante do cenário global cada vez mais marcado por ameaças híbridas, ataques assimétricos e disputas tecnológicas, a Thales chega à FIDAE 2026 com uma proposta clara: entregar à América Latina soluções integradas capazes de elevar o nível de consciência situacional, proteção e resposta em múltiplos domínios.
Realizada entre os dias 7 e 12 de abril, na Base Aérea de Pudahuel, em Santiago, a FIDAE 2026 se consolida mais uma vez como o principal palco da indústria de defesa da região, e é exatamente nesse ambiente que a Thales apresenta um portfólio alinhado às demandas reais das forças armadas latino-americanas.
A presença da Thales na feira deixa claro que o campo de batalha moderno não é mais linear, ele é multidimensional.
Entre os destaques estão as soluções antidrone, projetadas para detectar, rastrear e neutralizar ameaças aéreas não autorizadas. Em um contexto onde drones vêm sendo amplamente utilizados em conflitos recentes, esse tipo de capacidade deixa de ser complementar e passa a ser essencial para a defesa de infraestruturas críticas e áreas sensíveis. Mas a resposta da Thales vai além da neutralização: passa pela integração.
Radares e vigilância: o domínio do espaço aéreo
No campo da vigilância aérea, a empresa apresenta sistemas como o radar GM200 MM/A e o Gamekeeper 3D, soluções de última geração capazes de operar em ambientes complexos e altamente contestados.
Esses sistemas oferecem:
detecção de múltiplas ameaças simultâneas
capacidade de operar contra alvos de baixa assinatura
alta mobilidade e rápida implantação
Integrado a esse ecossistema está o SkyView, sistema de gerenciamento de informações que permite transformar dados em consciência situacional em tempo real, conectando sensores e centros de comando em uma arquitetura de defesa em rede.
Operações conectadas e combate multidomínio
A proposta da Thales é clara: conectar todos os vetores do campo de batalha.
Isso inclui:
comunicações táticas avançadas
sistemas de visão noturna e imagem térmica
soluções para operações terrestres, aéreas e marítimas
No domínio naval, a empresa apresenta sistemas voltados para guerra antissubmarino e contramedidas de minas, reforçando a importância da proteção das rotas marítimas e da infraestrutura estratégica.
Cibersegurança: a nova linha de frente
Se antes o campo de batalha era físico, hoje ele também é digital. E nesse cenário, a Thales aposta fortemente em soluções de cibersegurança.
O foco está na proteção de infraestruturas críticas e na garantia da resiliência dos sistemas de defesa frente a ataques cibernéticos — uma ameaça crescente que pode comprometer operações inteiras sem um único disparo.
Presença brasileira e integração regional
A participação brasileira será representada pela Omnisys, subsidiária da Thales no Brasil, reforçando a integração industrial e tecnológica entre Europa e América Latina.
Essa presença evidencia um movimento estratégico: aproximar soluções globais das necessidades locais, fortalecendo a capacidade regional de resposta e desenvolvimento tecnológico.
Com mais de seis décadas de atuação nas Américas e 57 anos de presença no Chile, a Thales não participa da FIDAE apenas para expor produtos — mas para consolidar sua posição como parceira estratégica da região.
Como destacou Luciano Macaferri, o evento é uma oportunidade não apenas de apresentar tecnologias, mas de entender os desafios específicos enfrentados pelos países latino-americanos e alinhar soluções a essas demandas.
A participação da Thales na FIDAE 2026 deixa evidente que a defesa moderna passa por três pilares:
- Integração
- Tecnologia
- Resiliência
No ambiente onde a superioridade não depende apenas de poder de fogo, mas de informação, conectividade e capacidade de resposta, a empresa reforça sua aposta em soluções que transformam dados em decisão, e decisão em vantagem operacional. Na prática, é isso que define quem domina o campo de batalha hoje.
GBN Defense - A informação começa aqui





0 comentários:
Postar um comentário