segunda-feira, 22 de março de 2010

Precisamos derrubar preconceitos


No Brasil hoje embora muitos digam que todos temos direitos iguais, isso não é verdade, pois nos deparamos com diversos desrespeitos a nossos direitos constitucionais.

Nossa sociedade ainda vive sob o julgo dos antigos preceitos, onde embora muitos digam que hoje homens e mulheres possuam os mesmos direitos é pura ilusão. De um lado a mulher não goza de plenos direitos e respeito dentro de diversas áreas profissionais, tabu que vem sendo derrubado dia após dia, tendo a mulher ocupado cada vez mais o espaço antes exclusivo dos homens, agora o que dizer do inverso?

Embora a lei e a constituição digam que homens e mulheres tem os mesmos direitos, os homens que desejam criar seus filhos e lutam por esse direito na justiça, mesmo que tendo provas de sua capacidade e provas de que podem lidar com essa tarefa melhor que a ex-conjugê, é visto com preconceito e incapacidade pela justiça. Eu mesmo quando me separei sempre provi meus filhos de um lar para eles e sua mãe e todo meio necessário para sua saúde, alimentação e educação. Mas a poucos dias a mesma abandonou o auxilio que eu estava prestando aos mesmos e foi viver em uma situação deplorável, em uma casa sem qualquer condição sanitária ou de conforto minimo aos mesmos.

Então a mesma ainda procurou o conselho tutelar e inventou muitas mentiras de que eu não dava apoio a mesma e aos meus filhos, o que pude provar com os recibos e declarações que possuo, mas mesmo assim a principio fui tratado como um vilão pela conselheira, que em momento algum se pôs na posição neutra para tentar compreender a real situação e julgar a situação. Graças a Deus, uma outra conselheira, inteveio e ouviu ambas as partes buscando uma solução, a qual só será possivel perante numa vara de família. Mas ainda assim vi o preconceito de que a guarda dos filhos deve ser sempre da mãe, cabendo ao pai apenas um papel secundário, como se não tivesse importancia no dia a dia dos filhos, cabendo apenas dar dinheiro a ex-mulher.

Mas com que base pode-se garantir isso se os direitos são iguais? Se o pai possui melhores condições e comprova capacidade de prover as necessidades dos filhos ao contrário da mãe, porque ainda tratar essa questão condenando o pai a ser o eterno pagador de pensão e só acompanhar os filhos de 15 em 15 dias, quando o mesmo tem mais condições não só financeiras como emocionais,sociais e familiares para assumir a criação das crianças?

Já é hora de nós abrirmos os olhos e darmos realmente direitos iguais entre os nossos cidadãos, sejam eles homens,mulheres. Pois o que deve se ter realmente como parametro são as condições de cada um , tanto econômicas, como emocionais e a base familiar que os mesmos dispõe.

A justiça tem de ser mais justa com as minorias, e julgar os casos cada qual com as provas apresentadas, se eximindo de já realizar um julgamento com uma setença pré-concebida, como no caso do pai que luta para dar conforto e um futuro para seus filhos quando a mãe não tem capacidade comprovada para desempenhar tal tarefa.

Eu nesta postagem quero desculpar-me se fugi um pouco sobre o foco deste nosso espaço, mas é uma questão importante a ser discutida dentro de nossa sociedade, até onde os direitos são iguais? Até onde é valida nossa constituição?

Autor: Angelo D. Nicolaci
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1 comentários:

  1. Angelo concordo c vc. Em muitas situações nos deparamos c limites impostos pela barreira do gênero..."homens e mulheres são iguais" esta expressão não é tão verídica qnto a mídia quer nos fazer acreditar, não se aplica em todos os setores de nossa sociedade.
    Estou na torcida p q vc consigar ganhar essa causa, q conseguir a guarda dos seus filhos, conheço a fundo sua situação, por isso acredito q a justiça fará justiça!
    BioBj DNM

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