quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Canadá lançará competição para novo caça

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O Canadá inicia busca por nova aeronave e dará inicio ao processo de recebimento das propostas formais em maio do próximo ano, tendo por objetivo receber a primeira aeronave deste programa em 2025.

O programa que busca a obtenção de 88 aeronaves, já teve seu RFI enviado para as empresas, as quais deverão receber um feedback até o final deste ano. Após esse passo, o governo canadense deverá emitir sua RFP, estando em jogo um contrato avaliado em cerca de 12 bilhões de dólares. As concorrentes deverão apresentar suas propostas até maio de 2019.

O programa que visa a aquisição de uma nova aeronave que substituirá a atual frota de caças CF-18 do Canadá. Dentre os concorrentes devem estar o norte americano F-35 da Lockheed Martin, os europeus Eurofighter Typhoon, Dassault Rafale e o sueco Gripen da Saab, além do norte americano F-18 E/F Super Hornet da Boeing.

O governo canadense exigirá um pacote robusto de contrapartidas industriais ou compensações do vencedor, já afirmaram autoridades canadenses. Mas isso pode ser um problema para o F-35, já que o Canadá já é um parceiro nesse programa, o que não garante contratos entre nações participantes. O trabalho no programa F-35 é baseado no melhor custo/benefício.

A participação industrial canadense no programa F-35 alcançou a casa de 1 bilhão de dólares, com mais de 110 empresas canadenses tendo firmado contratos relacionados ao programa.

A questão das contrapartidas industriais já foi discutida com empresas interessadas em competir no programa, e essas conversações continuarão à medida que o feedback for recebido sobre o pacote preliminar das propostas, disseram as autoridades canadenses.

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Rússia cria comissão especial para apurar acidente com doca flutuante

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As autoridades russas estão montando uma comissão para investigar o naufrágio do doca flutuante PD-50 no norte da Rússia e decidir se ele deve ser retirado do fundo do mar, segundo o vice-primeiro-ministro da Rússia, Yuri Borisov, na última terça-feira (30).


"Já foram dadas instruções para a criação de uma comissão que investigasse cuidadosamente as causas, calculasse os danos e definisse as medidas a serem adotadas.", disse ele a repórteres.

O vice-premier disse que a comissão será criada pela Marinha Russa, porque a doca flutuante pertencia ao Ministério da Defesa da Rússia, e incluirá definitivamente representantes da indústria de defesa da Rússia.

Ele disse que é possível que a doca seja retirada do fundo do mar e reparada.

"Isso depende do que a comissão irá decidir, mas a resposta sim, é mais provável do que não", disse ele.

De acordo com o alto funcionário russo, o incidente não afetará os trabalhos de modernização do Navio Aeródromo "Admiral Kuznetsov", que devem ser concluídos em 2021. "Faremos o possível para não atrasar o cronograma", disse ele.

Enquanto isso, o serviço de imprensa do Ministério da Indústria e Comércio da Rússia disse que uma comissão interdepartamental será criada para investigar o caso.

"As razões para o incidente serão determinadas com base nas conclusões de uma comissão intergovernamental, composta por representantes do Ministério do Comércio da Rússia, do Ministério da Defesa da Rússia e de empresas envolvidas. As causas exatas só podem ser determinadas depois que a doca flutuante for recuperada", afirmou o ministério em declaração.

A decisão sobre se a doca flutuante PD-50 deve ser reparada e colocada novamente em operação também será feita depois que ela for recuperada.

"O dano geral será determinado com base nas descobertas da comissão acima mencionada. Os custos da operação para levantar a doca flutuante e restaurá-la serão compensados ​​pelo lado que será considerado culpado de permitir que o incidente aconteça", afirmou. documento disse.

Incidente com a doca 

A doca flutuante PD-50 afundou durante a madrugada do dia 30 de outubro em Murmansk durante a manutenção programada do "Admiral Kuznetsov", o único porta-aviões da Marinha Russa. De acordo com informações preliminares, o próprio navio teve seu convoo danificado pelo guindaste caído. O estaleiro Zvyozdochka disse que o incidente não atrasará os reparos do "Kuznetsov".

O porta-voz do Zvezdochka Shipyard Yevgeny Gladyshev disse que o incidente foi causado por uma onda de energia. "Por enquanto, as circunstâncias são as seguintes: quando o porta-aviões russo, o "Admiral Kuznetsov", foi docado, uma queda de energia ocorreu na costa, bombas foram desligadas e a doca afundou", disse ele, o incidente resultou em quatro pessoas ficaram feridas.Um inquérito criminal foi aberto.

A PD-50 é uma das maiores docas flutuantes do mundo e a maior da Rússia.Foi construído na Suécia em 1980 por encomenda da Marinha Soviética.Tem 330 metros de comprimento e 67 metros de largura e uma capacidade de elevação de 80.000 toneladas. A doca flutuante tem uma área de 22,1 km2, o que é um pouco menos que a Praça Vermelha, em Moscou.

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com agências internacionais

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Trump diz que Constituição dos EUA não garante cidadania por nascimento

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (31) que a Constituição norte-americana não garante o direito de cidadania a todas as pessoas que nascem no país, afirmando que continuará com seus esforços para pôr fim a essa prática.

“A chamada cidadania por nascimento, que custa bilhões de dólares ao nosso país e que é muito injusta com nossos cidadãos, acabará de um jeito ou de outro. Não é garantida pela 14ª Emenda... Muitos estudiosos do Direito concordam”, escreveu Trump em publicação no Twitter

Fonte: Reuters
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Astronauta Marcos Pontes será Ministro da Ciência e Tecnologia

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tenente-coronel e astronauta Marcos Pontes comandará o Ministério da Ciência e Tecnologia, segundo anunciado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Natural de Bauru, Marcos Pontes se formou no Colégio Liceu Noroeste em 1980, em seguida recebeu o bacharelado em Tecnologia Aeronáutica pela Academia da Força Aérea (AFA) em 1984, no ano de 1989 iniciou o curso de engenharia aeronáutica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, recebendo o título de engenheiro em 1993, com a obtenção do mestrado em engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School, em Monterrey na Califórnia em 1998. Tendo ainda bacharelado em administração pública pela Academia da Força Aérea (AFA).

O astronauta brasileiro foi agraciado com a Medalha Santos Dumont e com a Medalha de Ouro Yuri Gagarin, pela Federação Aeronáutica Internacional. Tendo acumulado em sua carreira de piloto militar da Força Aérea Brasileira quase 2 000 horas de voo em 25 tipos de aeronaves, dentre elas algumas que nunca operaram no Brasil, como as aeronaves F-15, F-16, F-18 e MIG-29.

Sua carreira como astronauta teve início em junho de 1998, quando foi selecionado para o programa espacial da NASA, para ocupar a vaga que o Brasil tinha direito no programa espacial que envolvia diversos países, integrando o esforço multinacional de construção da Estação Espacial Internacional.

Começou seu intenso treinamento em agosto daquele mesmo ano no Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston. Fazendo parte do grupo de treinamento número 17 da NASA, apelidado de "Os Pinguins". Em dezembro de 2000, ao concluir o curso, foi declarado oficialmente "astronauta da NASA".

Seu voo inaugural originalmente marcado para o ano de 2001, como parte da construção da Estação Espacial Internacional. Mais especificamente, o objetivo da missão seria transportar e instalar o módulo construído no Brasil (conhecido como "Express Pallet"). Porém, problemas orçamentários da NASA forçaram ao adiamento da missão para 2003. Ao se aproximar a data, persistentes problemas financeiros indicavam novo adiamento, mas o acidente que resultou na destruição do ônibus espacial "Columbia", em fevereiro de 2003, suspendeu todos os voos da NASA por tempo indeterminado.

Em 18 de outubro de 2005, a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos) assinaram um acordo que possibilitou a realização da primeira missão espacial tripulada brasileira, batizada como "Missão Centenário", em referência à comemoração dos cem anos do voo de Santos Dumont.

A tripulação, composta por Marcos Pontes, o norte americano Jeffrey Williams e o russo Pavel Vinogradov, comandante da missão, decolou no dia 29 de março de 2006, às 23h30min (horário no Brasil), no Centro de Lançamento de Baikonur, no Cazaquistão. Eles seguiram na nave Soyuz TMA-8, para a Estação Espacial Internacional, levando 15 quilos de carga da Agência Espacial Brasileira, incluindo oito experimentos científicos criados por universidades e centros de pesquisas brasileiros. A missão, realizada com sucesso, teve duração de 10 dias, sendo dois dias a bordo da Soyuz e oito na ISS.

A indicação de Marcos Pontes é um grande ganho para o incentivo a pesquisa e desenvolvimento no Brasil, sendo uma pessoa extremamente capacitada para ocupar a pasta e conduzir uma nova política neste campo.

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Uma nova crise cubana? Moscou considera base militar em Cuba

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A resposta de Moscou aos planos de Trump de abandonar o tratado INF poderia ser a instalação de bases militares em Cuba, disse o chefe do comitê de defesa da Duma. Ele também previu "uma nova crise cubana" se os EUA e a Rússia não chegarem a um acordo.

Os EUA planejam se afastar do importante tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) que remonta a Guerra Fria, e a resposta da Rússia pode se pautar no espírito da época, com a reativação de instalações militares em Cuba. Isso está de acordo com Vladimir Shamanov, o chefe do comitê de defesa da Duma e ex-comandante das tropas aerotransportadas.

De fato, o governo cubano deve permitir que os militares russos voltem, e isso é mais uma atitude política do que uma questão de defesa, especulou Shamanov.

"A avaliação deste cenário está em andamento e as propostas de políticas virão a seguir" , disse ele à uma agência de notícias sem dar mais detalhes.

Esta questão pode ser levantada quando o novo presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, visitar a Rússia no início de novembro. Diaz-Canel, um novo rosto do Partido Comunista Cubano, está cauteloso com a presença militar estrangeira. "Cuba tem seus próprios interesses e foi prejudicada pelas sanções dos EUA" , acrescentou.

Anteriormente, o general aposentado pediu a Moscou e Washington que chegassem a um acordo e voltassem à reconciliação. 

"Se não pararmos agora e não falarmos, poderemos criar condições similares àquelas que levaram à crise cubana", disse Shamanov.


A crise dos mísseis cubanos foi um grande confronto que levou os Estados Unidos e a União Soviética à beira da guerra nuclear no início dos anos 60. Durante o impasse, Moscou instalou mísseis nucleares soviéticos em Cuba, uma resposta à instalação de mísseis americanos de classe similar na Turquia.

Ao longo da Guerra Fria, a Rússia operou uma instalação de inteligência de sinais em Lourdes, Cuba. Inaugurado em 1967, dizia-se que era a maior estação de escuta soviética no exterior, com 3.000 funcionários dirigindo a instalação. Após o colapso da União Soviética, a base de Lourdes foi reduzida, mas continuou operando até 2001, quando parou todas as operações.

Restaurar a presença militar da Rússia em Cuba faria muito sentido, disse Viktor Murakhovsky. Ele disse que a reativação da base de Lourdes não deveria exigir fundos substanciais, mas permitiria a coleta de "informações interessantes sobre o vizinho de Cuba". Ele observou, no entanto: "Os tempos em que colocamos mísseis em Cuba não voltarão".

Konstantin Sivkov, outro especialista militar e oficial aposentado da Marinha, discordou, afirmando que é improvável que os militares russos retornem à ilha. “Na década de 60 fomos forçados a tomar essa decisão de implantar mísseis em Cuba porque não tínhamos mísseis balísticos intercontinentais suficientes. Agora nós temos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, causou grande impacto no início de outubro, quando prometeu se retirar do tratado INF, citando o argumento que a "Rússia violou os acordos" . A Rússia retrucou afirmando que os EUA haviam violado o importante acordo ao implantar interceptadores de mísseis terrestres na Europa Oriental.

O então presidente dos EUA, Ronald Reagan, e o líder soviético Mikhail Gorbachev assinaram o acordo em 1987 e entraram em vigor no ano seguinte. Esta foi a primeira vez na história que as duas superpotências concordaram em desmantelar toda a classe de mísseis balísticos e concederam inspeções mútuas.

O próprio Gorbachev recentemente atacou Trump, cujo objetivo, segundo ele, era libertar os EUA "de quaisquer obrigações, quaisquer restrições, e não apenas em relação aos mísseis nucleares".

O primeiro e único presidente soviético disse em um artigo de opinião para o New York Times que uma nova corrida armamentista continua e pediu à Rússia que tome "uma posição firme, mas equilibrada".

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Com agências internacionais
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Quem foi Winston Churchill, cujo livro foi mostrado por Bolsonaro em discurso.

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Em um discurso nas redes sociais, o presidente eleito Jair Bolsonaro surpreendeu ao mostrar um livro de um dos mais conhecidos políticos da história, o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill.
Ao mostrar o livro "Memórias da Segunda Guerra", Bolsonaro falou: "O que eu mais quero é seguir ensinamentos de Deus ao lado da Constituição brasileira, inspirando-me em grandes líderes, com boa assessoria, técnica e profissional ao seu lado, isenta de indicações políticas de praxe."
Segundo a editora Nova Fronteira, o livro mostrado por Bolsonaro foi escrito em 1948. Nele, "Churchill mostra como a Segunda Guerra poderia ter sido evitada, não poupando de críticas severas seu país nem seu próprio Partido Conservador, no poder quando Hitler botava os coturnos de fora."
Mas por que Churchill é tão importante e tão lembrado por representantes de todos os espectros políticos? Ciro Gomes (PDT), por exemplo, também citou o ex-primeiro ministro britânico durante o primeiro turno.
Churchill foi primeiro ministro do Reino Unido entre 1940 e 1945, período mais severo da Segunda Guerra Mundial. Ele retornou ao cargo em 1951, permanecendo até 1955.
Ele ficou notadamente famoso por ter liderado com sucesso a resistência britânica durante o conflito. Sua fama também vem de discursos inspiradores e de sua recusa em ceder aos inimigos.
Muitos o consideram como o maior britânico de todos os tempos e, certamente, o primeiro-ministro mais famoso.

Prisioneiro na África

Churchill nasceu em 1874. Ele foi eleito para o Parlamento em 1900. Antes disso, ele havia atuado no Exército e também como correspondente de guerra.
Em 1889, ele viajou à África do Sul para trabalhar como repórter no conflito conhecido como Guerra dos Bôeres. Ele foi capturado e feito prisioneiro de guerra, mas conseguiu fugir – o episódio ficou famoso no Reino Unido.

Lutando contra os nazistas

Antes do início da Segunda Guerra, em 1939, Churchill havia avisado o país sobre o perigo da ascensão nazista de Adolf Hitler.
Ele se tornou primeiro-ministro em 1940 depois da renúncia do então líder do governo Neville Chamberlain.
A recusa de Churchill em se render à Alemanha nazista inspirou o Reino Unido. Um dos episódios mais marcantes ocorreu em Dunquerque, em junho de 1940. Na batalha, mais de 300 mil soldados britânicos e franceses, então encurralados pelos alemães, conseguiram deixar o local pelo mar.
Churchill perdeu o poder em 1945, depois do final da guerra. Ele voltou ao cargo seis anos depois – renunciou em 1955.
O líder britânico morreu em 24 de janeiro de 1965. Recebeu um funeral de chefe de Estado, com honrarias que apenas reis e rainhas recebem no Reino Unido.

Fonte: BBC Brasil

Nosso parceiro, Comte Robinson Farinazzo lançou em janeiro deste ano, um vídeo traçando uma breve análise sobre essa grande personalidade do século XX, tendo como ponto de partida o filme: "O Destino de uma Nação", que retrata várias nuances de Winston Churchill, uma boa pedida para entender um pouco mais desse político que marcou não apenas a história britânica, mas influenciou o mundo, tendo como marca registrada suas frases fortes. confira através do nosso link: "O Destino de uma Nação - O Churchill que o filme não mostra".


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Sistema "Avangard" deverá atingir status operacional em 2019

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O primeiro regimento armado com o sistema "Avangard", que conta com um míssil balístico intercontinental (ICBM) e um veículo hipersônico, estará totalmente implantado até o final de 2019.

"O período programado para colocar o regimento plenamente operacional é o final de 2019. Inicialmente, o regimento contará com pelo menos dois sistemas, mas eventualmente seu número aumentará afim de atingir sua dotação orgânica de seis unidades", disse uma fonte.

Como o Ministério da Defesa da Rússia declarou oficialmente, os primeiros sistemas de mísseis hipersônicos "Avangard" serão colocados em combate na Divisão de Mísseis localizada na região de Orenburg, no sul dos Urais.

De acordo com uma fonte ouvida pela agência Tass, o sistema hipersônico Avangard deve entrar em serviço no final de 2018 e início de 2019.

Em conformidade com o procedimento estabelecido, espera-se que um lançamento de controle do veículo lançador, o míssil UR-100N UTTKh, seja realizado antes que o sistema hipersônico seja aceito. No entanto, considerando os lançamentos anteriores bem-sucedidos do veículo e a existência do confiável e já testado míssil, possivelmente nenhum lançamento será conduzido ", disse a fonte.

O Avangard é um sistema estratégico de mísseis balísticos intercontinentais equipado com um veículo hipersônico.De acordo com fontes abertas, a arma 'inovadora' foi desenvolvida e testada a partir de 2004. O veículo é capaz de voar a velocidade hipersônica nas camadas densas da atmosfera, manobrando por sua trajetória de voo e sua altitude supera o envelope de engajamento de qualquer defesa antimísseis em operação no mundo.

A nova arma foi revelada pelo presidente Vladimir Putin em seu discurso no dia 1 de março. Mais tarde, o líder russo disse que o sistema Avangard já está em processo de produção, já tendo entrado em produção seriada e em 2019 segundo o cronograma deverão ser entregues para as Forças Armadas.

O UR-100N UTTKh (SS-19 Stiletto) é um upgrade nos mísseis UR-100 desenvolvido pela União Soviética na década de 1960 pelo Design Bureau-52 liderado por Vladimir Chelomei, tendo entrado em serviço no ano de 1980. Atualmente, a Força de Mísseis Estratégicos da Rússia opera 30 mísseis deste tipo baseados em silos.

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com agências



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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Associação de Ex-Combatentes do Brasil comemora 73 anos de sua criação

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Na última quinta-feira (25), a histórica Associação de Ex-Combatentes do Brasil (AECB) celebrou em sua sede na Rua do Lavradio no Centro da Cidade do Rio de Janeiro, seu 73° aniversário. Nesta ocasião estiveram presentes diversas autoridades militares e civis, na qual nosso editor esteve dentre os convidados e agraciados com a Medalha "Jubileu de Ouro da Vitória na Segunda Guerra Mundial" e Sergio Capella, presidente da CVMARJ, agraciado com a Medalha "Heróis da Tomada de Monte Castelo", lançada durante a cerimônia. O rito teve inicio as 13hrs, presidido pelo Vice-Almirante José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, comandante do 1° Distrito Naval, tendo ao seu lado na condução dos trabalhos o Contra-Almirante Alan Guimarães Azevedo, comandante da Força de Submarinos da Esquadra, o Soberano Comendador Dr. Enyr de Jesus da Costa e Silva, o Coronel Marcel Rodrigues Chaves Filho, comandante do 1° Batalhão de Polícia do Exército, o Tenente-Coronel Guilherme Motinha Nunes, comandante do 10° Batalhão de Infantaria Leve; o Coronel PM Mário Fonseca Ventura, presidente da Sociedade Veteranos de 32 e o vereador Carlos Jordy, recém eleito deputado federal.

Dentre os presentes estavam membros do Grupo Histórico Libertadores de Montese e do Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro, ambas organizações as quais preservam ativamente a memória de nossos bravos heróis brasileiros que escreveram a mais bela página de nossa história, com honra e a bravura inerentes ao combatente brasileiro, que enviados à Europa durante a Segunda Guerra Mundial, honraram a Pátria Mãe Gentil, conquistando com grande coragem a vitória frente o eixo, derrotando o fascismo e o nazismo que aterrorizavam o mundo naqueles dias sombrios, trazendo a liberdade e paz ao solo italiano, onde ao custo de muitas vidas de nossos bravos soldados escrevemos o nome do Brasil na história, a qual é celebrada nos dias de hoje, no Brasil e na Itália, rendendo as justas homenagens aqueles que deram seu melhor em sacrifício.  

A Associação dos Ex-Combatentes do Brasil foi fundada na cidade do Rio de Janeiro em 1 de outubro de 1945, logo após o retorno das tropas da Força Expedicionária Brasileira que atuou brilhantemente na Segunda Guerra Mundial. Tendo por objetivo reunir os militares do Exercito, Marinha e Força Aérea que tomaram parte nos combates, seja na Europa ou no Brasil, tendo sido a primeira associação a atuar na reinserção social e profissional dos veteranos brasileiros, atuando também na preservação da memória dos feitos desses homens que tomaram parte do glorioso feito brasileiro. A seção do Rio de Janeiro foi a primeira associação de ex-combatentes criada, sendo seguida de outras associações em várias partes do Brasil.

Hoje aos 73 anos de sua criação, a Associação de Ex-Combatentes do Brasil trava uma verdadeira batalha, tendo pouco apoio as suas atividades, contando apenas com seus associados e o apoio de amigos e instituições militares, com pouquíssimo apoio do governo brasileiro em quaisquer de suas instâncias, sejam elas municipais, estaduais ou federais, sendo marcante o descaso público para com a memória histórica nacional, enquanto assistimos vultosos recursos sendo destinados a artistas e instituições que não representam qualquer valor cultural ou histórico. A AECB busca apoio para manter acesa a chama daqueles que escreveram a história do Brasil na longínqua Itália, a história dos homens que se fizeram ao mar para defender nosso tráfego marítimo em nosso extenso litoral em face da ameaça representada pelos submarinos alemães, a história de nossa jovem Força Aérea Brasileira, que nos céus da Europa demonstrou o valor, a capacidade e presteza de nossos aviadores na defesa da liberdade.

Nós do GBN News nos sentimos honrados por termos sido agraciados com a Medalha, tal reconhecimento nos dá ainda mais força para continuar através de nosso trabalho mantendo em voga os feitos dos Combatentes Brasileiros, renovando nossa força e despertando em nós o espírito aguerrido inerente a todo brasileiro, onde nos manteremos na vanguarda da defesa de nossas instituições, apoiando a preservação de nossa história e apoiando nossos veteranos.

"É uma grande honra ter sido agraciado com tal honraria, essa medalha me confere como jornalista não apenas o reconhecimento pelo trabalho que desempenho em prol de nossas instituições, mas uma grande responsabilidade, tendo um significado que vai muito além disso, é a responsabilidade que tenho assumido como brasileiro de divulgar nossa história e os feitos de nossos heróis. Temos uma história muito rica no Brasil, temos milhares de heróis ao longo de nossos mais de 500 anos de história, e vejo que o brasileiro desconhece muito de sua história, me dói ver muitos desconhecendo os feitos de nossos combatentes durante a Segunda Guerra, muitos não possuem conhecimento da importância que estes homens tiveram para a história mundial, e me cabe como jornalista e comunicador trazer a tona as páginas de nossa história, e não só isso, apoiar instituições como a Associação de Ex-Combatentes do Brasil, a qual pretendo homenagear em uma série de matérias que terão por objetivo apresentar a nossa sociedade essa valorosa instituição." disse Angelo Nicolaci.


Prestigiaram o evento nossos amigos da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (AVCFN), instituição à qual nosso editor foi convidado a fazer parte, contando com a presença de três de nossos veteranos, dentre eles os Veteranos Sarmento e Laurentino, com a presença também da associada Rosana Lopes.

O Grupo Histórico Libertadores de Montese foi undado em 14 de abril de 2017, data que é comemorado o fim da Batalha de Montese, tendo finalidade preservar e divulgar a libertação da cidade pelas tropas da FEB, derrotando o inimigo alemão, diante de uma das mais sangrentas batalhas em que nossos Pracinhas participaram no solo italiano, durante a 2ª Guerra Mundial.

O Grupo é formado por associados do CVMARJ, que se apresentam trajando uniformes brasileiros da 2ª Guerra Mundial, em eventos e solenidades cívicas e militares, como exposições, desfiles e encenações históricas. Em breve traremos uma matéria sobre esse grupo e suas atividades.

O Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ), foi fundado em 6 de junho de 2002, sendo uma entidade civil, sem fins lucrativos, criada com o objetivo de resgatar o valor histórico das viaturas militares antigas, com foco rigoroso na manutenção da originalidade, se tornando referência nacional no assunto. Seu primeiro Presidente foi o músico João Alberto Barone, um dos fundadores e grande incentivador das ações do Clube. E o atual Presidente, é o Sr. Sérgio Alexandre Lourenço Capella. O GBN News estabeleceu parceria com o referido grupo e em breve trará uma matéria especial sobre este grupo e seu calendário de eventos.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A tecnologia dos radares pode anular as vantagens stealth?

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Muitas pessoas hoje discutem acerca das capacidades “stealth” das modernas aeronaves de 5 geração, drones e tecnologias EW, porém, esquecem de observar que estas vantagens tática podem estar com seus dias contados, pois assim como as aeronaves vem evoluindo a passos largos em suas capacidades tecnológicas, as mesmas também possuem suas limitações, sendo não apenas no campo técnico, mas envolvendo o custo de desenvolvimento e operação, e ressaltando que todo “veneno” requer um “antídoto”. O radar assim como as aeronaves, também evolui constantemente para enfrentar os novos desafios que surgem, embora seja em ritmo mais lento que seus “alvos”. Diante dessa problemática que levanto aqui neste artigo, pretendo apresentar alguns fatores que representam um verdadeiro desafio tecnológico ao desenvolvimento de radares modernos, deixando claro que não sou expert no assunto, mas conhecedor de alguns pontos que devem ser observados quando se fala neste tipo de tecnologia, abrindo aqui a discussão que pode vir a render mais alguns artigos sobre o assunto.

O radar pode ser considerado uma tecnologia que tem ainda muito à evoluir, tendo sido introduzido durante a Segunda Guerra Mundial, quando foi empregado pela primeira vez, conferindo significativas vantagens as defesas antiaéreas, apesar de suas limitações, quer seja pelo seu alcance, quer seja pela suas grandes dimensões e demandas energéticas para operá-lo, sendo basicamente estático. Naquele tempo, apesar dos avanços no campo da aviação, a maioria das aeronaves operativas naquele conflito apresentavam um envelope de desempenho muito similar, garantindo uma boa margem de êxito no acompanhamento de alvos e direcionamento do fogo-antiaéreo. Mas as aeronaves evoluíram rapidamente, passando a atingir alta velocidade, quebrando a barreira do som e colocando em cheque a eficácia dos sistemas de radar naquele primeiro período, o que levou a tecnologia de radares a evoluir para ter um alcance de detecção maior, que garantisse o tempo necessário de reação para atingir o alvo, seja acompanhando aeronaves de alto desempenho ou guiando mísseis contra estes.

Com o passar dos anos, as necessidades identificadas no campo de batalha levaram ao desenvolvimento de sistemas radares de menores dimensões e com certa mobilidade, conferindo a estes também a capacidade de cobrir áreas maiores. Essa rápida evolução ocasionada pela corrida armamentista que marcou o período da “Guerra-fria”, levou ao surgimento dos sistemas de defesa antiaérea, baseados em complexos que contavam com diversos meios interligados à um sistema de radar poderoso, capaz de monitorar uma vasta área e orientar as medidas antiaéreas, onde estrearam os SAM (Surface-Air Missile), os primeiros sistemas de mísseis antiaéreos, os quais deram grande dor de cabeça em conflitos como a Guerra do Vietnã e outros confrontos em seu tempo. Mas como já citei anteriormente, todo “veneno” requer um “antídoto”, e embora os radares fossem muito bem-sucedidos em identificar, acompanhar e prover soluções de disparo, seus oponentes criaram várias medidas para suplantar as vantagens obtidas no emprego de sistemas radar e antiaéreos, uma das quais foi a tecnologia furtiva. 

Stealth não significa invisibilidade

Apesar de toda propaganda que envolve os avanços tecnológicos com relação à capacidade stealth, na verdade os meios ditos “invisíveis”, não o são de fato, como muita gente acredita ser a tecnologia stealth, seja ela de emprego aéreo, terrestre ou naval.

A tecnologia stealth na verdade consiste na capacidade de tornar determinado meio que emprega esta tecnologia menor aos “olhos” do radar, o que não o torna incapaz de ser detectado ou mesmo acompanhado, porém, o “pulo do gato” está no fato de negar a capacidade de obter uma solução de resposta em tempo hábil para as defesas.

Para entender um pouco melhor o funcionamento dessa tecnologia, precisamos conhecer um pouco sobre “seção reta radar”, significado em português para sigla RCS, tão comum em fóruns e grupos sobre aviação e defesa. A “seção reta radar” (RCS) define o nível de reflexão dos sinais emitidos pelo radar na direção do receptor.
Os radares trabalham emitindo ondas eletromagnéticas em variadas bandas e/ou frequências, sendo estas determinantes para suas capacidades e alcance efetivo. Estas ondas emitidas através de antenas direcionais na velocidade da luz em feixe cônico, quando atingem um alvo, parte do feixe é dispersado em várias direções. Porém, uma pequena fração dessa energia retorna à antena transmissora, o que gera uma série de dados relativos a esse alvo, sendo estes utilizados para gerar uma solução de disparo.
Grande parte dos radares funciona emitindo energia eletromagnética na forma de pulsos, milhares de vezes por segundo. No intervalo entre a emissão de um pulso e outro, a antena do radar se torna um receptor. Através do cálculo do tempo entre a emissão e o retorno da onda é possível plotar o alvo e determinar a solução de tiro.
A tecnologia steath ajuda na dispersão e absorção dessas ondas, reduzindo o índice de reflexão das ondas ao receptor, tornando o sinal menor, com isso dificulta-se a aquisição de uma solução de tiro. Logo, sabe-se que o inimigo está ali, porém, não se é capaz de determinar com exatidão uma resposta a ameaça em tempo hábil, tornando o tempo de resposta das defesas extremamente curto, o que garante que o meio atacante em grande parte das vezes consiga lograr êxito no ataque e evadir impunemente o cenário.
 O alcance de detecção dos radares existentes é muito menor do que a distância necessária para a interceptação, porém, hoje se trava uma batalha entre o desenvolvimento de meios mais furtivos e radares cada vez mais avançados, com capacidade de contrapor essa vantagem adquirida com advento da tecnologia stealth.

Os drones e os pássaros, um desafio moderno

Outra problemática que surge no moderno campo de batalha, é a ameaça representada pelos drones, onde cada vez mais ganham maior papel, não se limitando mais a observação e inteligência, mas já tendo sido empregados há pelo menos uma década como vetor de ataque. Muitos desses Veículos Aéreos Não Tripulados, conhecidos pela sigla em português VANT, ou no inglês UAV, não apresentam características furtivas, mas suas pequenas dimensões e o perfil de voo baixo e a baixa velocidade, cria um verdadeiro desafio para sua identificação e neutralização. O problema não é vê-los, mas sim diferenciá-los dos pássaros que compartilham o espaço aéreo com os mesmos voando baixo e lentamente, mantendo um perfil muito similar entre os pássaros e algumas categorias de VANT’s.

Imagine um operador de radar observando 100 contatos na tela, onde 99 deles sejam pássaros. Isso é um verdadeiro desafio, o que levou a necessidade de um novo avanço nas capacidades dos sistemas radares modernos, através de “inteligência Artificial” o radar separa os pássaros dos alvos e na interface com operador apresentar apenas aqueles que são identificados como alvos reais.

Guerra Eletrônica (EW) os desafios da interferência

Um outro problema que elencamos nesse artigo, é o bloqueio através do uso de contra-medidas, onde o adversário pode saturar a capacidade de monitoramento e resposta através de um verdadeiro “bombardeio” de emissões, gerando muito “ruído”, tornando praticamente impossível localizar e travar o alvo. Para detectar o alvo em meio ao emprego de contra-medidas, o radar precisa operar em uma determinada banda e emitir ondas fortes o suficiente para que o sinal emitido possa ser refletido pelo alvo e identificado em meio a interferência criada. Capacidade hoje comum nos radares modernos.

Temos que nos manter atentos ao fato que, o desenvolvimento tecnológico é um ciclo contínuo, principalmente no campo de defesa, onde a cada dia surgem novas soluções, o radar é um dos meios que apesar de ser pouco observado nas mídias, tem registrado um grande avanço ao longo de sua história, sendo o antídoto para a furtividade, onde podemos relembrar que no final da década de 90, uma aeronave F-117 norte americana, tida como “capaz de operar impunemente” no mais defendido espaço aéreo, foi abatida sobre o território da antiga Iugoslávia. A nova geração de radares será é capaz de lidar com três grandes problemas: a furtividade, drones e pássaros, além de garantir o êxito em operações em ambiente congestionado por intenso emprego de interferência, continuando a evoluir à medida que novas ameaças e outros fatores criarem novos problemas no horizonte, mantendo o ciclo “Veneno e Antídoto”. Em breve pretendo escrever algo sobre os tipos de radar PESA, AESA e demais tecnologias, provendo maior conteúdo sobre o assunto afim de enriquecer nossa discussão.

Por Angelo Nicolaci - Jornalista, editor do GBN News, graduando em Relações Internacionais pela UCAM, especialista em geopolítica do oriente médio e leste europeu, especialista em assuntos de defesa e segurança.



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