terça-feira, 23 de abril de 2024

CVMARJ Participa das Comemorações do Dia da Aviação de Caça na Base Aérea de Santa Cruz

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No dia 22 de abril de 2024, o Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ) esteve presente nas celebrações em homenagem ao Dia da Aviação de Caça, realizadas na Base Aérea de Santa Cruz. A convite do Comando da Base Aérea de Santa Cruz (BASC), o CVMARJ participou do evento, que ocorreu no local histórico que abriga o 1º Grupo de Aviação de Caça, conhecido como "Jambock", exibindo seu belo acervo de veículos militares históricos e seus membros trajando uniformes de época.

A presença do CVMARJ acrescentou valor à cerimônia, proporcionando um contexto histórico e reforçando o compromisso com a preservação da memória militar brasileira. Os veículos militares antigos destacaram-se durante o evento, oferecendo uma homenagem tangível aos heróis da aviação de caça que serviram à Força Aérea Brasileira (FAB) e aos nossos heróis que lutaram no longínquo teatro de operações italiano durante a Segunda Guerra Mundial.

O Dia da Aviação de Caça é uma data significativa que reconhece a bravura e o sacrifício dos pilotos de caça, de ontem, de hoje e de sempre, cujo lema "Senta a Pua!" é um símbolo de coragem e determinação dos aviadores de caça brasileiros, que com suor e sangue lutaram em defesa da liberdade e contra o nazifascismo na Europa. A presença do CVMARJ demonstra a importância da cooperação entre instituições militares e civis, reforçando o compromisso conjunto de preservar a história militar brasileira e seus verdadeiros heróis, realizando um desfile com os veículos históricos durante o evento.

A participação do CVMARJ nas comemorações do Dia da Aviação de Caça na Base Aérea de Santa Cruz foi um momento de reconhecimento e respeito, destacando a importância da aviação de caça na defesa nacional e na preservação da soberania do Brasil.


Ao encerrar as festividades, o CVMARJ reafirmou seu compromisso com a memória militar, encerrando sua participação com respeito e gratidão, enquanto a emblemática frase "Senta a Pua!" ecoava mais uma vez, recordando não apenas as batalhas passadas, mas também inspirando as gerações presentes e futuras.


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com CVMARJ

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Forças Russas Capturam Leopard 2A6 Ucraniano

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Recentemente, vídeos divulgados em plataformas de mídia social revelam a captura de um carro de combate Leopard 2A6 ucraniano por forças russas. As gravações, datadas de 21 de abril, mostram o veículo danificado sendo transportado em meio a sinais de conflito em andamento, levantando questões sobre o destino de equipamentos militares de última geração ocidentais no confronto com a Rússia.

Os vídeos, embora de qualidade visual limitada, detalham a trajetória do Leopard 2A6 desde sua captura até o transporte. Na primeira sequência, o Leopard 2A6 é avistado sendo rebocado por um veículo russo, sugerindo um estado de imobilidade. Na segunda gravação, a aparência do veículo transportado em um caminhão indica danos substanciais, com vestígios de um possível incêndio.

Identificado como um Leopard 2A6, presume-se que o carro de combate capturado seja um blindado originário do esforço alemão de apoio a Ucrânia, possivelmente parte dos 18 exemplares do Leopard 2A6 fornecidos à Ucrânia pelas reservas da Bundeswehr. Além da Alemanha, contribuições adicionais foram feitas por Portugal, com três unidades desta variante do Leopard, e há perspectivas de futuras entregas de oito unidades, tanto por parte de Portugal quanto da Grécia, esta última na variante Leopard 2A6HEL.

A perda do Leopard 2A6 constitui um revés significativo para as Forças Armadas da Ucrânia, dada a posição de vanguarda desse veículo e sua importância estratégica. Junto com os 10 tanques Strv 122 ativos, representam a espinha dorsal de sua capacidade de defesa avançada. A captura pelas forças russas lança uma sombra sobre a capacidade contínua da Ucrânia de manter sua postura defensiva em meio às hostilidades em curso.

Esse incidente não apenas expõe as vulnerabilidades enfrentadas pela Ucrânia, mas também destaca as complexidades inerentes ao conflito regional e suas implicações de longo alcance. Enquanto observadores internacionais monitoram de perto os desdobramentos, a comunidade global se vê confrontada com questões cruciais sobre o equilíbrio de poder na região e a viabilidade de uma resolução pacífica para a crise em andamento.

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International Armored Group: Trinta Anos de Excelência em Proteção Veicular

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Desde suas origens modestas no Canadá, em 1993, até se tornar um dos principais fabricantes globais de veículos blindados, o International Armored Group (IAG) tem trilhado um caminho marcado pela inovação, qualidade e compromisso com a segurança. Com uma trajetória de três décadas, a empresa testemunhou um crescimento substancial e uma evolução contínua, culminando na construção de sua maior instalação de produção até o momento.

Mais do que uma simples fabricante de veículos blindados, o IAG é uma referência em engenharia e proteção. Seu time de engenheiros e técnicos altamente qualificados destacou-se na conversão de uma ampla gama de plataformas de veículos em máquinas de proteção de última geração. Desde veículos de luxo até ambulâncias e veículos anti-motim, o portfólio diversificado da IAG atende às necessidades variadas de clientes em todo o mundo, garantindo segurança em ambientes desafiadores.

No coração desse portfólio estão viaturas blindadas icônicas produzidas pela IAG. Entre elas destacamos algumas:

JAWS: Uma viatura blindada de transporte de pessoal projetada para fornecer segurança e mobilidade em situações de combate, o qual já se encontra no Brasil com apoio da VSK Tactical que recentemente entregou uma dessas viaturas a Polícia Militar da Bahia (PMBA).

Guardian: É um veículo blindado de transporte de pessoal com capacidade para enfrentar uma variedade de ameaças em ambientes urbanos e rurais, ideal para emprego por forças policiais, inclusive esta em vias de recebimento pela PMBA através da VSK Tactical que representa a IAG no Brasil.

Sentinel: Trata-se de uma família de viaturas blindadas de reconhecimento e patrulha, ideal para operações de segurança e operações especiais, contando com três variantes (ARV, TRV e XL-TRV).

Rila MRAP: Uma linha de veículos blindados projetados para missões de reconhecimento, patrulha e transporte de pessoal em terrenos variados, o Rila MRAP é o maior veículo blindado que o IAG oferece com o mais alto nível de proteção. O Rila MRAP pode acomodar até 12 pessoas totalmente equipadas, situadas em assentos com atenuação de explosão e oferece proteção STANAG Nível IV com piso em formato de V, oferecendo proteção contra explosão até STANAG 3a, 3b e 4a. Está disponível em transmissões 4×4 e 6×6.

Rila VBCI 8x8: O Veículo Blindado de Combate de Infantaria RILA 8×8 (RILA 8×8 VBCI) possui blindagem STANAG 4569 NÍVEL 4. Alcança velocidade máxima de 105 km/h e uma autonomia de 720 km dependendo das condições de condução. O RILA 8×8 está equipado com assentos com atenuação de explosão que podem acomodar até onze militares totalmente equipados, incluindo o operador e o comandante. A configuração padrão inclui um sistema de armas principal de 25-30 mm com estações de armas secundárias de 7,62/12,7 mm.

O RILA 8×8 IFV pode ser equipado com opções adicionais, incluindo sistema de guincho hidráulico, capacidade anfíbia, sistema de gravação de câmera de vídeo 360°/câmeras de visão noturna/sistema de câmera térmica, sistema de supressão de incêndio, CBRN, sistemas de gerenciamento de batalha (BMS), RPG Unidade de Alimentação Líquida e Auxiliar (APU).


Uma Empresa com Presença Global

Com uma presença global estrategicamente estabelecida nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Bulgária e no Brasil está representada pela VSK Tactical, a IAG não apenas fortaleceu sua capacidade de atender uma base de clientes diversificada, mas também oferece suporte global.

Uma das principais inovações da IAG é a tecnologia exclusiva Smartarmor™, presente em todos os seus produtos. Essa tecnologia tem um histórico comprovado em defender contra uma ampla gama de ataques balísticos e explosivos, proporcionando tranquilidade inestimável aos tripulantes de seus veículos.

A história da IAG é marcada por conquistas significativas, desde sua incursão no mercado de veículos blindados de luxo no final dos anos 90 até a obtenção de várias certificações de segurança e qualidade nas décadas seguintes. Reconhecida não apenas por clientes governamentais, como as Forças Armadas dos EUA e a OTAN, mas também por organizações não governamentais em todo o mundo, a IAG continua a se posicionar entre as lideres no setor de veículos blindados.

O ano atual marca um ponto crucial na história da IAG, com a aquisição de 1.000.000 de metros quadrados de terreno e o início da construção de sua maior instalação de produção até o momento. Esse empreendimento reflete o compromisso contínuo da empresa com o crescimento e aprimoramento, garantindo que continue a redefinir os padrões da indústria de veículos blindados em todo o mundo.

À medida que o International Armored Group continua sua jornada, sua história é um testemunho do poder da inovação, excelência em engenharia e compromisso com a segurança. Com uma visão voltada para o futuro, a empresa está preparada para enfrentar os desafios que estão por vir e continuar a se destacar no setor de veículos blindados.


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Ministro da Defesa Húngaro Explora Parcerias Estratégicas com a EDGE Group em Abu Dhabi

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Em um encontro emblemático de colaboração internacional, o Ministro da Defesa da Hungria, Kristóf Szalay-Bobrovniczky, foi calorosamente recebido pelo CEO da EDGE Group, Hamad Al Marar, durante uma visita oficial à sede da empresa em Abu Dhabi.

A delegação húngara teve a oportunidade de explorar as instalações de última geração da EDGE no Parque Industrial de Tawazun, testemunhando de perto a excelência em tecnologia e inovação da EDGE Group. Em seguida, o ministro Szalay-Bobrovniczky e sua comitiva se reuniram com o presidente da EDGE Group, Faisal Al Bannai, para discutir possibilidades concretas de cooperação industrial e troca de conhecimentos.

Essa visita marca mais um passo significativo nos esforços contínuos entre Hungria e Emirados Árabes Unidos para fortalecer seus laços bilaterais. Além de impulsionar o comércio não petrolífero, que experimentou um notável crescimento que triplicou desde 2019, ambos os países estão comprometidos em promover colaborações estratégicas em setores-chave, como defesa e segurança.

Durante as discussões, o ministro Szalay-Bobrovniczky expressou seu interesse em explorar oportunidades de cooperação em tecnologias de defesa avançadas e capacidades militares. Por sua vez, os representantes da EDGE Group destacaram o compromisso da empresa em buscar parcerias internacionais mutuamente benéficas, visando impulsionar a inovação e o desenvolvimento de soluções de defesa de ponta.

Ambas as partes demonstraram entusiasmo em relação às possibilidades de colaboração futura e concordaram em continuar explorando maneiras de aprofundar sua cooperação estratégica.


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Exercícios Militares da OTAN na Lituânia Elevam Tensões com a Rússia

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A tensão entre a OTAN e a Rússia atingiu um novo pico com os exercícios militares em larga escala conduzidos pela Alemanha na Lituânia, destacando uma crescente rivalidade geopolítica na região. O exercício "Grand Quadriga 2024", parte integrante dos jogos de guerra "Steadfast Defender 24" da OTAN, testemunhou o deslocamento de mais de 3.000 militares alemães para a fronteira com a Rússia, desencadeando uma série de preocupações e reações de Moscou.

Iniciados nesta terça-feira (23), esses exercícios representam apenas uma parcela de um esforço prolongado que começou no final de janeiro. Dada a proximidade da Lituânia com o enclave russo de Kaliningrado e a Bielorrússia, uma aliada próxima de Moscou, a presença militar alemã na região é percebida pela OTAN como uma medida preventiva.

As tensões aumentaram quando a Alemanha anunciou planos para estacionar permanentemente uma brigada blindada na Lituânia, uma ação que provocou uma resposta firme de Moscou, descrevendo-a como uma ameaça que exigia "medidas especiais" em resposta.

O exercício "Grand Quadriga 2024", previsto para durar até o final de maio, conta com a participação de 200 peças de equipamento militar alemão, incluindo tanques Leopard, além de veículos de combate de infantaria Puma e Boxer. Os militares lituanos ressaltam que o objetivo principal desses exercícios é a transferência de duas divisões da região da Europa Central para a região Oriental.

À medida que as unidades lituanas se preparam para treinar em conjunto com seus homólogos alemães nas operações planejadas e executadas durante os exercícios que envolverão ambas as partes.

A Bundeswehr, as Forças Armadas da Alemanha, anunciou que sua divisão blindada será transportada por mar, comboio e estrada para a Lituânia, onde realizará exercícios de defesa e contra-ofensiva em território aliado. Esses exercícios fazem parte de uma série de manobras militares em curso na Lituânia, incluindo a "Saber Strike", "Brave Griffin 2024/II" e "Thunder Strike", todos parte do "Steadfast Defender 24" da OTAN.

Estes exercícios são considerados os maiores realizados pela OTAN em décadas, envolvendo cerca de 90.000 soldados de todos os 32 estados membros, além de 1.100 veículos de combate, mais de 50 navios de guerra e 80 helicópteros, drones e aeronaves de combate. O General Christopher Cavoli, Comandante Aliado para a Europa, afirmou que os exercícios simulariam um "cenário de conflito emergente contra um adversário quase equivalente", abrangendo milhares de quilômetros por toda a Europa.

No entanto, enquanto a OTAN defende esses exercícios como medidas de dissuasão e preparação, o secretário do Conselho de Segurança Russo, Nikolay Patrushev, condenou-os por aumentar as tensões e desestabilizar a situação global. Ele expressou preocupações de que esses jogos de guerra estejam ensaiando um "cenário de um confronto armado com a Rússia", alimentando ainda mais as preocupações com a escalada das hostilidades na região.


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com AFP, RT News e DW

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Helicópteros da Marinha da Malásia Colidem em Pleno Ar durante Ensaios para Desfile Naval, Deixando 10 Mortos

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Uma tragédia abalou as forças armadas da Malásia hoje (23), quando dois helicópteros da Marinha colidiram em pleno ar durante ensaios para um desfile naval. O incidente ocorreu na base naval de Lumut, no estado ocidental de Perak, por volta das 9h32 da manhã desta terça-feira, resultando na perda de todas as 10 vidas a bordo, confirmou a Marinha em um comunicado oficial.

Segundo relatos, os helicópteros estavam realizando manobras de voo em formação quando um deles teve seu rotor impactado pela outra aeronave, precipitando uma queda conjunta. Um vídeo, que circulou na mídia local, capturou o momento do acidente, corroborando os relatos das autoridades locais.

As vítimas foram prontamente levadas para o hospital militar da base naval de Lumut para identificação formal. O Ministro da Defesa, Mohamed Khaled Nordin, revelou que todos os tripulantes a bordo das aeronaves, com idades inferiores a 40 anos, perderam suas vidas na tragédia.

Os helicópteros envolvidos foram identificados como um helicóptero de operações marítimas AW139 MUH e um AS550 Fennec. Eles estavam participando de ensaios para um desfile comemorativo do 90º aniversário da Marinha Real da Malásia, que está programado para ocorrer no próximo sábado.

Enquanto a nação lamenta a perda de seus bravos homens e mulheres, a Marinha anunciou que uma investigação completa será conduzida para determinar as causas precisas do acidente. O Ministro da Defesa expressou sua tristeza pela tragédia e destacou que todos os esforços estão em andamento para prestar apoio às famílias das vítimas e para verificar suas identidades.

A colisão dos helicópteros deixou uma marca indelével na história da Marinha da Malásia, lembrando-nos dos perigos enfrentados diariamente pelos membros das forças armadas enquanto servem e protegem suas nações.


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segunda-feira, 22 de abril de 2024

OTAN Realiza Exercício Conjunto para Defender Corredor Suwalki

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Unidades militares polonesas e lituanas deram início ao exercício conjunto "Brave Griffin 24/II" com o objetivo de proteger o vital corredor Suwalki, que conecta a região russa de Kaliningrado à República da Bielo-Rússia. Este corredor estratégico, com 70 quilômetros de extensão, é considerado um ponto crucial para a segurança da região, sendo a única rota terrestre que liga os Estados Bálticos à Europa continental.

Com a participação de aproximadamente 1.500 militares e mais de 200 unidades destacadas, as manobras visam aprimorar a cooperação entre as forças armadas da Polônia, Lituânia e seus aliados da OTAN. O exercício incluirá simulações de defesa contra possíveis ameaças externas, conforme acordos estabelecidos entre Varsóvia e Vilnius.

Além das tropas polonesas e lituanas, militares de Portugal e EUA também participarão das manobras, totalizando cerca de 20 mil militares. A aviação também estará envolvida nas operações que se estenderão até 26 de abril.

O Corredor Suwalki tem sido objeto de preocupação para os países ocidentais, que o consideram um potencial alvo das reivindicações territoriais russas. O controle dessa área permitiria à Rússia isolar os Estados Bálticos de seus aliados europeus, enfraquecendo a segurança da região.

Anteriormente, autoridades lituanas revelaram a existência de um plano conjunto secreto entre Polônia e Lituânia para a defesa do corredor Suwalki. Essa cooperação é vista como fundamental para fortalecer a segurança da região frente a possíveis ameaças externas.

A importância estratégica do corredor Suwalki tem sido destacada em cenários de simulação de conflitos. Em 2017 e 2021, jogos de guerra conjuntos entre Rússia e Bielo-Rússia indicaram a possibilidade da Rússia assumir o controle do corredor, isolando os Estados Bálticos de seus aliados da OTAN.

No entanto, com a recente adesão da Finlândia e Suécia à OTAN, a aliança ganhou capacidade de resposta, podendo bloquear a Rússia no mar como retaliação a uma eventual tomada do corredor Suwalki. Essa estratégia demonstra a importância crescente da segurança na região do Báltico e a determinação da OTAN em proteger seus membros contra possíveis ameaças externas.

Esses exercícios conjuntos destacam o compromisso contínuo da OTAN e seus aliados com a defesa coletiva e a segurança regional, garantindo a estabilidade e a integridade territorial na Europa.


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Com Ministério da Defesa Lituano 

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Irã Opta por Não Escalar Tensões Após Ataque Israelense

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No tenso cenário do Oriente Médio, o Irã surpreende ao adotar uma postura de contenção após o recente ataque israelense a uma base aérea no centro do país. Em declarações à imprensa, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Naser Kanani, classificou o incidente como "insignificante" e afirmou que o país não planeja retaliar. 

"O incidente foi uma manobra diversiva e não vale a pena mencionar", afirmou Kanani à agência de notícias iraniana IRNA. Ele ainda destacou a aparente falta de disposição por parte de Israel em assumir a responsabilidade pelo ataque, o que denota a natureza limitada da ação.

A notícia do ataque, que ocorreu na província de Isfahan, próximo às instalações nucleares iranianas, surgiu após relatos ganharem as mídias globais. Israel, até o momento, não emitiu comentários oficiais sobre o ocorrido. No entanto, a resposta iraniana ao ataque anteriormente reportado, no qual mais de 300 mísseis e drones foram disparados em direção a Israel, evidencia a complexidade das relações na região.

O Porta-voz Naser Kanani, classificou o incidente como "insignificante"

Este episódio segue-se à morte de generais iranianos em um ataque ao edifício da embaixada na capital síria de Damasco, também atribuído a Israel. No entanto, o Irã parece evitar uma escalada das tensões, apesar do ataque.

Quanto à política nuclear, Kanani reiterou que não haverá revisão da política nuclear do Irã após o ataque. Ele assegurou que as armas nucleares não fazem parte da estratégia de defesa do país e que o programa nuclear iraniano continuará a cumprir as regulamentações internacionais.

Essa posição de contenção contrasta com as preocupações expressas anteriormente pelo chefe da segurança nuclear do país, Ahmad Haghtalab, que sugeriu uma possível revisão da doutrina e política nuclear iranianas em resposta ao ataque. No entanto, parece que, por enquanto, o Irã está focado em evitar uma escalada das tensões na região e em manter um diálogo para amenizar as disputas de forma diplomática.


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com IRNA

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22 de Abril - Dia da Aviação de Caça: Celebrando a Bravura e Dedicação dos Aviadores Brasileiros

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No dia 22 de abril, celebramos com orgulho o Dia da Aviação de Caça, uma ocasião que nos permite render homenagem aos heróis que desafiaram os céus em nome da defesa da liberdade e da justiça. Neste dia especial, olhamos para trás com reverência e admiração, recordando os feitos extraordinários da Força Aérea Brasileira (FAB) nos céus da Itália durante a Segunda Guerra Mundial.

Foi naqueles dias sombrios e desafiadores que os pilotos brasileiros do 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) provaram seu valor e coragem, voando os céus da Europa a bordo dos robustos P-47 Thunderbolts. Sob o comando do tenente-coronel Nero Moura, esses aviadores enfrentaram adversidades inimagináveis ​​e desempenharam um papel crucial na campanha italiana.

No dia 22 de abril de 1945, os aviadores brasileiros do 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) protagonizaram um dos momentos mais marcantes de sua participação na Segunda Guerra Mundial, ao desempenharem um papel crucial no vale do rio Pó, na Itália.

Nessa data histórica, os pilotos brasileiros realizaram uma série de ataques aéreos precisos contra as posições inimigas, fornecendo apoio direto às tropas aliadas que avançavam em terra. Voando os céus da região a bordo dos robustos caças P-47 Thunderbolt, esses bravos aviadores enfrentaram uma forte resistência das forças alemãs, mas não recuaram diante do desafio.

Com coragem e determinação inabaláveis, os pilotos brasileiros lançaram ataques coordenados contra as linhas de defesa inimigas, neutralizando posições estratégicas e permitindo o avanço das tropas aliadas. Seus esforços heroicos contribuíram significativamente para a conquista do vale do Pó, um marco importante no avanço das operações aliadas na Itália.

O dia 22 de abril de 1945 ficou registrado na história como um momento de triunfo e coragem para os aviadores brasileiros, cuja valentia e habilidade nos céus da Europa merecem ser lembradas e celebradas. Esses homens deixaram um legado de heroísmo que continua a inspirar as gerações futuras, demonstrando que, mesmo diante das maiores adversidades, a determinação e o espírito de sacrifício podem prevalecer.

Suas missões de escolta, patrulha e bombardeio foram fundamentais para garantir o avanço das operações aliadas e manter a supremacia no ar. A bravura e a determinação demonstradas pelos pilotos brasileiros, ecoam através das décadas como um testemunho da força e da resiliência do espírito combatente brasileiro.

Após sua gloriosa atuação no teatro de operações europeu da Segunda Guerra, a aviação de caça brasileira continuou a evoluir. A introdução de aeronaves como os caças Mirage III e F-5 contribuiu para a modernização e capacitação da Força Aérea Brasileira (FAB). Essas aeronaves foram empregadas em missões de defesa do espaço aéreo nacional e participaram de exercícios conjuntos com outras nações, fortalecendo os laços de cooperação e interoperabilidade, mostrando a garra dos aviadores de caça brasileiros.

Mais recentemente, o Brasil deu um salto significativo no campo da aviação de caça com a introdução do avançado caça F-39E Gripen. Desenvolvido pela sueca Saab, o Gripen é uma aeronave de última geração, equipada com tecnologia de ponta e capacidades multifuncionais. Sua entrada em serviço na FAB representa um marco na modernização das Forças Armadas brasileiras e posiciona o país como um dos líderes regionais em termos de capacidade aérea.

O Gripen oferece uma ampla gama de recursos, entregando uma capacidade ímpar de cumprir missões de superioridade aérea, ataque ao solo e reconhecimento, além de ser altamente adaptável às necessidades operacionais do moderno teatro de operações aéreas. Sua chegada representa não apenas um avanço em termos de capacidade militar, mas também um impulso para a indústria aeroespacial brasileira, com a transferência de tecnologia e o desenvolvimento nacional.

À medida que celebramos o Dia da Aviação de Caça, honramos não apenas os feitos heróicos do passado, mas também olhamos para o futuro com esperança e determinação. O legado dos aviadores brasileiros na Segunda Guerra Mundial é um farol de inspiração, guiando-nos rumo a novos desafios e conquistas. Que neste Dia da Aviação de Caça, possamos renovar nosso compromisso com os valores de coragem, honra e serviço, garantindo que a memória daqueles que vieram antes de nós continue a iluminar nosso caminho enquanto voamos rumo ao futuro.

"Senta a Púa!!! Brasil!!!"


Por Angelo Nicolaci - Editor, Jornalista Especializado em Geopolítica & Defesa, Consultor e Palestrante com domínio em assuntos correlatos a geopolítica, defesa e a base industrial.



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Força Aeronaval: Esquadrão VF-1 "Falcão" Realiza Exercício de Intercepção Noturna, Elevando a Prontidão Operacional

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O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) "Falcão", em colaboração com o Navio Aeródromo Multi-propósito (NAM) “Atlântico”, conduziu com suas aeronaves AF-1 "Skyhawk" (A-4KU) um exercício de controle aéreo de interceptação, marcando uma notável demonstração de prontidão operacional.

Em conjunto com o Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML), o foco principal foi o aprimoramento dos recém-formados Controladores Aéreos de Interceptação (CAINT). O destaque do exercício foi a realização de interceptações noturnas, uma habilidade crucial não praticada pelo EsqdVF-1 desde 2019.

Essa iniciativa robustece o compromisso da Marinha do Brasil com sua eficácia operacional em meio a desafios complexos. Além disso, sublinha a importância da cooperação e integração entre diferentes componentes da Esquadra para assegurar a segurança e soberania das Águas Jurisdicionais Brasileiras.

Ao aprimorar as habilidades individuais dos controladores e pilotos, o exercício também evidencia o papel vital do binômio aeronave de caça-navio de comando e controle na defesa aeroespacial da Esquadra. Com a conclusão bem-sucedida deste exercício, a Marinha do Brasil reafirma sua capacidade de resposta e seu compromisso inabalável com a segurança nacional.


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com Marinha do Brasil

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Exercício "Balikatan": Cooperação Militar entre EUA e Filipinas em Meio a Tensões com a China

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Nesta segunda-feira (22), as Filipinas e os Estados Unidos deram início aos exercícios anuais "Balikatan" (Balikatan significa "ombro a ombro"), uma mostra robusta de cooperação militar em meio às crescentes tensões na região da Ásia Oriental, especialmente no disputado Mar do Sul da China.

Com cerca de 16.700 militares envolvidos, os exercícios vão além dos testes e demonstrações do emprego de armas e equipamentos. Eles incluem simulações realistas de recaptura de ilhas disputadas, um claro recado ao impasse territorial entre as Filipinas e a China.

O tenente-general William Jurney, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA no Pacífico, destacou que essa cooperação militar reforça a segurança das Filipinas e a presença estratégica dos Estados Unidos na região.

Além da presença maciça de tropas filipinas e norte-americanas, a participação de militares australianos e franceses, juntamente com observadores de outros 14 países, ressalta a preocupação internacional com a estabilidade na Ásia Oriental.

Uma mudança significativa neste ano é a realização dos exercícios fora das águas territoriais das Filipinas pela primeira vez. Isso desafia diretamente as reivindicações territoriais chinesas no Mar do Sul da China, uma jogada audaciosa que reflete a determinação em conter a expansão chinesa na região.

Richard Heydarian, analista político filipino, observa que esses exercícios têm uma "dupla orientação" contra as ambições agressivas da China, tanto no Mar do Sul da China quanto perto de Taiwan. Isso sublinha a urgência de proteger a integridade territorial e a estabilidade regional.

Os Estados Unidos têm desempenhado um papel crucial como aliado das Filipinas, garantindo sua segurança em caso de um potencial conflito no Mar do Sul da China. O presidente Joe Biden reiterou o compromisso dos Estados Unidos com a segurança das Filipinas durante a recente cúpula conjunta entre os Estados Unidos, Filipinas e Japão no inicio deste mês de abril.

No entanto, a China condenou os exercícios conjuntos, alegando que aumentam as tensões na região. O comandante Jurney rejeitou essas críticas, enfatizando que os exercícios estão dentro dos limites do direito internacional e dos direitos soberanos das Filipinas.

Em resumo, o exercício "Balikatan" deste ano não apenas fortalece os laços militares entre os Estados Unidos e as Filipinas, mas também enviam uma mensagem clara sobre a determinação em garantir a estabilidade e a segurança na Ásia Oriental. Enquanto as tensões persistirem, é provável que tais demonstrações de força e cooperação militar continuem a moldar o cenário geopolítico da região.


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com DW, AFP e Reuters

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Haiti: ONU Reporta Aumento de Mortes enquanto Gangues Disputam o Poder

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Em um relatório divulgado na última sexta-feira (19) pelo Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti (BINUH), a situação no país caribenho foi descrita como alarmante, com um aumento de 50% nas mortes registradas nos primeiros três meses de 2024 em comparação com o trimestre anterior. O país, há muito atormentado por gangues, enfrenta agora uma escalada na violência, com graves implicações para a população civil e as autoridades.

De acordo com o relatório, a violência de gangues resultou em 1.660 mortes e 850 feridos nos primeiros três meses deste ano, representando um aumento significativo em relação aos números anteriores. Porto Príncipe, a capital, foi particularmente afetada, com quase 80% das mortes ou feridos ocorrendo em suas ruas caóticas, onde as autoridades lutam para manter o controle.

A escalada da violência tem suas raízes em uma série de fatores complexos. O Haiti enfrenta há anos um governo fraco e uma situação política instável, com a capital sendo um epicentro de atividade criminosa desenfreada. No entanto, a situação se deteriorou ainda mais em fevereiro, quando várias gangues se uniram para desafiar diretamente o governo não eleito, intensificando os conflitos e colocando a população em maior risco.

O relatório também destacou a audácia das gangues, que realizaram ataques coordenados contra instalações governamentais e policiais, resultando em grandes fugas de prisões e inúmeros confrontos fatais. Pelo menos 22 instalações policiais foram saqueadas ou incendiadas, e 19 policiais perderam a vida ou foram feridos no período analisado.

Enquanto as autoridades tentam lidar com a crescente violência, a população civil tornou-se um alvo cada vez mais comum, com relatos de violações e recrutamento de crianças por parte das gangues. Além disso, as operações policiais tornaram-se mais letais, resultando em um aumento no número de civis mortos ou feridos durante confrontos.

A situação também gerou preocupações a nível internacional, com apelos por uma missão de policiamento internacional no Haiti. No entanto, os esforços para implementar essa missão têm sido lentos e estão atualmente suspensos, deixando o país à mercê da violência desenfreada.

Além da violência das gangues, o relatório também destacou o aumento dos assassinatos cometidos por vigilantes, conhecidos localmente como "Bwa Kale". Esses atos de justiça popular indicam um crescente desespero por parte da população diante da incapacidade das autoridades de conter a violência.

Enquanto o Haiti enfrenta uma crise sem precedentes, a incerteza política e a instabilidade continuam a assombrar o país. Com o futuro do governo e as eleições em espera, a população enfrenta uma batalha árdua pela segurança e estabilidade. Enquanto isso, a comunidade internacional observa com preocupação, enquanto o Haiti luta para encontrar uma saída desse ciclo de violência implacável.

Acesse ao relatório da ONU clicando aqui


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com ONU, DW, AFP e Reuters

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"Operação Jeanne D’Arc 2024": Fortalecendo Laços entre Brasil e França - Entrevista com Alte Borges e Alte (FN) Carlos Chagas"

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Durante a Operação Jeanne D’Arc 2024, acompanhamos as atividades desenvolvidas pelos militares brasileiros e franceses neste importante exercício binacional, com grande destaque para o desenvolvimento de capacidades de interoperabilidade entre as Marinhas do Brasil e da França. Após a demonstração de uma operação anfíbia, que apresentou a capacidade conjunta de projetar poder naval sobre terra, destacando as características do conjunto anfíbio, nosso editor, Angelo Nicolaci, teve a oportunidade de entrevistar o Comandante de Operações Navais (CON), Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, e o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (ComGer-CFN), Almirante de Esquadra (FN) Carlos Chagas Vianna Braga, os quais falaram um pouco sobre a importância de exercícios como a “Operação Jeanne D’Arc”.

Foto: Welter Mesquita -AeroDefesaNaval

GBN Defense: Boa tarde, Almirante Borges. Gostaríamos de saber sobre a importância da Operação Jeanne D’Arc para o Brasil e o que isso agrega em capacidade operacional, além da parceria com a França?

Alte.Esq. Borges: "Essa parceria com a França é de longa data. Nós temos muitos meios e equipamentos de origem francesa, como helicópteros e o NDM Bahia, por exemplo. Operar com uma Marinha da OTAN, como é o caso da França, é sempre importante, pois nos mantém atualizados sobre as atividades navais europeias, é uma oportunidade de conhecer as capacidades dos navios franceses e trocar experiências. Da mesma forma, vejo uma oportunidade para a França entender como operam nossos navios e o nosso Corpo de Fuzileiros Navais, que considero um dos mais importantes a nível mundial. Então, essa é uma experiência muito bem-vinda, que nos permite um contato mais direto entre os oficiais. Sempre que possível, a Marinha do Brasil manterá essa troca de experiências com a Marinha da França, que é uma marinha amiga. Inclusive, nosso maior projeto atual, o PROSUB, é em parceria com a Marinha da França."

GBN Defense: Almirante Carlos Chagas, qual a importância deste exercício conjunto com a França para o Corpo de Fuzileiros Navais?

Alte.Esq (FN) Carlos Chaga: "Abordando mais especificamente a parceria entre os dois corpos de fuzileiros navais, no caso o Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil, e a Infantaria de Marinha do Exército da França, são organizações que possuem algumas características semelhantes. A 9ª Brigada de Infantaria de Marinha do Exército Francês que está participando desta operação conosco hoje, tem uma estrutura muito semelhante à da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), e essa semelhança foi detectada rapidamente pelos franceses, que ficaram muito interessados em ampliar essa parceria. Então, o Corpo de Fuzileiros Navais, seguindo o exemplo de toda a Marinha, está aprofundando fortemente essa parceria, que tem apresentado resultados cada vez melhores. Com a troca de oficiais em intercâmbio e a participação nos mais diversos exercícios, contribuindo diretamente para o crescimento do nosso Corpo de Fuzileiros Navais. Do lado da França, também representa um grande crescimento, pois trazemos um ambiente operacional que conhecemos bem e que eles desejam conhecer melhor. É uma parceria em que ambos os lados ganham muito em capacidade operativa, voltada para as atividades da Marinha e dos Fuzileiros Navais."



GBN Defense: Almirantes, no campo doutrinário, qual é o maior ganho?

Alte.Esq (FN) Carlos Chaga: "No campo doutrinário, recentemente realizamos o 4º Simpósio do Corpo de Fuzileiros Navais, onde países com algumas das forças de fuzileiros navais mais importantes do mundo tiveram a oportunidade de compartilhar suas práticas. A França, assim como vários outros países, tem dado ênfase às operações nos litorais, um ambiente crucial, especialmente na Amazônia Azul, onde nossos Fuzileiros Navais têm crescido em importância. Nesse sentido, temos trocado diversas experiências no campo doutrinário."

Alte.Esq. Borges: "Um dado que gostaria de acrescentar é que essa nossa operação anfíbia, num mundo onde temos conflitos em diversos pontos do globo, mostra a importância de termos a capacidade de repatriar civis de áreas em conflito. A Marinha da França mesmo, antes de vir para o Brasil, esteve no Haiti para retirar alguns cidadãos franceses devido à grave crise de segurança naquele país. Inclusive, as aeronaves da Força Aérea Brasileira realizaram recentemente esse trabalho de retirada dos brasileiros. Num cenário de operação em maior escala, a Marinha do Brasil poderá atuar empregando seus meios navais, e os Fuzileiros Navais certamente estarão prontos para isso."


Por Angelo Nicolaci - Editor, Jornalista Especializado em Geopolítica & Defesa, Consultor e Palestrante com domínio em assuntos correlatos a geopolítica, defesa e a base industrial.



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Nota: Em breve você ainda irá conferir entrevistas especiais sobre a Jeanne D'Arc 2024, e matérias especiais sobre o PHA Tonnerre, EDA-R, viatura Griffon e o QRPB Noturno com OVN
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