quinta-feira, 2 de abril de 2026

EDGE estreia na FIDAE 2026 com portfólio multidomínio e foco na América Latina

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O EDGE Group fará sua estreia na FIDAE 2026 com uma proposta clara: consolidar sua presença na América Latina por meio de um portfólio completo de soluções de defesa multidomínio. A participação do grupo na principal feira aeroespacial e de defesa da região, que ocorre entre os dias 7 e 12 de abril no Chile, marca um movimento estratégico voltado à ampliação de parcerias e ao atendimento das demandas crescentes por segurança e vigilância no continente.

Com sede em Abu Dhabi, o EDGE chega à FIDAE apresentando um conjunto integrado de tecnologias que abrangem os domínios aéreo, terrestre e cibernético, refletindo a tendência contemporânea de operações conjuntas e conectadas. A proposta do grupo está alinhada à necessidade de forças armadas modernas operarem de forma interoperável, com sistemas capazes de atuar de maneira coordenada em ambientes complexos.

Segundo Omar Al Zaabi, presidente da EDGE Commercial, a participação na feira representa um passo importante na consolidação da presença da empresa na região. O executivo destacou que o ambiente operacional chileno, marcado por uma geografia extensa e diversificada, exige soluções integradas para vigilância e proteção de fronteiras, cenário no qual o portfólio do grupo se insere como multiplicador de capacidades.

No domínio aéreo, o EDGE aposta fortemente em sistemas não tripulados. Entre os destaques estão o helicóptero não tripulado HT-100 e o UAS REACH-S, classificado como MALE (Média Altitude e Longa Autonomia), voltados para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR). O portfólio inclui ainda sistemas de permanência no alvo e munições guiadas de precisão, ampliando o espectro de emprego em operações modernas.

No segmento terrestre, a empresa apresenta os veículos blindados AJBAN MK2 e HAFEET MK2, projetados para oferecer mobilidade, proteção e desempenho em diferentes tipos de terreno, atendendo tanto a operações militares quanto de segurança interna.

Já no campo cibernético, o grupo demonstra soluções voltadas à proteção de redes e comunicações críticas, com destaque para os sistemas ultrasseguros desenvolvidos pela KATIM, voltados para ambientes de missão crítica. Essa capacidade é complementada por sistemas de guerra eletrônica, cada vez mais essenciais em cenários de conflito contemporâneos.

Entre os destaques nessa área estão o sistema BORDERSHIELD, voltado à vigilância e segurança de fronteiras, e as soluções GPS PROTECT 2 e GPS PROTECT 4, projetadas para mitigar interferências e garantir a integridade de sinais de navegação em ambientes contestados.

Além disso, o EDGE apresenta tecnologias não letais destinadas a operações de segurança pública e controle civil, ampliando sua atuação para além do campo estritamente militar.

A presença do grupo na FIDAE 2026 também reforça sua estratégia de cooperação regional. Recentemente, a empresa firmou uma Carta de Intenções com o Ministério da Defesa do Equador, voltada à modernização de sistemas de vigilância e ao fortalecimento da proteção de fronteiras, sinalizando o avanço de sua atuação na América Latina.

Com uma abordagem centrada na integração de capacidades e na oferta de soluções economicamente competitivas, o EDGE Group busca posicionar-se como um parceiro relevante para países da região que enfrentam desafios crescentes em segurança e defesa.

Os visitantes da feira poderão conhecer de perto o portfólio da empresa no estande B124, no Pavilhão B, onde o EDGE apresenta sua visão para o futuro das operações multidomínio.


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quarta-feira, 1 de abril de 2026

IDV inaugura linha do Guaicurus e reforça modernização do Exército Brasileiro com nova geração de blindados

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A Iveco Defence Vehicles (IDV) inaugurou, em 31 de março, uma nova linha de produção dedicada à Viatura Blindada Multitarefa Leve sobre Rodas (VBMT-LSR) 4×4 Guaicurus, em sua unidade de Sete Lagoas (MG). A cerimônia contou com a presença de autoridades do Exército Brasileiro e marcou, também, a apresentação de novas versões da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Média sobre Rodas (VBTP-MR) 6×6 Guarani, ampliando as capacidades operacionais da Força Terrestre.

Conduzido no âmbito do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, o evento reuniu o Chefe do DCT, General de Exército Hertz Pires do Nascimento, e o Comandante Logístico, General de Exército Maurílio Miranda Netto Ribeiro, além de outras autoridades civis e militares. Mais do que um marco industrial, a iniciativa insere-se diretamente no esforço contínuo de modernização dos meios terrestres, alinhado aos Programas Estratégicos do Exército.

A nova linha está vinculada ao contrato para fornecimento de 420 viaturas VBMT 4×4 até 2033, com entregas já previstas para o corrente ano. No âmbito da Força, a viatura recebe a denominação Guaicurus e será empregada na substituição de meios leves, ampliando os níveis de proteção, mobilidade e consciência situacional das tropas.

Baseado na plataforma LMV-BR 2, versão nacional da família Light Multirole Vehicle (LMV), o Guaicurus foi desenvolvido para atender aos requisitos operacionais do Exército Brasileiro. A viatura apresenta configuração 4×4 com tração permanente e capacidade de operar em diferentes ambientes, incluindo terrenos alagados, mantendo elevada mobilidade tática.

No campo da proteção, dispõe de blindagem balística compatível com ameaças de armas leves e proteção contra explosões sob o casco, características essenciais para operações em cenários assimétricos. A integração de sistemas de armas remotamente operados permite o engajamento de alvos sob proteção blindada, enquanto os sistemas de comando e controle, compatíveis com os meios de comunicações da Força, como o rádio IMBEL TRC-1193, inserem o veículo no conceito de operações em rede.

A plataforma LMV, que serve de base ao projeto, possui emprego consolidado em forças armadas de diversos países e histórico de utilização em operações no exterior, fator que contribui para a validação operacional da viatura no contexto brasileiro.

Durante a cerimônia, também foram apresentadas novas versões da viatura Guarani 6×6, ampliando o espectro de emprego do sistema. A versão Ambulância agrega capacidade de apoio à saúde em ambiente operacional, permitindo a evacuação de feridos com proteção blindada, enquanto a versão Posto de Comando reforça a capacidade de coordenação tática das tropas em tempo real.

A produção em território nacional representa um vetor estratégico relevante, ao fortalecer a Base Industrial de Defesa e ampliar a autonomia logística e tecnológica do país. Ao mesmo tempo, contribui para a geração de empregos qualificados e para a consolidação do Brasil como polo de produção de veículos militares.

Atualmente, o Exército Brasileiro já opera viaturas da família Guaicurus, com suporte técnico da indústria e níveis adequados de disponibilidade, o que reforça a confiabilidade do sistema no emprego operacional.

Mais do que a incorporação de um novo meio, a introdução do Guaicurus e a evolução da família Guarani evidenciam uma mudança consistente na forma como a Força Terrestre brasileira se prepara para os desafios contemporâneos. A combinação entre proteção, mobilidade e integração de sistemas deixa de ser apenas um diferencial e passa a representar um requisito fundamental para a atuação em cenários cada vez mais complexos.

Nesse contexto, a iniciativa da IDV, em parceria com o Exército Brasileiro, não apenas atende a uma demanda operacional imediata, mas também projeta a Força para um novo patamar de capacidade, alinhado às exigências do campo de batalha moderno e às necessidades estratégicas do país.


Por Angelo Nicolaci

Com Informações e imagens IDV


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Abril Exército Brasileiro avalia versão do ASTROS com capacidade ampliada de defesa antiaérea

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O Exército Brasileiro estuda a ampliação das capacidades do sistema ASTROS III, com foco na incorporação de funções de defesa antiaérea de curto e médio alcance, segundo fontes ligadas ao setor de defesa.

A iniciativa, ainda em fase conceitual, buscaria integrar novos sensores, radares e mísseis guiados nacionais à já consagrada plataforma de artilharia de saturação, transformando o sistema em uma solução híbrida capaz de atuar tanto no apoio de fogo quanto na proteção de tropas e infraestruturas críticas contra ameaças aéreas.

De acordo com as informações preliminares, o projeto avaliaria a integração de:

* Radares de vigilância 3D nacionais

* Sistemas de comando e controle digitalizados

* Mísseis superfície-ar de nova geração desenvolvidos no Brasil

* Capacidades de defesa contra drones (C-UAS)

A proposta dialoga com tendências observadas em conflitos recentes, onde a necessidade de proteção contra drones, munições vagantes e aeronaves de baixa altitude tem impulsionado a busca por soluções móveis, modulares e de rápida resposta.

Especialistas apontam que a eventual evolução do ASTROS para um papel dual poderia aumentar significativamente a flexibilidade operacional das forças terrestres brasileiras, especialmente em cenários de alta mobilidade e ameaças assimétricas.

Procurado, o Exército não comentou oficialmente os detalhes do estudo, limitando-se a afirmar que acompanha constantemente a evolução tecnológica e as demandas operacionais contemporâneas.

Nota Oficial do GBN Defense

Se você já estava abrindo outra aba pra confirmar a notícia, mandando no grupo ou pensando “o Brasil finalmente acordou”…Calma. Respira. É 1º de abril.

Mas convenhamos… Essa seria uma ótima notícia se não fosse uma pegadinha de 1⁰ de abril.



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